Histórias Felizes, Notícias

Cão com defeito facial não consegue ser adotado até que um post na Internet muda tudo

Foto: Atlanta Humane Society
Foto: Atlanta Humane Society

Mosley pode parecer um pouco diferente ao primeiro olhar – mas a equipe que o resgatou acha que seu diferencial o deixa ainda mais bonito e carismático.

Quando o cão jovem apareceu pela primeira vez em um abrigo rural da Geórgia (EUA), ele foi esquecido por vários meses, ninguém queria adotá-lo, porque havia tantos outros cães disponíveis lá. O abrigo estava lotado e ocupado, e ninguém realmente prestou atenção nele.

Foto: Atlanta Humane Society
Foto: Atlanta Humane Society

Isso até que Amanda Harris, gerente de programas de marketing da Atlanta Humane Society, viu a foto de Mosley on-line e soube instantaneamente que o cachorro era especial. Ela saiu logo depois para ir buscá-lo no abrigo rural.

“Seu sorriso torto ganhou nossos corações, e sabíamos que isso o ajudaria a encontrar rapidamente a casa e a família perfeita para ele”, disse Harris ao The Dodo sobre Mosley.

Ele era inegavelmente adorável, muito doce, carinhoso e as pessoas nas mídias sociais também acharam isso. Enquanto ninguém sabe ao certo como o sorriso de Mosley se tornou torto, Harris disse que é provável que ele tenha nascido assim.

Lindsey Ramsey
Foto: Lindsey Ramsey

“Pegamos algumas fotos e vídeos dele, e ele rapidamente se tornou muito popular nas mídias sociais, onde dezenas de famílias perguntaram sobre adotá-lo”, disse Harris.

Lindsey Ramsey e sua família estavam entre os possíveis adotantes interessados – e, felizmente, o abrigo achou que eles seriam família perfeita para Mosley.

Os Ramseys então adotaram Mosley, e ele tem estado tão empolgado quanto feliz desde então.

“Ele só quer ser acariciado e se aconchegar conosco, Mosley nos segue onde quer que formos na casa”, disse Ramsey ao The Dodo. “Ele é cheio de energia e podemos contar com momentos intensos de brincadeiras e risadas quando estamos no quintal”.

Ele está até se preparando para ter uma irmã gata.

“Ele está aprendendo em como viver com um gato”, disse Ramsey. “Atualmente, ele e nossa gata, Barbara, gostam de gritar um com o outro, mas estou confiante de que eles serão amigos em breve”.

Embora ninguém saiba de onde Mosley veio, esta bem claro que ele escolheu exatamente onde ficará: em sua nova casa, com sua nova família ao seu lado.

“Alguém até nos parou porque o reconheceu daquela imagem que a Atlanta Humane Society publicou nas mídias sociais”, disse Ramsey. “Se nos deitamos no chão, ele automaticamente já vem para o nosso lado e se encaixa de conchinha. Totalmente encantador!”.

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Histórias Felizes

Cadela desnutrida e com maxilar quebrado se transforma após tratamento

 

Foto: Reprodução, Youtube

Logo ficou evidente que ela estava morrendo de desnutrição porque seu maxilar tinha quebrado. Eles rapidamente a resgataram.

A cadela, agora chamada Dory, estava muito debilitada para ficar em pé. Diversos dentes estavam quebrados e os veterinários tiveram que colocar um fio em torno da mandíbula inferior para consertar uma fratura. Em pouco tempo, Dory finalmente conseguiu se alimentar novamente, reportou o One Green Planet.

Hoje, não há um traço da antiga Dory magra e frágil. Ela se recuperou lindamente e passa os dias brincando com outros cães, abraçando as pessoas e tudo o que quer.

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Notícias

Gata vítima de maus-tratos que teve maxilar quebrado morre após cirurgia

Uma mulher que pediu para não ter a identidade revelada, levou o animal para a capital, já que o caso era muito grave, segundo o médico veterinário Vagner Ávila Ruiz, que fez o primeiro atendimento em Aquidauana. O profissional cuidou da gatinha até ela ser encaminhada para uma clínica especializada.

Foto: Midia Max

A médica veterinária Liliane Araújo da Silva, que é especialista em atendimento a felinos, da Vet Central, após exame radiológico, encaminhou a gata para uma cirurgia complexa com o médico veterinário Thalles Ovando, que é ortopedista e clínico geral em animais, onde o diagnóstico foi chocante: pela experiência na área e após analisarem os exames, possivelmente alguém rasgou a boca do animal com as mãos. Os profissionais descartaram que a gata tenha sido vítima de chutes, pancadas ou atropelamento.

