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Novo estudo indica que veganismo melhora níveis de ansiedade e estresse

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Alexdoddphotography
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Cada vez mais pesquisas têm demonstrado que a alimentação vegana pode melhorar a saúde física das pessoas. Agora um novo estudo, publicado na Nutritional Neuroscience, oferece pela primeira vez uma investigação em grande escala de o veganismo pode influenciar a saúde mental.

Os resultados são promissores. Os pesquisadores recrutaram cerca de 800 participantes, incluindo veganos, vegetarianos e onívoros, diz o Faunalytics.

Todos os participantes responderam a um questionário online sobre suas escolhas alimentares, uso de vitaminas e suplementos, estilo de vida, demografia e níveis de ansiedade, estresse e depressão.

Os resultados mostraram que a maioria dos veganos, e, em menor número, vegetarianos, relataram menos estresse e ansiedade do que os onívoros.

Mais especificamente, veganos e vegetarianos do sexo masculino relataram menos ansiedade do que os onívoros do sexo masculino.
Já as mulheres veganas apresentaram menos estresse em comparação com as mulheres onívoras. Em todos os grupos, os níveis de depressão foram semelhantes.

Os autores observam que os resultados baseiam-se no em seu trabalho anterior que ressaltava que a alimentação vegetariana de adventistas teve menor incidência de problemas relacionados com a disposição em comparação com a alimentação onívora.

O novo estudo também se baseia em uma pesquisa feita anteriormente que indicava que a retirada da carne promove a curto prazo melhorias na disposição de onívoros.

Uma das hipóteses para a maior disposição de vegetarianos e veganos trabalha com a possibilidade de que as gorduras animais podem ativar vias inflamatórias no cérebro que são responsáveis por distúrbios de estresse e de humor.

Na conclusão do trabalho, os autores expressam suas expectativas de que a alimentação vegana seja usada também no tratamento de distúrbios de humor.

“Uma dieta à base de plantas e com menor consumo de gorduras animais pode estar ligada a uma melhor saúde mental”, escrevem.

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Novo canil do Porto estará concluído em 2017 e terá 100 boxes e gatil

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Uma comitiva da representação parlamentar do PAN visitou esta semana o atual Canil do Porto, um espaço que dizem estar “obsoleto”, e reuniu com o vereador do Ambiente, Filipe Araújo, que lhe assegurou que a “Câmara do Porto está a trabalhar no projeto de execução no novo canil (CROA)” e que se prevê que “as instalações estejam concluídas até ao final de 2017”, lê-se num comunicado enviado hoje à comunicação social.

“Foi ainda avançado que se prevê que o canil venha a ter 100 boxes para canídeos e um gatil” e que o projeto do canil pode ser “alvo de consulta pública antes de ser colocado a concurso público”, acrescenta o mesmo comunicado.

A 30 de março de 2015, em declarações à agência Lusa, o vereador do Ambiente da Câmara Municipal do Porto, assumiu que o atual Canil Municipal é uma estrutura “obsoleta”, com mais de 80 anos, que está “degradado” e que a autarquia tinha a intenção de anular aquela estrutura, mal estivesse construído o Centro de Recolha Animal da cidade do Porto.

Na altura, o vereador assumia acreditar que 2016 é o ano para “lançar o concurso da obra”.

O PAN revelou também que a Câmara do Porto está atualmente a “fazer um levantamento do número de colónias de gatos existentes, assim como das associações vocacionadas para o trabalho no terreno para implementação de um programa de “Captura, Esterilização, Devolução (CED) no município”.

Durante a visita ao Canil do Porto, o PAN pediu à vereação para que alterasse o regulamento municipal no sentido de não proibir, mas regulamentar” o “ato ético de alimentar animais de rua” transmitiu o “descontentamento crescente dos cidadãos face à “ausência de políticas públicas de bem-estar e proteção animal na cidade do Porto”.

