Notícias

Projeto irá mapear áreas para preservar animais ameaçados de extinção

A Fundação Biodiversitas, em parceria com o Ministério do Meio Ambiente, irá lançar, em setembro, um mapeamento de áreas que abrigam os últimos refúgios de 230 espécies ameaçadas de extinção, nas categorias “em perigo” ou “criticamente em perigo”, com distribuição geográfica restrita a um ou poucos locais bastante próximos entre si. Trata-se do projeto 86 Sítios da Aliança Brasileira para Extinção Zero (Baze, na sigla em inglês), que irá abranger todo o país.

(Foto: João Marcos Rosa)

No Brasil, atualmente, há 633 espécies ameaçadas de extinção, de acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), o que indica a necessidade de promover ações que visem a preservação desses animais.

Entre os estados com mais sítios protegidos pelo projeto, estão a Bahia, em primeiro lugar, e Minas Gerais, em segundo. O estado baiano têm 29 sítios, com 48 espécies, enquanto o mineiro tem o mesmo número de sítios, porém com 33 animais que correm risco de extinção.

“Tratam-se de locais de habitação única de determinadas espécies, que oferecem os recursos necessários a sua sobrevivência. Um exemplo é a arara- azul-de-lear, que tem apenas cerca de mil indivíduos vivos, e só é encontrada no nordeste da Bahia”, diz a diretora executiva da Fundação Biodiversitas, Gláucia Drummond.

A bióloga Marina Schmoeller, uma das responsáveis pelo mapeamento, afirma que é preciso promover uma gestão consciente das áreas que abrigam os animais. “Dos 86 sítios, 35 são completamente protegidos, o que quer dizer que não há intervenção humana. Muitas dessas áreas, no entanto, têm comunidades próximas, o que nos faz ter que pensar em uma convivência harmônica entre homem e natureza para que as espécies não sofram”, explica.

Na última semana, o projeto foi reconhecido oficialmente pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA), através da Portaria n° 287. O reconhecimento tem o objetivo de auxiliar o direcionamento de políticas públicas e esforços de conservação dos sítios.

De acordo com o MMA, a ação fortalece a Aliança Brasileira para Extinção Zero, iniciada em 2006, que foi inspirada em uma iniciativa global criada seis anos antes, a Aliança para Extinção Zero (AZE).

​Read More
Notícias

Baleias ameaçadas de extinção têm aumento populacional

Em 1966, o número de baleias-jubarte era 1.400. Hoje, são cerca de 21 mil

Cientistas da Califórnia publicaram uma boa notícia. De acordo com uma estimativa, publicada na revista científica Marine Mammal Science, o número de baleias-jubarte, espécie ameaçada de extinção, vem crescendo.

Os pesquisadores fizeram um mapeamento da população dos mamíferos no Oceano Pacífico Norte, descobrindo que há cerca de 21 mil indivíduos da espécie hoje, comparado com os 20 mil que existiam em 2008.

O aumento é considerado um grande avanço frente à população de apenas 1.4000 jubartes em 1966, ano que marcou o fim – legal – do comércio de produtos derivados das baleias.

“Esses números são encorajadores, especialmente depois que nós reduzimos a maioria dos preconceitos inerentes a qualquer modelo estatístico”, disse Jay Barlow, biólogo do Centro de Ciência da Pesca em La Jolla, Califórnia. “Nós acreditamos que o número seja ainda maior, uma vez que o aumento deve ter ocorrido também em outras regiões do oceano”.

Fonte: Jornal do Brasil

​Read More
Notícias

Cemave conclui última expedição de 2010 com mapeamento de aves marinhas

O Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Aves Silvestres (Cemave), do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), acaba de concluir a terceira e última expedição de 2010 do projeto de implementação do Plano de Ação Nacional para a Conservação de Albatrozes e Petréis (Planacap). As três expedições foram aprovadas pela Diretoria de Conservação da Biodiversidade.

O grupo de aves marinhas apresenta ampla distribuição nos oceanos do mundo, tendo maior diversidade no Hemisfério Sul, onde ocorrem 22 espécies de albatrozes, duas de petréis gigantes e pelo menos 75 espécies menores.

A terceira e última expedição do ano esteve em campo de 17 a 29 de novembro, executando ações de prospecção, mapeamento de ninhos e monitoramento nos dois locais no Brasil onde se observa reprodução da pardela-de-asa-larga (Puffinus lherminieri): ilhas Itatiaias, no Espírito Santo, e arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco.

Também foram monitorados ninhos do rabo-de-junco-do-bico-vermelho (Phaethon aethereus) e do rabo-de-junco-do-bico-laranja (Phaethon lepturus). Entre as estratégias de conservação dessas espécies, elencadas no Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, são consideradas prioritárias a obtenção de informações sobre a dinâmica populacional e a ecologia reprodutiva.

