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Marta vai construir abrigo para animais abandonados

A camisa 10 da seleção feminina brasileira de futebol, Marta, irá construir um abrigo para cachorros e gatos que vivem nas ruas de Dois Riachos (AL), cidade natal da atleta. 

Marta com um chapéu segurando seus dois cachorros, um em cada braço
Foto: Instagram

Marta tem dois cachorros, Zoe e Zeca, e está empolgada com o projeto. “A gente está fazendo aos pouquinhos, mas com fé em Deus a gente vai acabar em breve”, disse ela, em seu Instagram.

Infelizmente, Marta foi informada que o número de animais abandonados na cidade está aumentando depois que os moradores souberam da criação do abrigo. “A minha iniciativa é totalmente o contrário com relação a isso. É justamente pra conscientizar as pessoas que os animaizinhos precisam de um lar, que estamos com essa construção… Pro gato, cachorro, enfim… Então, gente, por favor, você que tem o seu, não abandone na rua. Primeiro porque eu não vou ter espaço pra todos, e segundo porque eles são anjos que nos dão amor sem pedir nada em troca. Pensem nisso”, concluiu.


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Jornalismo cultural, Notícias

Jogadora Marta diz que deixou de consumir alimentos de origem animal há uma semana

Por David Arioch

O vídeo pode ser conferido no Instagram do jornalista Eduardo de Meneses (Imagem: Reprodução)

Em entrevista ao jornalista Eduardo de Meneses, da ESPN, Marta, eleita por seis vezes consecutivas a melhor jogadora de futebol do mundo, disse esta semana que deixou de consumir alimentos de origem animal há uma semana, quando decidiu experimentar “a dieta vegana” após um desafio.

A revelação foi feita quando Meneses pediu que ela sugerisse alguma receita tipicamente alagoana, ou seja, da terra natal da atleta. Em tom bem-humorado, Marta citou uma saladinha bem simples como sendo essencial na sua rotina.

O vídeo pode ser conferido no Instagram do jornalista Eduardo de Meneses – clique aqui.

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A adoção de Marta e outros cães resgatados na Rio 2016

A cadela Marta foi batizada em homenagem à jogadora de futebol da Seleção Brasileira (Foto/Divulgação)
A cadela Marta foi batizada em homenagem à jogadora de futebol da Seleção Brasileira (Foto/Divulgação)

Duas feiras de adoção foram realizadas pela World Animal Protection, em parceria com o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos. Os eventos contaram ainda com o apoio da Secretaria Especial de Promoção e Defesa dos Animais (SEPDA) e da Empresa Olímpica Municipal (EOM).

Todos os cães já estavam castrados, vermifugados e vacinados – prontos para uma nova vida ao lado de suas famílias.

A primeira feira de adoção aconteceu neste sábado (13), na Barra da Tijuca. O dia de sol forte não afastou os frequentadores da Praça do Ó, que visitaram e observatam com muito carinho os cães resgatados.

Entre eles, os nossos campeões Serena, a Daiane, o Phelps e a Marta.

Marta “vence” nos pênaltis

Apesar de muitas visitas, as horas foram passando e parecia que aquele não seria o dia de sorte deles.

Para nossa surpresa, assim como as nossas meninas do futebol feminino, que no último jogo acreditaram até o final, a vitória também veio aos 45 do segundo tempo. Ou melhor, nos pênaltis!

O casal adotou Marta no final da Feira de Adoção (Foto/Divulgação)
O casal adotou Marta no final da Feira de Adoção (Foto/Divulgação)

Faltando pouquíssimo para o fim da feira, a nossa craque Marta ganhou o prêmio máximo: um novo lar.

Carina Morais Souza Gomes e seu namorado já estavam com a intenção de adotar um animalzinho. Foi ela quem recebeu um telefonema de sua mãe, avisando sobre a feira de adoção. No fim da tarde, o casal foi até lá e recebeu uma recepção carinhosa da cadela de porte médio, a Marta.

Depois de brincar com ela, agradeceram a nossa atenção e se despediram. Quando já se afastavam a pé, a nossa equipe reparou que hesitaram. Ambos pararam e conversaram por algum tempo, ao longe, sempre olhando para trás.

A Marta estava na torcida. Nós também.

Com os olhos grudados no casal, foi quando começaram a voltar: iam adotá-la. Realizada a entrevista com os veterinários e preenchida a ficha de adoção responsável, a nova família foi embora feliz e cheia de história para contar. A Marta? Em êxtase, pulando ao lado dos seus novos tutores.

