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Médico veterinário será demitido após prisão em rinha de cachorros

A Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), para a qual o veterinário prestava serviços, informou que as “atitudes do colaborador divergem dos preceitos da agência”


Um médico veterinário que foi preso por envolvimento em uma rinha de cães em Mairiporã (SP) será demitido do Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), para o qual prestava serviços.

Foto: Marcelo Assunção/ TV Globo

O profissional tem registro no Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Amazonas (CRMV-AM). Ele foi um dos 41 presos em uma rinha de cães. Todos, no entanto, foram liberados pela Justiça para responder ao processo em liberdade, com exceção de um homem apontado como o responsável por organizar o evento.

No local onde a rinha era realizada foram encontrados 19 cães vivos e um morto. As informações são do jornal A Crítica.

A Adaf informou que o veterinário apoiava ações do ‘Projeto de Apoio ao Fortalecimento da Defesa Agropecuária e Florestal’, da Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (AADES).

“Tais atitudes do colaborador divergem dos preceitos desta agência, ao passo que a Adaf repudia e não compactua com qualquer ato relacionado aos maus-tratos de animais (…) Informa ainda que já adotou as medidas cabíveis para o desligamento do colaborador, uma vez que o perfil profissional do mesmo se mostra impróprio com os princípios norteados por esta agência”, diz nota divulgada pelo órgão.

O CRMV-AM também se posicionou, publicando nota por meio da qual afirma que “tomará as medidas necessárias para a apuração dos fatos e as providências cabíveis no que tange à ética profissional, sobretudo, em bom nome do Sistema CFMV/CRMVs, responsável por normatizar e fiscalizar o exercício da Medicina Veterinária no Brasil”.

O órgão disse ainda que não há “justificativas racionais para o envolvimento de um profissional da Medicina Veterinária em rinhas de cães”.

“Ademais, o CRMV-AM ressalta que, de acordo com a Resolução nº 1.236/2018, do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o profissional que comete ou é conivente com atos de crueldade, abuso e maus-tratos aos animais deve responder por falta ético-profissional. Esta Regional enfatiza, ainda, que a resolução é clara em seu texto quanto ao dever do médico-veterinário de prevenir e evitar quaisquer atos que configurem maus-tratos”, diz a nota.


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Petição pede cassação de registro profissional de veterinário envolvido em rinha de cães

O abaixo-assinado já conta com a adesão de mais de 88 mil internautas


Uma petição online foi feita para pedir a cassação do registro profissional do médico veterinário envolvido na rinha de cães promovida em Mairiporã, no interior de São Paulo.

Foto: Marcelo Assunção/TV Globo

“Comprovado que o veterinário tenha seu registro no estado do Amazonas, queremos que o CRMV do Amazonas casse imediatamente a licença desse sujeito”, diz o texto do abaixo-assinado, que já conta com mais de 88 mil adesões.

O CRMV-AM já se manifestou sobre o caso, divulgando nota por meio da qual afirma que “tomará as medidas necessárias para a apuração dos fatos e tomará as providências cabíveis no que tange à ética profissional, sobretudo, em bom nome do Sistema CFMV/CRMVs, responsável por normatizar e fiscalizar o exercício da Medicina Veterinária no Brasil”.

O órgão ainda demonstrou perplexidade com os fatos, afirmando desconhecer “justificativas racionais para o envolvimento de um profissional da Medicina Veterinária em rinhas de cães”.  “Ademais, o CRMV-AM ressalta que, de acordo com a Resolução nº 1.236/2018, do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV), o profissional que comete ou é conivente com atos de crueldade, abuso e maus-tratos aos animais deve responder por falta ético-profissional. Esta Regional enfatiza, ainda, que a resolução é clara em seu texto quanto ao dever do médico-veterinário de prevenir e evitar quaisquer atos que configurem maus-tratos”, completa a nota.

Conforme divulgou o jornal A Crítica, o veterinário era funcionário da Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Estado do Amazonas (Adaf), que se comprometeu em demiti-lo.

“Tais atitudes do colaborador divergem dos preceitos desta agência, ao passo que a Adaf repudia e não compactua com qualquer ato relacionado aos maus-tratos de animais (…) Informa ainda que já adotou as medidas cabíveis para o desligamento do colaborador, uma vez que o perfil profissional do mesmo se mostra impróprio com os princípios norteados por esta agência”, diz a nota da Adaf.

