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Touro reage à violência e fere o mais jovem matador de touros do mundo, no México

Por Fernanda Franco  (da Redação)

Treinado para matar touros desde os 4 anos de idade, Michelito, um menino franco-mexicano de doze anos, é o toureiro mais jovem do mundo.

Desta vez,  na grande praça de touros da Cidade do México, o menino matou um touro, mas, ao enfrentar o segundo, recebeu de volta a reação do animal, sofrendo com isso alguns ferimentos leves. O touro devolveu ao garoto uma resposta à violência do jovem matador e derrubou-o na arena.

touro reage às agressões de michelito na arena
Touro reage às agressões de Michelito na arena (Imagem: Reprodução/TVI 24)

Michel Lagravere, conhecido como “Michelito”, não disfarça o prazer que tem em maltratar, humilhar e matar touros: “saio da arena com um gostinho bom na boca”, declara o pequeno assassino.

foto do toureiro michelito
Foto: Reprodução/Daily Contributor

Diante do sadismo declarado do jovem toureiro,  parece-nos até injusto que o touro não tenha reagido à altura de sua violência, crueldade e covardia.

Clique aqui para assistir ao vídeo da reportagem veiculada pelo G1.

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Destaques, Notícias

Toureiro mirim alimenta-se de gansos torturados e se orgulha disso

Foto de Michelito durante touradaPor Fernanda Franco           (Da Redação)

Apesar de já ter participado em mais de 60 espetáculos, onde cortou 111 orelhas, 29 caudas e matou vários touros, o franco-mexicano Michelito diz ser uma criança como as outras. As associações contra touradas insistem, com razão, que o menino deveria estar na escola e não na praça, matando animais.

Mas o show de crueldade parece não se resumir às touradas. O mesmo garoto que mata touros, e é dito “normal” por assistir a Bob Esponja e tirar boas notas nas provas de matemática, tem ainda entre suas comidas prediletas o “foie gras”.

Foto de máquina sendo inserida dentro da garganta de uma avePara quem não sabe, o “foie gras” é o fígado inchado de patos e gansos, obtido através do método da alimentação forçada: um funil de mais de 40 cm de comprimento é empurrado diariamente pelo pescoço abaixo desses animais. É então forçada pela garganta abaixo do animal, à máquina ou à mão, uma quantidade de cereais misturado com uma grande quantidade de gordura. A partir do 12º dia este processo é repetido de 3 em 3 horas, ou seja 8 vezes por dia. A essa altura, o corpo do animal já está completamente deformado, ele não consegue se mexer e respira com muita dificuldade. Ao 17º dia está morto.

Convenhamos. Saber fazer contas de nada vale, enquanto não são ensinados, a qualquer criança, os valores mais simples como, por exemplo, respeitar outros seres vivos: humanos e não humanos. O garoto sabe fazer conta de dividir, mas não sabe compartilhar a vida. De que lhe adiantam, então, essas “habilidades”?

Onde estão, neste momento, os educadores, os agentes conscientizadores, que deveriam prezar pela saúde mental dessa criança e pelo direito básico à vida dos animais? Onde está a lucidez da mídia, que insiste em noticiar atrocidades como essa de forma neutra? Matar não é natural, nem nunca será. Assim como não o é a violência direcionada contra qualquer ser vivo: não apenas contra gente, não apenas contra cão e gato. Todos os seres merecem respeito.

Se uma criança não entende o que é o respeito, alguém deve lhe ensinar. Uma sociedade que tolera qualquer tipo de violência é  definitivamente uma sociedade muito doente.

Aonde chegaremos?

(Com informações do DN Gente)

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Toureiro mirim afirma não sentir pena dos touros

Por Fernanda Franco  (Da Redação)

Pequeno cruel protagoniza tortura contra animais
Pequeno cruel protagoniza tortura contra animais

O menino de apenas 11 anos não é tão pequeno assim quando o assunto se trata de crueldade contra animais, em especial contra touros.

A influência familiar arrastou-o cedo para as arenas – um mau começo para uma boa educação –, e, aos quatro anos, fez sua primeira ‘bezerrada’. “Antes de entrar sinto-me nervoso, mas depois passa”, assume o jovem, com a arrogância de um adulto “profissional”.

“Não sinto pena dos touros”, admite, alegando que a tauromaquia é uma “cultura muito antiga” e que “não pode acabar”.

Hoje (18), o pequeno cruel fará a sua estreia em Portugal. Participará, às 22h, do violento evento conhecido como ‘Promoção de Novos Valores’, que nada mais é do que um festival de tortura e maus-tratos dirigidos a animais, praticado em plena praça do Campo Pequeno.

Michelito diz estar feliz pela oportunidade e afirma, com sadismo, o quanto lamenta não poder matar o touro, como no México – o que torna, para ele, a corrida “menos divertida”.

Animal denuncia

A ONG Animal enviou uma denúncia ao Ministério Público, alertando para a idade de Michelito. Inácio Ramos, apoderado do franco-mexicano, diz que a associação “não deve conhecer a tradição, pois em Portugal é normal que haja estreias nestas idades”. Infelizmente, para o touro e para todos que prezam pelos direitos animais, cancelar a atuação no Campo Pequeno “está fora de questão”.

(Com informações do Correio da Manhã)

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