Perto de uma centena de pessoas reuniram-se no domingo passado em frente à Câmara Municipal do Porto para pedir melhores condições para o canil da cidade e apelar para que seja permitido o acesso a voluntários.

Em declarações à Lusa, Sandra Silva, a responsável pela organização da concentração através do Facebook, classificou as atuais instalações do canil municipal como “uma miséria” e sublinhou que “o animal já é abandonado, vai para um canil, ao menos que tenha uma qualidade de vida enquanto espera pela adoção”.

Em março de 2015, cerca de 100 pessoas manifestaram-se à frente do Canil Municipal do Porto contra as condições daquela estrutura e contra o abate de animais e o vereador da CDU da Câmara do Porto, acusou, em conferência de imprensa, a maioria liderada pelo independente Rui Moreira de “nada” fazer para o bem-estar animal e afirmou que o canil não estava licenciado conforme as regras nacionais.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Protesto pede melhores condições e voluntariado no canil do Porto, em Portugal

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Em declarações à Lusa, Sandra Silva, a responsável pela organização da concentração através do Facebook, classificou as atuais instalações do canil municipal como “uma miséria” e sublinhou que “o animal já é abandonado, vai para um canil, ao menos que tenha uma qualidade de vida enquanto espera pela adoção”.

Em resposta por escrito à Lusa, fonte oficial da Câmara Municipal do Porto lembrou que a autarquia “tem estimulado a adoção, através de uma campanha de comunicação e da oferta da esterilização”.

“Quanto ao edifício, que tem mais de 70 anos, a Câmara Municipal do Porto reconhece que há décadas que ele precisa de ser revisto. Está por isso previsto nos planos obras ou a sua substituição num prazo que não está definido. Ou seja, assim que for possível avançar com o projeto isso será comunicado”, referiu a mesma fonte da câmara.

Sandra Silva, que afirmou não estar ligada a qualquer associação, disse que tem feito repetidos apelos para que seja permitido o voluntariado – associativo ou particular — no canil, “porque a cidade do Porto ainda tem muita gente que quer ajudar os animais”.

“Já fui a várias reuniões, até ao canil, onde peço para deixar entrar o voluntariado e é sempre negado”, respondeu Sandra Silva, que disse que nunca lhe foram apresentadas justificações para tal rejeição.

A organizadora do protesto, que tinha prevista a participação do deputado do partido Pessoas – Animais — Natureza (PAN), André Silva, acrescentou que nunca chegou a receber qualquer resposta aos vários pedidos de reunião que endereçou ao vereador com o pelouro do Ambiente, Filipe Araújo.

“A forma como tratamos os animais que connosco compartem esta casa comum é uma marca clara do nosso nível civilizacional e por este motivo o PAN junta-se, aos cidadãos do Porto, por um melhor tratamento dos animais na cidade”, indicou o partido em comunicado.

Várias das pessoas que se deslocaram até à Câmara do Porto empunhavam cartazes e sinais, nos quais se podiam ler mensagens como ‘Canil do Porto = Campo de concentração’ ou ‘Queremos mais condições, queremos um canil digno e ético’.

A circular pelos presentes estava também um manifesto pelos animais do canil do Porto, que reclamava a criação de “um Centro de Recolha Oficial de Animais que seja um autêntico Centro de Bem-estar Animal”.

A autarquia reconheceu ainda que “as instalações cumprem os requisitos existentes noutros concelhos e na lei, apesar de a Câmara Municipal do Porto reconhecer a antiguidade das instalações e pretender substituí-las ou melhorá-las”.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Notícias ao Minuto

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Gatil da Prefeitura de Hortolândia (SP) recebe melhorias para alojar animais resgatados das ruas

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Com o objetivo de melhor alojar os felinos que resgatados das ruas de Hortolândia (SP), a Prefeitura, por meio da Secretaria de Saúde, reformou o gatil instalado no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). No espaço, foi instalado piso frio para facilitar a higienização, caixas em diferentes formatos e tamanhos para que os animais tenham fácil acesso, possam se abrigar confortavelmente, e fazer suas necessidades fisiológicas.