Entenda o caso

A Polícia Civil desarticulou uma rinha de cachorros em Mairiporã (SP) neste sábado (14). Quarenta e uma pessoas foram presas e 19 cães foram resgatados, todos da raça pit bull. Um cão foi encontrado morto e outro assado para consumo.

A polícia prendeu dois apostadores peruanos, dois mexicanos e um norte-americano. Um policial militar também foi detido. Todos foram encaminhados à Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente.

A Justiça, no entanto, determinou a soltura de 40 dos 41 presos, mantendo a prisão apenas do suspeito de organizar a rinha. Eles irão responder pelos crimes de maus-tratos a animais com agravante de morte, prática de jogos de azar e associação criminosa.

Os cachorros resgatados foram encaminhados para três entidades de proteção animal. Animais silvestres encontrados no local também foram salvos.


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Lojas que exploram animais para venda em mercado são autuadas em MG

Dez lojas que exploram animais para venda no Mercado Central de Belo Horizonte (MG) foram autuadas pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-MG), na quarta-feira (10), por violarem normas de bem-estar animal.

Foto: CRMV/Divulgação

O comércio de animais no Mercado Central fere a lei municipal n°7852, que proíbe a entrada de animais em ambientes onde é realizada a venda de alimentos. Apesar disso, a manutenção do comércio de animais no local foi mantida por uma liminar do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), emitida em 2018.

O fato do comércio ocorrer de maneira legal no mercado reforça o argumento de ativistas pelos direitos animais, que frequentemente alertam que a única solução para por fim aos maus-tratos a animais no comércio é colocando fim a prática da venda de seres vivos. Estabelecer normas para que os animais não sejam maltratados não impede que eles sejam vítimas de negligência e de violência – se impedisse, as lojas do Mercado Central não teriam sido autuadas.

Os proprietários das lojas têm até 30 dias para se adequarem a exigências feitas pelo CRMV-MG. Em caso de descumprimento das determinações, eles terão que pagar multas que variam de R$ 3 mil a R$ 24 mil. O mercado não se posicionou sobre o caso. As informações são do portal O Tempo.

As irregularidades encontradas nos estabelecimentos autuados vão desde falta de médico veterinário como responsável técnico pelo local a descumprimento de normas básicas. Os fiscais orientaram os proprietários das lojas a garantir abrigos adequados e seguros aos animais.

“Os comerciantes foram muito solícitos, o que contribuiu com o sucesso de nossa ação fiscalizatória”, avalia a médica-veterinária e chefe do setor de Fiscalização do CRMV-MG, dra. Rafaela Luns.

A legislação que autoriza que animais sejam explorados para a venda exige a presença de um veterinário nos estabelecimentos para que o profissional assegure conforto, segurança e higiene aos animais, que devem estar vacinados e vermifugados.

Nota da Redação: a ANDA é veementemente contra o comércio de qualquer espécie de animal por entender que seres vivos não devem ser tratados como mercadorias. Precificar uma vida e disponibilizá-la para venda é uma prática antiética que contraria os status de sujeito de direitos e de ser senciente – isso é, capaz de sofrer – do animal. Como defensora dos direitos animais, a ANDA recomenda aos leitores que sempre optem pela adoção e que não comprem animais em hipótese alguma.


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Cavalo sofre fratura exposta durante tourada e é sacrificado em Portugal

Um cavalo, chamado Xeque-Mate, sofreu uma fratura exposta durante uma tourada em Coruche, uma vila portuguesa. Uma ação violenta do cavaleiro João Moura Jr causou o ferimento. Após ser avaliado por um veterinário, o cavalo foi sacrificado. A justificativa para o sacrifício foram os “danos irreversíveis” causados ao animal.

Foto: antonioramalho / Flickr

A tourada aconteceu no último sábado (6) e o cavalo foi sacrificado no dia seguinte. As informações são do portal Correio da Manhã.

Além do cavalo, quatro pessoas ficaram feridas durante a tourada realizada na praça de Coruche, em Santarém. Dois cavaleiros, sendo João Moura Jr e Ana Batista, e dois “forcados” – que são os homens responsáveis por pegar o touro – foram socorridos com ferimentos. Os dois foram levados ao Hospital de Santarém, mas já receberam alta médica e se recuperam dos ferimentos.

Os forcados João Ventura e Luís Fera foram socorridos com ferimentos graves no momento em que lidavam com o quinto touro explorado pelo cruel espetáculo. Ventura perdeu os sentidos na arena, mas foi levado ao hospital, recuperou-se e teve alta hospitalar. Fera, no entanto, encontra-se em coma induzido, como medida preventiva, no Hospital de São José, em Lisboa, para onde foi levado de helicóptero após sofrer uma fratura no maxilar. Exames indicam que ele não sofreu lesões cerebrais de maior gravidade e a manutenção da sedação está sendo avaliada pelos médicos.

