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Cientistas alertam para o risco de extinção de baleias, golfinhos e botos

Baleias ameaçadas de extinção | Foto: Reprodução Pixabay

Mais de 350 cientistas e conservacionistas de 40 países estão pedindo uma ação global para proteger baleias, golfinhos e botos da extinção.

Em uma carta internacional, coalizão de cientistas e conservacionistas avisa que mais da metade de todas as espécies vivas de cetáceos agora têm um estado de conservação preocupante: 13 espécies estão “criticamente ameaçadas” ou “ameaçadas”, sete são “vulneráveis”, outras sete estão “quase ameaçadas” e 24 são “não possuem dados”.

Espécies como a baleia franca do Atlântico Norte e uma toninha encontrada no Golfo da Califórnia, estão no “fio da navalha da extinção”, segundo informa a carta.

A coalizão salienta que esses declínios “dramáticos” eram evitáveis, uma vez que faltou vontade política para proteger os animais marinhos.

“É fundamental que os governos desenvolvam, financiem e implementem ações adicionais necessárias para melhor proteger e salvar essas espécies icônicas – para que elas não acabem seguindo o caminho dos baiji”, disse a Dra. Susan Lieberman, da Wildlife Conservation Society, em entrevista à BBC News, referindo-se ao golfinho do rio chinês (baiji), que foi a primeira espécie de golfinho levada à extinção pela atividade humana.

As populações de cetáceos estão ameaçadas pela poluição química e sonora proveniente da pesca e dos navios, bem como pelas mudanças climáticas que interromperam os padrões de migração e esgotaram as fontes principais de alimentos para os mamíferos marinhos.

Golfinhos também ameaçados de extinção | Foto: Reprodução Pixabay

De acordo com o World Wildlife Fund, baleias, golfinhos e botos também são frequentemente prejudicados por “captura acidental” em operações de pesca, causando cerca de 300.000 mortes de cetáceos a cada ano. Os animais marinhos ficam presos em equipamentos de pesca, com ganchos cortando seus corpos e causando infecções ou as redes e linhas os prendem e sufocam o animal. Mesmo que um cetáceo se liberte do equipamento ancorado, ele muitas vezes pode nadar por meses ou anos com o equipamento ainda enrolado em seus corpos, limitando sua capacidade de comer e se reproduzir.

“Temos um longo caminho a percorrer antes que possamos ter certeza de que os peixes que estamos comendo não estão causando a captura acidental de espécies protegidas como baleias e golfinhos”, disse Sarah Dolman, da Whale and Dolphin Conservation,  à BBC News.

A coalizão de cientistas e conservacionistas também observa, que as políticas para proteger os cetáceos são “muito pouco” e “feitas tardiamente”. Atualmente e nas próximas gerações, muitas espécies de cetáceos se extinguirão, a menos que ações abrangentes sejam tomadas para limitar o excesso de poluição das atividades humanas e interromper a pesca excessiva.

Além disso, o grupo também apela às nações, pescadores regionais e organismos internacionais para implementar tecnologias de monitoramento para ajudar a preservar as espécies de cetáceos que são essenciais para a saúde de todo o ecossistema marinho.


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Imagem de duas crianças lendo livros em meio a uma floresta
Notícias

Nova Jersey (EUA) torna obrigatórias aulas sobre mudança climática nas escolas

Imagem de duas crianças lendo livros em meio a uma floresta
Pixabay

No próximo ano, os estudantes de todos os níveis de ensino em todas as escolas públicas de Nova Jersey (EUA) aprenderão sobre mudanças climáticas.

No começo de junho, o Conselho de Educação adotou “padrões científicos das novas gerações” a serem incorporados ao aprendizado dos alunos de Nova Jersey. Esta nova revisão inclui o ensino sobre mudanças climáticas em todas as matérias.

Isso inclui ciência, estudos sociais, artes, educação física, ciência da computação, carreiras profissionais e alfabetização. O novo currículo entra em vigor no ano escolar de 2021-22.

