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Cresce o número de animais silvestres atropelados em rodovias em Jundiaí (SP)

Foto: Reprodução/TV TEM

A Associação Mata Ciliar, de Jundiaí, no interior de São Paulo, registrou aumento no número de animais resgatados, especialmente após atropelamentos, em rodovias da região. O crescimento ocorreu após a volta do movimento nas estradas por conta da flexibilização da quarentena de combate ao coronavírus.

A entidade resgata cerca de 10 animais por dia, a maioria encontrada com ferimentos nas margens das rodovias. Um bicho-preguiça, um gambá e um filhote de onça-parda foram uns dos últimos a serem resgatados. A onça foi encontrada ao lado do corpo da mãe, que morreu em decorrência de um atropelamento. Com apenas três meses de idade, ela está em tratamento para um trauma psicológico.

Uma raposa também recebe tratamento na sede da associação, após ser atropelada. Assim como macacos, que não poderão retornar à natureza por conta de graves traumas que sofreram. Um cachorro-do-mato, porém, foi solto depois de ser reabilitado.

No caso dos gambás, o preconceito das pessoas com ratos e a confusão entre as espécies tira a vida de muitos deles – nenhum animal, no entanto, deve ser morto, nem mesmo os ratos, que também têm direito à vida.

Foto: Reprodução/TV TEM

“Por se parecer com um rato, as pessoas querem matar [o gambá] e às vezes perseguem, mas não é nada disso. O gambá é o maior predador de carrapatos que existe e de muitos insetos também, então ele ajuda a equilibrar esse ecossistema. Todo mundo reclama que está cheio de insetos, carrapatos…o gambá ajuda”, explicou a veterinária Jessica Paulino, em entrevista à TV TEM.

“Os animais, principalmente atropelados, perdem membros, como uma perna, um braço, às vezes uma cauda, e muitas vezes não voltam [à natureza]. Outros têm problemas neurológicos e precisam ficar em cativeiro para o resto da vida”, completou.

Ao encontrar animais nas margens de rodovias, a orientação é acionar a Guarda Municipal pelo telefone 153.


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Cadela que corria risco em rodovia movimentada tem a vida salva por motorista

Reprodução/YouTube/Caters Clips

Vulnerável, assim se sentia Berta ao ser encontrada em uma rodovia com grande fluxo de veículos na cidade de Bucareste, na Romênia.

Paralisada pelo medo, a cadela observava os carros passando em alta velocidade. O que ela não imaginava, porém, é que também estava sendo observada por um motorista. Comovido com o sofrimento do animal, ele decidiu ajudá-lo.

Imagens feitas por uma pessoa que acompanhou o motorista no momento do resgate foram divulgadas nas redes sociais. Nelas, é possível ver a ação de Ovidiu Rosu, que é médico veterinário e transitava pela rodovia quando viu a cadela. Decidido a salvá-la, o profissional parou o carro, atravessou a pista e, com cuidado, pegou o animal no colo.

A reação de Berta, como passou a ser chamada após o resgate, deixava claro seu pavor causado pela situação em que estava. Diante do veterinário, ela ficou encolhida, parada. Mas parecia saber que Rosu tinha boa intenção e permitiu que ele a resgatasse.

Após ser tirada das ruas, ela foi levada para a casa do veterinário, que a examinou e passou a dar lar temporário para a cadela.

Confira o vídeo que mostra Berta durante e após o resgate:


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Banda Massive Attack fará sua turnê de trem para não prejudicar o meio ambiente

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

A banda Massive Attack anunciou que fará uma turnê pela Europa de trem para reduzir seu impacto no planeta.

A banda de hip hop de Bristol (Inglaterra) está consciente de seu impacto ambiental. Em 2019, eles tocaram em um protesto do grupo de ativismo ambiental, Extinction Rebellion (Rebelião contra Extinção), em Londres. Eles também apoiaram a pesquisa sobre a pegada de carbono da indústria da música doando quatro anos de dados de turnês à Universidade de Manchester.

O cantor Robert Del Naja – também conhecido como 3D – disse à BBC que a indústria da música e a sociedade como um todo precisam mudar.

