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Cão enterrado vivo é resgatado após fugir da cova por conta própria

Reprodução

Um cachorro escapou de uma cova na qual foi enterrado vivo na Rússia e teve sua vida salva por uma motorista que o viu vagar por uma rodovia exausto, molhado e sujo de lama.

Kiryusha, como é chamado o pastor alemão, caminhava em meio a um temporal após fugir da cova. Resgatado por Olga Lystseva, 39 anos, ele foi alimentado e adormeceu ao ser colocado no banco de trás do carro.

Levado a uma ONG de proteção animal, o cachorro recebeu os cuidados necessários. No local, descobriu-se quem eram seus tutores e também a crueldade que eles haviam cometido: Kiryusha estava doente e, por isso, foi enterrado vivo.

Os tutores informaram que aplicaram uma injeção letal para matar o cachorro e em seguida o enterraram. O pastor alemão, no entanto, não morreu após a aplicação.

Debilitado, ele usou as forças que lhe restavam para cavar a terra ao seu redor e escapar da cova onde havia sido colocado. De acordo com a entidade que ficou responsável por Kiryusha, seus antigos tutores “se desculparam por enterrar o cachorro ainda vivo”.


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Cão chora de dor após ser arremessado contra homem durante discussão

Reprodução/Twitter

Uma mulher arremessou um filhote de cachorro contra um homem durante um ataque racista e revoltou internautas após imagens dos crimes de maus-tratos e racismo serem divulgadas nas redes sociais.

Vídeos feitos pelo homem registram a cena. Num primeiro momento, a mulher aparece do lado de fora do carro do rapaz e o agride segurando o cachorro nos braços. Em outro vídeo, os dois aparecem na rua e a mulher o ofende com palavras racistas.

Ao final das imagens, é possível ver o cachorro sendo arremessado contra o homem. Ele cai no chão e chora desesperadamente. Em seguida, busca abrigo em meio às pernas do homem, que o acolhe.

“Não sei o que está acontecendo, mas agora eu tenho um novo cachorro”, escreveu o rapaz nas redes sociais, indicando uma possível adoção.

Durante a discussão, a mulher parece usar o filhote como se ele fosse uma espécie de arma para atingir o homem. O vídeo que registra a agressão viralizou nas redes sociais e ultrapassou 23 milhões de visualizações. As imagens geraram revolta nos internautas, que agora tentam identificar a mulher para que ela seja punida pelos crimes que cometeu.

“Estou feliz por você ter tirado o cachorro dela, Deus sabe o que ela teria feito com ele”, escreveu uma internauta. “O fato do cachorro ter corrido até você depois de jogá-lo significa que você foi enviado para proteger aquele pobre cachorro”, disse outra.

Confira os vídeos da discussão:


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Polícia visita zoológico do RJ para investigar denúncias de maus-tratos a animais

Reprodução/G1

Uma visita de uma equipe da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) foi realizada na última quarta-feira (14) no Zoológico do Rio de Janeiro. O objetivo é apurar denúncias de maus-tratos aos animais. Um dia antes, membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara de Vereadores do município também estiveram no local pelo mesmo motivo.

As obras realizadas no zoo estão atrasadas, o que tem forçado os animais silvestres a viver em meio a tapumes, serras elétricas e máquinas. Irregularidades, como o desaparecimento e a morte de animais, além do estresse ao qual as espécies são submetidas durante as obras, estão sendo investigadas pela CPI.

Até o momento, apenas 30% da reforma, iniciada em dezembro de 2018, foi realizada. Com término inicial previsto para junho deste ano, as obras foram adiadas e devem terminar no primeiro semestre de 2021, quando o zoo deve ser aberto ao público, o que novamente condenará os animais à exploração para entretenimento humano.

O Grupo Cataratas, que tem a concessão do zoológico, disse que as obras atrasaram por conta da pandemia de coronavírus, negou que os animais estejam sendo prejudicados pelo barulho e pela poeira e afirmou que eles estão sendo acompanhados.