“Quase todas as escolas abordam o tema da mudança climática”, diz Glenn Branch, vice-diretor do Centro Nacional de Ciência e Educação, fundado em 1981. A organização sem fins lucrativos trabalha para garantir que os estudantes recebam uma educação precisa e efetiva acerca dos assuntos: evolução e mudanças climáticas.

Branch explica que o que Nova Jersey está fazendo é inovador. É o primeiro Estado na nação a incorporar a crise, integrando o assunto em todos os temas e em todos níveis de ensino. “Isso significa que praticamente todos os professores de escolas públicas de Nova Jersey estão sendo encorajados a debater o assunto com seus alunos num contexto apropriado e educacional”.

Educação sobre mudança climática em todas as matérias

Tammy Murphy, primeira-dama de Nova Jersey, esposa do governador Phil Murphy, liderou o esforço. Murphy é uma das membros-fundadores do Fundo de Ação da realidade climática do antigo vice-presidente Al Gore.

“Décadas de tomadas de decisões míopes levaram a esta crise e, agora, devemos fazer tudo o que pudermos para ajudar as nossas crianças a resolvê-la”, disse Murphy.

“Esta geração de estudantes irão sentir os efeitos da mudança climática, mais do que qualquer outra”, continua. “ É decisivo que seja provido a cada estudante a oportunidade de estudar e entender a crise climática através de uma lente compreensiva e interdisciplinar.”

Preparando professores para a educação sobre mudança climática

Uma pesquisa de 2016, publicada na Science, descobriu que os professores de ciência frequentemente omitiam ou dedicavam menos tempo a assuntos “socialmente controversos”, como mudança climática e evolução, por medo de repercussões negativas.

Esta mesma pesquisa descobriu que 30% dos docentes afirmam que a crise climática é “provavelmente devida a causas naturais”.

Para 31%, a ciência ainda não estabeleceu as causas das mudanças climáticas. Entretanto, 97% dos cientistas mais importante concordam que a atividade humana é a força motriz.

“Será positivo para os estudantes de Nova Jersey serem lembrados da realidade da mudança climática, por meio dos estudos, e estarem aptos a pensar sobre isso em diferentes ângulos disciplinares”, diz Branch. No entanto, a maior parte da educação sobre a mudança climática ainda vai acontecer nas aulas de ciência. Ele acrescenta que “Nova Jersey terá de desprender tempo e esforço – e dinheiro – equipando seus professores para que eles possam cumprir com os novos padrões exigidos.”


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De olho no planeta, Notícias

Cavalos da Sibéria podem diminuir o impacto da mudança climática

Pixabay

No Ártico, o degelo do permafrost (tipo de solo local) apresenta um enorme risco ao meio ambiente. É causada por e contribui para a mudança climática, liberando gases de efeito estufa na atmosfera à medida que as temperaturas esquentam.

Surpreendentemente, manadas de cavalos siberianos e outros animais podem ter a solução. Novas pesquisas realizadas na Rússia mostram como criaturas do Ártico como cavalos, bisões e renas, podem realmente retardar o degelo dos solos que foram congelados permanentemente.

Juntos, esses rebanhos poderiam potencialmente preservar até 80% do solo do mundo até o ano 2100, de acordo com o estudo.

Eis como funciona: fortes nevascas cobrem o chão e o isolam do ar frio. Animais pastando pisam e chutam a neve, cortando o isolamento. Como resultado, o solo congela – ou, no caso do permafrost, permanece congelado.

“Esse tipo de manipulação natural em ecossistemas especialmente relevantes para o sistema climático mal foi pesquisado até o momento”, disse o professor Christian Beer, “mas possui um tremendo potencial”.

Perda do permafrost

No novo estudo, liderado pelo professor Christian Beer, da Universidade de Hamburgo, os pesquisadores modelaram esse efeito para ver como ele pode combater as crescentes ameaças das mudanças climáticas no Ártico em geral. A equipe de pesquisa simulou a mudança de temperatura ao longo do tempo: sem intervenção, as temperaturas do permafrost aumentariam 3,8 graus Celsius até o ano de 2100.

Com os rebanhos de animais em jogo, esse aumento pode diminuir para apenas 2,1 graus Celsius. É uma mudança suficiente para preservar 80% dos solos, diz a equipe de Beer.