Nota da Redação: as touradas são eventos extremamente cruéis que condenam os touros e cavalos a intenso estresse e sofrimento e que caminham na contramão do desenvolvimento ético social e da luta pela garantia dos direitos animais. Além disso, são perigosas também para os seres humanos, já que colocam em risco a vida daqueles que dela decidem participar.


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Caça ao javali não resolve problema de desequilíbrio ambiental, diz professor

A justificativa dos defensores da caça ao javali é que o animal causa um desequilíbrio ambiental, afeta lavouras e, por isso, precisa ser caçado como forma de controle. A alegação, no entanto, é refutada pelo professor Adroaldo José Zanella, do Centro de Estudos Comparativos em Saúde, Sustentabilidade e Bem-Estar Animal do Departamento de Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP. Segundo ele, matar os javalis não resolve o problema.

Foto: Simply Viola on Visualhunt / CC BY-NC-SA

O professor explicou ao Jornal da USP no Ar que “os dados sobre javalis ainda são muito modestos para fazer uma tomada de decisão inteligente, mas a caça como medida de mitigação não vai funcionar”. Ele afirmou que falta uma estratégia nacional e até mesmo internacional para elaboração de um plano estratégico em relação ao assunto. Para o médico veterinário, a solução é “atuar para a fonte de controle reprodutivo”.

“O primeiro passo é entender como essa espécie opera”, afirmou Zanella. “A fundamentação da estratégia na minha opinião seria um edital público”, disse.

Atualmente, o javali é o único animal cuja caça é permitida no Brasil. Em março, o Ibama publicou uma nova portaria, por meio da qual, entre outras questões, informatizou o sistema de autorizações para caçadores e regulamentou a exploração de cachorros para a caça ao javali, colocando os cães em risco.

O professor explicou que “o javali, que é ancestral do porco doméstico, tem essas características fenomenais de adaptação: você encontra suínos e javalis nas áreas do Ártico e do Antártico, então eles trazem essa capacidade de se ajustar aos ambientes humanos”.

Os javalis foram trazidos ao Brasil para serem explorados e mortos para consumo humano. A proposta, no entanto, não seguiu adiante e esses animais foram abandonados na natureza e acabaram se reproduzindo e se dispersando pelo país. Com fome, eles entram em plantações e comem os vegetais, o que tem feito com que produtores rurais apoiem que eles sejam mortos.

No entanto, a proposta de manter a caça ao javali e, cada vez mais, facilitá-la, não só é ineficaz, como mostrou o professor, como também é cruel e coloca em risco outros animais. Isso porque espécies nativas, como a queixada e o cateto, frequentemente são confundidas com javalis pelos caçadores, que também matam outros animais de forma proposital.

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Veterinário do RJ acusado de maus-tratos a animais é proibido de exercer profissão

O médico veterinário Leandro Valverde, acusado de praticar maus-tratos a animais, foi proibido pela justiça, em audiência realizada nesta quarta-feira (20), de exercer a profissão e abrir novas clínicas veterinárias, além de estar impedido de comercializar, criar ou colocar animais para procriar. Valverde está em liberdade provisória.

Responsável pelo local foi preso em flagrante | Foto: Reprodução/ TV Globo

A decisão judicial foi tomada após uma operação realizada pela Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da Polícia Civil flagrar 43 animais sendo mantidos em condições precárias em três locais, de propriedade de Valverde, na Zona Oeste do município do Rio de Janeiro. O veterinário foi preso em flagrante.

Foram encontrados 25 cães e 18 tartarugas. Os cachorros estavam famintos, debilitados e com doenças de pele. Os animais não era alimentados adequadamente e mal recebiam água. Em um dos locais foi encontrada comida estragada, além de cadáveres de cães em um freezer.

Animais eram alimentados com comida estragada | Foto: Reprodução/ TV Globo

Também foram encontrados produtos e medicamentos de uso veterinário vencidos. Os cães foram resgatados e serão acolhidos temporariamente pela ONG Paraíso dos Focinhos. As tartarugas foram encaminhadas para uma sede do IBAMA.

Leandro Valverde responderá por crime de maus-tratos, guarda de animais silvestres sem autorização e armazenamento de medicação imprópria para uso.