Mais de 20 gatos estão alojados para adoção. Os gatos variam de porte e idade. Todos os animais recebem os cuidados necessários. Interessados podem procurar o CCZ localizado na Rua Athanazio Gigo, 60, Chácara Recreio 2000, de segunda a sexta feira, das 8h às 16h.

No CCZ há também mais de 80 cachorros, entre machos e fêmeas para adoção. Todos os animais foram recolhidos das ruas e estão em ótimo estado, prontos para ganhar um novo lar.

De acordo com o veterinário do CCZ, Evandro Alves Cardoso, os animais recebem todo tratamento necessário e estão com saúde. “São animais dóceis e precisam de cuidados e carinho. Desde a retirada das ruas até a adoção eles recebem tratamentos. É muito importante que as pessoas não abandonem seus animais, não maltratem e adotem com consciência”, destacou Cardoso.

Fonte: Portal Hortolândia

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Comissões de defesa dos direitos animais visitam Zoonoses de Votorantim (SP)

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As Comissões de Defesa do Direito dos Animais da Câmara Municipal e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), formada respectivamente pelos vereadores Lê Baeza, Bruno Martins e das advogadas Ilka Sonia Michelleti e Elaine Cristina Correa da Silva estiveram na manhã de terça-feira (23), no Centro de Controle de Zoonoses da cidade.

O poder legislativo já havia recebido a Comissão da OAB no último dia 03, quando na oportunidade ocorreu a troca de informações, a possibilidade de parcerias entre os órgãos na realização de palestras, seminários e a integração das duas comissões com o objetivo de combater os maus-tratos e oferecer melhores condições de vida aos animais.

Agora, nesta oportunidade, as comissões foram recebidas pela secretária de Saúde, Izilda Maris Chiozzoto de Moraes, a diretora de Vigilância em Saúde, Katia Regina de Oliveira, e o coordenador da Zoonoses, Guilherme Nóbrega de Almeida, sendo que, o encontro permitiu a abordagem de diversos temas, dentre eles, a reforma do canil municipal prevista para o final de março, a continuidade da castração para reduzir a população canina, o Projeto “Estimacão” realizado na Praça de Eventos da cidade, enfim, a intenção é trabalhar todas estas questões proporcionando melhores resultados de forma permanente.

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Katia informou que atualmente a Zoonoses atende 32 cães e após a reforma terá a capacidade para abrigar 50. Na sequência mencionou sobre a existência da parceria com o Meio Ambiente direcionado ao Projeto “Adote a Zoonoses” e o acompanhamento e apoio às famílias que fazem parte do Programa de Desfavelamento. “Realizamos um levantamento da quantidade de animais, também oferecemos a orientação de acordo com o que prevê a Constituição, bem como, a ação dos veterinários ao realizar a castração”, informou ela.

Com relação às novas parcerias, Izilda mencionou que há o interesse unir esforços em conjunto com a Fundação Alexandra Schlumberger de Sorocaba (FAS) para a execução de trabalhos na parte clínica, bem como, com a Universidade de Sorocaba (UNISO) proporcionando assim a realização de um projeto direcionado aos estagiários com a ressocialização dos animais. “Temos vários projetos em andamento e esse respaldo por parte da OAB ao orientar, divulgar as ações referentes aos direitos dos animais e agilizar os processos na autorização de doações, em conjunto com o legislativo auxiliará e muito nossas ações”, salientou Izilda.