Apesar de todos os esforços, a gatinha que ainda era um filhote, estava debilitada e não resistiu ao tratamento. Agora ficaram as despesas da clínica que ficou no total de R$ 850 reais. Quem quiser colaborar para quitar o valor dos procedimentos, pode entrar em contato no telefone (67) 9902-0686 e falar com Kelvyn Bivar.

O caso

Um caso de maus-tratos contra um filhote de gato chocou internautas de Aquidauana e Anastácio no início da noite da última segunda-feira (15). O animal foi encontrado na calçada da residência de uma idosa, no Bairro Santa Terezinha, com o maxilar quebrado.

A mulher então se desesperou e pediu ajuda para a vizinha, que ao contar para seu filho de 18 anos, que resolveu fotografar a situação do gatinho e postar no Facebook com um pedido de ajuda para encontrar um médico veterinário que pudesse atender, já que o caso era delicado.

A publicação teve muita repercussão, com vários comentários e compartilhamentos, uma verdadeira corrida contra o tempo para ajudar o felino, já que o jovem que anunciou o pedido, disse que estava chocado com tamanha crueldade a ponto de ficar sem saber o que fazer.

Diante do pedido de ajuda, o médico veterinário Vagner Ávila Ruiz, do consultório Pró-Criador, se prontificou a atender o bichinho e o acolheu em seu local de trabalho. Segundo o profissional, realmente o gatinho foi vítima de maus-tratos e se tratava de um caso delicado.

Fonte: Midia Max

 

 

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Notícias

Maus-tratos: filhote de gato agredido é encontrado com maxilar fraturado

Um filhote de gato brutalmente agredido foi resgatado em Aquidauana, cidade a 140 quilômetros de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.

Filhote de gato foi vítima de maus-tratos (Foto: Divulgação)

O gato foi encontrado na calçada da residência de uma idosa, no bairro Santa Terezinha, com o maxilar fraturado.

Preocupada, a moradora contatou uma vizinha, que tem um filho de 18 anos que decidiu buscar ajuda para o filhote fazendo uma publicação em rede social.

O post solicitava a ajuda de algum veterinário. Internautas, ao tomarem conhecimento da história, se revoltaram. As informações são do portal Midia Max.

O médico veterinário Vagner Ávila Ruiz examinou o gato e o abrigou em sua clínica. O caso do filhote, segundo o profissional, é delicado. Ruiz confirma que o animal foi vítima de maus-tratos.

Após receber os primeiros atendimentos médicos, o gato foi transferido para outra clínica veterinária, desta vez na cidade de Campo Grande, onde será submetido à cirurgia.

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Gato com fratura no maxilar é assassinado no Centro de Controle de Zoonoses

Por Alex Avancini (da Redação)

Ativistas protestam em frente ao CCZ de São Vicente (SP) Foto: Onda Vegana
Ativistas protestam em frente ao CCZ de São Vicente (SP) Foto: Onda Vegana

No dia 16 de março deste ano, um gato com suspeita de maus-tratos – e maxilar quebrado – foi recolhido por uma moradora na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo. Avaliando a gravidade do caso, a moradora sem esperar levou o gato para o Centro de Controle de Zoonoses do município. O órgão municipal ignorou todos os pedidos de protetores locais de fornecer atendimento veterinário, operação do maxilar e outros tratamentos necessários. Então o CCZ induziu a morte do animal ferido alegando “suspeita de raiva e problema neurológico”.

O fato revoltou os ativistas que acompanhavam o caso e em contato com o CCZ por telefone, começaram a levantar informações inconsistentes nos relatos dados pelo órgão. Em um primeiro contato foi informado que o animal já tinha sido doado e depois – mudando a história – informaram que o animal tinha sido morto. Com a pressão dos ativistas no caso após a morte do animal, o CCZ de São Vicente passou a não atender mais aos telefonemas dos ativistas ou, quando identificavam o assunto, interrompiam a ligação sem dar esclarecimentos.

O grupo pelos direitos animais Onda Vegana – que atua na região da baixada santista – organizou um protesto relâmpago em frente do CCZ no dia 19 do mesmo mês para cobrar respostas sobre o caso e ter acesso às informações sobre a morte do gato. No ato, o órgão negou a entregar o corpo do felino para ser realizada uma segunda análise em veterinários particulares. Diante de muitas contradições, os funcionários informaram que o corpo não estava mais no prédio e sim em análise no centro de diagnósticos Pasteur, mas depois mais uma vez voltaram a entrar em contradição informando que no local só se encontrava a cabeça do gato.