Há algumas ressalvas a serem consideradas: no verão, os animais podem desenterrar a camada de musgo que o mantém fresco e os pesquisadores ainda não sabem como os animais em movimento os espalhariam pela terra. Mas os pesquisadores dizem que as proteções do inverno superam os riscos do verão.

O método pode retardar a perda de permafrost e, como resultado, a liberação de dióxido de carbono na atmosfera – dificultando esse ciclo de feedback perigoso de maneira natural.


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De olho no planeta, Notícias

Bill Gates deixa Microsoft para se concentrar no combate às mudanças climáticas

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Bill Gates, o segundo homem mais rico do mundo, de acordo com a Forbes , anunciou na última sexta-feira (13) que está deixando os conselhos da Microsoft e da Berkshire Hathaway para concentrar seus esforços na filantropia através da Fundação Bill e Melinda Gates, a maior fundação privada do mundo.

Ele citou o trabalho em andamento sobre saúde e desenvolvimento global, educação e um “crescente envolvimento no combate às mudanças climáticas”.

Em um vídeo recente à convite do YouTuber Mark Rober, Gates discutiu o impacto ambiental do consumo de carne. “O setor agrícola representa cerca de 18% das emissões totais, mas o gado representa cerca de metade desses 18%. Quase tudo isso é carne bovina “, disse ele.

“Uma das grandes tragédias sobre o clima é que são os mais pobres do mundo, os agricultores que moram perto do Equador, com todo esse calor, inundações e secas – são os que mais sofrerão.”

“Se você está apenas tentando fazer com que as pessoas reduzam, não comam carne, não dirijam para o trabalho, não façam viagens – é um conjunto de sacrifícios que todos precisam se envolver, pois, sem inovação, provavelmente o clima vai ultrapassar os dois graus de aumento. ”

Nova missão

“A liderança das empresas de Berkshire e da Microsoft nunca foi tão forte, então é a hora certa de dar esse passo”, disse Gates em um post no LinkedIn.

A fundação de Gates aumentou seu trabalho sobre mudanças climáticas nos últimos anos. Na carta anual da fundação para 2020, Gates listou a questão como sua principal prioridade.

“O mundo não pode resolver um problema como a mudança climática sem fazer grandes apostas”, escreveu Gates na carta de 10 de fevereiro.

“O enfrentamento das mudanças climáticas exigirá níveis históricos de cooperação global, quantidades sem precedentes de inovação em quase todos os setores da economia, implantação generalizada das soluções atuais de energia limpa, como solar e eólica, e um esforço conjunto para trabalhar com as pessoas que estão mais vulnerável a um mundo mais quente.”

No pronunciamento, Gates disse na sexta-feira que, apesar de deixar o conselho, ele ainda estaria envolvido com a liderança da Microsoft “para ajudar a moldar a visão e alcançar os objetivos ambiciosos da empresa”.

Gates liderou a Microsoft como CEO até 2000 e foi presidente do conselho até 2014.


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Jornalismo cultural, Notícias

Crise climática: Antártica registra temperatura recorde

Segundo a Organização Meteorológica Mundial, a Antártica provavelmente registrou um novo recorde de temperatura de mais de 18°C na quinta-feira (6)


Novos temores de danos acelerados nas camadas de gelo do planeta e aumento do nível do mar foram alimentados pela confirmação da agência meteorológica da ONU de que a Antártica provavelmente registrou um novo recorde de temperatura de mais de 18°C nesta semana.

Falando a jornalistas em Genebra, a porta-voz Clare Nullis, da Organização Meteorológica Mundial (OMM), disse que a temperatura recorde registrada no norte do continente é considerada incomum, mesmo nos meses mais quentes do verão.

(Foto: ONU/Eskinder Debebe)

“A base de pesquisa argentina, chamada Esperanza, fica no extremo norte da península Antártica; ontem estabeleceu um novo recorde de temperatura: 18,3°C, o que não é um número que você normalmente associaria à Antártida, mesmo no verão. Isso bate o recorde anterior de 17,5°C, que foi retomado em 2015.”