“Como músicos, desfrutamos de um estilo de vida com alto teor de carbono”, disse ele ao programa Today da Radio 4. “Mas, como sociedade, todos nós já existimos em uma economia de combustíveis fósseis há muito tempo e tivemos muito pouca escolha nisso”.

Banksy

Há muito tempo rumores de que Del Naja também é Banksy, um artista de rua anônimo com obras de teor político, que se acredita estar em Bristol.

Del Naja iniciou sua carreira como grafiteiro e desenhou obras de arte para as capas dos álbuns do Massive Attack, cujos traços se parecem distintamente com os de Banksy. Ele também apareceu no documentário de 2010 do artista, “Exit Through the Gift Shop”.

Del Naja comentou sobre os rumores no passado, dizendo que ele é simplesmente amigo de Banksy. Mas o DJ Goldie certa vez se referiu a Banksy como “Robert” em um podcast, provocando suspeitas entre os fãs.

Outro elo entre Del Naja e Banksy é a preocupação com o meio ambiente. O artista indescritível fez declarações sobre a crise climática através de seus grafites. Em 2018, eles deixaram um mural em uma parede em Port Talbot, no País de Gales, destacando os problemas de poluição causados pela fábrica de aço Tata da cidade.

“Novas formas de fazer negócios”

Em abril de 2019, circulavam rumores de que Banksy estava por trás de um mural da Extinction Rebellion em Londres. O trabalho mostra uma criança sentada no chão segurando o logotipo do grupo em uma placa ao lado de uma planta que brota da terra. O slogan diz: “a partir deste momento o desespero termina e as estratégias começam”.

Del Naja – que atualmente está na França com a Massive Attack – também afirmou que é hora de uma nova abordagem para questões ambientais.

“O desafio agora é não apenas fazer sacrifícios pessoais”, disse ele, “mas insistir na mudança sistêmica necessária. Precisamos iniciar uma nova forma de fazer negócios”. As informações são do Livekindly.

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Google desenvolve inteligência artificial que identifica animais selvagens raros na natureza

Foto: Google
Foto: Google

Muitas espécies de animais selvagens são especialistas em se esconder, se camuflar e ficar fora de vista, mas uma nova parceria entre o Google e a organização conservacionista, Wildlife Insights, tem como objetivo ajudar os cientistas a capturar e analisar fotos desses animais em seu habitat natural.

O programa usará um software de inteligência artificial para classificar as fotografias tiradas por pequenas câmeras instaladas na natureza, acionadas por sensores, colocadas em áreas selvagens em todo o mundo.

Os serviços de inteligência artificial e nuvem do Google ajudarão os pesquisadores a analisar e arquivar o enorme volume de imagens capturadas pelo programa como parte de um esforço para melhorar as estratégias de conservação de animais em todo o mundo.

As câmeras acionadas por sensores foram originalmente desenvolvidas em 1990 e nos anos seguintes foram colocadas em diversos locais, do México a Madagascar.

Até o momento, 4.553 milhões de fotos foram tiradas de 8.209 de câmeras implementadas na natureza.

Foto: Google
Foto: Google

Foram documentadas 797 espécies diferentes de animais nessas imagens, incluindo pacas manchadas na Amazônia, antílopes suni na Tanzânia, os raros cervos-rato no Vietnã e a anta malaia na Malásia.

Embora o programa tenha gerado uma enorme quantidade de dados brutos, muitos pesquisadores têm se esforçado para analisar tudo e identificar todos os diferentes animais que acabam sendo capturados nas fotos.

O software de identificação do Google poderá classificar as fotos e descartar aquelas imagens que provavelmente não possuem nenhum animal para facilitar o processo de análise dos pesquisadores.

A ferramenta permitirá aos cientistas entender melhor as populações gerais de animais em diferentes regiões do mundo, estimar hábitos migratórios de certas espécies e aprender mais sobre como as mudanças climáticas estão afetando a vida dos animais.

O Google também está desenvolvendo um banco de dados público que dará acesso a todas as fotos e informações de localização de todos os animais para os interessados nesse tipo de conhecimento.

“A esperança é que isso acelere drasticamente o processo de obter os dados do campo de ação da câmera para o Google Cloud (Nuvem) e para que possamos abrir essas informações para análise e mapeamento”, disse Tanya Birch, do Google. As informações são do Daily Mail.

Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN:

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Roma oferece viagens de metro gratuitas em troca de garrafas plásticas para reciclagem

Foto: Reuters
Foto: Reuters

Os cidadãos que utilizam transporte público em Roma, na Itália, podem viajar em forma gratuitas no metrô se reciclarem garrafas de plástico. O movimento faz parte de uma iniciativa ambiental para estimular a pratica da reciclagem e diminuir o impacto da poluição por plásticos no planeta.

Até o momento, mais de 350 mil garrafas foram recicladas em máquinas especiais instaladas em três estações da cidade.

A iniciativa, lançada em julho, será expandida em toda a rede de metro e permanecerá em operação até julho de 2020, segundo o Plant Based News.

Recicle para viajar

Garrafas de plástico podem ser usadas para comprar tempo de viagem, na Itália o valor das passagens está relacionado ao trecho utilizado, cada garrafa é equivalente a um crédito de 0,05 euros (cerca de 20 centavos de real). Os passageiros precisam inseri-las nas máquinas.

Os interessados em participar da iniciativa também devem baixar um aplicativo, que registra quanto tempo de viagem acumularam. Totens instalados nas estações podem ler as informações direto do aplicativo, eliminando a necessidade de bilhetes em papel.

Envolvendo pessoas

Segundo a Reuters, Roma tem um “problema crônico de coleta de lixo” e “a no país reciclagem é irregular e ineficiente”.

Como resultado, os moradores receberam muito bem a campanha, Claudio Perelli um morador local disse: “Se você usa dinheiro para envolver pessoas (na reciclagem), mesmo aqueles que não têm senso cívico reciclam, é uma forma de estímulo e que alcança resultados sólidos”.

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Governo Trump volta atrás e revoga a decisão de usar bombas de cianeto de sódio para matar animais selvagens

Um urso pardo e seu filhote andam perto da angra do pelicano no parque nacional de Yellowstone, Wyoming. No ano passado, a Wildlife Services matou mais de 1,5 milhão de animais silvestres nativos em todo o país, incluindo os ursos | Foto: Karen Bleier/AFP/Getty Images
Um urso pardo e seu filhote andam no parque nacional de Yellowstone, Wyoming (EUA) | Foto: Karen Bleier/AFP/Getty Images

Após uma série de protestos públicos contínuos, a administração Trump anulou sua decisão de autorizar novamente as cruéis armadilhas (bombas) de cianeto para matar animais selvagens.

As armadilhas, conhecidas como M-44 e apelidadas de “bombas de cianureto”, são dispositivos carregados por uma mola que emitem um spray de cianeto de sódio para matar seus alvos. As armadilhas são usadas com mais frequência pela Wildlife Services, uma agência federal pouco conhecida dentro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, para matar coiotes, raposas e outros animais a mando de operadores agrícolas privados.

No ano passado, a Wildlife Services matou mais de 1,5 milhão de animais silvestres nativos em todo o país, incluindo ursos, lobos, pássaros e muito mais. Cerca de 6.500 dessas mortes foram causadas por armadilhas M-44.

“Estou anunciando a revogação da decisão de revisão de registro provisório da EPA sobre cianeto de sódio, o composto usado em dispositivos M-44 para controlar predadores selvagens”, Andrew Wheeler, administrador da Agência de Proteção Ambiental, anunciou em comunicado público. “Esta questão merece uma análise mais aprofundada e discussões adicionais pela EPA com os fabricantes deste material”.

Em um anúncio na semana passada, a EPA disse que autorizou funcionários do governo a continuar usando o M-44 de forma interina. A decisão provocou fúria entre os defensores da vida selvagem e outros, que condenaram a decisão como uma ameaça imprudente aos seres humanos e ao meio ambiente. M-44s, que são implantados em terras públicas e privadas em todo o país, levaram no passado a morte inadvertida de espécies ameaçadas de extinção e animais domésticos. Eles até prejudicaram seres humanos, incluindo um adolescente que foi envenenado por um M-44 em Pocatello, Idaho, em 2017.

Brooks Fahy, diretor executivo da Predator Defense, um grupo de defesa da vida selvagem que é um dos principais oponentes das armadilhas M-44, disse que o anúncio da EPA foi uma reversão bem-vinda.