Os ativistas desconfiam que os exames que indicavam a suspeita de raiva não tenha sido feito e a morte induzida tenha sido praticada por falta de espaço no local – um problema enfrentando por muitos centros de controle de zoonoses no Brasil. O gato que deu entrada apenas com a necessidade de operar o maxilar acabou sendo assassinado.

Em entrevista à ANDA, os ativistas alegam não ser o primeiro caso envolvendo mortes não explicadas pelo CCZ de São Vicente e afirmam que não será o último. Segundo eles, há anos são feitas denúncias e reclamações de animais sendo mortos sem explicação ou por problemas de superlotação. Para os protetores, os funcionários responsáveis (biólogo e veterinária) são suspeitos há tempos de procedimentos indevidos mas não são indiciados pois a população não oficializa as reclamações.

Confira o vídeo feito pelos ativistas na manifestação em frente ao CCZ de São Vicente:

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Você é o Repórter

Cãozinho atingido por bomba junina se recupera após reconstrução de maxilar e focinho, na Bahia

Wagner Ferreira
press.wagner@gmail.com

Fotos: Divulgação
Fotos: Divulgação

O cachorrinho, da raça daschund (conhecido como salsichinha) brincava no lado de fora da casa onde mora na cidade de Milagres, quando uma criança de sete anos atirou uma bomba junina contra o animal. “Como Marley se afastou, o menino não se deu por satisfeito e colocou outra, desta vez bem perto dele. Acostumado a brincar com alguns objetos, Marley se confundiu e pegou o artefato com a boca”, conta Márcio Moura Silva, 41 anos, guardião do animal. A bomba explodiu na boca do cão, causando muitas lesões no maxilar e focinho.

Márcio conta que pediu ajuda à mãe da criança para transportar Marley até um local onde ele pudesse ser socorrido, mas não foi atendido. Ele e a esposa Marcela de Oliveira então levaram o cão para Salvador, onde tiveram apoio de um amigo que os hospedou nas proximidades da capital. Sem condições financeiras para cobrir os custos das cirurgias, o casal pediu ajuda à vereadora Ana Rita Tavares (PV), eleita com a bandeira de defesa dos animais, e à ONG de proteção animal Terra Verde Viva.

“A vereadora intermediou o contato com a direção do hospital da UFBA e, em conjunto, fizemos uma campanha para arrecadar recursos para o material clínico e os remédios”, conta Ingrid Teixeira, presidente da ONG. Ela conta que conseguiu pouco mais de R$ 400, o suficiente para cobrir os custos. “Havia uma previsão de mais R$ 800 para pagar a implantação de uma placa de metal. Como não houve a necessidade do procedimento, o que arrecadamos foi o suficiente”, afirma Ingrid.

O médico veterinário João Moreira, chefe do setor de cirurgia do hospital Veterinário da UFBA, diz que a recuperação do cachorrinho foi motivo de comemoração para os funcionários da unidade. “Marley chegou aqui com duas fraturas no maxila e uma na mandíbula, dois dias sem se alimentar, infecção instalada, lesões nasal e na gengiva”, conta. Devido à dificuldade para respirar, ele passou por uma traqueostomia e faringostomia, e na última segunda-feira (3), foi operado pelo doutor Marcos Nogueira, especialista na recuperação destes tipos de lesão.

De acordo com o doutor João Moreira, o cão respondeu tão bem à redução das fraturas expostas que não foi necessária a implantação da placa. “Utilizamos uma prótese de resina acrílica que vai ser retirada entre 30 e 40 dias. Ele já respira normalmente e se alimenta com dieta específica, mas aos poucos vai voltar a se alimentar como antes”, afirma o veterinário.

Combate às bombas – A volta de Marley para casa foi a melhor notícia que a família poderia ter após duas semanas de sofrimento. Márcio conta que o cãozinho já começa a andar, mesmo com dificuldade, e está confiante em sua plena recuperação. “Estamos cuidando dele como um bebê”, diz Márcio, que também tem uma filha de cinco anos e outras duas de 15 e 12 anos.

