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Marinheiros colombianos agridem gato até matá-lo

Reprodução

Três marinheiros registraram em vídeo um crime cruel contra um gato. Os homem espancaram e assediaram o animal com varas e instigaram cães a feri-lo até à morte.

O maltrato aconteceu na Batalhão de Infantaria da Marinha de Bolívar, na Colômbia.

Em um comunicado, a Marinha colombiana afirma que uma investigação interna já foi iniciada e, que, apesar dos rostos dos oficiais não terem aparecido nas filmagens, o órgão está realizando um esforço intenso para identificação e punição dos responsáveis, que podem ser expulsos na corporação.

As imagens mostram o gatinho deitado tranquilamente em cima de um veículo quando começa a ser assediado pelos homens que o cercam e começam a espancá-lo.

Ele tenta fugir e chora, mas os homens provocam cães para atacá-lo. Ferido e exausto, ele morre sob o riso dos marinheiros.

O Coronel Alfonso Vergara Peña, comandante da Primeira Brigada de Infantaria Marinha, afirmou em nota que a instituição repudia veementemente a atitude dos oficiais e que uma comissão já foi instaurada para a apuração do caso.

Ele reiterou ainda que o crime cometidos pelos homens não representa os valores da Marinha colombiana.

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Gato é adotado por marinheiros e viaja longas distâncias em navio russo

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Gato foi apelidado de Matroskin

A foto de um gatinho a bordo de um navio russo postada em uma rede social esta semana chamou a atenção de internautas de todo o mundo. Apelidado carinhosamente de Matroskin, em homenagem a animação “As Férias no Prostokvashino”, o gato foi adotado por marinheiros e vive inúmeras aventuras em alto mar.

Mais recentemente Matroskin partiu junto com seus companheiros da Frota do Norte Russa em uma expedição pelo mediterrâneo do fim do ano passado e só retornou em fevereiro deste ano.

Foto do gato foi publicada no Twitter

O gatinho recebe muitos cuidados e carinhos dos marinhos que passam até meses longe de suas famílias. A atitude louvável dos navegantes está recebendo elogios de todas as partes do mundo e Matroskin já ganhou uma legião de fãs que torcem por novas aventuras.

 

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Marinheiros salvam cão preso numa placa de gelo na Rússia

(Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)

Um cão andou à deriva durante cerca de 160 quilómetros, preso numa pequena placa de gelo. Um grupo de marinheiros aproveitou o momento em que a corrente aproximou o “mini-icebergue” do porto de Magadan, na Rússia, e resgatou o animal.

Os marinheiros estavam no porto a serviço de um navio com bandeira polaca.

*Esta notícia foi, originalmente, escrita em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: PT Jornal

 

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Cão náufrago vive feliz em navio que o resgatou

Baltic foi resgatado de cima de um pedaço de gelo; diversas pessoas tentaram adotá-lo, mas ele preferiu ficar no navio. Foto: BBC Brasil

Um ano atrás, o cão Baltic foi resgatado, apavorado e quase congelando, de cima de um pedaço de gelo arrastado pela corrente para o alto-mar na costa da Polônia.

Ele sobreviveu por pouco ao difícil resgate, durante o qual caiu na água gelada algumas vezes.

Hoje, a vida de Baltic mudou para melhor.

Diversas pessoas se candidataram a adotar o cão, mas ele rejeitou todas, preferindo ficar com a tripulação do navio.

Lá ele tem comida e o carinho dos tripulantes, que o nomearam “observador” da embarcação.

Segundo tripulantes, quando o navio está em alto-mar, Baltic corre para a proa ou para a ponte de comando.

O próprio capitão, Edward Monko, diz que Baltic não cria dificuldades.

“Normalmente ele não atrapalha ninguém, não é nenhum problema.”

Fonte: BBC Brasil/UOL

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Porcos têm ilha paradisíaca no Caribe só para eles


No meio de tantas ilhas paradisíacas no Caribe há uma em que os moradores são apenas porcos.

Pig Island – oficialmente, Big Major Cay – é uma ilha habitada somente por porcos. Jim Abernethy, fotógrafo da Flórida, registrou o dia a dia deles no paraíso de águas claras e tépidas no meio das Bahamas.


“Eles vivem em completa harmonia em sua ilha paradisíaca”, afirmou Abernethy. “Para minha surpresa eles são grandes nadadores”, completou.


