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Índia constrói memorial em homenagem aos elefantes mortos por abuso e exploração

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Em um tributo sincero para homenagear elefantes que perderam suas vidas devido ao abuso, tráfico ilegal e crueldade, a Índia cria seu primeiro “Memorial do Elefante” perto de Taj Mahal, em Agra. A novidade foi recentemente revelada pela instituição de caridade Wildlife SOS, que construiu o memorial com o apoio do Departamento Florestal de Uttar no Centro de Conservação e Cuidados com Elefantes, Mathura, localizado a 32 km de distância do Taj Mahal.

O monumento foi construído em memória daqueles gigantes gentis que perderam suas vidas enquanto sofriam crueldade nas mãos dos humanos. De fato, a maioria dos elefantes usados para levar turistas para passear em suas costas ou explorados em circos foi capturada na natureza. Eles são treinados e obrigados a sofrer uma vida inteira de miséria. Este memorial único, com pedras e placas de granito preto gravadas, cita alguns dos elefantes que tiveram esse destino.

O memorial foi inaugurado recentemente por K Praveen Rao, Diretor e Conservador-chefe das Florestas do Departamento Florestal de Uttar Pradesh, função que era presidida por Anand Kumar, Conservador Adjunto do Departamento de Florestas e do Projeto Nacional do Santuário de Chambal.

O memorial tem cinco pedras, cada uma com placas gravadas para respeitar o espírito dos elefantes que partiram, que perderam a vida com doenças físicas e feridas psicológicas sofridas durante o processo brutal de treinamento e em cativeiro. Este memorial foi construído para servir como um lembrete constante de que esses seres gigantes pertencem à natureza e que devem ser conservados e protegidos em seu habitat natural. O memorial foi criado com o apoio do departamento florestal de Uttar Pradesh.

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Após morte da ursa Rowena, santuário decide fazer memorial para homenageá-la

O Rancho dos Gnomos anunciou, através das redes sociais, que irá fazer um memorial, com um jardim, em homenagem à ursa Rowena, que morreu na última quarta-feira (25) após viver dez meses no santuário. A ursa nasceu na natureza, provavelmente na Rússia, mas foi capturada, ainda filhote. Explorada durante quase toda a vida, ela passou décadas sofrendo em um circo e, depois, em um zoológico. O fim da sua vida, no entanto, foi cercado de amor e cuidados no santuário em Cotia (SP).

Foto: Biga Pessoa

“Teremos a difícil tarefa em seguir sem a presença física da irmã Rowena.  Os dias estão passando e, ver o recinto, a caminha, as ocas, a piscina, a bacia de suco e todos os cantinhos que ela tanto amava, tudo vazio e parado é devastador e a saudade é enorme”, diz uma publicação do santuário no Instagram.

Através da rede social, o Rancho dos Gnomos anunciou a criação do memorial e incentivou os internautas a enviarem homenagens à ursa. “Amigos, faremos um lindo memorial, com jardim florido e todas as homenagens feitas a ela. Caso vocês também queiram homenageá-la, com desenhos, músicas, poemas, entre outros, façam contato”, diz a publicação. O santuário disponibilizou o e-mail contato@ranchodosgnomos.org.br para o envio das homenagens.

“Rowena transformou a vida de milhares de pessoas, foi amada por todos e, em seu olhar doce e meigo transbordava até o perdão à quem tanto lhe fez mal no passado”, afirma o santuário, que lembrou também que “a amorosa energia de Rowena estará sempre presente”.

Junto do texto que anuncia a criação do memorial, o santuário publicou um vídeo que mostra a chegada da ursa ao Rancho dos Gnomos e um pouco da rotina dela nos dez meses que viveu no local. “Vamos sempre lembrar da ursinha mais amada do Brasil como imenso amor, saudade e gratidão”, afirma, no vídeo, Marcos Pompeu, que fundou o santuário com Silvia Pompeu.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Rancho dos Gnomos (@ranchodosgnomos) em


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Jornalismo cultural, Notícias

Artista constrói memorial em homenagem aos animais mortos para consumo

Por David Arioch

“É tanto um memorial quanto uma declaração da necessidade de maior atenção ao tratamento que dispensamos a esses indivíduos” (Fotos: Divulgação/Linda Brant)

Quem for ao Cemitério de Animais de Hartsdale, em Hartsdale, Nova York, pode visitar um memorial dedicado a animais criados e mortos para consumo – como bovinos, suínos, galináceos, etc. Ou seja, animais que não são sepultados nem lembrados.