Agora, especialistas da OMM verificarão se a temperatura extrema é um novo recorde para o continente antártico, que é definido como a principal massa continental.

O continente antártico não deve ser confundido com a região antártica, que é toda parte ao Sul a 60 graus de latitude, e onde uma temperatura recorde de 19,8°C foi registrada na ilha de Signy em janeiro de 1982.

Fenômeno “Foehn”

Os especialistas da OMM vão examinar as condições meteorológicas que cercaram o evento, particularmente se este está associado a um fenômeno climático conhecido como “foehn”.

Comuns nas regiões alpinas, os episódios de foehn geralmente envolvem ventos fortes em altitude e o rápido aquecimento do ar enquanto ele desce por encostas ou picos, causado por diferenças significativas de pressão.

“Está entre as regiões de aquecimento mais rápido do planeta”, disse Nullis sobre a Antártica. “Ouvimos muito sobre o Ártico, mas essa parte específica da península antártica está esquentando muito rapidamente. Nos últimos 50 anos, aqueceu quase 3°C.”

Diante de temperaturas cada vez mais quentes, Nullis observou que a quantidade de gelo perdida anualmente na camada de gelo da Antártica “aumentou pelo menos seis vezes entre 1979 e 2017”.

A maior parte dessa perda de gelo ocorre quando as camadas derretem por baixo, quando entram em contato com a água do oceano, relativamente quente, explicou ela.

O derretimento é especialmente marcado no oeste da Antártica, de acordo com a OMM, e em menor extensão ao longo da península e no leste da Antártica.

Recuo acelerado de geleiras

Nullis alertou que cerca de “87% das geleiras ao longo da costa oeste da Península Antártica recuaram nos últimos 50 anos, com a maior parte delas mostrando um recuo acelerado nos últimos 12 anos”.

A preocupação é alta com os principais afluentes da geleira da Antártica Ocidental, em particular a geleira Pine Island, onde duas grandes fendas que foram detectadas pela primeira vez no início de 2019 cresceram cerca de 20 quilômetros.

“Há muita conversa no Twitter no momento; a imagem de satélite mostrando rachaduras na geleira de Pine Island, na Antártica”, disse Nullis. “Elas cresceram rapidamente nos últimos dias. A União Europeia tem um satélite chamado Sentinel que mede e monitora esses dados, e há imagens bastante dramáticas.”

Aproximadamente o dobro do tamanho da Austrália, a Antártica é fria, com ventos fortes e seca. Sua temperatura média anual varia de cerca de 10°C na costa a 60°C negativos nos pontos mais altos do interior.

Sua imensa camada de gelo tem até 4,8 quilômetros de espessura e contém 90% da água doce do mundo, o suficiente para elevar o nível do mar em cerca de 60 metros, em caso de derretimento.

Em um relatório importante do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (IPCC, na sigla em inglês), de setembro passado, os pesquisadores alertaram que centenas de milhões de pessoas, além de animais, estão sob risco com o derretimento do gelo nas regiões polares do planeta, ligado ao aumento do nível do mar.


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Mudança climática pode levar ornitorrincos à extinção

Os ornitorrincos são considerados “quase ameaçados” pela União Nacional para a Conservação da Natureza


Os ornitorrincos, espécie que está desaparecendo desde a colonização britânica da Austrália no fim do século XVIII, pode ser extinta graças às mudanças climáticas e à perda de habitat. A conclusão é de um estudo publicado na revista científica Biological Conservation nesta segunda-feira (20).

Reprodução/Flickr

Rios estão secando na Austrália por conta da seca severa. Sem eles, os ornitorrincos não conseguem sobreviver. As informações são do R7.

“Esses perigos expõem os ornitorrincos a uma pior situação de extinção local sem a capacidade de povoar novamente essas áreas”, disse Gilad Bino, líder da pesquisa no Centro de Estudos de Ecossistemas da Universidade de Nova Gales do Sul (UNSW).

De acordo com o estudo, com as atuais condições climáticas, taxas de desmatamento de árvores e fragmentação de diques, a população de ornitorrincos cairá entre 47% e 66% nos próximos 50 anos.