Essas aves marinhas ameaçadas fazem ninho em cavidades localizadas em rochas e paredões, sendo o acesso aos ninhos extremamente difícil. A equipe empregou técnicas de escalada e rapel, além de ter acessado diversas ilhas com dificuldade de desembarque, muitas vezes fazendo o percurso por mar, a nado, sempre com o auxílio dos bombeiros e apoio dos servidores do Parque Nacional (Parna) e Área de Proteção Ambiental (APA) de Fernando de Noronha e da Associação Vilavelhense de Proteção Ambiental (Avidepa) nas ilhas Itatiaia, no Espírito Santo.

Os resultados desse trabalho incluem o mapeamento de 99 ninhos das três espécies. Além de marcar com anilhas 62 aves marinhas e oceânicas ameaçadas, a equipe coletou de 42 indivíduos as amostras biológicas previstas em sua autorização. As amostras foram encaminhadas para instituições parceiras para estudos de sanidade animal, isótopos estáveis, poluentes, entre outros.

A continuidade do monitoramento dos ninhos dessas aves é recomendação do Plano de Ação Nacional e muitas informações ainda devem ser obtidas em relação às variáveis que afetam a reprodução dessas aves e a sua utilização dos ambientes marinhos e insulares. Devido à complexidade das atividades necessárias ao monitoramento dessas populações e dos altos custos com análises laboratoriais, o Cemave contou com o apoio de diversas instituições que trabalham com o tema a fim de viabilizar as ações do projeto.

Nas expedições de campo, a equipe contou com a participação de quatro servidores do Cemave, pesquisador do laboratório de aves aquáticas da Universidade Federal do Rio Grande (FURG), pesquisadora do Departamento de Patologia da Universidade Federal de São Faulo (FMVZ-USP) e de escalador profissional da Associação Paraibana de Escaladores, que forneceu apoio a todas as atividades de escalada que permitiram o acesso aos ninhos.

Fonte: EPTV

​Read More
Notícias

Principais áreas para conservação da vida marinha no país estão desprotegidas

Informações acumuladas ao longo de décadas resultaram no que pode ser o mapeamento mais completo sobre a fauna de peixes brasileiros elaborado até hoje. O trabalho – desenvolvido por seis cientistas do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) – identificou 819 espécies de peixes raros de água doce no país. Além disso, com base nas distribuições das espécies, foram mapeadas 540 bacias hidrográficas que podem ser consideradas áreas-chave para a conservação (ACB) dos ecossistemas aquáticos brasileiros.

O estudo, porém, trouxe um alerta: apenas 26% das 540 ACBs podem ser consideradas razoavelmente protegidas. “Desse total, 40% das áreas se encontram em estado crítico, devido ao impacto direto de hidrelétricas ou por apresentarem uma combinação de baixa proteção formal (unidades de conservação) e altas taxas de perda de habitat”, enfatiza o documento. Os especialistas também chegaram à conclusão de que as áreas críticas estão passando por um rápido processo de degradação ambiental. Segundo informações, elas abrigam cerca de 344 espécies endêmicas de peixes, ou seja, aquelas que só ocorrem naquela região.

O cientista da UFRJ Paulo Buckup conta que a pesquisa teve como ponto de partida a avaliação de todas as espécies de peixes de água doce ocorrentes no Brasil e conhecidos em 2007. “A partir dessa lista, foram selecionadas as espécies cuja ocorrência é conhecida apenas em áreas restritas. Elas são importantes, pois são mais vulneráveis e, se desaparecerem daqueles locais, estarão extintas”, enfatiza. De acordo com ele, a partir da lista inicial, os pesquisadores passaram três anos debruçados sobre o tema, verificando dados e mapeando a ocorrência de espécies em mapas digitais.

“Descobrimos muitas áreas onde ocorrem espécies de distribuição restrita”, destaca Buckup. Segundo ele, as áreas mais críticas estão situadas no Sudeste do Brasil. O Pimelodella kronei, um bagre cego que vive nas águas das cavernas do Rio Iporanga, está ameaçado devido ao avanço das cidades. Já a espécie Heptapterus multiradiatus, que habitava o curso superior do Rio Tietê, não é vista há quase um século. Em Altamira (PA), nas margens do Rio Xingu, os pesquisadores identificaram quatro áreas críticas que abrigam pelo menos nove espécies de peixes de distribuição restrita, como os das espécies Pituna xinguensis e Plesiolebias altamira.

Conservação

Na opinião do especialista da UFRJ, em primeiro lugar é necessário que sejam realizados estudos que descubram a melhor maneira de conservar as espécies ameaçadas. “Paralelamente, é necessário intensificar a fiscalização e o cumprimento da legislação ambiental. De nada adianta criar novas áreas de proteção se elas não estão efetivamente protegidas ou se as leis são alteradas à medida que a destruição avança”, destaca.