“Obviamente, alguém na EPA está prestando atenção às preocupações do público sobre bombas de cianureto”, disse Fahy em um comunicado. “Parece que eles estão respondendo ao ultraje público sobre a decisão provisória da semana passada. O nosso telefone tem estado fora do gancho de tantas ligações de cidadãos preocupados em relação permissão para continuar usando esses dispositivos horríveis. Temos que ficar atentos a como isso vai se desenrolar daqui por diante”.

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Mais uma cidade americana adere à Segunda Sem Carne Vegana

Foto: Unsplash/ Naveen Venkatesan
Foto: Unsplash/ Naveen Venkatesan

A partir de 22 de abril, Dia da Terra, Berkeley começará a Segunda-feira Verde (Green Monday), que exige que toda a comida servida pela cidade em suas instalações, reuniões e eventos às segundas-feiras seja livre de carne, de acordo com o jornal Berkeleyside.

De acordo com o site da campanha Meatless Mondays, ja são mais de 40 países pelo mundo que aderiram ao movimento. Entre as cidades americanas estão São Francisco, Los Angeles, Nova York, Washington, Aspen entre outras.

Além disso, a Green Monday, que foi referida como “Vegan Mondays” pela mídia local, exigirá que as refeições servidas sejam totalmente livres de todos os produtos de origem animal, incluindo laticínios e ovos.

Isso vem como resultado de uma resolução aprovada pelo Conselho Municipal de Berkeley em setembro, que exige que apenas comida vegana seja servida, em um esforço para reduzir o impacto sobre o meio ambiente.

“Muitas pessoas que se importam profundamente com a mudança climática, a preservação dos recursos naturais, a poluição não têm ideia dos impactos devastadores da ingestão de animais”, disse Amy Halpern-Laff, diretora de parcerias estratégicas da Green Monday e residente de Berkeley.

“Podemos fazer uma tremenda diferença apenas cortando nosso consumo de carne e laticínios um dia por semana.”

Após a análise mais abrangente do impacto da agropecuária no meio ambiente, os cientistas concluíram que a única maneira maior de reduzir a pegada ecológica é evitar carne e laticínios.

O estudo descobriu que, enquanto carne e laticínios fornecem apenas 18% das calorias, é responsável por 83% do uso das terras agrícolas.

A agricultura animal também é responsável por mais emissões de gases de efeito estufa do que todos os carros, aviões, trens e navios em uso atualmente combinados.

A Green Monday, movimento conhecido também por Segunda Sem Carne, Segunda-feira Vegana ou Segunda-feira Verde, é um movimento internacional focado em incentivar o consumo de alimentos vegetais para o benefício do meio ambiente e da saúde humana.

Críticos da resolução dizem que é exagero, com muitos dizendo que o governo não tem que decidir o que as pessoas podem e não podem comer.

No entanto, os defensores da campanha chamaram a resolução de “um passo na direção certa para lidar com a mudança climática”.

“Não estamos pedindo às pessoas que assumam uma nova identidade como veganas”, disse Halpern-Laff. “Nem o programa tem que acontecer em uma segunda-feira necessariamente”.

“Mas a Green Monday pede que as pessoas pensem mais criticamente sobre seus hábitos de consumo como um todo”.

Em outubro, o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, anunciou as Meatless Mondays em conjunto com um restaurante local depois de escrever uma “proclamação baseada em vegetais” no último verão, onde pediu às pessoas que comessem menos carne pelo bem do planeta.

Na proclamação, Frey escreveu: “Considerando que, se cada americano optasse por comer alimentos vegetais em apenas uma refeição por semana, a economia de CO2 equivaleria a tirar mais de meio milhão de carros das estradas norte-americanas”.

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Vaca grávida salta de caminhão em movimento para salvar seu filhote

A vaca Brianna se joga de caminhão em movimento | Foto: One Green Planet
A vaca Brianna se joga de caminhão em movimento | Foto: One Green Planet

Uma mãe sempre fará de tudo para proteger seu filho, mesmo que isso signifique enfrentar as piores, mais cruéis e desumanas condições imagináveis. Assim como os humanos, mães de outras espécies são levadas a fazer coisas inacreditáveis para garantir que seus filhos tenham um futuro melhor. Ou algum futuro que seja, como no caso de Brianna.

