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Doença cerebral pode ter sido a causa da morte do urso Knut

(da Redação)

Knut, com um ano e aos três anos, à dir. e esq., respectivamente. Viveu 4 anos confinado e infeliz no zoo de Berlim. Foto: John MacDougall/AFP

A morte de Knut no sábado passado pode ter sido causada por uma doença cerebral, segundo comunicado oficial do zoo de Berlim (Alemanha), onde ele vivia desde o seu nascimento, há quatro anos. “Os primeiros resultados da necrópsia apontam para significativas alterações cerebrais, o que poderá explicar a morte inesperada do urso Knut. Os patologistas não encontraram qualquer alteração em outros órgãos”, afirma o comunicado.

Os resultados ainda são preliminares. O Instituto Leibniz irá demorar ainda alguns dias até concluir os testes bacteriológicos e dos tecidos dos órgãos do urso. O Zoo de Berlim prometeu tornar pública a conclusão final da necrópsia. Knut morreu no sábado (20) aparentemente após uma crise epiléptica diante de cerca de 600 pessoas, como noticiado na ANDA.

A AFP adianta que os serviços postais alemães vão emitir selos em homenagem a Knut e as lembrança relacionadas com ele tornaram-se um autêntico negócio. A exploração da imagem de Knut rendeu em apenas quatro anos, mais de cinco milhões de euros para o zoo de Berlim. Como a cobiça humana não tem limites, o Jardim Zoológico de Neumuenter reinvindicou uma parte desses lucros, argumentando que tinha emprestado ao zoo de Berlim o pai de Knut, Lars.

O presidente da Federação alemã do Bem-Estar Animal, Wolfgang Apel, afirmou que o Zoo de Berlim estava demasiado ansioso para que Knut acasalasse. Mas partilhar o seu espaço com três fêmeas (incluindo a mãe, Tora) era “puro stress”, uma vez que os ursos polares estão habituados a viver isolados no seu estado selvagem.

O Zoo de Berlim irá erguer um monumento em homenagem a Knut, disse Thomas Ziolko, presidente dos Amigos do Zoo de Berlim. “Knut continuará a viver no coração de muitos visitantes, mas é importante construir um memorial para as gerações futuras para preservar a memória deste animal com uma personalidade única”, afirmou.

Nota da Redação: Reafirmamos a nota anterior e repetimos aqui: Triste vida e triste morte de Knut.

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Monumento homenageia animais vítimas do abandono

Por Danielle Bohnen (da Redação)

A protetora dos animais de  O Morrazo, Moaño, em Pontevedra, Espanha, inaugurou em março deste ano, o primeiro monumento espanhol dedicados aos animais abandonados.

A peça é obra da artista Marín Carmen Grandae, que a esculpiu em pedra doada pelo vereador e deputado José Fervenza. Ambos colaboraram de forma voluntária à iniciativa da presidente da Sociedade Protetora de O Morrazo, Lela Soage.

A escultura representa um cachorro sem raça definida, com um gatinho entre suas patas. Atualmente, a obra está exposta na orla marítima da cidade.

O monumento tem como objetivo ser uma recordação contra o abandono e maus-tratos aos animais. “Que as pessoas o vejam e saibam que os animaizinhos sofrem”, diz Soage, que começou a desenvolver a ideia de um monumento aos animais de rua há anos, enquanto cuidava de cerca de 200 cães no refúgio de Moaña.

“Cansada de estar ali dentro e testemunhar o sofrimento e sua tristeza, pensei que devia fazer alguma coisa para sensibilizar as pessoas que não tem essa consciência, as pessoas sem coração que abandonam os pobres animais”.

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Crianças matam carpa a pedradas em cartão-postal de Cachoeira do Sul (RS)

(da Redação)

Um funcionário da Secretaria de Obras flagrou, na tarde desta quarta, uma triste cena no principal cartão-postal da cidade de Cachoeira do Sul (RS), o Chateau d’Eau. Crianças abateram a pedradas a maior carpa exótica do monumento, com aproximadamente 50cm e 1,5 kg e, mesmo após morta, batiam no animal, que foi atirado na grama.

Comunicado sobre o fato, o prefeito Sergio Ghignatti viu as fotos do ferimento mortal na cabeça da carpa e lamentou a situação: “É o tipo de coisa que nos causa desgosto e que estraga o nosso dia”.

*Com informações de Radio Fandango

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