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Polícia flagra matadouro clandestino com corpos de animais enterrados em área de preservação ambiental

Foto: Polícia Civil/Divulgação

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) fechou um matadouro clandestino em uma fazenda na cidade de Guarani. Corpos de animais estavam enterrados em covas e despejados sobre vegetações e rios, inclusive em áreas de preservação ambiental permanente.

O local foi encontrado na terça-feira (18) graças a investigações de cavalos e bois levados levados de propriedades rurais por criminosos. No matadouro, cavalos, éguas, burros, bois e porcos eram mortos.

Além do descarte dos corpos ter sido realizado em desacordo com a legislação ambiental e sanitária, os responsáveis pelo matadouro comercializavam a carne dos animais em condições impróprias para o consumo, colocando a vida das pessoas em risco.

Os clientes dos açougues abastecidos pelo matadouro também eram enganados. Isso porque a carne de cavalos, éguas e burros era vendida como se fosse de boi.

A operação de fechamento do estabelecimento foi realizada pela Polícia Militar do Meio Ambiente em parceria com o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA). Três funcionários foram interrogados e os depoimentos serão usados na investigação. O proprietário da fazenda é procurado pela polícia.

O delegado José Luiz Quintão informou que os próximos passos das investigações incluem a identificação dos açougues que recebiam as carnes fornecidas pelo matadouro. A polícia pretende descobrir também de onde vinham os animais para saber se foram sequestrados de seus tutores e flagrar outros matadouros clandestinos.

As pessoas envolvidas no caso poderão responder pelos crimes de maus-tratos a animais, ausência de licenciamento ambiental, poluição ambiental e furto e roubo de animais. Somadas, as penas passam de 15 anos de prisão.


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Polícia fecha matadouro de cavalos e prende homens por crime de maus-tratos

Pixabay/Chiemsee2016/Imagem Ilustrativa

A Polícia Civil fechou um matadouro clandestino de cavalos em Imaruí, no estado de Santa Catarina, e prendeu dois homens. Dentre os crimes praticados pela dupla, está o de maus-tratos a animais.

A prisão ocorreu na última sexta-feira (14). Aos policiais, os homens informaram que a carne dos cavalos era vendida em um açougue da cidade de Tubarão a um preço de R$ 7 o quilo.

O matadouro, localizado em Sítio Novo, área rural de Imaruí, foi descoberto durante investigações iniciadas após cavalos serem levados por criminosos das propriedades onde viviam.

Os homens esquartejavam um cavalo quando a polícia chegou ao local. Dois barris com pedaços dos corpos dos animais foram encontrados. Os criminosos confirmaram que a carne era de um cavalo. Cerca de 450 kg do produto foram apreendidos.

Ao serem interrogados, os criminosos relevaram que cerca de 30 corpos de cavalos estariam enterrados no entorno do matadouro. Eles foram autuados por maus-tratos a animais, por terem matado dois cavalos em condições precárias, e por crime contra as relações de consumo, já que a carne vendida era mantida de maneira inadequada.


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Bodes são resgatados de matadouro clandestino e homens são presos

Dois bodes vivos foram resgatados de um matadouro clandestino em Olinda (PE), nesta quinta-feira (9). Dois homens, que não tiveram os nomes divulgados, foram presos. Eles confessaram o crime.

Foto: Polícia Militar/Divulgação

De acordo com a Polícia Militar, os homens foram presos no bairro Jardim Brasil após denúncias anônimas terem sido feitas. As informações são do portal G1.

No local, além dos dois bodes vivos, havia quatro corpos de animais mortos, já cortados, uma balança digital e utensílios cortantes usados para cortar os animais.

Os dois homens foram encaminhados para a Central de Plantões da Capital (Ceplanc), no bairro de Campo Grande, na Zona Norte do Recife. Eles pagaram, cada um, uma fiança no valor de um salário mínimo e foram liberados.

“O dono do matadouro nos atendeu e confirmou a denúncia. Ele nos levou até o quintal, onde funcionava o estabelecimento clandestino. Ele estava, inclusive, fazendo o corte de um dos animais. No local, eles foram autuados e assinaram um Termo Circunstanciado de Ocorrência”, diz a militar Pâmela Gomes.

A Vigilância Sanitária foi acionada e adotou as medidas cabíveis.

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