“Existem hoje muitos animais abandonados, eles precisam de um lar”, nos disse Carina, “fico muito feliz com esse trabalho”.

Famílias aumentam no Dia dos Pais

A filha prometeu ser muito responsável com a crianção da cadela (Foto/Divulgação)
A filha prometeu ser muito responsável com a crianção da cadela (Foto/Divulgação)

No domingo foi a vez do Grajaú. O bairro tradicional de casas recebeu a nossa equipe de braços abertos – foram muitas visitas aos animais e várias adoções de filhotes neste Dia dos Pais.

“Adotando podemos ajudar a reduzir a população de rua e é muito importante ter um cachorrinho perto da gente”, comentou Roberta Ortiz Nunes, que, juntamente com seu companheiro André Luiz Saturnino, adotaram um casal de filhotes.Os nomes escolhidos foram Sestra e Dexter.

Emily Natália Araújo, que tem apenas 10 anos, também concorda: “Adotando você pode encontrar um animal para ser seu amigo pelo resto da vida”. Ela e a família levaram para casa um filhotinho macho de cor preta. O nome escolhido para o novo amigo foi Inuyasha – ou “Inu”, para os íntimos.

Os filhotes serelepes fizeram sucesso: eram quatro pretinhos e uma fêmea branca. Essa foi a última a ser adotada. A professora Maria Izabel Correa Salgado adotou a filhotinha na companhia da filha. Foram intermináveis minutos de colo, carinho e promessas de responsabilidade de cuidar da nova moradora da casa.

Outra filhote, também fêmea, foi adotada por Marcia Regina Ramos. “Eu agradeço a oportunidade, gentileza, alegria de vocês e a atenção que eu tive aqui hoje”, disse ela, parabenizando a equipe no local.

Cães adultos ainda sonham com lar

Além das entrevistas, realizadas por veterinários para garantir a guarda responsável, quem adotou animais recebeu orientações completas sobre os cuidados, a saúde e a adaptação aos novos lares.

Cadela adulta esperando sua hora de ser adotada (Foto/Divulgação)
Cadela adulta esperando sua hora de ser adotada (Foto/Divulgação)

Ao final da feira de domingo, cinco filhotes tinham sido adotados. Nossos amigos adultos, todavia, continuam à procura de um lar.

Com muito espírito olímpico, nossos campeões não vão desistir: já está confirmada a realização de mais feiras de adoção no próximo final de semana (dias 20 e 21). Os locais serão confirmados ao longo desta semana.

Os cachorros que estavam na Feira de Adoção haviam sido resgatados de obras do Rio 2016 (Foto/Divulgação)
Os cachorros que estavam na Feira de Adoção haviam sido resgatados de obras do Rio 2016 (Foto/Divulgação)

Fonte: World Animal Protection

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Incêndios em Portugal colocam vida e habitat dos animais em risco

O lobo-ibérico pode regressar aos locais ardidos, anos depois. (Foto: Pedro Cunha)

Além de árvores e arbustos, os incêndios descontrolados afetam a vida dos animais selvagens, principalmente daqueles que dependem de áreas vegetais.

A marta, um pequeno mamífero carnívoro ameaçado (Martes martes), “é um animal que apenas vive em zonas de carvalhal ou em áreas próximas dele. É ‘especialista’ neste habitat. Os incêndios podem significar, simplesmente, a perda do seu habitat”, explica Francisco Álvares, biólogo do CIBIO (Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos, da Universidade do Porto) especialista em mamíferos carnívoros que trabalha há vários anos na zona do Gerês.

Já para o lobo-ibérico (Canis lupus signatus), os impactos não são tão diretos. “O fogo pode causar perturbação de habitats. Mas o lobo consegue deslocar-se com as suas crias para outros locais e, dentro de alguns anos, pode mesmo regressar”. Ainda assim, os problemas subsistem. “Os lobos são obrigados a fugir dos cumes das serras, queimadas, e a aproximar-se das populações”, explica.

