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Xuxa incentiva veganismo ao denunciar agressão a porcos em granja em MG

Reprodução/Mercy For Animals

A apresentadora Xuxa Meneghel denunciou um caso de covardia cometido contra porcos explorados para consumo humano. Imagens mostram os animais sendo agredidos com bastões e recebendo choques elétricos em uma granja em Minas Gerais.

A prática de eletrocutar animais é padrão da agropecuária. Assustados, com medo, os animais empacam, negando-se a caminhar e entrar em baias, caminhões ou quaisquer que sejam os locais para onde os funcionários de granjas e matadouros pretendem levá-los. Para forçá-los a andar, essas pessoas recorrem ao choque, que costuma ser dado no animal por meio de picanas elétricas.

Reprodução/Mercy For Animals

O caso de violência animal, registrado por drones durante investigação realizada pela ONG Mercy for Animals (MFA), foi exposto em um vídeo (confira abaixo) narrado por Xuxa. “O que vamos revelar vai mudar a sua forma de pensar sobre essas fazendas” de criação de porcos, diz a apresentadora no início do vídeo.

Nas imagens, é exposto o despejo de enorme quantidade de dejetos dos porcos – uma das questões que fazem da pecuária uma prática insustentável do ponto de vista ambiental, por conta da poluição ao qual solo e água são submetidos. Ela também é responsável por desmatar florestas, inclusive a amazônica, para criar pasto para os bois e por desperdiçar exorbitantes quantidades de água durante o processo de fabricação de produtos de origem animal – para se ter uma ideia, apenas 1 kg de carne demanda 16 mil litros de água.

Em seu discurso, Xuxa citou ainda práticas comuns da pecuária, como mutilar porcos sem anestesia e trancafiar as fêmeas em celas minúsculas. Diante disso, a apresentadora, que é vegana desde 2018, fez um apelo em prol do veganismo. “Cabe a cada uma de nós ajudar a mudar essa realidade, escolhendo uma alimentação livre de sofrimento animal. Se você também quer que imagens como essas sejam coisa do passado, peça pelo fim das fazendas industriais”, disse.

Reprodução/Mercy For Animals

Ao falar dos maus-tratos aos quais os porcos foram submetidos na granja, a MFA lembrou que o flagrante não é um caso isolado, já que essas agressões são recorrentes.

Nas redes sociais, Xuxa fez uma publicação sobre o caso e pediu: “Vamos mudar nossos costumes, nossos hábitos. Vamos tirar o sofrimento, a dor e a morte dos nossos pratos. Dizer que ama os bichos e deixar que isso aconteça é uma grande contradição, uma MENTIRA! Tente, mude, junte-se a nós e AJUDE os bichos!”. A publicação alcançou mais de 1 milhão de visualizações e teve milhares de comentários.

“A MFA já realizou mais de 75 investigações secretas e, em todas as ocasiões, encontrou documentos e situações chocantes. É uma questão de que os próprios padrões da indústria permitem o extremo sofrimento animal”, explicou ao Hypeness Chico Terra Sandra Lopes, diretora-executiva da Mercy for Animals no Brasil, país onde a ONG já realizou três investigações com uso de drones.

Confira o vídeo abaixo:


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Novo programa ajuda criadores de galinhas a converterem seu negócio em plantio de vegetais

Foto: SARE, Edwin Remsberg.
Foto: SARE, Edwin Remsberg.

O grupo que atua em defesa dos direitos animais, Mercy For Animals (MFA), anunciou na terça-feira (12/11), o lançamento do “Transfarmation Project” – uma iniciativa que ajudará os produtores e criadores de galinhas e frangos a sair da indústria da criação de animais.

A MFA desenvolveu o projeto para ajudar o nicho de produtores, que muitas vezes ficam em dívida com as grandes corporações sob contratos restritivos. “Espera-se que a indústria de alimentos à base de vegetais alcance o valor de 85 bilhões de dólares até 2030, e como um número crescente de consumidores opta por alimentos à base de vegetais para melhorar sua saúde, há uma oportunidade real para os agricultores atenderem a essa demanda”, disse a presidente da MFA, Leah Garcés.

“Nosso objetivo é ajudar os produtores a fazer a transição para o cultivo de cânhamo, cogumelos, alface hidropônica e outras culturas – e até para produzir energia solar e eólica. Reuniremos investidores, engenheiros, agricultores, empresários, formuladores de políticas e advogados para projetar modelos replicáveis que impulsionem as economias rurais e construam um sistema agrícola mais compassivo”.