O “Monumento aos Animais que Não Lamentamos” foi inaugurado em março, e é uma forma de chamar a atenção para a nossa relação com espécies animais classificadas como produtos e objetos.

“É tanto um memorial quanto uma declaração da necessidade de maior atenção ao tratamento que dispensamos a esses indivíduos”, informa a artista Linda Brant, que quis criar uma obra simples, mas ao mesmo tempo desafiadora.

O monumento, que assume a forma de uma lápide gigante, tem cerca de 1,40m de altura, praticamente a mesma altura de um novilho no momento do abate.

Toda semana, visitantes deixam uma pequena pedra ou cristal perto da base do monumento em apoio à mensagem de que “vidas não são descartáveis”, ainda que sejam de animais vistos pela sociedade como produtos e meios para um fim.

Linda pretende utilizar as pedras deixadas no local para criar outro monumento para animais que têm o valor de suas vidas ignorado pela sociedade.

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Cadela morta em loja do Carrefour ganha memorial em Fortaleza (CE)

A cadela Manchinha, que morreu em decorrência de uma hemorragia após ser brutalmente espancada por um segurança de uma unidade do Carrefour de Osasco (SP), ganhou um memorial em Fortaleza, no Ceará. A homenagem, que recebeu o nome de “Memorial Manchinha” foi feita em um espaço gastronômico localizado na avenida Desembargador Moreira, 2355, no bairro Dionísio Torres.

(Foto: Reprodução / Tribuna do Ceará)

O espaço, aberto a visitantes, permite a entrada de animais domésticos. “Nós entendemos que toda vida deve ser preservada, independente de ser humana ou animal. Não toleramos nenhum tipo de maus-tratos com os bichinhos. Aqui eles são nossos clientes especiais”, destacou Pedro Netto, gestor do Imprensa Food Square. As informações são da Tribuna do Ceará.

Além de incentivar a proteção dos animais e o combate aos maus-tratos, o memorial tem o intuito de arrecadar ração. O alimento será destinado a entidades de proteção animal de Fortaleza.

Serviço:

Memorial Manchinha
Local: Imprensa Food Square – Avenida Desembargador Moreira, 2355
Diariamente, a partir das 18h
Entrada gratuita

Errata: a ANDA divulgou inicialmente que o animal morto no Carrefour era um cachorro e, momentos depois, informou que havia sido descoberto que, na verdade, tratava-se de uma cadela. A notícia correta, entretanto, é de que o animal era macho. Informações erradas divulgadas por ativistas do Instituto Luísa Mell e da ONG Bendita Adoção levaram a uma confusão sobre o sexo de Manchinha. No entanto, neste domingo (16) a ativista Beatriz Silva, da Bendita Adoção, reforçou que o cachorro era macho e afirmou que “depois de muita confusão dos funcionários”, o sexo do animal foi confirmado em vídeos.

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Evento em comemoração aos 10 anos da ANDA reúne mil pessoas

Foto: Facebook/Silvana V. Andrade
Auditório lotado e muita emoção na celebração dos 10 anos da ANDA | Foto: Facebook/Silvana V. Andrade

Em uma noite mágica mil pessoas compareceram ao auditório Simon Bolívar no Memorial da América Latina no evento “Animais em Concerto” realizado em comemoração aos 10 anos da ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais. O espetáculo foi promovido pela Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo e teve apresentação da Orquestra Jazz Sinfônica sob a regência do maestro Gustavo Petri.

O programa continha músicas cuidadosamente escolhidas que fizeram parte de trilhas sonoras de filmes e animações tendo animais como protagonistas, entre elas: Sempre ao seu Lado, Rei Leão e Free Willy, totalizando 13 músicas. Antes de cada apresentação o maestro, de forma envolvente, fazia uma breve e sensível introdução sobre o filme e a música. Ficou claro que assim como a plateia, o regente da orquestra também estava tomado pela felicidade e emoção de estar presente na celebração.

Risos e lágrimas se misturaram, a plateia se emocionou muito e até participou de uma canção interagindo com a orquestra, a convite do maestro Gustavo Petri, que regeu o auditório mostrando quando iniciar, acelerar e parar as palmas. O envolvimento tanto dos músicos, como do auditório foi total, resultando em aplausos calorosos, plateia em pé pedindo mais e por fim, o retorno do maestro ao palco para um trecho final como forma de bis.

