Destaques, Notícias

Fotos de caçadores ao lado de gorila morto causam revolta e indignação

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

Imagens fortes e comoventes de um gorila que se acredita ter sido morto a tiros antes de ter seu corpo usado em uma foto da caçada provocaram revolta entre ativistas dos direitos animais e usuários das redes sociais.

Fotos postadas online por um grupo de proteção de animais selvagens mostram um grupo de homens armados com rifles de caça ao redor do animal que supostamente foi morto por eles.

O L’Association Gorilla disse que o animal foi “morto a tiros”, sugerindo que os homens na foto, segurando rifles, podem ser os responsáveis pela morte do gorila.

Foi divulgado pela entidade que as fotos foram tiradas perto de Brazzaville, capital da República do Congo.

Em um post nas redes sociais que acompanha as imagens terríveis, o grupo disse: “Isso é o que nunca mais gostaríamos de ver”.

Foto: L'Association Gorilla
Foto: L’Association Gorilla

“Essas imagens chocantes de um belo gorila da planície, covardemente morto, exposto por caçadores inconscientes, foram tiradas apenas alguns dias atrás, em um local sob a jurisdição departamento de esportes de Brazzaville no oeste do Congo”.

“Lembremos mais uma vez que a morte de espécies protegidas é estritamente proibida pela lei congolesa”.

A coalizão de proteção aos gorilas, Ape Alliance, acrescentou: “Matar gorilas é um crime contra a natureza”.

Os gorilas selvagens estão ameaçados por caçadores, doenças e desmatamento, com pouco mais de 1.000 gorilas das montanhas em estado selvagem, de acordo com o WWF (World Wildlife Fund).

“A caça continua inabalável devido à falta de aplicação das leis nacionais e internacionais, juntamente com sistemas judiciais ineficazes”, disse a instituição.

“O comércio de carne de animais selvagens, que ocorre em toda a África Ocidental e Central, é hoje a maior ameaça aos gorilas”.

Foto: WWF
Foto: WWF

“Os primatas estão sendo mortos principalmente para suprir a demanda de carne de ‘alta qualidade’ nos centros urbanos, onde o consumo de carne de macaco é considerado de prestígio entre a elite rica”. As informações são do Daily Mail.

Gorilas das Montanhas

Como o próprio nome indica, os gorilas das montanhas vivem em florestas altas nas montanhas, em altitudes de 8.000 a 13.000 pés. Eles têm pelos mais espessos e em maior quantidade, em comparação com outros grandes símios. O pelo os ajuda a sobreviver em um habitat onde as temperaturas costumam cair abaixo de zero. Mas, à medida que os humanos se deslocam cada vez mais para o território dos gorilas, eles são empurrados para as montanhas por períodos mais longos, forçando-os a suportar condições perigosas e às vezes mortais.

A menor população mundial de gorilas da montanha – uma subespécie do gorila oriental – é dividida em duas e os cientistas debatem se podem ser duas subespécies separadas. Um pouco mais da metade vive nas Montanhas de Virunga, uma cordilheira de vulcões extintos que fazem fronteira com a República Democrática do Congo, Ruanda e Uganda. O restante pode ser encontrado no Parque Nacional impenetrável de Bwindi, em Uganda.

Desde a descoberta da subespécie de gorila da montanha em 1902, sua população passou por anos de guerra, caça, destruição de habitat e doenças – ameaças tão graves que se pensava que a espécie poderia ser extinta no final do século XX.

O que poderia ter sido uma perspectiva sombria para a subespécie há apenas duas décadas, se iluminou nos últimos anos devido aos esforços de conservação. Apesar do conflito civil em curso, da caça e de uma população humana invasora, ambas as populações de gorilas das montanhas aumentaram em número. As informações são do WWF

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Destaques

Macacos de grupo distinto acolhem filhote atropelado

Foto: Mirror UK
Foto: Mirror UK

Macacos no Marrocos foram flagrados acolhendo e cuidando de um filhote seriamente ferido, pertencente a um grupo diferente do deles, em um comportamento nunca visto antes.

O incidente ocorreu depois que um macaco-de-gibraltar de três anos chamado Pipo foi atingido por um carro, resultando na separação do macaco de seu grupo.

Dois dias depois, um grupo vizinho de macacos-de-gibraltar encontrou Pipo e, embora os macacos não tivessem nenhuma relação social com Pipo, eles o acolheram e consolaram.

Felizmente, Pipo se recuperou completamente e ficou com o grupo por quatro meses, antes de retornar ao seu próprio grupo.

Pesquisadores da Universidade de Oxford presenciaram o evento no Parque Nacional Ifrane, nas montanhas do Middle Atlas no Marrocos.