As vacas, especialmente, são mães incrivelmente carinhosas e dedicadas, que formam laços intensamente fortes com seus filhos e muitas vezes choram por dias depois de serem separadas deles.

Infelizmente, as vacas ou bois do sexo feminino são forçadas a suportar uma vida de impregnação e gravidez perpétua, uma dolorosa máquina de ordenha presas a seus peitos e a ter os bebês que amam e, muitas vezes recém nascidos, arrancados de seus cuidados e mandados para as indústrias de vitela.

Mas o amor de uma mãe é um sentimento poderoso, e a vaca Brianna provou o quão forte ele pode ser ao arriscar sua vida por seu filho.

Briana estava grávida e a caminho do matadouro. Os exploradores que desejavam a carne de seu corpo – que agora controlava sua vida – não sabiam ou não se importavam com sua condição quando a enviaram por uma longa estrada, em uma viagem onde no final, ela e seu bebê encontrariam uma morte violenta.

Não satisfeita e em uma atitude de revolta em aceitar seu destino, a vaca que pesa cerca de 100 quilos pulou do caminhão de transporte de animais no qual ela estava, no meio da rodovia Rota 80 de Nova Jersey (EUA), na última quinta-feira e saltando às cegas do veículo em movimento.

Briana sobreviveu ao ato e foi resgatada ao lado da estrada por equipes da polícia estadual da região. Ela foi então transferida para o Skylands Animal Sanctuary e Rescue, onde deu à luz ao seu filho um bezerro lindo chamado Winter, no sábado.

A história de Briana além de inspiradora nos mostra como esses animais sencientes entendem perfeitamente o mundo ao seu redor, compreendendo inclusive que são destinados a morte ao verem seus companheiros cativeiro saírem para nunca mais voltarem.

Foto: One Green Planet
Foto: One Green Planet

Capazes de amor, sacrifício e atitudes extremas e corajosas uns pelos outros, os animais padecem sob o jugo de uma humanidade irresponsável e cruel que acredita ignorantemente ser superior aos animais e ter o direito de usá-los como se fossem produtos descartáveis.

Apesar de milhões de bois e vacas ainda viverem uma vida de medo e dor para o prazer e o lucro humano, o vínculo entre mãe e filho tem o poder de prevalecer a tudo. Quanto a Briana e Winter, eles estão felizes, seguros e, o mais importante: juntos.

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“O mundo vegano está chegando”: jovem ativista publica artigo sobre o Dia Mundial do Veganismo

O Dia Mundial do Veganismo é comemorado no dia 1º de novembro há 24 anos. Para sua comemoração, a ativista Aiyana Goodfellow escreveu um artigo publicado no site Plant Based News, contando um pouco sua experiência e afirmando que o mundo vegano está chegando:

“É o Dia Mundial Vegano! Você sabia que ele existia? Bem, tem 24 anos e eu já tive o prazer de conhecer e conversar com Louise Wallis, ativista, ex-dona de restaurante em Karamel N22, e presidente da The Vegan Society quando ela fundou este dia de comemoração, em 1994.

E devemos celebrar porque, de acordo com o The Telegraph, o número de veganos, apenas em GB, aumentou em 360% em 10 anos, de 2006 a 2016, e nos últimos dois anos o veganismo se tornou mais popular do que nunca.

Essa maior exposição é em parte por causa dos esforços de ativistas dos direitos animais que gastam seu tempo livre promovendo o antiesporismo; nas ruas, online e com familiares e amigos. O que significa que mais e mais pessoas se conscientizaram de novas informações e verdades que, por tanto tempo, foram escondidas pelas indústrias que usam animais.

Vi isso em primeira mão quando participei de eventos de ativismo e, nos últimos 18 meses, encontrei muitos veganos, pessoas com conhecimento sobre o veganismo ou amigos e familiares veganos.

Este não foi o caso há alguns anos, quando a maioria das pessoas nem sequer tinha ouvido falar a palavra “vegano”. Tanta coisa mudou em tão pouco tempo, por causa de apenas algumas pessoas dedicadas e compassivas.

Desde janeiro de 2014, mais de 250 mil pessoas em todo o mundo se inscreveram para o Veganuary, um site que apóia indivíduos que adotam uma dieta baseada em vegetais por 31 dias.