O espetáculo foi um sucesso absoluto, um público variado de pessoas – entre 4 e 90 anos – prestigiaram o evento e saíram do espetáculo muito felizes.

Foto: Facebook/Silvana V. Andrade
Platéia vibra com apresentação da orquestra | Foto: Facebook/Silvana V. Andrade

Uma noite inesquecível

O espetáculo foi considerado excelente por 100% das pessoas presentes, todos os depoimentos dados mostraram muita satisfação em ter participado do evento, veja alguns deles:

“Animais em Concerto, com a orquestra Jazz Sinfônica, foi uma noite mágica para o coração e a alma não esquecerem jamais, na comemoração de dez anos da ANDA. Acima de tudo se transformou em um exemplo e em alerta constante que os animais representam muito em nossas vidas. E esses condutores celestiais de amor, luz e felicidade merecem respeito e carinho intermináveis. Em tempos difíceis que vivemos, a ANDA é espécie importante e rara, verdadeira guardiã da Natureza. Nos faz lembrar do nosso compromisso inerente e necessário na luta pela preservação, assim como da busca de não ter mais animais maltratados e covardemente abandonados neste País. Vida longa para a ANDA, luzes ungidas e abençoadas, paz e bem para minha querida amiga guerreira Silvana Andrade.”
Anderson França

“Apesar de ter chegado atrasada no evento e, por conta disso, não ter visto a projeção das fotos, que estava mega curiosa, assisti a orquestra que foi impecável, regida pelo maestro Gustavo Petri, que conduziu toda a história de maneira muito amorosa, humana, principalmente quando se referia aos animais, estrelas dos filmes, cujas músicas foram tocadas nesse evento de comemoração de dez anos da ANDA. Vale ressaltar que nada disso estaria acontecendo se não fosse, sobretudo, pela visão, coração e atitude humana e profissional da querida Silvana Andrade!”
Sttella Baster

“Foi um espetáculo belíssimo onde pude compartilhar com toda minha família. Organização impecável! Músicas de tirar o fôlego. Adorei! Parabéns pelo excelente evento!”
Luciana Arioli

“Não me lembro de ter ficado tão emocionado com um evento. Muita gente sabe que organizo eventos e vou a muitos, mas este foi diferente. Logo que cheguei vi a expectativa em rostos tão diferentes, pessoas de todas as idades e de vários lugares. A Orquestra Jazz Sinfônica foi monumental, o repertório não poderia ter sido melhor, foi perfeito, trilhas sonoras de filmes com animais. A cada música, notava-se a emoção no rosto de cada um que compareceu, as crianças vibravam com as músicas que tanto conheciam, os adultos mataram um pouco de saudade. No final, ficou claro a gratidão de todos com um presente tão mágico e único, minutos infindáveis de intensos e agradecidos aplausos. No final, todos nos emocionamos e tenho certeza que cada uma daquelas pessoas carregará pela vida toda uma noite de sonho.”
Marcos Teles

“A ANDA nos proporcionou, ou melhor, nos presenteou um momento lindíssimo, de rara beleza e emoção – emoção em estado puro como marca de um mundo possível e melhor pelo encontro entre homens e animais. E na beleza da arte, as mensagens imprescindíveis de amor, respeito e compaixão. Parabéns à ANDA, a todos os envolvidos. E minha eterna admiração a você, Silvana Andrade!”
Leandra Jones

“De coração, não tenho palavras para definir o quão emocionante foi ter participado desse evento! Através do tempo, me remontou a épocas onde tudo era alegria e tudo era motivo de risada. O convívio com animais, em plena liberdade; adorados por todos. O Walt Disney soube plasmar para sempre, em nossas almas, tudo aquilo que mantemos vivo no fundo dos nosso corações, para todo o sempre. Silvana, obrigado por você existir e ter me brindado essa grande oportunidade de reviver momentos indescritíveis, sublimados por interpretações impecáveis da Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo. Jamais esquecerei!”
Miguel Angel Vaudano