Mike Weaver, ex-criador de frangos contratado da Pilgrim’s Pride, recentemente converteu seus celeiros de aves em uma instalação de produção baseada em vegetais, cultivando cânhamo para a crescente indústria de CBD.

Durante seu melhor ano, Weaver conseguiu ganhar 7 mil dólares com a criação de galinhas. Quando sua produção de cânhamo estiver pronta para ser comercializada em escala, Weaver espera faturar aproximadamente 2 milhões de dólares e empregar quatro vezes mais pessoas.

“Os fazendeiros criadores de animais da América estão em péssimas condições”, disse Weaver. “Todo o país precisa se preocupar com o que está acontecendo com as fazendas familiares e na região rural. Empresas maiores assumiram o controle da produção e estão expulsando os pequenos produtores familiares. Os fazendeiros estão prontos para uma mudança e iniciativas como o ‘Transfarmation Project’ podem ajudar muito”.

Enquanto a MFA trabalha para ajudar os criadores de frango, a marca vegana Miyoko’s Creamery procura transformar a indústria de laticínios. Na semana passada, a marca – conhecida por seus queijos e manteigas veganos – anunciou sua intenção de converter uma fazenda de vacas leiteiras da Califórnia em uma instalação de pesquisa e desenvolvimento para seus produtos não lácteos.

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Funcionários de empresa são vigiados após crueldade contra galinhas

Funcionários passaram a ser vigiados após escândalo
Cena do vídeo feito secretamente (Foto: CTV Vancouver)

Integrantes da Comissão de Informação e Privacidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, afirmaram que uma empresa de trabalhadores de fazenda infringiu os direitos à privacidade de seus funcionários ao implementar um sistema de vigilância, mesmo após a investigação ter revelado imagens chocantes de crueldade contra galinhas em unidades da Fraser Valley.

Divulgadas pelo grupo Mercy For Animals, as imagens mostravam funcionários da Elite Farm Services Ltd. pisoteando em galinhas vivas e desmembrando-as. Eles cometiam atos sádicos, como bater os animais contra caixotes, arrancar suas pernas fora e usar as galinhas para imitar atos sexuais.

Alguns dias após o vídeo ter ido a público, a Elite Services anunciou que exigiria que pelo menos um supervisor e dois membros da equipe usassem câmeras presas a seus coletes de segurança. As filmagens seriam vistas no final do dia e então salvas por 30 dias, como relata o CTV Vancouver News.

A ponto questionado é o de que essa tentativa de coibir crueldade conta os animais não levaria em conta possíveis atentados contra a privacidade dos trabalhadores. Foi ressaltado que os funcionários que estariam sujeitos a essa medida não são os mesmos das imagens, que já foram despedidos. Além disso, resultaria na coleta de informação sobre outros sem consentimento, como fazendeiros, motoristas de caminhões e autônomos.

O relatório que levantou todas essas questões ainda continha sete recomendações, como a de que a empresa deveria criar uma política de privacidade que define como e porque está coletando informações, assim como um procedimento para lidar com reclamações relacionadas às práticas.

Entretanto, a Mercy For Animals do Canadá disse que mesmo que a empresa consiga implementar todas as recomendações, só irá ajudar a prevenir o abuso aos animais se forem feitas fiscalizações por terceiros.

“Toda fazenda e matadouro do Canadá deveria instalar sistemas de monitoramento em vídeo e streaming em tempo real na internet ou uma auditoria feita por empresa independente para ajudar a prevenir atos cruéis e aumentar a transparência na produção de alimentos”, disse o vice-presidente da organização Krista Hiddema.

A empresa Elite Services não comentou sobre as observações da Comissão, mas afirmou que estão em busca de um “sistema independente de auditorias e certificações por terceiros”. Entretanto, parou de filmar seus funcionários quando soube das alegações.

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Cartaz de festival vegano
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Músico Moby participa de festival vegano cujos lucros serão revertidos para a Mercy for Animals

Os palestrantes incluíram Kat Von D, John Salley, Uma Valeti e Neal Barnard e artistas como Moby, Blaqk Audio e Cold Cave obtiveram US $ 80 mil em lucros que foram revertidos para a organização Mercy For Animals. O festival ocorrerá novamente neste ano e contará com a participação de Moby, dentre outras atrações.