Os vereadores Lê Baeza e Bruno Martins também se colocaram à disposição para interagir, acompanhar e apresentar em plenário projetos de leis que atualizem as leis locais. “De acordo com o que foi apresentado e discutido neste segundo encontro, a ideia é unificar as ações do legislativo, da OAB, da Zoonoses, da Secretaria de Saúde, dos veterinários, das ONGs e dos defensores dos animais, e essa parceria possibilitará uma integração maior para trabalharmos juntos, com a finalidade de obtermos o auxílio na aprovação de leis que possam beneficiar os animais da cidade”, destacaram os vereadores.

Fonte: Gazeta de Votorantim

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Com 200 animais abrigados, Bem-Estar Animal de Jundiaí (SP) passa por reforma

Órgão também contará com outros investimentos municipais para melhoria do atendimento, que hoje é restrito a dias uteis e horário comercial. (Foto: Divulgação)
Órgão também contará com outros investimentos municipais para melhoria do atendimento, que hoje é restrito a dias úteis e horário comercial. (Foto: Divulgação)

A sede da Coordenadoria do Bem-Estar Animal (Cobema), de Jundiaí, está em reforma. Localizado no bairro Chácara São Francisco, o órgão, que tem por finalidade estimular a guarda responsável dos animais e promover o bem-estar através de medidas educativas e até mesmo punitivas, precisa de adequações para fazer novos atendimentos e dar estrutura aos 200 animais hoje lá abrigados.

A reforma no local, estimada em R$ 100 mil, será custeada por uma contrapartida paga por um empreendimento devido ao Estudo de Impacto da Vizinhança. A estimativa é de que a obra esteja concluída ainda neste primeiro semestre. Mas o Cobema, que existe sob responsabilidade da Secretaria de Planejamento e Meio Ambiente, deve mudar de endereço até o fim do ano que vem.

Daniela da Câmara, secretária desta pasta, esclarece que o órgão permanecerá na Chácara São Francisco até o término da construção da nova sede, que deve ser iniciada ainda este ano e, até o final do ano que vem, prevê-se que seja entregue. O terreno destinado à nova sede já foi decidido, mas a secretária optou por não divulgar. “O que posso dizer é que a obra também será feita com custeio de contrapartidas”, alega. Para Daniela, o local onde a Cobema funciona atualmente não é adequado às suas necessidades. “É uma chácara improvisada. Queremos com essa reforma colocar pelo menos uma área em que os animais possam tomar sol.”

Outras iniciativas programadas para este semestre também devem colaborar para a ampliação do atendimento da Cobema, dentre elas a compra de mais um veículo, dessa vez adaptado, já que o único carro disponível para visitas e resgate de animais não está adequadamente equipado. Além disso, hoje a entidade funciona apenas de segunda a sexta-feira, em horário comercial. “Queremos colocar pelo menos um celular de plantão para atendimento 24 horas, mas isso ainda não está definido”, acrescenta Daniela. “Mas o principal é que vamos focar em educação de meio ambiente e conscientização. O problema não é falta de políticas públicas, mas sim excesso de abandono.”

Por outro lado, protetores independentes e ONGs locais clamam por mais investimento. É o caso da UIPA (União Internacional Protetora dos Animais), que tem mais de 500 cachorros em seu terreno e não recebe mais apoio financeiro da prefeitura.

Castrações

De janeiro a novembro de 2014 a Cobema realizou cerca de 1,6 mil castrações em sua sede e quatro mutirões em bairros da cidade, onde outros 1,4 mil animais foram castrados. Além disso, hoje o espaço conta com cerca de 200 animais abrigados. De 175 recebidos no ano passado, apenas 55 foram adotados. Em 2014 mais de 2,5 mil atendimentos sobre a causa animal foram registrados no 156 da prefeitura, dentre denúncias de abandono, maus-tratos, negligência, omissão e doença. “Não é função da Cobema abrigar”, ressalta a secretária. Por isso, outra proposta da secretaria é mudar o modelo de feiras de adoção atuais, criando uma feira permanente. Daniela também ressalta a importância de potencializar as castrações e microchipagens. “Se o cão ou gato abandonado tem chip, basta localizar o dono e responsabilizá-lo pelo crime. Esse será um passo importante.”