Isso nos mostra o enorme impacto que o ativismo está tendo e como o veganismo está crescendo rapidamente. Isso é maravilhoso, porque se queremos salvar a terra, prejudicar menos seres e ser mais saudável, ser vegano é essencial.

Ativista celebra o Dia Mundial Vegano e convoca leitores á se tornarem ativistas e ativos na causa (Foto: Plant Based News)

Podemos ver o crescimento global do veganismo em uma enorme variedade de áreas, incluindo alimentos; à medida que mais opções baseadas em vegetais enchem as prateleiras dos supermercados e os restaurantes criam cardápios veganos; moda, como mais estilistas abandonam couro, lã, pele, seda e penugem; celebridades, como o número de estrelas veganas está subindo; publicidade, com os exemplos das campanhas Oatly e Plenish, bem como a próxima campanha Surge em toda a TFL; e até política, pois há mais conversas no Parlamento sobre a proteção do meio ambiente e o impacto da carne e dos laticínios.

O público em geral também está abandonando o velho estereótipo negativo dos veganos e, como muitos na sociedade agora olham para as celebridades como inspirações de estilo de vida, mais pessoas desejam viver como celebridades veganas, incluindo Vênus e Serena Williams, Miley Cyrus, Jessica Chastain, Evanna Lynch, Joaquin Phoenix, Liam Hemsworth, Sia, Lucy Watson e David Haye, para citar apenas alguns!

Criar consciência vegana através do ativismo é a principal razão pela qual mais pessoas estão optando por comer uma dieta baseada em vegetais. No entanto, a maioria dos veganos que encontro não está ativa e não sabe como se tornar ativa.

Mas, assim como o veganismo está em ascensão, a diversidade de eventos e organizações de ativismo também está aumentando. Então, se quisermos fazer uma diferença em nossa vida, vamos ter que fazer mais, como Martin Luther King Jr disse: “Há um tempo em que o silêncio se transforma em traição”.

Pode ter havido uma época em que você mesmo fez ativismo e nem mesmo percebeu. Falar, compartilhar informações e coisas do gênero são todas formas de ativismo e são ótimas maneiras de aumentar sua confiança antes de ir para um evento de ativismo.

Se você é novo em ativismo ou tentou, mas não está tão interessado, há uma série de maneiras pelas quais você pode defender os animais. Pelo menos um deles serviria para você e, no caso improvável de não existir, basta criar o seu!

Você pode usar suas habilidades para fazer algo incrível para os animais. Uma boa coisa a fazer é jogar com os seus pontos fortes, porque, se você está fazendo algo que gosta, é mais provável que você o faça bem e com efeito. Qualquer coisa pode ser ativismo quando você está promovendo a Libertação Animal.

Só porque ainda existem muitos não-veganos nesta sociedade, isso não muda o fato de que o veganismo é a maneira mais amável e melhor de se viver. Como Leo Tolstoy disse: “Errado não deixa de ser errado, porque a participação majoritária nele.”

Então… Seja um rebelde. Seja vegano. Seja um ativista vegano. Um dia, a maioria estará certa. Um dia, a maioria será vegana.

Um mundo vegano: está chegando? Está chegando… porque nós faremos isso acontecer”.

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Documentário que discutirá a indústria da carne terá narração da atriz Kate Winslet

Kate Winslet afirmou ser vegetariana, e seu marido Ned Rocknroll, vegano

O documentário com temática vegana “Eating Our Way To Extinction” discutirá a indústria da carne e será narrado pela consagrada atriz Kate Winslet. O filme abordará questões como à compaixão pelos animais, o meio ambiente, a saúde e a economia.

A trama também se propõe a expor o “verdadeiro custo de comer animais”. A iniciativa está sendo realizada com a ajuda com o valor arrecado por uma campanha de  crowdfunding, que atingiu sua meta de cerca de £ 140.000 (cerca de 750 mil reais) em janeiro de 2017.

Ainda não há data definitiva para o lançamento, mas, segundo os produtores, Otto e Ludo Brockway, o documentará chegará às telas em 2019. Eles afirmam que o veganismo é um “fenômeno mundial” e o objetivo do filme é inspirar ainda mais pessoas.