Liz Campbell, que liderou o estudo, disse: “Nós pensamos que o acolhimento pode ser apenas uma opção para os macacos bebês, mas o caso de Pipo mostra que até mesmo os mais jovens podem ser aceitos por grupos adotivos selvagens.

“Essa observação fornece informações valiosas para estratégias de reabilitação e liberação, que ajudarão a melhorar o bem-estar dos macacos resgatados, fortalecer as populações selvagens e liberar espaço nos santuários para permitir mais resgates, que são contínuos no combate ao comércio de animais”.

Estudos anteriores indicaram que os macacos-de-gibraltar selvagens não são amigáveis com membros de outros grupos.

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

No entanto, as novas descobertas sugerem que os macacos podem exibir formas básicas de empatia, mesmo para indivíduos desconhecidos.

A Sra. Campbell acrescentou: “Os macacos-de-gibraltar são muito sociais, de modo que ao devolvê-los à natureza devem estar com um grupo, não como indivíduos solitários.

“O método convencional para retornar os primatas para a natureza é a reabilitação e liberação de grupos formados em cativeiro, mas devido à atenção e cuidado que os macacos-de-gibraltar, especialmente os machos, dão aos jovens, existe a possibilidade não apenas de liberar grupos reabilitados, mas também para libertar jovens individualmente para ser incorporados por grupos adotivos na natureza.

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Casal explora montanhas ao lado de cão e gato

O casal Cynthia Bennett e Andre Sibilsky adora explorar paisagens naturais, como as montanhas do Colorado, nos Estados Unidos. E a dupla faz isso com as melhores companhias: o cachorro Henry e o gatinho Baloo.

Juntos, eles cruzam estradas de terra, bosques e vários outros ambientes de tirar o fôlego, faça chuva ou faça sol. E como toda boa viagem, as aventuras rendem ótimas fotografias que são compartilhadas pelo Instagram.

Henry foi adotado pelo casal em 2014, quando tinha pouco mais de três meses de vida. Ele se diverte tanto nas viagens, que ganhou o apelido de “pequena cabra das montanhas”. Já Baloo entrou para a família há alguns meses. Mas, ao que tudo indica, ele já está bem integrado ao espírito aventureiro.

Confira alguns desses registros abaixo:

(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)
(Foto: Reprodução/Instagram)

Fonte: O Globo

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Onça-parda resgatada em cidade é levada de volta para a mata

A onça-parda resgatada foi solta na mata
A onça-parda foi sedada e imobilizada para o resgate (Foto: ABC7 News)

A polícia de San Francisco, juntamente com autoridades responsáveis pela vida selvagem, se posicionou em cima de telhados de prédios e casas e observaram durante horas uma jovem onça-parda do sexo masculino.

Ela parecia estar muito estressada e foram necessários dois dardos tranquilizantes para que pudesse ser resgatada. A onça, de aproximadamente 18 meses, havia sido vista pela primeira vez no centro da cidade. Depois de sedada, a onça foi amarrada e recebeu uma coleira com sistema de rastreamento.

Especialistas acreditam que o animal estava tentando achar um novo território e acabou na área urbana. Segundo conta o Huffpost, não é incomum que as onças-pardas apareçam nas cidades do estado da Califórnia, nos Estados Unidos. Uma já foi vista em Hollywood e outras vivem nas montanhas próximas a Los Angeles. Foi a primeira vez em que uma apareceu em São Francisco.

De acordo com o Departamento de Vida Selvagem, metade do estado é considerado habitat de onças-pardas, mas é complicado rastrear esses animais, tornando difícil saber com certeza quantos vivem por lá. Porém, a estimativa é de que sejam pelo menos 6 mil.

A onça foi levada para uma área de mata ao norte das montanhas de Santa Cruz, Califórnia.

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Labrador preso em montanha é resgatado após 5 horas de buscas

Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação

Um cachorrinho da raça labrador foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros após ficar preso em uma montanha no bairro Morin, em Petrópolis (RJ), na Região Serrana do Rio de Janeiro. As buscas duraram cinco horas.

Os resgatistas afirmam que o cão caiu em uma ribanceira próximo a uma trilha e não conseguiu sair. O socorro foi solicitado por moradores que ouviram o choro do animal. A ação demorou devido a baixa luminosidade.

O cachorrinho foi retirado do local sem ferimentos e passa bem. Ele foi entregue à família.

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Cadelinha é resgatada após ficar 9 meses perdida nas montanhas nos EUA

A cadelinha Mo fugiu dos seus tutores, Darwin e Cindy Cameron, em setembro de 2016. Durante três meses, os tutores procuraram incansavelmente pela mascote, mas quando a neve chegou, as buscas tiveram que cessar.