Cartaz de festival vegano
Foto: Clearly Veg

“Moby mais uma vez liderará o evento, realizando uma rara performance de live set, desta vez ao lado do rapper Waka Flocka Flame e da nova banda de [Tony] Kanal, Dreamcar, apresentando seus colegas do No Doubters Tom Dumont e Adrian Young, juntamente com o cantor principal da AFI, Davey Havok. O comediante / músico Reggie Watts e o rapper / cantor Raury completam a conta e mais artistas e convidados especiais serão anunciados. Todos os artistas são veganos”, disse o LA Weekly.

O festival terá música ao vivo e DJs, alimentos e bebidas veganos (cervejarias e kombuchas sem álcool), painéis com alto-falantes, uma vila vegana, além de interações com chefs e atletas veganos e especialistas em direitos animais e ativistas, segundo o ClearlyVeg. Os vendedores de alimentos também incluem o restaurante Little Pine, do cantor Moby.

O Circle V ocorrerá no dia 18 de Novembro no Regent Theatre, em Los Angeles (EUA), e os preços dos ingressos variam entre US$ 35 e US$ 140.

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Porcos são mutilados e enfrentam grave declínio mental em fazenda industrial

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Mercy for Animals

Imagens perturbadoras que revelam o abuso de animais em um fornecedor de porcos da empresa Hormel foram divulgadas pela organização internacional de proteção animal Mercy For Animals.

O vídeo feito com uma câmera escondida mostra os trabalhadores rasgando os testículos de leitões e cortando seus rabos sem lhes fornecer qualquer alívio para a dor.

Os animais definham por causa de lesões e doenças não tratadas e as porcas obrigadas a dar à luz repetidamente são amontoadas em recintos pequenos e imundos por quase toda a vida.

O vídeo, capturado em Oklahoma em uma fazenda de porcos que é propriedade da Maschhoffs-um dos maiores produtores de porcos dos EUA e um fornecedor da Hormel, mostra também que as porcas feridas e doentes são incapazes de se virar ou até mesmo se deitar nas chamadas “celas de gestação”.

Foto; Mercy For Animals

Os animais extremamente estressados mordem repetidamente as barras de suas jaulas, um sinal que expõe o grave colapso mental que os eles são obrigados a suportar.

Porquinhos aterrorizados não encontram uma forma de se mover e pisam uns nos outros em corredores superlotados.

O uso de celas de gestação tem sido amplamente denunciado como uma das práticas pecuárias mais abusivas do mundo. As grades de gestação são tão desumanas que foram proibidas em 10 Estados dos Estados Unidos e em toda a União Europeia.

Reconhecendo sua crueldade inerente, mais de 60 grandes fornecedores de alimentos, incluindo o McDonald’s, o Burger King, o Wendy’s, o Chipotle, o Safeway, o Kroger, Costco e o Kmart exigiram que seus fornecedores acabassem com essas celas cruéis.

A prática de cortar os rabos dos animais e castrá-los sem analgésicos também foi proibida em muitas empresas apesar de a Hormel ainda permitir essas formas flagrantes de abuso animal em seus fornecedores.

“Confinar porcos altamente inteligentes e sociais em gaiolas tão pequenas que os animais nem sequer podem se virar por quase toda a vida é uma crueldade flagrante”, disse o presidente da Mercy For Animals, Nathan Runkle.

“Nenhum animal deveria sofrer toda uma vida de abusos e violência física. Para os consumidores individuais, a melhor maneira de ajudar a parar esta crueldade é deixar a carne fora de seus pratos”, acrescentou.

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Investigação secreta denuncia espancamento de porcos doentes pela indústria de presuntos Parma

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Mercy For Animals
Reprodução/Mercy For Animals

O grupo italiano de direitos animais Essere Animali divulgou uma nova investigação secreta sobre um fornecedor de presunto de Parma que expôs uma crueldade repugnante.

Imagens comoventes mostram porcos doentes sendo chutados e arrastados por corredores escuros e sujos, nos quais eles são deixados para morrer.

Elas também revelam animais feridos e com feridas abertas e infectadas, uma consequência do canibalismo, algo que é extremamente comum em fazendas devido à superlotação e aos abusos impostos aos animais.

Conforme mostram as investigações da organização de bem-estar animal Mercy For Animals, a indústria de exploração de porcos impõe condições terríveis e torturantes para estes animais altamente inteligentes e emocionais.

As porcas grávidas são normalmente forçadas a viver em gaiolas tão apertadas que nem sequer podem virar seus corpos ou dar alguns passos.

Já os leitões recém-nascidos do sexo masculino têm frequentemente as bolsas escrotais cortadas com lâminas de barbear e os testículos arrancados com a mão.