Considerados “quase ameaçados” pela União Nacional para a Conservação da Natureza, os ornitorrincos não integram listas de proteção em muitos estados da Austrália, com exceção da Austrália do Sul, onde são classificados como “espécie em perigo”.

De acordo com o diretor do Centro para a Ciência dos Ecossistemas da UNSW, Richard Kingsford, a expansão humana e urbana coloca a vida destes animais em risco.

“Isso inclui as barragens que freiam sua movimentação, a agricultura que destrói suas tocas, os equipamentos de pescar e as redes que podem fazer com que se afoguem, assim como raposas, que são espécies invasoras”, afirmou Kingsford.


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Cantora Billie Eilish convoca as gerações mais velhas a lutar contra a mudança climática

Foto: Twitter
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A cantora e compositora Billie Eilish fez um convite às gerações mais velhas para que assumam um papel e lutem contra a atual crise climática.

Em entrevista ao portal de música NME, a estrela vegana também elogiou a ativista climática Greta Thunberg por “fazer o que deveria ser feito” – dizendo que se sentia “honrada por ser comparada a ela”.

‘Nós não queremos morrer ainda’

“Felizmente, os adultos e os idosos começam a nos ouvir sobre as mudanças climáticas para que não tenhamos que morrer em decorrência do aquecimento global”, disse Eilish.

“Os idosos vão morrer e realmente parecem não se importar se nós jovens teremos um futuro, mas ainda não queremos morrer”.

“Há coisas que não posso mudar”

A artista de 17 anos também respondeu às pessoas que criticam seus esforços para ajudar o planeta enquanto viaja para sua turnê global.

“Cara, eu sempre vejo essas postagens do tipo `por que essa maldita artista está dizendo essa merda quando está levando aviões para inúmeros lugares?’. Você prefere que eu cale a boca e não diga nada e assim ninguém nunca fará nada?”, disse Eilish à NME.

“Sim, talvez eu esteja fazendo algo que não é tão perfeito quanto outra pessoa, mas há coisas que não posso mudar. Então, por causa disso, quero passar a palavra a outras pessoas. Quero fazer o máximo que puder”.

“Eu posso e quero que outras pessoas façam o máximo que puderem”, concluiu a cantora. As informações são do Plant Based News.

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Vídeo sobre o veganismo se torna viral e atinge mais de um milhão de visualizações

Foto: ONG VIVA!
Foto: ONG VIVA!

Um vídeo vegano, que promove a adoção de uma alimentação à base de vegetais para salvar o meio ambiente e o planeta, tornou-se viral.

O vídeo intitulado “Vegan Now” (Vegano Agora), da ONG que atua pelos direitos animais, Viva!, (produzido por Robbie Lockie, da PBN), conquistou até o momento 1.014.046 visualizações desde o seu lançamento no final de setembro.

O vídeo destaca o impacto prejudicial que a criação de animais para consumo está causando no meio ambiente – e como o planeta está alcançando um “ponto sem retorno” em termos de devastação ambiental.

“O tempo está se esgotando”

“Estamos no meio de uma emergência ambiental. Nossas florestas estão queimando, nosso ar está poluído, nossos oceanos estão sendo envenenados, nosso solo degradado e nossa vida selvagem extinta. Nunca antes na história da humanidade vimos uma devastação ecológica chegar a esse ponto. Se não agirmos em breve, não haverá futuro pelo qual lutar”, diz a ONG Viva!.

“A criação de animais está no centro da crise climática. O impacto de comer produtos de origem animal vai muito além da carne que as pessoas comem ou do que se imagina. O ato de comer animais está contribuindo para a sexta extinção em massa do mundo e nos levando a um aumento catastrófico de temperatura de até 5°C até o final deste século”.

“O tempo está acabando. As mudanças climáticas descontroladas e a destruição de habitats se tornaram os desafios mais profundos de nossa era. Ainda temos tempo antes de passarmos ao ‘ponto sem retorno retorno’ se agirmos agora. Tornar-se vegano é a melhor atitude que podemos tomar para reduzir nosso impacto ambiental. Comece sua jornada hoje”. As informações são do Plant Based News.

