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Após ser sequestrado, cão reencontra criança autista: ‘é inexplicável a conexão deles’

Arquivo Pessoal

A vida voltou ao normal para Lucke, o cachorro que foi sequestrado em Mongaguá, no litoral de São Paulo, e que agora retornou ao seu lar. O reencontro entre o cão e seus tutores foi marcado por muita emoção, isso porque João Rehem, uma criança autista de seis anos, aguardava para envolver Lucke em seus braços e ficou feliz quando isso finalmente aconteceu.

“É inexplicável a conexão deles. Agora o João está calmo, em paz, voltou a comer e dormir melhor. Estamos muito felizes”, disse ao G1 a mãe do menino, que preferiu não ser identificada.

João não se alimentava direito desde que o cachorro foi levado pelos criminosos durante um furto à casa onde a família esteve durante um passeio no litoral. Moradores de São Paulo, eles retornaram à capital após o crime, mas não desistiram de encontrar o cão.

Criminosos chegaram a ligar para a mãe de João exigindo resgate para devolver Lucke. No entanto, após pedir um vídeo do cachorro e receber uma resposta negativa, a mulher desconfiou e bloqueou o contato.

Lucke foi localizado durante investigações realizadas pela Polícia Civil. “A polícia me ligou. Eles não deram detalhes, porque ainda estão em investigação do crime, mas relataram que conseguiram localizar o cachorro. Então fomos até a delegacia e o pegamos de volta”, disse.

O reencontro foi registrado em um vídeo (veja ao final da reportagem). Nas imagens, é possível notar que João se emociona ao abraçar o cachorro.

“Crianças autistas têm o tempo e o jeito delas para perceberem e reagirem às coisas. O João estava inquieto desde o ocorrido, mas quando abriu a porta e ele viu o cachorro, já deu vários carinhos, deu para perceber o quanto estava feliz. Já o Lucke ainda estava agitado, parecia um pouco assustado desde que foi sequestrado”, contou a mãe.

Reprodução/Facebook

Com o retorno do animal, João voltou a se alimentar. “Ele e o cachorro são muito unidos. Eu estava em desespero até encontrá-lo. Não me importo de ter as outras coisas de volta, só o cachorro. Televisão, som, essas coisas a gente compra, mas o animal é único, insubstituível, muito importante para nós. Agora estamos aliviados e felizes”, comemorou.

“O amor que tenho pelo cachorro é tão grande, que é como se fosse meu filho. Ele já está dormindo na nossa cama. Eu não sei te explicar de onde vem o apego do Lucke e do meu filho. O cão nem late por conta do autismo do João, porque ele [cachorro] entende que meu filho não gosta de barulho. Não sei te explicar essa conexão dos dois, mas é muito forte”, completou.

O suspeito de sequestrar Lucke já foi identificado pela polícia, mas está foragido. O delegado titular Luiz Antônio Pereira informou ao G1 que a placa do carro do homem foi descoberta graças a câmeras de monitoramento.

“Fizemos monitoramento pelo sistema Detecta, e ficamos acompanhando a movimentação desde a cidade de Mongaguá, até Praia Grande. Assim conseguimos localizar o bairro que o carro do criminoso ficava, que é na Vili Mirim. Depois da repercussão do caso, ele saiu da cidade e escondeu o cachorro em um primeiro momento. Na residência estava a avó, ela atendeu e informou que ele estava viajando. Ela deixou a gente olhar a casa, mas o cachorro não estava lá”, explicou o delegado.

Após a visita da polícia, uma denúncia indicou que o cachorro tinha sido deixado no local. Os agentes, então, retornaram à residência do suspeito e encontraram o imóvel vazio, com o cão amarrado nos fundos. “Fizemos o resgate e o levamos ao veterinário. Como ele estava bem, no dia seguinte já entregamos à família, eles ficaram bastante felizes”, concluiu Pereira.


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Tubarão mais rápido do mundo encalha em praia de Mongaguá (SP)

O Instituto Biopesca foi acionado para resgatar o tubarão, mas o animal morreu antes da equipe chegar


Um tubarão anequim, considerada a espécie de tubarão mais rápida do mundo, encalhou em uma praia de Mongaguá, no litoral de São Paulo, na quarta-feira (27).

Foto: Arquivo Pessoal

O animal, que tem cerca de 35 kg e 1,3 metro de comprimento, foi encontrado por Juliano Fernando de Almeida, de 42 anos.