Para o biólogo e especialista em bioética Frank Alarcón, a obra é prejudicial para os animais mantidos pelo zoo. “Um canteiro de obras significa que existe um tráfego muito grandes de equipamentos, que vai fazer terraplanagem, pessoas que estão cortando metais, que estão martelando estacas no chão, causando, evidentemente, vibrações. O fluxo intenso de pessoas entrando e saindo dos recintos próximos aos animais provocam alterações na sensibilidade olfativa e auditiva desses animais, que são, por definição, muito mais sensíveis do que nós, seres humanos, para essas variações do meio ambiente”, explicou ao G1.


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Justiça mantém preso homem que matou cão ao arrastá-lo no asfalto

Pixabay

Manoel Batista dos Santos Junior, de 32 anos, teve sua prisão em flagrante convertida em preventiva pela Justiça após amarrar um cachorro em um carro e arrastá-lo até a morte na cidade de Jaguaré, no Espírito Santo.

A decisão foi tomada durante audiência de custódia na quarta-feira (14) pelo juiz Leandro Cunha Bernardes da Silveira sob a justificativa de garantia da “ordem pública” e da “regular instrução processual”. Segundo o prazo prescricional, o mandado de prisão preventiva vale até 12 de outubro de 2032.

” […] tenho que a soltura do custodiado poderá colocar em risco a segurança social, haja vista a real possibilidade de reiteração delitiva, além do que está presente a periculosidade concreta de sua conduta […]”, diz trecho da decisão. De acordo com o documento, o agressor do cão é réu primário.

Câmeras de segurança flagraram o momento em que o homem agrediu o animal. Em depoimento à polícia, ele afirmou que matou o cão porque ele estava doente.

A presidente da ONG de Proteção a Cães de Jaguaré, Suely Izabel Dalvi, repudiou o ato de violência praticado por Manoel Batista. “Não sei como um ser humano tem a capacidade de fazer isso com um animal inocente. Ficamos todos revoltados e só esperamos que ele pague pelo crime que ele cometeu”, disse ao G1.

De acordo com o delegado Leonardo Malacarne, titular da delegacia de São Mateus, para onde o agressor foi levado, a versão de Manoel não é convincente e, mesmo se fosse verdadeira, não justificaria o crime.

“Ele mora em São Mateus. Contou que estava em Jaguaré desde sábado na casa de amigos. Ontem, por volta das 20h, ele saiu de casa, viu o cachorro na frente do carro dele, e, segundo ele, o cachorro estava aparentemente doente, com fome, agonizando. Diante dessa situação, ele achou que seria interessante sacrificá-lo. Ele pegou uma corda, um varal que tinha no carro, pegou o cachorro, amarrou no para-choque e o arrastou”, explicou o delegado.


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Homem mata cão ao arrastá-lo amarrado a carro e é preso por maus-tratos

Pixabay/Imagem Ilustrativa

Manoel Batista, de 32 anos, foi preso em Jaguaré, no Espírito Santo, após amarrar um cachorro a um carro e arrastá-lo pelas ruas da cidade até matá-lo. Confrontado pela polícia, ele confessou o crime e disse que matou o animal porque ele estava doente.

Os maus-tratos foram flagrados por câmeras de segurança na noite da última segunda-feira (12). No dia seguinte, o agressor foi preso. Após arrastar o cão, o homem aparece nas imagens cortando a corda que prendia o animal ao veículo e abandonando o corpo do cachorro na rua.

A presidente da ONG de Proteção a Cães de Jaguaré, Suely Izabel Dalvi, repudiou o ato de violência praticado por Manoel Batista. “Não sei como um ser humano tem a capacidade de fazer isso com um animal inocente. Ficamos todos revoltados e só esperamos que ele pague pelo crime que ele cometeu”, disse ao G1.

De acordo com o delegado Leonardo Malacarne, titular da delegacia de São Mateus, para onde o agressor foi levado, a versão de Manoel não é convincente e, mesmo se fosse verdadeira, não justificaria o crime.