Cada um de nós tem o poder de dizer não aos abusos e assassinatos de animais adotando o veganismo e, assim, ajudando a construir um mundo de paz para todos os seres sencientes.

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Moby participa de festival musical que coloca direitos animais em evidência

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Thorpe
Reprodução/Thorpe

Entre 1999 e 2002, o ícone da música eletrônica Moby vendeu mais de 15 milhões de cópias pelo mundo. Depois de ter alcançado esse sucesso, o artista disse que não queria fazer uma turnê novamente.

Ele esteve no palco recentemente em Los Angeles (EUA) para o Circle V Festival, um festival musical vegano realizado para conscientizar o público sobre os direitos animais. O evento arrecadou US$ 80 mil para a Mercy For Animals.

Mesmo antes de saber quanto dinheiro o Circle V havia arrecadado, Moby já tinha percebido que o festival foi um sucesso e disse que iria participar também em 2017.

“Tudo funcionou, fomos capazes de encontrar um local, temos a Goldenvoice como nossa parceira, os alimentos e as pessoas certas, além de bandas e DJs”, disse ele.

Tocar por algo em que acredita é a única razão para o músico, vegano há mais de 30 anos, pensar em fazer uma turnê novamente.  Ele pode mudar de ideia e promover o festival para outras cidades norte-americanas.

“Isso é sobre a única coisa que poderia me fazer pensar em ir para a estrada novamente, ficar a serviço de uma causa com a qual me importo”, declarou.

“Todo ativista, em algum momento quer gritar, você vê o mundo quebrado e quer gritar com as pessoas para que o consertem.  É preciso apresentar mensagens para as pessoas com respeito”, acrescentou segundo a revista Forbes.

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Investigação revela que perus são escaldados vivos em matadouro

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Mercy for Animals
Mercy for Animals

A maioria das pessoas nunca viu o interior de um matadouro. Elas preferem não refletir sobre seus hábitos e querem apenas ver o produto final embalado em um supermercado.

Foi feita uma filmagem secreta de um matadouro de perus em Abbotsford, no Canadá, e as imagens são extremamente difíceis de assistir. Elas revelam perus que são removidos de jaulas, pendurado pelas pernas, assassinados e escaldados.

A organização internacional enviou um investigador disfarçado para trabalhar na Sofina Foods por três semanas. Com uma câmera escondida, ele capturou todo o processo de assassinato dos animais.

Ele foi contratado para prender os animais que chegavam dos caminhões ao local. “A maior parte do tempo em que estive lá, vi muitos pássaros manejados agressivamente. A velocidade geral é muito rápida e os funcionários puxam as aves de maneira bruta, o que resulta em aves com pernas quebradas que ainda estão penduradas”, disse o investigador em uma entrevista.

“Esta foi uma das cenas mais horríveis que eu já vi e é fundamental para entender a prática padrão da indústria”, disse Krista Hiddema, vice-presidente canadense da Mercy for Animals.

CTV
CTV

As cenas mais perturbadoras são as que mostram os perus sendo assassinados por uma lâmina automática que corta suas gargantas. Se a lâmina falha, um trabalhador chamado de “assassino substituto” os mata com as próprias mãos.

Um funcionário explicou que, se a garganta das aves não é cortada corretamente, elas são escaldadas vivas, informou o The Star.

“É uma indústria envolvida nas piores formas de abuso contra animais. Este não é apenas seu padrão, como é legalizado que estas aves sejam penduradas de cabeça para baixo, tenham suas gargantas cortadas, e sejam colocadas em tanques para serem escaldadas no Canadá. Tudo isso enquanto elas ainda estão vivas e conscientes”, disse Hiddema, que defende que todos os que consomem carne deveriam saber como os animais são assassinados.

“As práticas mostradas no vídeo estão de acordo com a indústria atual e cumprem as exigências regulatórias do governo. Os processos estabelecidos foram revistos e continuarão a ser revistos pela indústria, por órgãos de regulamentação e outros especialistas para garantir que um tratamento mais humano e adequado dos animais seja sempre seguido”, acrescentou”, declarou a Sofina em um comunicado.

Nota da Redação: Uma das maiores falácias divulgadas pela agropecuária é sobre tratamentos e assassinatos “humanos”. Jamais explorar e assassinar qualquer vida pode ser considerado humano. Esses perus são apenas alguns animais cruelmente torturados e assassinados pela indústria da carne que, infelizmente, ainda é financiada por pessoas que insistem em manter hábitos que apenas promovem a destruição de inúmeras vidas.