“Eu achei que ele estava morto, mas quando cheguei perto o tubarão se mexeu, estava agitado, mas muito debilitado”, disse. Com a ajuda de outras pessoas, Juliano retirou o animal do local e acionou o Instituto Biopesca.

Ao chegar no local, a equipe do instituto já encontrou o animal morto. As vísceras do animal foram retiradas e serão encaminhadas para autópsia.

“Foi uma emoção muito grande. Não é normal aparecer [um tubarão desses] aqui na nossa costa, então não é todo dia que a gente vê essa cena. Agora estamos aguardando a análise do Biopesca para saber o que fez com que ele encalhasse na praia”, finalizou.

Foto: Arquivo Pessoal

De acordo com o biólogo Eric Comin, o tubarão anequim vive longe do litoral, de onde se aproxima no verão devido a uma maior oferta de alimentos e ao período de reprodução. O animal pode medir até 3,5 metros de comprimento e pesar 500 kg.

“Esse animal muito provavelmente se tratava de uma fêmea que estava atingindo a maturidade. São os tubarões mais rápidos do oceano, podem chegar até 100 km/h”, explicou.

“É importante ressaltar, no entanto, que são animais extremamente vulneráveis a extinção, e a principal causa é a pesca. Muitos ficam presos em redes de espinhel ou de malhe e são descartados, ficando muito debilitados”, completou.


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Golfinho é encontrado morto em praia em Mongaguá (SP)

Um golfinho foi encontrado morto na praia do Balneário Plataforma, em Mongaguá, no litoral de São Paulo. O animal, encontrado por um banhista, foi retirado do local pelo Instituto Biopesca na sexta-feira (4), conforme informações divulgadas no domingo (6).

Foto: Juarez Cabral/Instituto Biopesca

De acordo com o Instituto, trata-se de uma fêmea, com cerca de dois metros de comprimento e em estado avançado de decomposição – o que impediu a identificação da espécie e da causa da morte.

“É importante termos o auxílio da população, que podem sempre nos acionar quando encontrar animais marinhos mortos ou debilitados. Isso nos permite investigar a causa da morte ou encaminhar os debilitados para tratamento e reabilitação”, explicou ao G1 o coordenador do Instituto Biopesca, Rodrigo Valle.

No dia 1º de outubro, uma toninha foi encontrada morta na Praia da Enseada, em Bertioga (SP). No dia 27 de setembro, na mesma cidade foi localizado outra toninha morta, desta vez na Praia do Indaiá.

Outro caso de morte foi registrado no dia 3, quando um boto-cinza foi encontrado na orla da Vila Caiçara, em Praia Grande (SP). Já em agosto, outro golfinho morto foi visto em Mongaguá.


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Internauta denuncia suposto envenenamento de cavalos em Mongaguá (SP)

Um internauta denunciou um suposto envenenamento de cavalos na cidade de Mongaguá, no litoral de São Paulo. “Peço que procurem as autoridades policiais da cidade”, escreveu Cadu Barbosa, que fez uma publicação na qual afirma estar repassando uma denúncia que recebeu sobre o envenenamento dos animais.

(Foto: Reprodução / Facebook / Cadu Barbosa)

“Gente sem coração anda envenenando os cavalos na rua 9 de julho com a rua Maceió aqui no Jardim Praia Grande, já é o quinto envenenado”, disse o internauta, que publicou duas fotos de um cavalo morto, caído ao chão.

Barbosa questionou o fato de que quando o cavalo é encontrado vivo, logo o tutor aparece para reivindicar a guarda do animal, mas que quando está morto ninguém se responsabiliza por ele.

“Cadê o pessoal para olhar pelos animais nessa cidade?”, perguntou Barbosa.

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Lobo marinho do peito branco aparece debilitado em praia de Mongaguá (SP)

Um lobo marinho do peito branco (Arctocephalus tropicalis) apareceu, na manhã deste sábado (18), na areia da praia do bairro Vera Cruz, em Mongaguá, no litoral de São Paulo. Médicos veterinários monitoram o animal, que está magro e debilitado. A espécie dificilmente é encontrada na região.

Um pescador avistou o lobo marinho e acionou o Instituto Biopesca que, imediatamente, se dirigiu para o local para dar prestar atendimento. Segundo a médica veterinária do Instituto, Pryscilla Maracini, o lobo marinho é um macho, jovem, está desidratado e magro.

Reprodução | G1

“Fazemos um tratamento inicial para ele, como soro, para que poder hidratá-lo, para dar energia e para que ele, sozinho, se recupere. Se for um caso mais grave, fazemos o tratamento na praia. Os procedimentos a campo são sempre trabalhosos. Montamos uma tenda e estamos monitorando. A última opção é levar para o cativeiro”, explica médico veterinário Rodrigo del Rio do Valle, coordenador do Instituto.