A pequena ilha abriga porcos há séculos. Eles foram introduzidos lá por marinheiros que queriam garantir uma reserva de alimentos. Mas, felizmente, os marujos nunca mais retornaram e os porcos criaram uma verdadeira colônia independente.

Fonte: Page Not Found

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Ativistas protestam contra o uso de porcos na capacitação de fuzileiros

(da Redação)

Cerca de 1.300 fuzileiros e marinheiros estão aprendendo a tratar ferimentos de guerra matando porcos. Foto: Don Bartletti/Los Angeles Times
Cerca de 1.300 fuzileiros e marinheiros estão aprendendo a tratar ferimentos de guerra matando porcos. Foto: Don Bartletti/Los Angeles Times

Cerca de 20 ativistas dos direitos animais, acompanhados por quatro cães, fizeram um protesto ontem, na Califórnia, em frente a Camp Pendleton, principal base dos fuzileiros navais norte-americanos, contra a utilização de porcos vivos no treinamento de socorro aos feridos em batalhas. 

Organizado pela PETA, a manifestação pediu que o Corpo de Fuzileiros usem manequins, simulação computadorizada e outros métodos de treinamento e não os porcos ou outros animais em treinamentos. “Tem sido constantemente provado que métodos alternativos podem ser usados com eficiência”, disse a representante do PETA , Jena Hunt. “Camp Pendleton só precisa levar esse novo passo para o mundo moderno.”

Por uma hora, os ativistas empunharam faixas e bandeiras e cantaram slogans no portão principal da base. Não houve prisões ou confrontos.

“Para mim, os direitos animais é equivalente aos direitos humanos”, disse Nasim Aghdam, 29, gerente de uma empresa de construção em San Diego. “Só porque não podem falar, não significa que devemos explorá-los.”

“Somos contra a guerra em geral, mas a que utiliza animais para isso é ainda pior”, disse Cori Hume, 17, que é recém formada pela High Tech High School, em San Diego.

Camp Pendleton fechou um contrato de US$ 1mi com uma empresa sediada no Estado de Washington para dar treinamento de ferimentos para 1.300 fuzileiros e marinheiros.

Parte do treinamento envolve o uso de suínos. Os porcos são feridos gravemente com bisturis, em seguida, fuzileiros e marinheiros, tentam salvar as suas vidas com torniquetes, desobstrução das vias aéreas e outras técnicas.

Os porcos que sobrevivem ao corte e a punhalada são posteriormente filmados em maneiras para imitar tropas feridas que sofrem no Iraque e no Afeganistão. Porcos que sobrevivem a vivissecção são sacrificados. As carcaças são enviados para um matadouro.

Nove membros do Congresso pediram ao Exército para parar de utilizar animais nos cursos de formação. O Exército não respondeu.

Vários marines acenaram para os manifestantes. Não se sabe se por deboche ou por apoio.

*Com informações do Los Angeles Times

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Orcas avistadas próximo à Praia Formosa

A orca quase não aparece nas águas do arquipélago madeirense. A não ser de passagem ou quando procura comida. Por isso, o animal é visto com pouquíssima frequência por estes lados. Contudo, recentemente, em mais uma das saídas para a observação dos cetáceos na costa sul da ilha, o barco “Sea the best” foi surpreendido com a aparição de orcas, próximo à Praia Formosa. Carlos Silva, no comando da embarcação e apaixonado por fotografia, conseguiu registrar o momento.

Tudo aconteceu 45 minutos após o “Sea the best” sair do Porto do Funchal. Depois de soltarem as amarras, o vigia “spotter” Celso Franco subiu para o ponto mais alto do barco, com os binóculos no ombro, para tentar avistar cetáceos. Depois de 45 minutos avisou que havia um grupo de golfinhos por perto. Eram golfinhos pintados do Atlântico. Um grupo de mais ou menos cem deles, tão sociáveis que saltavam em frente ao barco.

Mas a viagem não parou por aí. Após presenciar o espectáculo dos golfinhos, os passageiros comentaram com os marinheiros que faltava ver as baleias. E o inacreditável aconteceu. Momentos depois, Celso Franco avistou um grupo de baleias “Orca”. A embarcação foi se aproximando da área, de maneira que foi possível observar cinco orcas, dois machos e três fêmeas.  

Fonte: jm.online

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