“Ele mora em São Mateus. Contou que estava em Jaguaré desde sábado na casa de amigos. Ontem, por volta das 20h, ele saiu de casa, viu o cachorro na frente do carro dele, e, segundo ele, o cachorro estava aparentemente doente, com fome, agonizando. Diante dessa situação, ele achou que seria interessante sacrificá-lo. Ele pegou uma corda, um varal que tinha no carro, pegou o cachorro, amarrou no para-choque e o arrastou”, explicou o delegado.

O crime foi denunciado à polícia por uma ONG de proteção animal, que fez um boletim de ocorrência. Após o vídeo que registra o crime ser divulgado nas redes sociais, moradores cercaram o carro do agressor ao identificá-lo na rua.

Policiais receberam a informação de que Manoel havia sido localizado e levado para a sede da 5ª Companhia do 13º Batalhão. Os agentes se deslocaram até a unidade e encaminharam o agressor para a Delegacia Regional de São Mateus.

Autuado pelo crime de maus-tratos a cães e gatos, com pena de dois a cinco anos de prisão e sem direito à fiança, Manoel Batista aguardará pela audiência de custódia preso no Centro de Detenção Provisória.


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Cadela morta a tiros é carregada ensanguentada nos braços de tutor de 13 anos

Anderson Cardoso / Arquivo pessoal / GaúchaZH

Uma cadela foi morta a tiros em um mercado na cidade de Sapucaia do Sul, na Região Metropolitana de Porto Alegre (RS), na frente de seu tutor, um menino de 13 anos que, desesperado, carregou Belinha ensanguentada em seus braços e tentou salvar sua vida.

O proprietário do mercado efetuou os disparos porque se incomodou com a presença da cadela, que apenas esperava seu tutor em frente ao estabelecimento. Nelson Edison Martins Fagundes, de 42 anos, foi preso após o crime, mas conseguiu na Justiça o direito à liberdade provisória, em decisão proferida na quarta-feira (14) por um juiz plantonista.

O caso aconteceu durante o Dia das Crianças, na última segunda-feira (12). Na data em que o tutor de Belinha deveria estar feliz, brincando e se divertindo, o que lhe restou foi a dor de ver sua companheira morrer em seus braços.

O menino fazia compras no mercado a pedido de seus pais e a cadela o esperava do lado de fora, como de costume, quando os disparos foram feitos. Assustado, o garoto saiu do estabelecimento e encontrou Belinha baleada. Em seguida, ele pegou a cadela ensanguentada em seus braços e caminhou até a casa dos pais. Em meio às lágrimas, a criança pediu ajuda para a cadela, mas não houve tempo para salvá-la.

Vídeos feitos por vizinhos registraram o momento em que o garoto segurava Belinha no colo e clamava por sua vida. “Ô, Belinha, tá me ouvindo?”, dizia o menino, que ficou com o sangue da cadela em seus braços.

Moradores da região ficaram indignados com o crime, que foi classificado pelo delegado regional de Canoas, Mario Souza, como uma verdadeira barbárie. O empresário confessou ter atirado na cadela e justificou dizendo que queria apenas assustá-la.

Anderson Cardoso / Arquivo pessoal / GaúchaZH

“Quando as guarnições chegaram, havia várias pessoas, em um tumulto grande que se formou. O autor, em seguida, se apresentou. Ele entregou a arma, uma carabina de pressão. O indivíduo foi autuado em flagrante com base na lei de maus-tratos aos animais“, disse ao jornal GaúchaZH o capitão Renato Rafell de Brito Fell, subcomandante da corporação em Sapucaia do Sul.

O caso passou a integrar a Operação Arca da Polícia Civil, por meio da qual crimes contra maus-tratos a animais cometidos na região são investigados. A operação tem caráter permanente.

“O crime já é grave, e, nesse contexto, com a morte do animal e na frente da criança, chama ainda mais atenção e destaca mais a gravidade do crime. Não é algo a ser tratado como simples, certamente a criança terá um trauma devido a essa situação”, afirmou o delegado. “Isso é barbárie, o que não pode ser permitido. Vamos atuar com todo o rigor da lei”, completou. Caso seja condenado pela Justiça, Fagundes pode ser condenado a uma pena de 2 a 5 anos de prisão.