Valle explica que, caso o estado do animal exija cuidados que não podem ser realizados no local, ele será transportado para o Centro de Reabilitação e não poderá retornar para seu habitat natural, os oceanos. “Estes procedimentos foram estabelecidos para proteger as populações desta espécie, evitando que o animal leve doenças que podem ser adquiridas no cativeiro”, diz.

Reprodução | G1

O lobo marinho do peito branco é uma espécie originária da região sub Antártica, ou seja, encontrada ao sul do continente. Geralmente, segundo o veterinários, esses animais não costumam aparecer no litoral de São Paulo. Há várias hipóteses do que pode ter acontecido com esse jovem lobo marinho.

“É normal eles aparecerem na praia para descansar, não só quando estão doentes. Mas, percebemos que ele está magro. Não é muito comum eles aparecerem, eles não vivem aqui. Às vezes, estava em busca de alimento, pode ter se perdido e acabou ‘encostando’. São vários fatores. Mas, esse estava precisando ir para a terra mesmo, está debilitado”, diz o médico veterinário.

Reprodução | G1

Valle recomenta que a população não se aproxime do animal. Em casos como este, ao encontrar animais vivos ou mortos nas praias, o Instituto Biopesca deve ser acionado pelos telefones 0800 642 3341 ou (13) 99601-2570. O Instituto é uma das instituições executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos – PMP-BS, da Petrobras.

Fonte: G1

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Tutora procura Popo em Mongaguá (SP)

Thaís
thaischarrone@bol.com.br

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Esse lindinho branquinho com manchas beges está desaparecido desde o dia 06/02. Foi visto pela última vez no Balneário Jussara e sua tutora está desesperada à sua procura. Qualquer informação que possa levar ao seu encontro é muito importante.

Contato: Thaís, telefone (19) 996929459 – Rubens ou Creusa no telefone (13) 34482953 ou (13) 991787038

 

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Lobo-marinho está há mais de 24 horas entre Praia Grande e Mongaguá (SP)

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Desde o início da tarde de segunda-feira, um lobo-marinho macho está na praia que faz divisa entre Praia Grande e Mongaguá. Sem qualquer ferimento ou indícios de problemas de saúde, o animal repousa próximo às pedras, despertando a atenção de turistas e moradores da região do Bairro Solemar.

Morador de Praia Grande, Tiago Paulo, ao enviar as imagens para a redação de A Tribuna On-line relata que houve descaso em prezar pela vida do animal marinho. “Estou completamente indignado. A Guarda Civil Municipal (responsável pela Guarda Costeira) foi avisada e disse que só poderia atender em horário comercial”.

Outra moradora, mas de Mongaguá, relata que o “descaso das autoridades” permaneceu até o início da manhã de hoje. “Ninguém estava lá para cuidar do bicho. As pessoas não sabem se é para jogar a água. Toda vez que nos aproximamos, ele tenta atacar, mas está muito cansado”, disse, em tom de preocupação.

Em resposta, a prefeitura de Praia Grande disse que já tomou as providências, isolando a área e garantindo a segurança de banhistas e do próprio animal. Na noite de segunda-feira, ainda de acordo com a cidade, quem prestou atendimento foram as equipes de Mongaguá. Uma equipe com biólogos deve fazer exames no animal ainda nesta terça.

Fonte: Jornal A Tribuna

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Cão resgatado das ruas em Mongaguá (SP) procura seu tutor ou adotante

Erika C M
erikacarolini@hotmail.com

Foto: Divulgação

Fui para Mongaguá e no meio de uma avenida encontrei um Basset comendo lixo. Osol estava fervendo, todos passavam e ninguém fazia nada. Eu não podia deixa-lo lá naquele sol morrendo de sede e com o maior perigo de ser atropelado.

Ele é muito dócil e quietinho. Mas não posso ficar com ele, já possuo 3 cães e não tenho espaço pra ele ficar. Eu arrumei um cantinho na casa do fundo, que vai ser alugada.

Ele tem tutor, pois conhece caminha e é disciplinado. Ele é pequeno , deve pesar por volta de uns 6 quilos.

Me ajudem a achar o tutor ou um adotante urgente.

Ele está com problema de pele, mas não tenho dinheiro pra leva-lo no veterinário. Agradeço o que puderem ajudar para ele ficar bem e logo conseguir uma casa.