“Celebração de gala na apresentação magnífica da Orquestra Jazz Sinfônica, sob a batuta do maestro Gustavo Petri. Casa cheia, ambiente luminoso, repertório primoroso, a magia da música fazendo pulsar os corações que, extasiados, tiveram a felicidade de fazer parte daquela linda egrégora de som e luz. BRAVO, Silvana! E siga semeando a compaixão para com nossos irmãos animais. Um dia essas sementes germinarão e virão a ser flores de ternura… para com todas as criaturas. Então, as notícias veiculadas pela ANDA serão tão somente para enaltecer a bondade e o amor, e não mais para denunciar abusos e violência. GRATIDÃO!”
Eline Bélier

“Emocionante e cheio de amor! Todos que estavam ali se conectaram com memórias maravilhosas das quais os animais fazem parte e se emocionaram muito! Essa emoção e memória afetiva é que traz mudanças! Comemoração perfeita! Que venham mais 1000 anos!”
Carla Strafacci

“O espetáculo da Orquestra Jazz Sinfônica, pela celebração dos 10 anos da ANDA, me deixou muito emocionada. Ele juntou duas grandes paixões: animais e cinema. Sou protetora na cidade de Franca – SP, e quando vejo essas manifestações a favor dos animais e conheço pessoas tão dedicadas, como Silvana Andrade, mantenho minha fé e acredito um pouco mais na humanidade. Parabéns Silvana Andrade! Vida longa à ANDA!
Maria Rita Folgosi

“O concerto da Orquestra Jazz Sinfônica em homenagem aos 10 anos da ANDA foi maravilhoso! Proporcionou a todos os presentes, uma apresentação primorosa da Orquestra Jazz Sinfônica, sob a regência alegre e perfeita do maestro Gustavo Petri, que fez com que todos pudessem relaxar da rotina estressante que a defesa dos animais nos impõe e renovar as energias para seguir adiante! Longa vida à ANDA! Muita força e energia para todos! Paz a todos os animais!”
Alexandre Terreri

“O concerto pelos animais foi emocionante, sensível e inspirador, agradeci a cada canção, consciente de que aqueles momentos agora me compõem, me fortalecem, uma linda lembrança, uma grande celebração pela vida! Parabéns ANDA, 10 anos de ativismo pela libertação de todos os animais!”
Kaz (Raquel J. Sabino)

“Animais em Concerto me deixou muito emocionada, uma mistura de nostalgia com a percepção da importância que os filmes tiveram na evolução do relacionamento entre humanos e animais. O maestro soube conduzir de forma leve, permitindo que todos os perfis de público pudessem aproveitar e se comover. Parabenizo a ANDA por seu trabalho tão lindo e importante em informar e comunicar, pois a informação que possibilita a evolução. Concluo dizendo que fiquei com gostinho de quero mais.”
Aline Moreno

“Foi espetacular, perfeito, criativo, emocionante, um privilégio poder participar desta comemoração tão louvável! A orquestra tocou perfeitamente e a ideia de homenagear a ANDA com trilha sonora de filmes com animais, foi inédita e muito pertinente. Parabéns a ANDA pela dedicação e persistência neste lindo trabalho!”
Adelina Datri

“A defesa da dignidade dos animais se expande nos últimos tempos com muito sucesso no meio parlamentar, na mudança de posturas das empresas, no modo como a sociedade civil responde aos casos de maus-tratos que são divulgados na mídia. Faltava a cultura! O evento da ANDA é o prelúdio da introdução do bom gosto, da transformação de ideias que não precisa vir da forma sofrida e guerreira que estamos acostumados nesta luta, o respeito aos animais pode crescer no meio do sensível e do prazeroso. Que se repita e expanda o bem aos animais e ao planeta.”
Adriana Khouri

“O espetáculo Animais em Concerto produzido pela ANDA em comemoração aos seus 10 anos encantou, maravilhou, emocionou a plateia que lotava o Simon Bolívar. A impecável Orquestra Jazz Sinfônica de SP nos transportou ao mundo sensível e inocente dos animais. Parabéns a Silvana e a todos os responsáveis pelo evento. Vocês elevaram o nível da proteção animal no Brasil!”
Nina Rosa

“Silvana parabéns! É um trabalho lindíssimo, é um trabalho de amor, é um trabalho que não tem como não prosperar porque ele está nas mãos daqueles que dirigem o progresso, daqueles que dirigem a evolução, daqueles que dirigem esse movimento de transformação. E você tem sido há muito tempo um instrumento da luz, um objeto que opera mudança, um objeto que leva a informação, um objeto que leva a transformação de paradigmas! Então mais um vez eu quero parabenizar você e dizer com o coração que eu sempre oro para que a Anda prospere mais e mais, para que a Anda continue sendo esse objeto de utilidade pública, de utilidade mesmo, que leva a informação e por consequência faz o sofrimento diminuir. Mais um vez parabéns.”
Magno Grilensoni