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Inquérito não aponta maus-tratos a animais em clínica no Macapá (AP)

O inquérito finalizado pela Delegacia de Meio Ambiente (Dema) concluiu que não houve indícios de maus-tratos em cães na clínica do médico veterinário Fernando Mendonça Nazaré, de 39 anos. Ele chegou a ser detido em 18 de janeiro após tutores de cães em tratamento arrombarem o prédio, que fica na Zona Sul de Macapá, e encontrarem animais mortos e sujeira no local.

O delegado Sávio Pinto, titular da Dema, apontou que houve “uma grande confusão” em relação ao ocorrido no dia da prisão, onde segundo os tutores dos animais, a clínica estava com mau cheiro, e com ração, fezes, urina, além da pata de um cachorro, espalhados pelo chão.

Clínica foi interditada após invasão de tutores de animais e prisão de veterinário (Foto: Jorge Abreu/G1)

O médico dormia na própria clínica no momento da invasão, e alguns clientes relataram à época a dificuldade em manter contato com Fernando, que estaria há dois dias sem responder às ligações. Savio explicou que o veterinário trabalhava à noite e descansava durante o dia.

“A clínica foi depredada e ele foi injustamente apresentado preso. Apuramos que nunca houve maus-tratos, o que houve foi uma amputação de pata. E a amputação é diferente de mutilação. Quem amputa é o veterinário para cuidar do animal, é a intervenção cirúrgica”, explicou o delegado.

Sobre a sujeira e os animais mortos na clínica apontados pelas testemunhas, o inquérito detalha que essa função é da Vigilância Sanitária, que interditou o local após o caso. Na oportunidade, o órgão identificou que o estabelecimento não possuía licença obrigatória de funcionamento.

“A lei de crimes ambientais pune o mutilar, não o amputar. Há um elemento subjetivo que é o dolo, a vontade consciente de praticar a conduta. Só posso punir por maus-tratos quando há a intenção de cometer e seguramente não houve”, completou Sávio, após ouvir o médico, testemunhas e os clientes.

No dia seguinte da prisão, a defesa do médico, explicou que “houve precipitação no ato das pessoas que estavam revoltadas e manipulação da cena”. Ele defendeu que o local não estava do jeito que foi encontrado pela polícia e que foi invadido pelos clientes.

“O que se espera de uma clínica veterinária? Um cachorro saudável? Um gato saudável? Não. Os animais que lá estão, estão porque estão doentes. É um animal que muitas vezes precisa amputar uma pata, uma cauda, precisa sofrer uma intervenção cirúrgica para retirada de um câncer. E qual o cenário que se encontra? Não se vê um animal feliz, saltitante, se vai encontrar isso”, finalizou o delegado.

Fonte: G1

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Deputado pede dedução do Imposto de Renda para gastos veterinários

O deputado Feliciano Filho (PSC) protocolou duas moções por meio das quais solicita ao Governo Federal que inclua os gastos com médico veterinário e as doações a entidades de proteção animal entre as despesas passíveis de serem deduzidas do Imposto de Renda.

Deputado quer que gastos com veterinário sejam dedutíveis (Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

“Esse incentivo fiscal pode ajudar as pessoas a cuidar melhor dos animais, levar seu cãozinho ao veterinário, castrar e cuidar da sua saúde,” explica o deputado, que afirma ainda que a dedução reduzirá os gastos públicos, já que incentivará a castração e, com o aumento do número de animais castrados, diminui a quantidade de animais abandonados nas ruas das cidades. “Além de tratar-se de questão humanitária, é questão de saúde pública, meio ambiente e respeito ao dinheiro público”, completa o parlamentar em publicação feita em rede social.

Feliciano afirma que as doações às entidades também deveriam ser dedutíveis porque se trata de uma “iniciativa que beneficia não só as ONGs de proteção animal, mas toda a sociedade”.

“As ONGs vivem no vermelho e não têm ajuda do governo, apesar de fazerem uma função pública. Essas doações são importantes para que as entidades tenham mais autonomia e possam gastar com veterinários, abrigos, transporte, ração e medicamentos,” concluiu Feliciano Filho.

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Você é o Repórter

Pequeno poodle dócil está vagando sozinho pelo bairro Água Funda em SP

Raquel Rignani
raquelpxr@yahoo.com.br


Poodle dócil que precisa de lar urgentemente (Foto: Por Divulgação)


Esse poodle está vagando há 2 dias pelas ruas do bairro Água Funda. Segundo os moradores ele é manso demais e não sabe atravessar ruas, portanto corre um grande risco de ser atropelado.

