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Centenas de pessoas despedem-se do golfinho Moko, na Nova Zelândia

(da Redação)

Centenas de pessoas assistiram ao funeral do golfinho Moko, que, durante anos, foi uma presença assídua nas praias de Gisborne, na Nova Zelândia. Para homenagear o animal, algumas pessoas levaram pranchas, fotos e balões.

Foto: Reprodução/Euronews

O corpo do mamífero, que já tinha cicatrizes causadas por barcos e por um arpão, foi encontrado há uma semana em uma praia na Ilha Matakana. A causa da morte ainda não foi determinada, mas já foi descartada a possibilidade de agressão ou colisão com barcos.

Durante o verão, muitos eram os banhistas que brincavam com o mamífero. “Ele estava sempre vindo à tona e tocando nos pés da minha filha enquanto estávamos na água. Ele não parou durante as duas horas em que lá estivemos”, contou uma residente. “Este era um golfinho único, que, definitivamente, amava as pessoas”, afirmou Andre Nichols.

O golfinho gostava, também, de brincar com as pranchas dos surfistas e frenquentadores da praia.

Moko deixou saudades (Foto: Reprodução/ Headliner Watch)

Moko tornou-se famoso em 2008 ao salvar duas baleias encalhadas na praia. O golfinho guiou os outros dois mamíferos, ao longo de um estreito canal de água até um local seguro.

Com informações do Euronews

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Golfinho que salvou duas baleias encalhadas brinca com banhista

(Foto: BBC Brasil)
(Foto: BBC Brasil)

Um golfinho brincalhão acabou deixando uma banhista assustada na Nova Zelândia ao pedir sua atenção por mais tempo do que ela gostaria.

Ambos estavam brincando nas águas da praia de Mahia, no norte da ilha. Passado certo tempo, cansada e com frio, a mulher decidiu sair da água. Entretanto, o animalzinho não queria parar de brincar e fez de tudo para que ela não voltasse à praia, ela contou, após o episódio.

Frequentadores de um café perto do local escutaram os gritos da banhista por ajuda e arrumaram um barco para resgatá-la. Encontraram-na agarrada a uma bóia.

A mulher, que preferiu permanecer anônima, disse que em nenhum momento o golfinho pareceu ameaçador.

“Eu fui nadar sozinha um tanto tarde, o que provavelmente não foi a decisão mais sábia”, afirmou ela ao jornal local “Gisborne Herald”.

“Brincamos por um tempo, mas quando eu quis voltar ele quis continuar brincando. Eu estava exausta e entrei em pânico.”

Moko, o golfinho nariz-de-garrafa do episódio, é um conhecido mascote da área. Ele ganhou fama mundial em março do ano passado ao salvar duas baleias encalhadas na praia. Foi visto guiando os dois outros mamíferos, mãe e filha, ao longo de um estreito canal de água até um local seguro.

Durante o verão, centenas de banhistas se divertem brincando com ele. Mas no inverno, quando a temperatura beira zero graus nas águas do norte da Nova Zelândia, apenas uns poucos se atrevem a encarar o mar vestindo roupas térmicas.

Moradores acreditam que na estação fria Moko se sente solitário e entediado.

Cientistas já expressaram preocupação com o mamífero, que tem cicatrizes causadas por barcos e por um arpão. Segundo eles, de 30 golfinhos “solitários” no mundo, 14 já foram machucados ou morreram como resultado da interação com os seres humanos.

Fonte: O Globo

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