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Quase 2 mil novas espécies estão ameaçadas de extinção

A tendência de extinção das espécies, porém, é reversível, segundo a UICN


Quase 2 mil novas espécies foram adicionadas pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) à Lista Vermelha. A entidade alertou ainda sobre o risco que as mudanças climáticas representam para as plantas e os animais silvestres.

Tobias Titz/Getty Images

Foram adicionadas 1.840 novas espécies à lista, que agora tem 30.178 espécies elencadas. Um comunicado sobre o caso foi publicado durante a Conferência do Clima da ONU (COP25) em Madri, na Espanha. As informações são da revista Exame.

“As mudanças climáticas aumentam as múltiplas ameaças que as espécies enfrentam e devemos agir de maneira rápida e decisiva para enfrentar a crise”, disse Grethel Aguilar, diretor geral interino da UICN.

De acordo com a UICN, as mudanças climáticas prejudicam os peixes de água doce da Austrália, dos quais 37% sofrem ameaça de extinção. Desse percentual, “pelo menos 58% são diretamente afetados pelo aquecimento”.

Segundo a Plataforma Científica e Política Intergovernamental sobre Serviços de Biodiversidade e Ecossistemas (IPBES), as principais ameaçadas às espécies são: mudanças no uso da terra – incluindo agricultura -, superexploração (caça e pesca), mudança climática, poluição e espécies invasoras, crescimento demográfico e de consumo.

“A atualização (da Lista Vermelha) mostra que o impacto das atividades humanas na vida selvagem continua a crescer”, disse Jane Smart, chefe do grupo de conservação da biodiversidade da UICN. “O próximo ano será crítico para o futuro do planeta”, completou.

Em 2020, será realizado o Congresso Mundial da UICN na França e uma cúpula na China sobre biodiversidade, além da apresentação de novos objetivos nacionais para o combate às mudanças climáticas sob o Acordo de Paris.

A tendência de extinção das espécies, porém, é reversível, segundo a UICN. De acordo com a instituição, a situação de dez espécies – oito de aves e dois de peixes de água doce – melhorou.


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Mais de 50 ursos polares famintos procuram por comida em aldeia russa

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

Uma aldeia russa recebeu a visita inesperada de 56 ursos polares famintos que, ao não encontrem alimento em seu habitat natural, se reuniram nos arredores do agrupamento humano remoto, atraídos pelo cheiro.

Imagens e filmagens notáveis mostram como a aldeia de Ryrkaypiy está agora em um “bloqueio virtual” devido à presença dos enormes e belos animais.

Todos os eventos públicos foram cancelados para evitar conflitos entre humanos e animais, e as crianças foram acompanhadas pelas autoridades quando iam e vinham do jardim de infância e da escola.

Patrulhas especiais designadas para acompanhar os animais, sem ferí-los, estão tentando impedir que os ursos “famintos” entrem em áreas residenciais.

Até agora, a presença dos animais se concentra nos arredores da vila – que tem uma população de 766 habitantes – e fica na região mais oriental da Rússia, em Chuktoka, onde os animais se alimentam de corpos de focas no Cabo Kozhevnkov, segundo relatos.

Ambientalistas e moradores disseram que o gelo ártico frágil e ralo deixou os ursos incapazes de andar sobre suas plataformas. A filial russa da ONG WWF ou World Wildlife Fund (Fundo Mundial da Vida Selvagem) disse que a mudança climática é responsável pelo fato, já que temperaturas incomumente quentes impediram a formação de gelo costeiro, como é comum para a época.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

O WWF está preocupado com o fato dos ursos poderem entrar na vila, lar de menos de 1.000 pessoas, e patrulhas foram criadas para monitorar seus movimentos sem ferí-los.

É o segundo ano em que a vila enfrenta dezenas de ursos polares a sua porta, mas os habitantes locais dizem que este ano há mais ursos do que nunca.