Está com a orelha sangrando, uma judiação. Hoje estava chegando e consegui tirar  fotos dele.

Se alguém tiver como resgatá-lo eu ajudo, pois ele fica sempre por aqui.

Ele precisa ser castrado, banhado e tratado, urgente!!!

Quem puder, entre em contato comigo
Raquel: (11) 9880-0754

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Animais de estimação estão em mais de 32 milhões de lares brasileiros

Não interessa se ele tem pedigree ou não. Muito menos se corre, pula ou rasteja. Se late, mia, rosna ou emite sons difíceis de identificar. Branco, preto cinza, amarelo, malhado? Tanto faz. Os bichinhos de estimação são muito mais do que suas características físicas: o que realmente importa é a identificação do animal com o seu tutor, a cumplicidade, a troca de afeto e o prazer que a companhia de um proporciona ao outro.

É cada vez maior o número de pessoas que têm animais de estimação, especialmente cães e gatos. Calcula-se que eles estão presentes em mais de 32 milhões de lares brasileiros, um número que não para de crescer.

Os efeitos benéficos – fisiológicos e psicológicos – dos animais na saúde humana ganham comprovação a cada dia. A psicóloga Hannelore Fuchs, presidente da Associação Brasileira de Zooterapia, explica que o contato entre seres humanos e animais de companhia contribui para a autoestima, a segurança, a confiança e a sociabilidade das pessoas.

“Por meio de um relacionamento íntimo com nossos animais despertamos em nós características poderosas como lealdade, amor, instinto e jovialidade”, acrescenta Marty Becker, médico veterinário, autor de O Poder Curativo dos Bichos.

A veterinária Fabiana do Valle cuida há 13 anos de animais de estimação. Além dos pacientes, ainda sobram tempo e carinho para cuidar dos seus três gatos de estimação, todos adotados após serem abandonados doentes; e cinco cães. Para ela, a convivência entre as pessoas e os animais é sempre saudável, desde que os humanos respeitem as características dos bichos.

“As pessoas precisam pensar bem antes de adotar um animal. Ele é um ser vivo, sujeito a doenças, não é um brinquedo que se pode jogar fora quando quebra ou não se quer mais. É parte da família e merece carinho, cuidado e respeito”, ressalta Fabiana.

Fonte: Diário Catarinense

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75% dos tutores de cães e gatos não fazem consultas veterinárias preventivas

(da Redação)

Presente em 44% dos lares brasileiros, cães e gatos dispõem de uma variedade
de produtos e serviços exclusivos em seu benefício, entretanto, a maioria
deles não visita um médico veterinário regularmente. Dos tutores, apenas 24% têm o hábito de levar seus animais a consultas periódicas. Descontado os responsáveis que levam seus animais para tratamentos prolongados este número cai para 11%.

Esse dado foi obtido pelo Radar Pet, um levantamento feito junto a
representantes das classes econômicas A, B e C, encomendado pela Comissão de
Animais de Companhia (Comac) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos
para Saúde Animal (SINDAN). O resultado da pesquisa revelou que, para muitos
tutores, a atuação desses profissionais se restringe apenas a tratamentos de doenças, embora seu papel seja muito mais amplo, refletindo,
inclusive, na saúde e na qualidade da relação entre ambos.

Para o médico veterinário e presidente da COMAC, Luiz Luccas, essa mudança
de postura resolveria, por exemplo, questões como a cinomose, uma das mais
importantes doenças que acomete os cães e está longe de ser erradicada do
país, uma vez que hoje vacina-se apenas 20% da população canina nacional. A
cinomose é uma das principais causas de mortalidade precoce de cães no
Brasil e motivo de muita dor e preocupação.

O mesmo acontece na hora de orientar procedimentos como vermifugação,
utilização de antiparasitários e acompanhamento da carteira de
vacinação do animal. Apesar de 74% dos entrevistados afirmarem aplicar
antiparasitário e 73% vermifugarem os animais, o médico veterinário deve acompanhar questões relacionadas à dosagem, freqüência e procedimentos corretos para administração e, consequentemente, melhor resultado dos tratamentos.

Outro aspecto que reforça este quadro preocupante é que mesmo entre as
pessoas da classe A esta proporção ainda é baixa, 14% excluindo os
tratamentos prolongados. Visitas periódicas e preventivas aos veterinários
podem inclusive reduzir os custos de tratamentos e prolongar a vida do animal
com qualidade.

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