Mais mudanças

Além dos projetos, a coordenadoria também passará por mudanças na administração. Um container será afixado em frente à sede e os atendimentos veterinários serão realizados apenas lá. “Vamos estipular melhor também os critérios para o atendimento. Poderão levar animais os representantes de organizações não governamentais, pessoas de baixa-renda e protetores independentes que apresentem histórico e testemunho de outras pessoas sobre sua atuação.” No ano passado cerca de 1,8 mil animais foram atendidos pelos veterinários da entidade pública.

Fonte: JJ

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Protetoras de animais levam pedidos de melhorias para CCZ a vereador de Taubaté (SP)

Chico Saad registra solicitações das protetoras do animais. Foto: Divulgação

Um grupo de protetoras de animais se reuniu com o vereador Chico Saad (PMDB) para levar reivindicações em prol do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses). O primeiro pedido na reunião, realizada dia 27, foi pelo aumento do espaço do canil onde ficam abrigados cães da raça pitbul.

“ Os pit bulls ficam em cubículos muito pequenos, sem lugar para tomar sol. Isso favorece que fiquem mais agressivos, com problemas de saúde, o que dificulta que sejam adotados”, justificou Vera Prado, representante do grupo.

A falta de materiais para procedimentos em consultas veterinárias foi relatada pelas protetoras dos animais, que pediram a realização de mais castrações, além de espaço para banho de sol para filhotes.

A fiscalização da lei que regulamenta o uso de carroças foi solicitada pelo grupo, que afirmou estar havendo descumprimento da legislação.

Chico Saad agendou reunião para o dia 11 de outubro, às 15h, em que devem participar representantes da Prefeitura, Promotoria e Polícia Ambiental.

Fonte: Diário de Taubaté

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Animais que sofriam de frio e calor extremos em região desértica ganham cuidados especiais

Por Soraya Machado  (da Redação – Chile)

Foto: Divulgação

Depois da reportagem publicada pelo ANDA, e de muita pressão dos chilenos, a sorte do cães de Caldera, Região de Atacama, norte do Chile parece estar prestes a mudar. A prefeitura informa que foi aprovado pelo governo do Chile um orçamento de 17.640 dólares, exclusivos para serem usados em prol do bem-estar dos cães e da manutenção do canil.

Algumas ações já estão em prática. Entre elas:

1.     Instalação de um telhado na área que não contava com teto definitivo. Este telhado tem um tamanho aproximado de 12 x 6 metros, cobrindo uma área de 72 metros quadrados.

2.    O pastor alemão “Kiron”, que aparecia na reportagem de “Meganotícias” em mau estado, já recuperou o peso, está mais amigável com as pessoas, e o seu problema testicular está evoluindo gradualmente.

3.    Instalação de um toldo plástico de 12 x 8 metros, cobrindo uma área de 96 metros quadrados para que os cães possam descansar protegidos do sol.

Cães ganharam abrigo para se protegerem do sol (Foto: Divulgação)

4.    Perímetro cercado de 180 metros, aumentando a área de recreação dos cães.

5.    Espaço livre de 750 metros quadrados, permitindo a construção de um curral exclusivo para os filhotes.

6.    Instalação de uma fossa séptica.

7.    Quanto ao projeto de esterilização de cães, está aprovado pela Câmara Municipal e em processo de execução, onde serão esterilizados entre 250 e 500 cães anualmente .

Animais recebem atendimento veterinário (Foto: Divulgação)

8.    Livro de registro de atenção veterinária e de visitas disponível no canil.

9.    Guardas auxiliares fixos no lugar, responsáveis por cuidar e alimentar os cães .

10.    Operação de vacinação, tratamento contra sarna, banho e corte de unhas.

Além disso a prefeitura de Caldera convida a todos os interessados a visitar o canil e ajudar de forma voluntária.
Nesse mesmo site, podem ser vistos os cães  que estão esperando adoção: http://www.caldera.cl/adopcion.html .