Conforme Buckup, as primeiras consequências da falta de proteção já começaram a aparecer, tanto é que algumas espécies descritas no século passado não existem mais. “Quase 6 mil espécies de peixes de água doce estão catalogadas no país. Se as mais vulneráveis não forem asseguradas, teremos um grande número de extinções, uma grande tragédia”, diz. Alguns dos grandes rios brasileiros, segundo o cientista, também podem seguir o mesmo caminho de cursos d’água como o Tietê, que foi substituído por um sistema de lagos separados por barragens e apenas algumas espécies sobreviveram.

Thais Kasecker, coordenadora da CI-Brasil, recomenda que o conteúdo do estudo publicado seja levado em consideração durante o planejamento de qualquer obra de infraestrutura no Brasil, como no caso das hidrelétricas. “É preciso que os responsáveis pela obra conheçam a biodiversidade que será afetada”, defende. Para o especialista Alexandre Marco da Silva, da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a alteração vegetal desenfreada influencia diversos fatores. “Não somente na qualidade da água relacionada a parâmetros químicos e físicos, mas na geometria do leito do curso d’água devido ao processo de assoreamento, no regime hídrico, alteração da comunidade fitoplanctônica e zooplanctônica, dentre outras”, afirma.

Fonte: Diário de Pernambuco

​Read More
Notícias

Estudo realizado no Acre registra cinco novas espécies de aves no estado

Estudo mapeia 655 espécies de aves no Acre e realiza novos levantamentos em regiões que ainda não haviam sido visitadas.

A pesquisa de Edson Guilherme, que é professor do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza da Universidade Federal do Acre (UFAC), preenche a lacuna de dados sobre a diversidade avifaunística acreana. “A minha tese tenta sintetizar e descrever da forma mais acurada possível a diversidade e a distribuição de um grupo animal específico, as aves, ao longo do estado”, resume.

Quantas e quais são as espécies de aves do estado do Acre; como essas espécies estão distribuídas dentro do estado; e qual o seu estado de conservação foram as principais questões levantadas pela pesquisa. “Ao final dos trabalhos, 655 espécies foram confirmadas para o Acre (distribuídas em 73 famílias e 23 ordens), sendo que cinco destas foram registradas pela primeira vez em território brasileiro.

Pesquisa ambiental
Os estudos nas florestas tropicais têm mostrado que metade das espécies de plantas e animais do planeta são abrigadas em florestas. Além desta enorme biodiversidade, essas áreas também ajudam a manter a estabilidade climática do planeta.

A Amazônia é a maior, a mais diversa, das florestas tropicais. Cobre mais de seis milhões de quilômetros quadrados em nove países do norte da América do Sul. Segundo o autor da tese, a região abriga pelo menos 40.000 espécies de plantas, 427 de mamíferos, 1294 de aves, 378 de répteis, 427 de anfíbios e mais de 3000 espécies de peixes, que representam cerca de 10% da biodiversidade mundial.

Fonte: Diário do Pará

​Read More
Notícias

Estudo identifica 819 espécies de peixes raros brasileiros

Um grupo de seis pesquisadores do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) identificou 819 espécies de peixes raros de água doce no Brasil. O estudo, publicado pela revista científica eletrônica PLoS ONE , representa o mais completo mapeamento já elaborado sobre essas espécies no Brasil.

– Esse mapeamento representa um passo importante para que a sociedade reconheça que os rios, além de serem fontes de água, alimento e energia, são também lugares onde uma importante parte da biodiversidade única do país está presente – afirma Naércio Menezes, da Universidade de São Paulo e coautor do estudo.

Com base na distribuição das espécies de peixes raros foram identificadas 540 bacias hidrográficas que podem ser consideradas áreas-chave para a conservação desses animais. São lugares insubstituíveis, pois abrigam peixes que somente ocorrem nelas e em nenhuma outra parte do mundo.

Segundo o estudo, apenas 26% dessas 540 bacias hidrográficas identificadas podem ser consideradas como razoavelmente protegidas. Do total, 220 (40%) estão em estado crítico devido ao impacto direto de hidrelétricas ou pela combinação de baixa proteção e altas taxas de perda de habitat.

– Os resultados mostram que a manutenção desses ecossistemas tem sido negligenciadas, ao longo dos anos – diz Paulo Buckup, pesquisador da UFRJ e um dos autores do estudo.