Foto: Divulgação

Contato: Mariana ou Cida (11) 2935-5478

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Você é o Repórter

Procura-se basset hound que fugiu em Mongaguá (SP)

Carolina Varandas
carolina.varandas@internews.jor.br

Foto: Divulgação

O Rex, um Basset Hound, de 8 anos, desapareceu na noite de Ano Novo (31/12) por volta da meia noite, em Mongaguá, na Av. Cidade São Carlos, Nº 762, Bairro Jardim Santa Eugênia.

A família está desesperada, pois existe um outro cachorrinho que vivia com o Rex e está doente.

Por favor, quem souber de alguma coisa, ou viu o Rex pela região, entre em contato.

Contato: Everton (11) 8789-9668
E-mail everton.kimura@internews.jor.br

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ONG realiza evento para ajudar animais carentes e crianças de creche, em SP

Matilha Urbana
matilhaurbana@uol.com.br

Bazar beneficente tem como foco ajudar animais carentes e arrecadar brinquedos para crianças atendidas por creche de São Bernardo do Campo (SP).

Realizado por protetores independentes que estão formando um novo grupo de trabalho, evento acontecerá no dia 7 de agosto, domingo, das 9 às 17 horas, na Vila Mariana, em São Paulo.

Artesanato, lanches vegetarianos e produtos institucionais serão as atrações do Bazar que o recém-criado projeto Matilha Urbana realizará no dia 7 de agosto, das 9 às 17 horas, no Ateliê O.C.A. (Av. Cons. Rodrigues Alves, 903 – fundos – Vila Mariana – São Paulo – SP).

O Projeto Matilha Urbana (http://matilhaurbana.blogspot.com) é formado por pessoas que sempre atuaram na proteção animal de forma independente e agora estão unidas com o propósito de angariar recursos para custear a castração e o tratamento veterinário de animais abandonados, ou que vivem com famílias que não têm condição financeira de cuidar adequadamente de seus animais.

Atentos à necessidade de contemplar não somente os animais, mas de também levar alegria às crianças, os membros do Matilha Urbana vão arrecadar brinquedos que serão integralmente doados para as crianças da creche Associação Assistencial Carlos Henrique Thomaz (www.aacht.org.br).

Participe trazendo um brinquedo novo ou em bom estado!

Doações de ração e de produtos para animais também serão bem-vindas.

Contamos com a sua presença e com o seu auxílio para divulgar nosso evento!

Aceitaremos cartões de débito e crédito (Visa e Mastercard).

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SP: peixes mortos em Mongaguá somam 10 t, diz prefeitura

A prefeitura de Mongaguá, a 93 km de São Paulo, estima em 10 t a quantidade de peixes mortos retirados das praias do município na última terça-feira (25). Segundo o biólogo Fábio Rodrigo de Azevedo, do Departamento de Meio Ambiente do município, as equipes da prefeitura trabalharam das 7h às 18h30 na remoção dos animais, que serão enviados para um aterro sanitário. A prefeitura acredita que a mortandade tenha sido provocada pela pesca.

“Eu não creio que tenha sido nenhum problema ambiental, porque se não já teria sido constatado. (…) São peixes pequenos, que os pescadores industriais descartam, rejeitam, porque eles ficam dias, semanas dentro do barco e ficam apenas com produtos de alto valor comercial”, afirmou Azevedo.

De acordo com o biólogo, a Polícia Ambiental coletou amostras dos peixes e as encaminhou para o Instituto de Pesca, que fará a análise do material. Azevedo acrescentou que irá entrar em contato com o Ibama para receber esclarecimentos a respeito da fiscalização dos grandes barcos de pesca industrial, que fazem a coleta principalmente do camarão.

“Essa ocorrência já teve aqui na região, não nessa proporção, mas já aconteceu em decorrência da atividade pesqueira”, disse o biólogo. De acordo com Azevedo, relatos de moradores apontam para a presença de 10 a 15 barcos de pesca de camarão nas praias do município antes do surgimento dos peixes.

Fonte: Terra

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Família procura gato desaparecido há 3 dias em Mongaguá (SP)

Giselle Mota
gisellemota@terra.com.br

(Nota: Felizmente o gatinho mencionado nesta matéria voltou para casa e passa bem. A ANDA agradece a todos pela divulgação solidária.)

O gato do meu pai sumiu no dia de Natal, 25, de manhã, em Mongaguá, Itaoca.

Ele é grande, peludo cinza e branco e estava comendo ração especial por problemas na bexiga.

Por favor, divulguem.

Obrigada.

Contato:
13-78052554
Roseli

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