 

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Moby e Mercy for Animals promovem festival musical vegano

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Thorpe
Reprodução/Thorpe

Várias celebridades se reuniram em um evento realizado pela organização de proteção animal Mercy for Animals no último sábado (10) nos EUA.

Entre elas, estava o músico norte-americano Moby que é vegano há mais de 30 anos e um ativista pelos direitos animais. No Mercy for Animals Hidden Heroes Gala, ele anunciou que iniciará um festival musical vegano juntamente com a Mercy for Animals, que acontecerá em 23 de outubro no Teatro Fonda em Los Angeles e todo o lucro arrecadado será revertido para a organização.

Moby é vegano desde sua adolescência e falou muitas vezes sobre sua decisão de adotar este estilo de vida. Ele também abriu um restaurante vegano na Califórnia chamado Little Pine, informou o Daily Mail.

Quando a revista Rolling Stone lhe perguntou por que ele optou pelo veganismo, o defensor de animais disse que era simples.

“Eu amei (e amo) animais e eu não quero estar envolvido com qualquer situação que provoque ou contribua com seu sofrimento. No início, abandonei a carne bovina e o frango. Em seguida, os peixes (se você já passou algum tempo com os peixes você percebe rapidamente que eles sentem dor e são muito mais felizes quando não são enganchados, espetados ou enredados)”, afirmou.

“Então eu pensei: não quero contribuir com o sofrimento dos animais, mas as vacas e galinhas em explorações leiteiras e de ovos comerciais são bastante miseráveis, então por que ainda estou comendo leite e ovos? Por isso, em 1987, desisti de todos os produtos de origem animal e me tornei vegano”, acrescentou o cantor.

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Investigação secreta revela extrema crueldade em grande distribuidora de ovos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/MercyforAnimals
Reprodução/MercyforAnimals

A organização de bem-estar animal Mercy For Animals (MFA), conhecida por realizar investigações infiltradas, divulgou o seu mais recente vídeo na última quarta-feira (22). Desta vez, o vídeo é sobre a líder entre as distribuidoras de ovos Eggland’s Best.

A filmagem foi feita por um investigador secreto do grupo em Briarwood Farms, um fornecedor da Eggland’s best, entre 29 de fevereiro e 12 de maio, diz a Fortune.

O investigador trabalhou em nove instalações da Briarwood, cada uma contendo dezenas de milhares de aves de acordo com estimativas da MFA.

O que ele viu foi perturbador: aves caindo em poços de estrume onde eles ficam presos durante dias sem comida ou água apenas à espera da morte. Diariamente, os animais são fisicamente abusados pelos trabalhadores e há dezenas de galinhas mortas espalhadas entre os ovos, o que também gera um terreno fértil para a transmissão de doenças.

De fato, pesquisas apontam que a produção de ovos que mantêm os animais presos aumenta o risco de salmonela.

As condições encontradas nas instalações eram tão ruins que a MFA entrou com uma queixa criminal contra a Briarwood em Washington, onde fica a sede da empresa.

A queixa acusa trabalhadores da Briarwood de crueldade contra animais em primeiro e segundo graus e cita vários casos em que as galinhas foram fortemente atingidas na cabeça com vários objetos, incluindo uma ferramenta de metal e um cabo de vassoura, além de detalhar como as galinhas são “agarradas por uma única asa e violentamente jogadas em latas de lixo”.

Em declaração, o vice-presidente da Briarwood Farms Mark Oldenkamp disse que o grupo tem considerado os maus-tratos exibidos no vídeo: “Observamos vários casos de galinhas maltratadas no vídeo e estou profundamente desapontado ao ver essas ações” – o que não impede que continuem a explorar as galinhas em nome do lucro, com mais ou menos sofrimento.

“Ao tomar conhecimento sobre o vídeo, imediatamente começamos uma investigação interna e requisitamos rápidas e rigorosas avaliações independentes”, acrescentou ele, dizendo que uma terceira auditoria feita pela Certificação de Produtoras de Ovos (UEP) está em andamento.

O vídeo foca na Eggland’s Best em vez da Briarwood e encerra dizendo: “Junte-me a mim e exija que a Eggland’s Best acabe com essa exploração animal nojenta.”

Ele considera que a produtora de ovos é responsável pela transição da produção de ovos de animais presos para ovos de animais livres de gaiolas.