Oito anos de amizade

Desde 2012, Belinha e seu tutor eram inseparáveis. O menino adotou a cadela após encontrá-la abandonada na rua. Ela ainda era filhote quando passou a fazer parte da família e construiu um laço de amizade com a criança.

Juntos, eles brincavam na praça que hoje abriga o corpo de Belinha, enterrado no local. Com a ajuda de adultos, o garoto providenciou uma cruz com o nome da cadela e cavou sozinho a cova de sua amiga.


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Mulher morre após ser agredida por denunciar maus-tratos a cachorro

Reprodução/RPC Maringá

Viviane Andrea dos Santos, de 33 anos, foi morta por defender um cachorro agredido a pauladas em Campo Mourão, no Paraná. Após ser denunciado pela protetora de animais, o agressor do cachorro usou um pedaço de tijolo para ferir Viviane, que foi internada em estado grave e morreu quase um mês depois do crime.

A presidente da Associação dos Protetores de Animais Independente (PAIS), Amanda Tonet, lamentou o caso e contou que os animais que eram cuidados por Viviane estão sentindo a falta dela. Na casa da protetora, cerca de 10 a 12 cães e gatos viviam em lar temporário.

“Estamos desolados. A Viviane oferecia lar temporário a animais e desde que foi internada esses animais já estavam sentindo a sua falta. Estamos prestando assistência, ajudamos até a pagar o aluguel, mas agora será muito triste tirar esses animais da casa e levar para um abrigo. Eles até dormiam com ela. Estamos arrasados”, lamentou Amanda em entrevista ao portal Catve.

No dia 19 de setembro, Viviane presenciou o vizinho espancando um cachorro no Jardim Paulista e acionou a Associação de Defesa dos Animais e a Polícia Militar. Os policiais, no entanto, não encontraram o acusado, que retornou ao bairro quando os agentes foram embora e se dirigiu à casa de Viviane, onde a agrediu a tijoladas.

Após a agressão, a PM foi novamente acionada e, desta vez, localizou o homem, que foi levado à delegacia. Depois de prestar depoimento à polícia, o agressor foi liberado.

Socorrida pelo Samu, Viviane foi levada à Santa Casa de Campo Mourão, onde permaneceu internada em estado grave até a madrugada desta quarta-feira (14), quando morreu em decorrência dos ferimentos.

Os crimes são investigados pela Polícia Civil, que deve indiciar o agressor por homicídio e maus-tratos a animais.


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Homem mata cão enforcado após animal morder criança e vizinhos pedem justiça

Reprodução/Twitter/@EugeniaZattoni

Iván Luque, de 29 anos, matou o cachorro da família enforcado em uma árvore após o animal morder seu filho de dois anos. O caso chocou moradores da província de Berazategui, ao sudeste da Grande Buenos Aires, na Argentina.

O tutor confessou ter matado o cachorro, que, segundo relatos da vizinhança, não recebia os cuidados necessários da família.

Iván não estava em casa quando o cão mordeu a criança e foi informado sobre o acidente por sua esposa. “Minha esposa me ligou no trabalho, gritando. Eu voltei e minha esposa e meu filho estavam cheios de sangue. Com tanto sangue no rosto, não conseguimos encontrar as feridas na cabeça”, disse o pai de Lisandro em entrevista à mídia local.

Antes de levar o menino ao hospital, Iván enforcou El Negro, como era chamado o cachorro, em uma árvore. “Lembro que peguei uma corda que tenho na oficina e levei para amarrar na parte inferior”, afirmou.

Vídeos e fotos do cachorro enforcado foram divulgadas nas redes sociais por testemunhas do crime. O caso foi denunciado às autoridades. Iván Luque pode ser punido com até um ano de prisão, segundo a Lei de Abuso de Animais.

O tutor do cachorro afirmou ainda que o acidente foi uma surpresa, já que El Negro sempre foi dócil. O animal havia sido adotado pela família há quatro anos.