“Fantástico…agradável…relaxante. A apresentação tinha amor saindo dos instrumentos da orquestra, de todos. Parabéns pelo 10 anos. E que o movimento da ANDA seja eterno.”
Moysés Samuel

Foto: Facebook/Silvana V. Andrade
Presidente e fundadora da ANDA, Silvana  Andrade e a equipe que trabalhou na realização do evento | Foto: Facebook/Silvana V. Andrade
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Acidente com animais motiva ativistas australianos a criarem um memorial

Acidente resultou na morte de 33 bovinos, dos 66 que eram transportados (Foto: Kevin Farmer/Chronicle)

Recentemente, um acidente de caminhão em Toowoomba, no estado de Queensland, na Austrália, resultou na morte de 33 bois, dos 66 que eram transportados.

Aqueles que sobreviveram, mas ficaram seriamente machucados, foram executados pouco tempo depois. Para não deixar o episódio ser esquecido, assim como outros que são registrados diariamente em diversas partes do mundo, ativistas veganos decidiram tomar uma atitude.

Eles estão se mobilizando para criar um memorial em homenagem aos animais, um memorial que serve não apenas para lembrar o triste fim daqueles 66 animais criados para consumo, mas sim de todos que vivem realidade semelhante no mundo todo.

O memorial, que depende de autorização da prefeitura de Toowoomba, deve ser erigido no local do acidente, em Rangeville, no subúrbio de Toowoomba. “É importante, porque como ninguém vê esses animais, eles são invisíveis”, diz a ativista Mo Orr, coordenadora do grupo Vegans in Toowoomba, que soma mais de 900 membros.

Segundo Mo, as pessoas ignoram que aqueles animais cheios de vida são os pequenos pacotes nas prateleiras dos supermercados: “Queremos dizer a eles que os vemos, sentimos muito e estamos tentando.” Os ativistas conversaram com as pessoas que presenciaram o acidente e comentaram que infelizmente a verdade é que o consumo de carne favorece esse tipo de tragédia.

Por isso, o grupo Vegans in Toowoomba quer que as pessoas saibam por que existe um memorial exatamente no local do acidente – para ser uma lembrança de que mesmo que os animais sejam objetificados e reduzidos a alimentos, isso não muda o fato de que eram seres sencientes que desejavam viver, não morrer.

Fonte: Vegazeta

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Memorial homenageia animais explorados por militares na Nova Zelândia

 

Foto: Horsetalk

O memorial será feito  aos esforços da Australian War Animal Memorial Organization (AWAMO), que faz memoriais e placas em homenagem aos animais que serviram ao lado da NZ Defense Force e dos soldados australianos durante o serviço no exterior.

Ele será realizado às 10h no Museu do Exército Nacional, no dia 24 de Fevereiro. Os animais foram explorados de diversas formas: como carga, mensageiros, transportadores de ambulâncias etc. Eles eram frequentemente pressionados e trabalharam incansavelmente, independentemente do país em que estivessem.

A AWAMO fez o  primeiro memorial de animais de guerra – intitulado “Espírito Emergente”, na Frente Ocidental, em Pozieres, na França, em Julho de 2017. Além disso, é o memorial de animais de guerra da Nova Zelândia. Ambos foram criados pela artista de renome internacional Susan Bahary.

Foto: Horsetalk

Pozieres foi o cenário de alguns dos piores combates ma para as tropas australianas na Primeira Guerra Mundial. A batalha também foi o lugar de perdas incontáveis de outras espécies. Estima-se que mais de nove milhões de animais que serviram morreram ou foram feridos na Grande Guerra.

Entre 1914 e 1916, o governo da Nova Zelândia conseguiu mais de 10 mil cavalos para equipar a Força Expedicionária da Nova Zelândia. Em Abril de 1916, mais de três mil animais foram enviados do Egito para a França com a Divisão da Nova Zelândia. Milhares de cavalos da Nova Zelândia permaneceram no Oriente Médio, informa o Horsetalk.

Os cavalos eram usados para transportar suprimentos e como animais de carga, principalmente na Segunda Guerra Mundial.  Na Nova Zelândia, o NZMR continuou operando tropas para treinar e mobilizar um Guarda Nacional para patrulhar a costa do país.