Ele critica o uso das chamadas “bombas”, usadas no período de São João, assim como a que vitimou seu cão. “Nunca gostei de bomba, nem quando eu era criança, ainda mais agora depois do acontecido”, reclama. O caso de Marley foi mais um que a vereadora Ana Rita Tavares usou para justificar o Projeto de Lei nº 414/13 que apresentou à Câmara Municipal de Salvador, sugerindo proibir o uso de fogos de alto poder explosivo na capital baiana, permitindo apenas aqueles que privilegiam os efeitos luminosos.

A vereadora diz que, assim como o cãozinho Marley, centenas de pessoas, entre elas muitas crianças, são vitimadas por esses explosivos durante as festas juninas e também em épocas de finais de campeonatos de futebol, Copa do Mundo e Final de Ano. “Muitas pessoas são mutiladas e, anualmente, são registradas diversas mortes em decorrência desses fogos de alto impacto”, justifica.

No Brasil, de 2008 a abril de 2011, mais de 1300 pessoas foram internadas para tratar queimaduras por acidentes com fogos de artifício, sendo 296 delas apenas no estado da Bahia, como divulgado pelo Sistema de Informações Hospitalares do SUS. E segundo registros do Sistema de Informação Sobre Mortalidade (SIM), para o período de 1996 a 2009, o percentual de óbitos de crianças entre 0 e 14 anos foi de 23%. “E esses números não contabilizam os acidentes com animais”, destaca Ana Rita.

A parlamentar diz que não tem o objetivo de acabar com a tradição dos fogos juninos, que é forte no nordeste do País, pois seu projeto de lei permite o uso de fogos que oferecem menos riscos à saúde. “Mas é nossa obrigação como representante da população no Poder Legislativo combater essas bombas terríveis, utilizadas por uma minoria e que, além dos fortes estrondos, causam amplos prejuízos à saúde pública e ao sossego dos cidadãos”, diz Ana Rita.

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Você é o Repórter

Cachorro que teve o maxilar deslocado por chute está abandonado em Belo Horizonte (MG)

Michelle Corgozinho
gatarede@hotmail.com

Cachorrinho abandonado com maxilar deslocado em Belo Horizonte (Foto: Por Divulgação)

 

Um cachorro se encontra abandonado na Avenida Abílio Machado, 768 – Bairro Jardim Inconfidência, Belo Horizonte/MG. Ele está com o maxilar inferior deslocado devido a um chute, segundo testemunhas.

Ele está muito maltratado e aparentemente é um cão tranquilo.

A tutora o abondonou, pois se mudou da cidade.

Ele precisa ser adotado.

Obs.: Só não fico com ele, pois adotei um cão há poucos meses e ele morre de ciúmes da casa.

Contato:
Michelle Corgozinho
(31) 3546-8866 / 9143-6937.

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Você é o Repórter

Cadela que teve o maxilar cruelmente cortado precisa de ajuda para se recuperar (SP)

Leuda de Moura
leuda_de_moura@yahoo.com.br

Esta pequena e sofrida cachorrinha teve cruelmente seu maxilar cortado, segundo a veterinária que a atendeu no bairro da periferia de Embu (SP), Dra. Mariana. Está pele e osso, não consegue comer!


Hildete, pessoa de grande amor e sensibilidade ao sofrimento animal, a viu encolhida no canto numa rua do bairro onde mora, e se aproximou pra ver o porquê de tamanha tristeza. Exalava um cheiro absurdo! É terrivelmente chocante o estado desta inocente.

Pergunto: de que submundo das trevas submergiu este abominável demônio que cometeu tamanha atrocidade?! Revoltante demais!! Ela é superpequina, humilde, tão pobrezinha!!

Meu povo, por caridade se alguém puder ajudar esta pobre cachorrinha entre em contato urgente com a Hildete, a clínica do bairro em que ela mora é muito  precária e careira, funciona dentro de uma casa de ração no bairro Santa Tereza (periferia de Embu).

Hildete sobrevive de faxina e já cuida de vários animais resgatados do sofrimento. A despesa dessa cachorrinha já vai em mais de 150 reais, consulta cefalexina, ktofen,  xantinon b12 e uma vitamina que está tomando, cobavital.

Ela precisaria ser internada numa clínica de melhor qualidade, já que não consegue comer, precisaria tomar soro diariamente.

Por favor, divulguem em blogs, orkut, twitter, contatos, ajudem a salvar esta inocente vida, mais uma vítima do lixo humano.

Contatos:

Hildete – 11-4783-2517

Clínica atual – 11-4244-1797

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