“A realidade é que pendurei o cão, o matei. Entrei em estado de choque. Ele era um cão pacífico. O que aconteceu com ele!? El Negro e Lisando cresceram juntos. Ninguém me perguntou sobre meu filho. Os vizinhos não ofereceram apoio, não chamaram a ambulância, apenas fizeram denúncias”, disse.

De acordo com um vizinho, que deu entrevista à mídia local em condição de anonimato, o cachorro passava fome e era deixado na rua. “Eles deixavam o cachorro na rua e nem lhe davam comida”, criticou. “Fui eu que lhe dei comida e água”, acrescentou.

Lisandro, o filho do casal, recebeu atendimento médico e passa bem. Para El Negro, que perdeu sua vida de maneira brutal, a vizinhança e as redes sociais pedem justiça.


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Grupo detido por explorar galos em rinhas é multado em R$ 2,7 milhões

Foto: Polícia Militar Ambiental

A Polícia Militar Ambiental encontrou 90 galos em situação de maus-tratos em uma fazenda no bairro Camanducaia, em Jaguariúna, no interior de São Paulo, e multou o grupo responsável por explorar as aves em rinhas.

Detidos, os criminosos foram encaminhados à delegacia e, além de terem sido multados em R$ 2,7 milhões, responderão por maus-tratos a animais.

Os galos viviam em ambientes pequenos e insalubres, sem ventilação e condições básicas de higiene. No local, a polícia encontrou quantidades insuficientes de água e comida disponibilizadas para os animais e apreendeu itens usados para intensificar os ferimentos entre os galos durante as brigas.

Até o momento, as aves permanecem com um dos envolvidos nas rinhas. Segundo a polícia, os animais esperam um local adequado que possa recebê-los.

Foto: Polícia Militar Ambiental

Levados à delegacia, os criminosos foram autuados pelo crime de maus-tratos, mas foram liberados após a assinatura de um Termo Circunstanciado de Ocorrência.

As rinhas de galos são proibidas pela Lei de Crimes Ambientais, que prevê pena de três meses a um ano de detenção e multa para quem “praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos”.

A palavra “detenção”, neste caso, é usada para crimes considerados de menor potencial ofensivo, o que impede que os casos sejam punidos com rigor. Normalmente, os agressores de animais recebem punições alternativas, como a prestação de serviços à comunidade.

Foto: Polícia Militar Ambiental

Por conta dessa lei, que antes era usada não só para os galos, mas também para casos envolvendo cães e gatos, uma nova legislação foi proposta. Após alterações no Senado, a Lei Sansão passou a proteger apenas cachorros e gatos.

Com a recente sanção, a medida permitiu que a prisão em flagrante de um homem que agrediu o próprio cão a pauladas fosse convertida em preventiva pela Justiça em Maceió (AL), o que garantiu a manutenção da prisão.

Os galos, no entanto, não são contemplados pela nova lei e, por isso, os crimes cometidos contra eles não serão punidos com o mesmo rigor.


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Cães são espancados com cabo de vassoura e arremessados contra muro

Reprodução/TV Globo

A Polícia Civil de Olinda, Pernambuco, recebeu uma denúncia anônima em formato de vídeo em que quatro animais são vítimas de maus-tratos. De acordo com a testemunha, trata-se de quatro cães, um deles agredido com uma toalha e um cabo de vassoura, conforme imagens enviadas.

O casal responsável pelas agressões, segundo o denunciante, girou um dos animais, jogando-o contra o muro e essa não é a primeira vez, a situação acontece com frequência.

A vice-presidente da Comissão de Defesa e Proteção dos Animais da Seccional Pernambuco da Ordem dos Advogados do Brasil (AOB), Laura Ferraz, lembra que já existem penas para crimes de maus-tratos.

“Hoje é possível que essas pessoas passem a responder com penas mais graves. Podem ficar presos de dois a cinco anos, pagar multa e perder a guarda dos animais, além da proibição de adotar outros animais”, comenta.

A representante da OAB resgata também que o abandono também se enquadra no crime de maus-tratos e o tutor responde, não apenas por atos praticados contra o animal como também por abandoná-lo.