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Você é o Repórter

Prefeitura de São Paulo não realiza as melhorias prometidas para o CCZ da cidade

INR – Projetos
projetos@institutoninarosa.org.br

Durante 14 meses a Comissão de Protetores tentou insistentemente fazer com que a Prefeitura de São Paulo cumprisse seus COMPROMISSOS com os animais da cidade!

http://cczmudaoufecha.blogspot.com

Inúmeras reuniões, documentos protocolados, emails enviados. Infelizmente a Prefeitura, a Secretaria de Saúde  e a COVISA não se manifestaram favoravelmente à execução de suas promessas.

O último OFÍCIO do dia 11 de junho de 2010 cobrando as promessas foi protocolado na Prefeitura http://documentoccz.blogspot.com/p/oficio-enviado-covisa-e-prefeitura-em.html e enviado à Coordenadora da COVISA. Em 14 de junho de 2010 a resposta da Coordenadora da COVISA e nem mais um sinal: http://documentoccz.blogspot.com/p/resposta-da-covisa-ao-documento.html

A responsabilidade de tanto descaso é do Senhor Prefeito Gilberto Kassab!

AJUDEM OS ANIMAIS da cidade. Enviem cartas ao Prefeito, Secretário de Relações Governamentais, Secretário de Saúde e  Coordenadora da COVISA, que são os responsáveis pela situação em que os animais hoje se encontram, cobrando que apenas façam o que prometeram.

Modelo de carta a ser enviado

Para: Prefeito Gilberto Kassab – prefeitura@prefeitura.sp.gov.br
Antonio Carlos Rizeque Malufe –  relacoesgovernamentais@prefeitura.sp.gov.br
Secretário de Saúde Januário Montone – januariomontone@prefeitura.sp.gov.br
COVISA Inês Romano – iromano@prefeitura.sp.gov.br
Amigos dos Bichos – amigosdosbichosdoccz@gmail.com

Excelentíssimos Prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, Secretário Municipal de Saúde Januário Montoni, Coordenadora da Vigilância em Saúde Inês Suarez Romano.

Senhores, promessas não são mais aceitáveis.

Há mais de um ano Vossas Excelências assumiram compromissos com a população de São Paulo para um tratamento ético dos animais da cidade, porém quase nada mudou!

1. O Centro de Zoonoses de São Paulo continua com falta de medicamentos para tratamento dos animais;

2. Animais continuam submetidos à umidade, em situação de maus-tratos, sem a proteção mínima necessária e prometida: toldo vertical e pallets plásticos nos canis;

3. Animais, funcionários e voluntários correm risco de se ferir gravemente nos portões enferrujados e pisos quebrados dos canis, todos sem manutenção;

4. Animais estigmatizados como agressivos (cães das raças pit bull, rottweiler, doberman e outros de grande porte) continuam confinados e sem que haja a implementação da campanha para castração e identificação dos mesmos, prometida no passado como “imediata”;

5. A Prefeitura não criou programa continuado de adoção dos animais e conscientização da população para a guarda responsável;

6. A construção do Núcleo de Bem-estar Animal nas dependências do CCZ /SP continua apenas no papel;

7. A descentralização do núcleo de atendimento, com a construção de 4 novas unidades regionais, continua apenas no papel;

8. A aquisição de 50.000 microchips, continua apenas no papel;

9. A verba de R$ 1.300.000, 00, destinada pelos vereadores às melhorias das condições dos animais no CCZ/SP em 2009, foi PERDIDA por não ter sido aplicada a tempo, dentro do prazo legal.

10. A ampliação dos convênios prometida desde julho de 2008, também ficou no papel

Promessas não são mais aceitáveis.

Cumpram sua palavra!

(nome completo)

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