Até que, segundo a imprensa local, em junho deste ano, o cuidador Cheri Glankler, resgatou um cão que estava desmaiado, faminto e debilitado próximo a um rancho. De acordo com Cheri, o animal aparentava ser fêmea e estava sozinho na região de mata.

Apesar de estar debilitada, os tutores conseguiram reconhecer a cadelinha
A cadelinha Mo foi resgatada e devolvida aos seus tutores (Foto: Cheri Glankler via AP)

Ele decidiu postar as fotos do animal no Facebook e, rapidamente, a família Cameron reconheceu sua cadelinha.

Mo acabou perdendo a audição e emagreceu metade do seu peso original durante o tempo que teve que sobreviver sozinha na neve. Mas, felizmente, ela teve seu final feliz e conseguiu voltar para seu lar.

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Cão cego é encontrado nas montanhas após desaparecer por uma semana nos EUA

Por Sophia Portes / Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Metrópoles

Um cão cego chamado Sage, da raça labrador, fugiu de casa em Boulder Creek, na Califórnia (EUA), na noite do dia 24 de fevereiro. Quando sua tutora Beth Cole acordou no dia seguinte, ela mobilizou toda a vizinhança, inclusive o Corpo de Bombeiros, para encontrar seu amigo. Pouco mais de uma semana depois, Sage foi encontrado por um bombeiro nas montanhas da cidade.

A família ficou muito preocupada, pois, além de ser cego, ele estava perdido em um local habitado por leões.

Sage foi encontrado se afogando em um rio que passava pelas montanhas.  “À primeira vista, pensei que era um saco de lixo, mas quando cheguei perto, vi que se tratava do cachorro, que estava tentando sair da água. Pulei no rio e o tirei de lá”, disse Dan Estrada, o bombeiro que salvou Sage, ao Daily Mail.

Foto: Metrópoles
Foto: Metrópoles

Segundo o militar, o cão não sobreviveria a uma noite nas montanhas. Para agradecer o feito corajoso do salvador de Sage, a tutora fez um evento em sua homenagem e toda a renda foi revertida para um abrigo de animais da cidade.

 

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Espécie de mamífero montanhoso pode desaparecer do planeta

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Shutterstock
Shutterstock

A Pika-dáurica é um mamífero da família Ochotona que vive em climas frios e montanhosos, e esfrega suas bochechas nas pedras quando quer demarcar o seu território.

É um parente distante dos coelhos, que usa um latido curto e agudo para se comunicar. O Pikachu, dos jogos de Pokémon, descrito como um roedor, é na realidade uma Ochotona.

Entretanto, um novo estudo mostra que o aquecimento global está ameaçando essa espécie alpina, que vive nas mais altas montanhas, do Novo México até o Canadá. A pika-dáurica já está desaparecendo do planeta.

Shutterstock
Shutterstock

De acordo com o The Dodo, pesquisadores analisaram áreas onde houve registros da aparição desses animais, em 2012 – mas nenhuma pika-dáurica foi vista.

A pelagem das Ochotonas suporta temperaturas muito baixas. Se o calor for alto demais, essa mesma pelagem pode matá-las. As temperaturas estão aumentando em um ritmo acelerado, e isso pode significar o fim da espécie.

A pika-dáurica ainda não está na lista dos ameaçados de extinção, mas a mudança pode ocorrer muito em breve.

Assine aqui uma petição para proteger os Ochotonas. 

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Cabras sem medo de altura se arriscam em montanhas

(Foto: Divulgação)
(Fotos: Divulgação)

Cada animal selvagem se adapta a um nicho ecológico especial que ocupa para sobreviver. Cabras evoluíram para prosperar em alguns dos ambientes mais estranhos e difíceis de se alcançar: faces íngremes de penhascos.

Os animais não são loucos – as falésias nas quais eles passam a maior parte de suas vidas vêm com inúmeros benefícios, incluindo proteção contra predadores ligados à terra, forragem e acesso a seu alimento principal, que são sais minerais. Os ventos fortes que varrem a neve dessas falésias também expõem gramíneas resistentes que estas cabras gostam de comer.

Alguns dos animais nas fotos são cabras-das-rochosas, uma espécie americana que não é tecnicamente uma cabra, mas sim um antílope. Os outros bichos retratados abaixo são o íbex alpino e a cabra-montesa, ambos verdadeiras cabras.

Todos esses animais têm adaptações especiais que lhes permitem andar por esses ambientes montanhosos íngremes com facilidade. Ao contrário de um casco de cavalo, o dessas cabras é fendido, o que significa que podem espalhar o seu peso e se agarrar ao chão. As bordas dos seus cascos são duras e os centros mais suaves, permitindo-lhes aderência a pequenas rachaduras ou a superfícies rochosas irregulares. Alguns animais até têm áreas ásperas e irregulares de pele entre os cascos que ajudam ainda mais na aderência.