O NZDF ainda explora cães para serviços militares e algumas forças especiais usam equinos para transportar equipamentos em terrenos difíceis em áreas operacionais.

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Cão morto em ataque terrorista é homenageado em memorial comovente

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Facebook/Dogs Aid

Recentemente, um ataque terrorista em Estocolmo, na Suécia, matou quatro pessoas e feriu mais de 12 indivíduos. Porém, há uma vítima que nem sempre é mencionada nos noticiários sobre esse trágico incidente: um cachorro chamado Iggy, que também perdeu a vida.

Os moradores de Estocolmo têm se empenhado para que ele não seja esquecido.Depois de um caminhão roubado atropelar pedestres em uma rua repleta de lojas, memoriais improvisados começaram a surgir no local em homenagem àqueles que morreram.

Porém, Markus Krantz, que vive na vizinhança, percebeu que Iggy parecia ter sido negligenciado, de acordo com o The Dodo.

Foto: Facebook/Markus Krantz

“Não vi ninguém colocar uma flor ou acender uma vela no lugar onde o pobre cachorro foi assassinado durante o ataque. Então fizemos um pequeno memorial para ele, a coleira pertencia ao meu primeiro cão, Ebba, que faleceu neste verão”, escreveu Krantz na internet.

O tocante tributo inicialmente incluiu velas e alguns petiscos para cães e depois cresceu rapidamente. Em pouco tempo, inúmeras pessoas foram ao memorial de Iggy, homenageando o filhote que provavelmente nunca tiveram a chance de conhecer, mas cuja vida é muito digna de ser recordada.

Foto: Facebook/Dogs Aid

Flores, cartões, brinquedos para cães e até mesmo o desenho de uma criança foram colocados no memorial de Iggy.
A Dogs Aid, uma organização de resgate localizada na Irlanda, confirmou que ajudou Iggy a encontrar um lar na Suécia em 2012. É claro que, mesmo anos mais tarde, eles nunca se esqueceram dele.

Foto: Facebook/Denise Dayan

“RIP garoto bonito e especial, corra para a Ponte querido, todos os seus amigos do Dogs Aid estarão esperando por você, 100 mil estrelas se iluminarão”, escreveu o grupo no Facebook.

“Nossos pensamentos estão com a família de IGGY, eles o amaram tanto e lhe deram a melhor vida imaginável. Sua família gostaria de ter privacidade neste momento triste e traumático “, acrescentou.

Foto: Facebook/Patrick Vesterlund

Conforme os suecos se recordam de todos aqueles que morreram no ataque, o fato de um cãozinho estar em seus corações e orações mostra a solidariedade da nação em meio à tragédia.

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Com direito a memorial, ativistas do Acre marcham em defesa dos animais

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Divulgação

Pela terceira vez em Rio Branco, ativistas da Organização Não Governamental (ONG) Amor a Quatro a Patas fazem a marcha em defesa dos animais neste domingo (18). A organização estima que ao menos 200 pessoas participaram do evento. Vestidos de brancos, os manifestantes percorrem ruas do Centro da cidade e devem finalizar o ato na Praça da Revolução. Eles reivindicam punições mais severas para crimes contra animais.

A presidente da ONG, Luciana Souza, explica que a manifestação segue pedidos nacionais, mas também foca em problemas identificados no Acre.

“A nível nacional, pedimos castrações, vacinações e hospitais públicos para os animais. Aqui no Acre, nossa principal luta é a criação da delegacia que apure crimes contra os animais. A gente queria muito que isso fosse possível”. diz.

Durante todo os percurso, cartazes abordam questões sobre maus-tratos e as reivindicações do grupo. Além disso, no final da caminhada será montado um memorial com nomes e fotos de animais que já morreram e que serão homenageados.

“Cada pessoa vai receber uma rosa de papel com o nome de um animal que morreu vítima de maus-tratos. A pessoa vai o caminho todo com essa rosa e, no final, vai deixar a flor em uma espécie de altar que fizemos e vamos fazer um minuto de silêncio. Isso é um ato simbólico que resolvemos fazer no evento”, explica Luciana.