“Celebridades, líderes e atletas famosos em todo o mundo estão fazendo a mudança, e o crescente interesse em um estilo de vida baseado em plantas está atingindo a grande mídia quase todos os dias”, afirmam os cineastas.

E completam: “O documentário terá como objetivo deixar as plateias emocionadas e inspiradas. Ao mudar para uma dieta baseada em vegetais, elas estão se juntando a milhões de pessoas em todo o planeta em um movimento global que está começando a mudar o mundo”.

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Você é o Repórter

Movimento de defesa animal promove ato contra abandono de animais

O coletivo Vozes em Luto Nordeste irá promover no dia 10 de junho, em Recife (PE), um movimento de apoio à causa animal denominado Os impactos do Abandono, que tem como objetivo conscientizar e alertar a sociedade sobre o abandono de cães e gatos. Esses animais vivem nas ruas sofrendo atropelamento, espancamento, solidão, fome, sede, tristeza, doenças, entre outros, tendo como consequência muitas vezes a morte.

“Não há justificativa para abandonar um animal e o deixar a mercê da própria sorte. Esse ato viola um direito fundamental que é a vida”, explica Fernanda Alcântara, uma das organizadora do evento.

Dados da Organização Mundial da Saúde – OMS, em 2015, mostram que cerca de 30 milhões de animais foram abandonados no Brasil. “Destes, 20 milhões são cachorros, enquanto 10 milhões são gatos, ou seja, os números são alarmantes”, alerta Raphael Silva, do Vozes em Luto Nordeste.

Segundo a ativista Goretti Queioz, que apoia o movimento, é necessário a conscientização da sociedade para evitar esta páatica desumana e também coibir tal conduta, que é tipificada como crime conforme o Art. 32 da Lei 9.065/98 (Lei de Crimes Ambientais), com pena de detenção de três meses a um ano e multa.

O evento será às 14h30 no Marco Zero e contará com a participação de várias entidades ligadas à defesa animal, que estarão no local com cartazes, faixas, depoimentos e performance teatral.

O Vozes em Luto é um movimento antiespecista, criado pelo ativista Paulo Santana, que atua em várias frentes de ação, produzindo e participando de eventos de conscientização nas ruas, intervenções urbanas, intervenções diretas, performances animalistas, manifestações de repúdio contra a exploração animal e suporte a coletivos/grupos nacionais e internacionais.

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Vídeo: gato se equilibra em teto de carro a cerca de 95 km/h

Um gato foi filmado enquanto se equilibrava no teto de um veículo que trafegava a cerca de 95 km/h em Nebraska, nos Estados Unidos.

(Foto: Reprodução / Facebook / Ronda Rankin)

O vídeo (veja abaixo) foi feito por Ronda Rankin, que estava em um carro ao lado quando presenciou a cena. Ela começou, então, a alertar o motorista do veículo no qual o gato estava para impedir que um acidente acontecesse.

“Tem um gato no teto do seu carro”, gritou a mulher para o outro motorista. O homem que dirigia o veículo, no entanto, não fazia ideia de que havia um animal em cima do automóvel e, por isso, demorou a entender o recado da mulher, que buzinava repetidas vezes.

Entretanto, em determinado momento, o homem compreendeu o alerta e parou o veículo.

“Minha filha que viu e me avisou que havia um gato na van. Quando olhei rápido pensei ‘ah, não, isto é um guaxinim’, mas quando meu marido aproximou o carro eu me dei conta de que era um gatinho”, disse Ronda. “Ele parecia assustado”, acrescentou.

Ronda, no entanto, não viu o que aconteceu com o gato, já que perdeu o motorista de vista. As informações, da emissora KETV, foram compartilhadas pelo blog O Viral, do portal UOL.

Um representante da Nebraska Humane Society, que não teve a identidade revelada, afirmou ter se surpreendido com o caso. Ele também não sabe o que ocorreu com o gato após o veículo no qual ele estava preso ao teto estacionar, mas suspeita que o gato estivesse perdido na rua.

“Nunca vimos algo assim. O modo como ele se sustentou ali foi incrível, eu quero saber o que aconteceu com ele. Nós vamos tentar descobrir o que aconteceu com o pobre coitado”, concluiu.

Confira o vídeo abaixo:

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