Fonte: Zero Hora

​Read More
Notícias

ONG rastreia locais de acidentes com animais na Marechal Rondon, em SP

É muito comum encontrar animais vagando pelas rodovias durante as viagens. Este problema representa um risco duplo: para a fauna, que perde muitas de suas espécies, e para a população, que corre o risco de sofrer acidentes. Com o objetivo de tentar amenizar esse problema, a organização não-governamental (ONG) ambiental Econg desenvolve um estudo há dois meses para identificar quais os principais pontos em que ocorrem atropelamentos de animais na rodovia Marechal Rondon, SP.

O técnico ambiental e diretor da Econg, Roberto Franco, explica que o levantamento está sendo feito por biólogos no trecho entre Castilho e Bauru, nos dois sentidos. “Eles trabalham durante os finais de semana e percorrem quilômetro a quilômetro vistoriando os locais em que já ocorreram os atropelamentos e aqueles que têm mais chance de ocorrer”.

Ele explica que os pontos mais suscetíveis aos atropelamentos são onde há mata ciliar, perto de córregos, em baixadas e, principalmente, perto de canaviais. “Muitos ainda adotam a prática da queimada. Quando um canavial é queimado, os animais correm para a rodovia e é quando acabam ocorrendo os atropelamentos”.

Costumes

Além de observar as características de cada ponto, há a análise dos animais que vivem no entorno. “É importante analisar qual o tipo de animal que vive ali e quais os seus costumes. Por exemplo, répteis andam mais de dia. Quando está frio, eles vão mais para o asfalto. Tudo isso nos dá indícios da probabilidade deles entrarem na rodovia”, explica.

Franco pede a ajuda da população para que o levantamento fique mais completo. Segundo ele, “é necessário que a população comunique quando encontrar um animal atropelado. Com as nossas observações e os avisos dos usuários, poderemos ter um estudo mais completo e preciso”.

A previsão para o término do levantamento é daqui a quatro meses e, de acordo com o diretor da Econg, contribuirá muito para amenizar o problema. “Quando tivermos esse estudo pronto, queremos entregá-lo à concessionária ViaRondon. Assim, será possível tomar certas precauções, como colocar alambrado induzido, lombadas e melhorar a sinalização desses pontos de risco”.

Franco completa com exemplos de locais onde essa iniciativa surtiu resultados. “Há várias estradas paranaenses que fizeram isso e os acidentes e atropelamentos diminuíram. É lógico que não vai acabar, mas vai amenizar bastante”, conclui.

Fonte: Jornal da Cidade de Bauru

​Read More
Notícias

Pesquisadores mapeiam áreas para proteção de aves no Brasil

Um grupo de mais de 60 pesquisadores, entre biólogos e ornitólogos, conseguiu mapear todo o Brasil e chegou à conclusão de que existem 237 áreas importantes para a conservação de aves no País. Ao somar as áreas, chega-se a 94 milhões de hectares, o equivalente a 11% do território nacional. Desse total, 163 áreas estão no bioma da Mata Atlântica. Na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal juntos, o número é de 74 áreas relevantes para a preservação das aves.

Os dados foram obtidos com base em dois grandes estudos. O primeiro foi publicado em 2006 e o segundo acaba de ser lançado. O projeto é da Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil (Save), que representa a BirdLife International, uma aliança global de organizações não governamentais que têm como foco a conservação das aves e seus hábitats. O Museu de Ciências Naturais, da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, apoiou o trabalho.

As áreas consideradas relevantes pelos especialistas são chamadas de IBAs (da sigla em inglês Important Bird Areas). Essa rede de áreas pode ser considerada como o mínimo necessário para assegurar a sobrevivência das espécies de aves ao longo de seus locais de distribuição. E a conservação das IBAs pode assegurar, também, a sobrevivência de um grande número de espécies de animais e vegetais.

Extinção

Um dos critérios para determinar se o local analisado é uma IBA é verificar as espécies ameaçadas de extinção que ela regularmente abriga. E, nesse quesito, a Mata Atlântica está bem na frente dos demais biomas. “Cerca de 90% das aves ameaçadas do País estão na Mata Atlântica”, diz Pedro Develey, diretor de Conservação da Save Brasil e organizador dos estudos sobre as IBAs. De um total de 22 espécies classificadas como criticamente ameaçadas de extinção no Brasil, 15 estão na Mata Atlântica (elas podem ocorrer em mais de um bioma).

A maior IBA do mundo, por exemplo, está no Brasil e ocupa parte do Acre e da Amazonas. Ela tem 7,3 milhões de hectares e apresenta uma espécie ameaçada de extinção. Já a menor IBA do Brasil fica em Pernambuco. Possui somente 700 hectares, mas abriga sete espécies ameaçadas de extinção. Develey considera que a prioridade, portanto, deve ser a Mata Atlântica num primeiro momento. “A perda de uma espécie é para sempre”, argumenta.

Fonte: Cruzeiro do Sul

​Read More