“Quase todos os ursos polares são magros”, disse Tatyana Minenko, chefe da Patrulha do Urso Polar da WWF em Ryrkaipiy.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Existem ursos adultos, adolescentes e ursos mãe com filhotes de diferentes idades.”

A vila fica perto de uma rota de migração de ursos e os guardas florestais estão usando trenós móveis e veículos para desencorajar os animais de se aproximarem das casas.

Os moradores também haviam reunido cadáveres de morsas na área para alimentar os animais famintos e dessa forma, tentar impedir que os ursos vagassem pela vila.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“O número de encontros humanos e animais de grande porte no Ártico está aumentando”, afirmou o WWF em comunicado.

“O principal motivo é o declínio da área de gelo marinho devido às mudanças climáticas. Na ausência de cobertura de gelo, os animais são obrigados a sair em busca de comida”.

Minenko e sua colega Maksim Deminov estão trabalhando 24 horas por dia para impedir confrontos entre ursos e pessoas.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Criamos um ponto de alimentação com corpos de morsa que reunimos ao longo da costa”, disse Minenko à agência de notícias RIA Novosti.

“Enquanto não houver um grande congelamento de água, o gelo do mar não se formará e os ursos permanecerão na costa”, disse ela.

É ilegal na Rússia atirar em ursos polares, mas os guardas estão prontos para usar balas de borracha para evitar conflitos.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

“Há guardas de plantão perto do jardim de infância e da escola local”, relatou o The Siberian Times.

“Todos os eventos públicos, como a preparação para shows de fim de ano, ensaios e reuniões locais, foram cancelados durante a presença dos ursos”.

“As crianças são levadas para a escola e jardim de infância e voltam para casa em ônibus reservado apenas para isso”.

Maxim Deminov/The Siberian Times
Maxim Deminov/The Siberian Times

Os habitantes locais dizem que o clima de inverno anormalmente ameno levou à invasão de ursos polares, pois o mar não congelou apesar das temperaturas abaixo de zero.

Em vez de caçar peixes, os ursos comem corpos de focas deixadas no outono.

No ano passado, militares do exército limparam a costa da vila dos corpos de focas mortas e são esses agora de que os ursos estão se alimentando.

A vila de Ryrkaypiy, em Chukotka, fica perto de uma rota de migração de ursos e o clima de inverno anormalmente ameno levou os ursos a invadir devido à falta de gelo marinho | Tatiana Mineko/The Siberian Times
A vila de Ryrkaypiy, em Chukotka, fica perto de uma rota de migração de ursos e o clima de inverno anormalmente ameno levou os ursos a invadir devido à falta de gelo marinho | Tatiana Mineko/The Siberian Times

O serviço meteorológico da Rússia disse que as temperaturas na região devem cair e que o gelo costeiro deve congelar até 11 de dezembro.

Os ursos polares visitam regularmente áreas habitadas por seres humanos na Rússia no Ártico, em busca de comida, atraídos pelo cheiro e, geralmente, revirando lixo.

Mas o número de visitas vem crescendo à medida que o derretimento do gelo do Ártico vem aumentando devido às mudanças climáticas, o que obriga os ursos a passar mais tempo em terra onde competem por comida.

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Parlamento Europeu declara ‘emergência climática’ na União Europeia

Com 429 votos favoráveis à medida, a Europa foi o primeiro continente a decretar emergência climática


O Parlamento Europeu declarou “emergência climática” na União Europeia (UE) para aumentar a pressão sobre os agentes públicos pela execução de ações contra as mudanças climáticas.

Reprodução/Pixabay/Skeeze/Imagem Ilustrativa

A decisão, tomada na quinta-feira (28), é um ato simbólico. A Europa foi o primeiro continente a decretar emergência climática. As informações são da agência de notícias Deutsche Welle.

A medida, votada em Estrasburgo, foi aprovada com 429 votos favoráveis. Foram registrados 225 votos contrários e 19 abstenções. A resolução pede que a Comissão Europeia e os Estados-membros ajam a favor do clima. O Parlamento Europeu se comprometeu a também executar ações contra as mudanças climáticas.