E, como se as falésias não fossem desafios suficientes, algumas cabras também sobem em árvores.

(Foto: Divulgação)

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Com informações de Hype Science

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Cientistas descobrem nova espécie de mariposa em montanhas no Irã

Fêmea da mariposa recém-descoberta 'Anagnorisma chamrani' (Foto: Divulgação/'ZooKeys')
Fêmea da mariposa recém-descoberta ‘Anagnorisma chamrani’ (Foto: Divulgação/’ZooKeys’)

Pesquisadores da Universidade de Ahvaz, no Irã, e do Museu de História Natural da Hungria descobriram uma nova espécie de mariposa em território iraniano. Dois espécimes do animal foram coletados durante uma expedição a uma região montanhosa no nordeste do país, a mais de 2,5 mil metros de altura.

Descrito no site da publicação científica “ZooKeys”, o animal foi batizado pelos cientistas de Anagnorisma chamrani em homenagem a um cientista e político iraniano, Mostafa Chamran, morto na década de 1980.

Os animais possuem de 3,4 a 3,5 centímetros de tamanho de uma asa à outra.

A espécie é da família Noctuidae, considerada uma das mais numerosas entre as mariposas. São mais de 20 mil espécies pertencentes a esta família em todo o mundo, de acordo com os cientistas.

A Anagnorisma chamrani pode ser considerada “irmã” de outra espécie de mariposa, a Anagnorisma eucratides, encontrada majoritariamente em regiões do Afeganistão, dizem os cientistas.

Macho da mariposa 'Anagnorisma chamrani' (Foto: Divulgação/'Zookeys')
Macho da mariposa ‘Anagnorisma chamrani’ (Foto: Divulgação/’Zookeys’)

Fonte: G1

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Cabras são fotografadas escalando paredões e subindo em árvores

Animais buscam comida e refúgio nas alturas

(Foto: Reprodução/bannedinhollywood.com)

O alpinismo é um esporte desenvolvido pelos humanos, mas estão muito enganados aqueles que acham que só os aventureiros que se arriscam em tal empreitada. A cabras, por exemplo, têm um a capacidade enorme de escalar paredões e subir em árvores, e sem a ajuda de cordas ou mosquetões.

Para mostrar essa capacidade, o site bannedinhollywood.com fez uma seleção de fotos de cabras em situações inusitadas, desde em cima de árvores, até em penhascos em locais desertos.

Mas toda essa ‘coragem’ dos animais tem uma explicação. Eles escalam em busca de comida, ou para se protegerem dos predadores. A espécie íbex, uma cabra selvagem que vive nos Alpes europeus, por exemplo, lambe pedras bem altas por conta de seus sais minerais. Já algumas cabras encontradas no Marrocos sobem em árvores de Argan para comer seus frutos, que são similares aos de oliveira.

Fonte: Divirta-se

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Pandas em perigo são resgatados por estudiosos chineses

Dois pandas gigantes que estavam morrendo de fome nas montanhas selvagens na Província de Sichuan, sudoeste da China, foram salvos e se recuperam bem graças aos resgates oportunos de pesquisadores de uma instituição local de estudo de pandas.

Um panda foi localizado em 13 de abril por moradores de uma aldeia no distrito de Songpan na Sub-região Autônoma Tibetana-Qiang de Aba, informou um porta-voz do Centro de Proteção e Pesquisa de Pandas Gigantes da China em Wolong.

O panda, magro e debilitado, foi levado no dia seguinte à base de criação de Wolong em Bifeng Gorge, no município de Ya’an, para tratamento. Criadores deram-lhe o nome “Song Ya”, que significa “pinheiro elegante”.

O porta-voz disse que Song Ya está em situação estável mas ainda precisa de cuidados intensivos e observação médica.

Duas semanas antes de Song Ya ter sido localizado, pesquisadores salvaram outro panda selvagem na vila de Wolong em Aba. Yu Shi, ou “poema sobre chuva”, foi encontrado em 11 de abril e começou a receber cuidados intensivos em Bifeng Gorge deste então.

Yu Shi está se recuperando bem e seu apetite melhorou de forma significativa, acrescentou o porta-voz.

A Reserva Natural de Wolong, que cobre 200 mil hectares nas montanhas de Aba, é a maior e mais antiga reserva natural nacional do país, abrigando cerca de 60% da população total de pandas gigantes do mundo.

Dados oficiais chineses mostram que cerca de 1.600 pandas vivem na natureza e mais de 300 são mantidos em zoológicos em todo o mundo.

Fonte: Cri Online

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