Divulgação
Divulgação

Fonte: G1

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Ativistas criam memorial para 91 cães mortos por abandono e negligência

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Ativistas de direitos animais de Dallas irão chamar a atenção neste sábado para um problema relacionado a cães na cidade, colocando 91 cruzes ao longo da Dowdy Ferry Road — uma para cada cão encontrado morto no local desde o último verão.

Os voluntários esperam que o memorial, que começará às 9 da manhã, fale por aqueles que não podem falar por si mesmos.

“Aqui foi o último lugar de descanso deles”, disse Stephanie Timko, que ajudou a organizar o evento também monitorou o número de animais mortos e a sua condição.

“Nós queremos honrar as suas vidas”.

A área silvestre que circunda a rodovia Dowdy Ferry, situada próxima à Interstate 20 no sudeste de Dallas, tornou-se conhecida como um local em que as pessoas jogam lixo e corpos de animais.

Entre os 91 corpos de animais encontrados pelos ativistas desde Agosto estavam os de vacas, cabras e “sacolas e sacolas com corpos de galos”, segundo a reportagem do The Scoop Blog.

Porém o problema mais generalizado é o dos cães, jogados mortos e vivos.

Foto: Facebook
Foto: Facebook

Alguns deixam os animais vivos no local, para que sejam atropelados. “Eles ficam sentados do lado da rodovia esperando seus tutores voltarem”, disse Timko. “Eles ficam cada vez mais ansiosos e começam a se aproximar de carros – e é quando eles são atingidos”.

Outros morrem de doenças como parvovirose, uma moléstia extremamente contagiosa que é transmitida pelas fezes.

E há também os que são jogados depois de mortos por abusos ou negligência. Timko relata ter visto cães que foram estrangulados e deixados em gaiolas para morrer de fome.

A questão das pessoas jogarem os cães é associada à ocorrência de um grande número de cães em situação de rua no sul de Dallas. O serviço de controle de zoonoses de Dallas fez esfoços para capturá-los, porém os moradores acusam o abrigo de não ter feito o suficiente para solucionar o problema.

As cruzes postas pelos voluntários terão inscritas as datas em que os animais foram encontrados, e estarão sobre um chão florido. A Pastora Becky Porter da Igreja Heartland em Carrollton irá fazer uma oração, e os ativistas distribuirão folhetos pedindo aos moradores locais que reportem casos de despejo de cães e de abusos.

“Nós verdadeiramente queremos empoderar a comunidade para que a mesma comece a vigiar a sua região”, disse Timko.

Para mais informações, visite a página do evento no Facebook.

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Destaques, Notícias

Sepultamentos milenares revelam que os cães sempre foram nossos melhores amigos

Por Sarah Griffith/Daily Mail (Tradução: Neuza Vollet/Agência de Notícias de Direitos Animais)

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Foto: Universidade de Alberta/YouTube

A descoberta de um cemitério milenar onde os cães eram enterrados como os seres humanos, entre 5.000 e 8.000 anos atrás, está lançando nova luz sobre a relação com os nossos melhores amigos.

Os restos mortais encontrados no Lago Baical, na Sibéria, revelam que os animais eram sepultados com seus tutores e tratados como humanos durante a vida e também na morte.

Cães premiados eram enterrados usando coleiras decorativas ou com objetos, como colheres, sugerindo a crença das pessoas na vida pós-morte do animal, de acordo com um antropólogo.

O antropólogo Robert Losey, da Universidade de Alberta, no Canadá, encontrou os restos mortais de um cão perto do lago de água doce mais profundo do mundo.

Foto: Universidade de Alberta/YouTube
Foto: Universidade de Alberta/YouTube

Losey, que estuda o relacionamento entre cães e humanos, declarou em vídeo que na pré-história há mais sepultamentos de cães do que de outros animais, incluindo gatos e cavalos, o que sugere que os caninos “tinham um lugar muito especial nas comunidades humanas no passado”.

O sítio no Lago Baical indica uma das mais antigas evidências da domesticação dos cães, mas também sugere que esses animais eram tão estimados como os seres humanos. “Os cães eram tratados exatamente como os humanos quando morriam”, disse o Dr. Losey.

 

“Eles eram colocados cuidadosamente em um túmulo, usando coleiras decorativas ou próximos de objetos como colheres, talvez porque se pressupunha que os animais possuíam almas e que teriam uma vida após a morte”.

Em um dos casos, um homem foi enterrado junto de seus dois cães, um de cada lado. Mas os animais também davam a impressão de terem sido bem tratados enquanto estavam vivos.