Os deputados pedem que a Comissão Europeia “assegure plenamente que todas as propostas legislativas e orçamentárias relevantes estejam completamente alinhadas” com o objetivo de manter o aquecimento global abaixo de 1,5 ºC em relação à era pré-industrial, prevista no Acordo de Paris.

A votação foi realizada dias antes da Conferência da ONU sobre as Mudanças Climáticas (COP), que acontecerá em Madri, na Espanha, e duas semanas antes da data em que o primeiro rascunho do Acordo Verde Europeu será apresentado pela Comissão Europeia.

O Acordo Verde Europeu foi proposto pela nova presidente da Comissão Europeia. A medida, segundo a alemã Ursula von der Leyen, que inicia seu mandato neste domingo (1º), pretende alcançar a “neutralidade climática” até 2050. Entre as ações propostas estão: aumento nos impostos sobre o carbono, investimentos em negócios sustentáveis, redução da poluição e maior proteção das florestas, dos parques nacionais e das áreas verdes.

De acordo com os parlamentares, o bloco deve liderar a luta pelo clima. O objetivo é reduzir as emissões de gases de efeito estufa da UE em 40% até 2030 em relação aos níveis registrados em 1990. No acordo proposto por von der Leyen, a porcentagem subiria para 50%. Porém, Estados como Polônia, Hungria e República Tcheca, que dependem dos combustíveis fósseis, como o carvão, relutam em se adequar ao acordo e pedem financiamento adicional.

O Parlamento Europeu informou que o estado de emergência climática já foi declarado por mais de mil unidades administrativas do mundo, dentre estados, cidades e comunidades. Uma resolução semelhante foi aprovada pelo Parlamento austríaco em setembro. Colônia, Leipzig e Wiesbaden são três das 43 cidades alemãs que também aprovaram a medida.

Além de declarar emergência climática, algumas administrações implementaram ações como a transformação de faixas para automóveis em ciclovias e o aumento dos preços para estacionamento em centros urbanos.


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Mudança climática está contribuindo com os incêndios na Austrália, dizem autoridades

Foto: Adobe
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A velocidade, intensidade e abrangência dos incêndios nas florestas australianas têm causado vítimas animais e humanas e levado preocupação à população e ao governo do país.

Os bombeiros, com a ajuda de voluntários, têm se desdobrado em operações de combate ao fogo e de acordo um grupo de chefes dos bombeiros responsáveis pela ação, a mudança climática está “sobrecarregando” os incêndios na Austrália.

Os incêndios foram intensos ao longo da costa leste – matando pelo menos quatro pessoas e afetando milhões de outras. Muitos animais foram mortos pelas chamas, que destruíram cerca de 2,5 milhões de acres de terras agrícolas e bosques, exacerbados pelas condições de seca e ventos fortes.

Agora, os chefes dos bombeiros desafiaram o primeiro ministro Scott Morrison por sua falta de ação sobre o assunto.

“Sem precedentes”

“Estou fundamentalmente preocupado com o impacto e os danos decorrentes das mudanças climáticas”, disse o chefe dos bombeiros aposentado Lee Johnson ao Plant Based News em 14 de novembro.

“A palavra ‘sem precedentes’ tem sido muito usada, mas infelizmente está correta”.

O que realmente importa

O partido político australiano Greens (verdes) também questionou a reação do governo aos incêndios nesta semana – provocando indignação do vice-primeiro-ministro Michael McCormack.

Ele disse com ironia: “Não precisamos dos delírios de ter algumas cidades capitais lindas, iluminadas e verdes neste momento, quando as pessoas estão desesperadas com os incêndios, tentando salvar suas casas”.

Incêndios florestais e mudanças climáticas

Cientistas acreditam que há uma ligação entre os incêndios florestais e a mudança do clima, Janet Stanley, da Universidade de Melbourne, disse: “Os incêndios florestais não são diretamente atribuíveis às mudanças climáticas. No entanto, o clima de aquecimento rápido está tornando os incêndios florestais mais frequentes e intensos”.

“A montanha de evidências irrefutáveis que ligam o aquecimento global aos incêndios florestais torna extremamente difícil explicar o fracasso do governo federal – até mesmo em falar sobre o problema”.

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