Os fogos prejudicam os projetos de conservação da natureza. Gonçalo Brotas conserva há cinco anos o habitat do lobo-ibérico nas Serras da Freita, Arada e Montemuro, em Viseu. Nesta época, os incêndios destruíram parte do trabalho, contou o coordenador técnico da Associação de Conservação do Habitat do Lobo Ibérico. “Em 2008 plantamos cerca de cinco hectares de vidoeiros, lódãos, freixos e alguns castanheiros na serra da Freita para recuperar habitat para o lobo”, conta. “Esta primavera, os incêndios queimaram entre 60 e 70 por cento dessa área, impedindo a rebentação das árvores. Só para o próximo ano é que poderemos ver os estragos e como é que as árvores resistiram ao fogo. Mas aquilo que posso dizer é que o fogo atrasou muito o projeto”. Na opinião de Gonçalo Brotas, “o problema não é o incêndio mas a sua frequência, ano sim, ano não”.

Fonte: Público

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Vanguarda Abolicionista

Casacos de pele ou o especismo que dá no couro

peles

As pessoas aí – mesmo as ruminantes de carne – se chocam com os vídeos da indústria de peles, e nem daria para não se chocar mesmo, mas mantêm o couro só no sapatinho. Até hoje nao entendi por que a bifurcação mental entre animais fofos e peludos – e de certa forma distantes, e a vaca que capota no cimento do matadouro. Sim, antes que gritem os chatos, eu sei dos deatlhes sórdidos e criativamente cruéis que envolvem esta ou aquela atividade em específico, mas daí estaríamos caindo barranco abaixo em direção ao bem-estarismo, do tipo ‘se meu remorso for menor, pode tá?’.

E a coisa nao é assim. É preciso pensar que, em princípio é uma pele animal que cobre o sapato, segura as calças para não caírem ou ‘protegem contra o frio’, conforme justificativa de praxe. Então se aceita uma pele daquele animal ali, o gordo com chifres e meio pateta, mas não do fofo e ágil, com talento para virar desenho animado.

O cheiro de couro ao passar em frente a uma loja ‘especializada’ me embrulha o estômago.

E esse couro foi tratado e processado até perder sua, digamos, aparência de animal. Tal como os nuggets ou a mortadela, coisa que se come mas não traz a cara de quem, tocado por Midas ao contrário, virou alvo do tesão gastronômico. E quem arrota preocupação com o meio ambiente sustentável deve estar sempre gripado, com ‘dariz endupido’, toda vez que passa por região onde tenha curtume. E toda a água intoxicada, metais pesados a go-go, é encanada e enviada para Marte, claro. “An, mas couro é natural, sintético é que faz mal”, como já ouvi de uma subgênia ao receber um panfleto anticouro.

E, no entanto, essa gente vira a cara na hora de assistir a um vídeo – mas a vida é ao vivo – de morte de bichinhos fofos para que a J-Lo ou o 50Cent tenham onde gastar o dinheiro que ganham com sua, tipo, ‘arte’. Quem acha que estou valorizando menos o sofrimento dos arminhos, martas e outros animais que ‘dão sua pele para aquecer os humanos’, que me encontre em qualquer Sexta sem Pele.

Vejam que falei da MORTE de um animal, não falei de sua desgraçada vida dentro de uma gaiola, retirado da natureza para ser ingrediente das planilhas de cálculo de exportação. É necessário fazer um insight e pensar no que é acordar todo dia em um quadrado de grades, tendo como opção comer, cagar, dormir ou girar no próprio eixo.

OK, tem humano que faz apenas isso durante toda sua existência e ainda se considera o degrau final do darwinismo, mas não é esse o ponto.

A questão é que esfolar terceiros para ter um calçado, etc., mais resistente – em tese, moçada, em tese – é uma escolha do sistema apresentada em dois de seus altares sagrados – a indústria e o comércio. Em não havendo ‘de couro’ de um dia para o outro, o povo vai espernear por um tempo, os formadores de opinião vão dizer o que o patrão mandar por um tempo, mas depois todos vão marchar felizes usando calçado feito de _________. Mais barato e resistente.

E, se imagino, poluindo apenas TANTO QUANTO antes, o tal meio ambiente sustentável puxa-voto. Mas, para isso, os especistas esdão zempre de dariz endupido, diacho!

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Modelo usa só tattoos em protesto contra uso de peles animais na Austrália

Uma ativista tatuada da Peta tirou a roupa em protesto contra o uso de peles de animais nesta terça-feira (24), em Sidney, na Austrália. No cartaz, está escrito: ‘Tinta, não marta’, em uma referência à pele do animal.

(Foto: AFP)
(Foto: AFP)

O objetivo do protesto foi chamar a atenção de consumidores para o tema, encorajando-os a não comprar roupas feitas de pele animal.

(Foto: AFP)
(Foto: AFP)

Fonte: G1

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