Laura explica que é preciso ter cautela e comprometimento ao adotar um animal, principalmente com a proximidade do Dia das Crianças na segunda-feira (12), quando muitos animais são dados como presentes.

“Animal não é brinquedo. É um ser que sente dor, tristeza, medo, frio. Tem que ser tratado como um ser vivo”, concluí ela.


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Justiça decide manter preso homem que agrediu cachorro a pauladas em Alagoas

Reprodução

A prisão em flagrante de um homem que agrediu o próprio cão a pauladas foi convertida em preventiva pela Justiça em Maceió (AL). Com a decisão judicial, o agressor permanecerá preso.

Não foi realizada audiência de custódia por conta da pandemia de coronavírus, mas testemunhas e o agressor foram ouvidos pela polícia. Segundo o juiz Josemir Pereira de Souza, os policiais que estiveram na casa do autor do crime após denúncia de maus-tratos encontraram o cachorro “bastante debilitado, com os olhos esbugalhados, ensanguentado e sem conseguir sequer se levantar”.

O homem, por sua vez, não aparentava arrependimento, segundo a polícia. Aos agentes, ele afirmou que o animal vivia com ele há quatro anos e que a agressão foi cometida para matá-lo após um atropelamento acidental. Segundo o agressor, depois de atropelar o cão enquanto dava ré, ele decidiu “adiantar a morte com o intuito de minimizar o sofrimento”. Com o cachorro ainda vivo, o homem “pegou um pedaço de madeira e desferiu várias pauladas com o objetivo de adiantar a morte”.

Uma testemunha registrou as agressões em um vídeo. As imagens foram enviadas à Justiça. Trata-se da segunda prisão por maus-tratos a animais em Alagoas após a sanção da Lei Sansão, que aumentou a pena para o crime. Agora, os agressores poderão ser punidos com de dois a cinco anos de reclusão.

De acordo com a presidente da Comissão de Bem Estar Animal da OAB-AL, Rosana Jambo, o estado de saúde do cachorro é grave. “Ele é um milagre. O tutor o tentou matar, mas ele é guerreiro e está sobrevivendo a toda violência sofrida. O agressor está preso pelo espancamento, por crime de maus-tratos ao cão. O filho do agressor está se recusando a pagar as despesas na clínica por todos os danos ocasionados ao animal, mesmo sendo de sua responsabilidade arcar com tudo para salvar a vida do mesmo. As pauladas o fizeram perder um olho, comprometer a visão do outro, traumatismo, edemas, cortes, mas ele continua vivo graças a Deus”, escreveu Rosana nas redes sociais.

Reprodução

“É revoltante ver o descaso dessa família. A perversidade humana nesse caso supera qualquer limite. Ainda assim, a clínica Dog Mania está fazendo tudo que é preciso e eu também autorizei a fazer qualquer procedimento para salvar a vida de quem o agressor tentou matar. Dependendo de nós e de nossa assistência, ele continuará vivo”, completou.

Ao final da publicação, Rosana expôs seu desejo de que o agressor “passe longos anos cumprindo a pena estabelecida em lei”.

Confira o vídeo do momento da agressão abaixo (as imagens são fortes):

 

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Cães famintos e desnutridos são resgatados de casa na Bahia

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

A ONG Nossa Arca resgatou na última sexta-feira (2) sete cachorros que sofriam maus-tratos em uma casa no bairro Bela Vista, em Teixeira de Freitas, na Bahia.

Desnutridos e famintos, os cachorros foram encontrados com os corpos repletos de pulgas e carrapatos.

A Guarda Civil Municipal deu apoio à entidade durante a operação de resgate que salvou a vida de dois cachorros e de uma cadela com quatro filhotes. Os animais eram tutelados pelo filho da dona da casa, que não estava no local.

Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

Debilitados, os cães tinham ossos expostos pelo corpo devido à magreza extrema. Examinados por uma veterinária, eles tiveram o sangue colhido para a realização de exames e foram encaminhados para uma clínica veterinária

O caso foi registrado na delegacia como maus-tratos a animais. Os cães devem permanecer em um lar temporário até que sejam adotados.


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