O Dr. Losey usou análises químicas dos ossos para determinar que os cães eram alimentados com a mesma dieta dos humanos pré-históricos, incluindo peixe e carne que obtinham caçando.

“Desde o princípio há evidência de que as pessoas amavam e cuidavam dos seus cães da mesma forma que nós o fazemos hoje, mas eles também eram companheiros de trabalho e estavam envolvidos em todas as tarefas domésticas”, de acordo com o Dr. Losey.

Foto: Corbis
Foto: Corbis

“Há milhares de anos havia até mesmo cachorrinhos de colo. Os romanos tinham os seus”.

“Com certeza as pessoas começaram a criação de cães com objetivos específicos. Acredita-se que todos os cães modernos descendem do lobo cinzento euro-asiático, uma subespécie que se ramificou e começou a interagir com os humanos entre 30.000 e 40.000 anos atrás, “provavelmente por sua própria iniciativa, sem a intervenção dos seres humanos em suas vidas”, explica o Dr. Losey.

É provável que os lobos circulassem nos arredores dos acampamentos humanos e que aos poucos se tivessem tornado menos inibidos. Quando se tornou claro seu potencial como companheiros e parceiros de trabalho, foram domesticados e criados seletivamente.

Em algum período entre 10.000 e 15.000 anos atrás, o lobo tornou-se geneticamente indistinguível do cão moderno.

Losey também encontrou evidências de cães de trenó, usando o que parecem ser arreios, assim como indícios do uso de renas também. “Assistimos ao surgimento desta singular comunidade multiespécie”, comentou o cientista.

Embora o cão dos nossos dias seja mais próximo geneticamente de seu ancestral remoto do que do lobo moderno, a maioria das raças específicas de cães têm raízes que remontam a cerca de 200 anos apenas.

Foto: Mail On Line
Foto: Mail On Line

Ele afirma que continuará a estudar o sítio de sepultamento na Sibéria, pois se trata da maior coleção arqueológica de cães de toda a região Ártica.

O Dr. Losey espera que o sítio nos auxilie a compreender o que está no cerne do nosso relacionamento com os cães. “O que mais me interessa é a história de nosso relacionamento de trabalho com os animais, assim como nosso relacionamento emocional”, ele disse.

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Guaxinim morto na calçada recebe memorial

Por Tude Lusiani (da Redação)

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O caso de um guaxinim encontrado morto em uma calçada de Toronto, Canadá, causou polêmica nas redes sociais nas últimas 24 horas, segundo informações do Washington Post.

Jason Wagar estava passando ontem (09/07), às 9h, por uma das ruas mais movimentadas do centro de Toronto, quando se deparou com o corpo de um guaxinim na calçada. Ele rapidamente reportou o caso às autoridade municipais competentes através do Twitter. Em seguida, recebeu uma resposta de que o setor responsável da prefeitura (Serviços Animais) já tinha sido notificado. Mas as horas passavam e ninguém aparecia para coletar o animal morto.

Por volta do meio-dia, alguém deixou uma mensagem ao lado do corpo do animal que dizia: “Descanse querido guaxinim. A ajuda está a caminho.” Em seguida, uma outra pessoa colocou uma rosa vermelha ao lado do animal morto. Começava então um memorial para o guaxinim.

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Wagar voltou ao local às 15h e no memorial improvisado havia também uma nova mensagem e uma foto de um guaxinim em um porta-retrato.

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Os esforços de Wagar em mobilizar a cidade pelo Twitter deu certo. O Conselheiro da Cidade de Toronto, Norm Kelly, que tem 11 mil seguidores, fez um novo post solicitando a retirada do corpo do animal e o assunto se tornou viral com a hashtag #DeadRaccoonTO. De acordo com a CBC News, alguém das mídias sociais batizou o guaxinim morto com o nome de Conrad.

Durante todo o dia pessoas sensibilizadas com o fato e outras apenas por curiosidade ou brincadeira passaram pelo local para ver o corpo do guaxinim. Quando começou a escurecer velas foram colocadas ao lado do animal.

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Somente às 23h, 14 horas após o pedido de remoção, um funcionário do Setor de Serviços de Animais de Toronto finalmente chegou ao local. Naquele momento, o fenômeno #DeadRacoonTO também estava sendo fotografado e twittado por um jornalista freelance.

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Foto: ANDA
Foto: ANDA
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