Enquanto a MFA observa que outras grandes empresas como o McDonald, Kroger e o Walmart se comprometeram a usar ovos de animais livres de gaiolas, em até 10 anos, a Eggland’s Best seria realmente a primeira distribuidora a fazer isso.
Até agora, apenas varejistas e restaurantes assumiram esse compromisso.

A Mercy for Animals declarou: “Acreditamos que os consumidores têm o direito de saber a origem de seu alimento e como os animais são tratados pelos fornecedores da Eggland’s Best”.

“É por isso que divulgamos o vídeo e pedimos que a companhia pare de apoiar o flagrante abuso de animais entre seus fornecedores e se comprometa definitivamente com a produção livre de gaiolas. Seus clientes devem saber que os melhores ovos da Eggland’s Best vêm de galinhas torturadas”, acrescentou.

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20 ações são movidas contra produtora de leite após investigação secreta

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: MFA
Foto: MFA

No dia 1 de Março, foi dada a entrada em um total de 20 ações contra os donos da Chilliwack Cattle Sales — a maior fazenda produtora de leite do Canadá – e sete funcionários, por crimes de crueldade a animais. Os processos resultam de uma investigação feita pela organização Mercy For Animals (MFA) em maio de 2014, documentando empregados da Chilliwack batendo, chutando e socando animais, e sendo flagrados usando correntes e tratores para içar vacas para o ar; cutucando e apertando feridas purulentas e perfurando touros nos testículos.

Veja o vídeo:

Os empresários John Kooyman, Kenneth Kooyman, Wesley Kooyman, Jeffery Kooyman e Bradley Kooyman, e os funcionários Travis Keefer, Jonathan Talbot, Jamie Visser, Chris Vandyke, Cody Larson, Brad Genereux e Lloyd Blackwell foram acusados de violar as seções  9.1(1) e 9.1(2) da Lei de Prevenção à Crueldade a Animais de British Columbia. Se condenados, terão de pagar multas acima de 75 mil dólares, e cumprir penas de dois anos de prisão, além de serem proibidos de “ter” (sic) animais até o fim da vida.

Imediatamente após a investigação, a Mercy For Animals reportou as claras infrações à Sociedade para Prevenção de Crueldade a Animais de British Columbia (BCSPCA), que invadiu a fazenda e recomendou a abertura dos processos. A Mercy For Animals elogiou a BCSPCA por buscar justiça nesse importante assunto.

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Mercy For Animals chega ao Brasil para impulsionar o veganismo

Vanessa Norcia Serrão/ Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Mercy For Animals
Foto: Mercy For Animals

A Mercy For Animals (MFA), uma organização sem fins lucrativos dedicada à prevenção da crueldade contra os animais, além de criação e promoção de escolhas alimentares compassivas e políticas, acaba de chegar ao Brasil.

Fundada por Nathan Runkle em 1999, que tinha apenas 13 na época, a MFA tem se destacado em casos de investigação de maus-tratos de animais em fábricas que abastecem empresas como McDonald’s e Burger King.

Como noticiou a ANDA em 2009, a MFV revelou, através de uma câmera oculta, que Hy-Line International, a maior produtora de ovos do mundo, tritura pintinhos vivos pelo fato dos machos não produzirem ovos. Além de divulgar uma máquina que retira parte dos bicos das galinhas causando-lhes dores crônicas. O vídeo ainda mostra pintinhos moribundos no chão das instalações da Hy-Line em Spencer (Iowa).

MFV tem o apoio de personalidades atuantes pelos direitos animais como o cantor Moby e o ator Joaquin Phoenix, narrador do documentário Terráqueos.

A Mercy For Animals no Brasil é coordenada por Lucas Alvarenga, fundador do portal vegetariano Veggo e um dos idealizadores do “Desafio 21 Dias Sem Carne” em parceria com a Sociedade Vegetariana Brasileira (SVB) e com a Luísa Mell.

O Veggo, lançado em junho de 2015, foi incorporado ao MFA Brasil estrategicamente para impulsionar a divulgação do veganismo no país.

Segundo Lucas: “A Mercy For Animals baseia todas as suas ações em dados e estatísticas buscando assim atingir o maior número de pessoas possível. Somente em 2015, as ações do MFA tiveram resultados em 90 países e pouparam a vida mais de 5 milhões de animais.”

“Por meio do trabalho iniciado em outros países como Índia, China, México e atualmente no Brasil, acreditamos que 2016 será um ano de muitas vitórias para o veganismo”, completa Lucas.

Em apenas 3 semanas no Brasil, a página do Mercy For Animals no Facebook já reúne mais de 300 mil fãs

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