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Santuários se unem em campanha para arrecadar recursos para os animais

Reprodução

Santuários brasileiros se uniram e criaram a campanha “Mãos Dadas – Santuários do Brasil” para arrecadar fundos, através de um site de financiamento coletivo, para manter os animais resgatados.

A iniciativa é inédita no Brasil e integra os santuários: Santuário Animal Sente, Elefantes Brasil, Sítio da Estrela, Santuário das Fadas, Projeto Mucky, Rancho dos Gnomos, Shamballa Santuário e Santuário Terra dos Bichos.

“Nossa união vem de encontro ao tempo oportuno de reflexão da humanidade em retratar consigo mesma e nossa amada Gaia, querida Terra!⁣ Nossa urgência é constante para arcarmos com as despesas e manutenção geral, o que nos fez reconhecer o financiamento coletivo Kickante como oportunidade para a realização de atividades e sustentabilidade institucional dos santuários”, afirmou o grupo.

A campanha conta com o apoio da apresentadora Xuxa Meneghel e do ator Junno Andrade. “Contamos com o amado casal Xuxa & Junno Andrade como os embaixadores do Santuários do Brasil. Quanta honra e gratidão!⁣”, disseram os santuários.

“Em uma só voz, venham apoiar essa grande iniciativa! Sua contribuição é luz de esperança para milhares de animais!⁣ A duração da campanha é 60 dias, mas a confiança como base e a fé abrigada em nossos corações direcionam esse movimento para um futuro promissor com ainda mais santuários agregando, compartilhando e evoluindo. Juntos, porque assim somos mais fortes!”, completaram.

De acordo com o grupo, “10% do valor arrecadado de cada santuário será repassado a instituições (indicação dos próprios) e a entrega documentada em nossas redes sociais”.

Para colaborar doando qualquer quantia, basta clicar aqui.

Confira abaixo vídeos da campanha, sob a direção de arte de Ivan Di Simoni.


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Vídeo de pinguins caminhando de mãos dadas em praia africana viraliza

Reprodução | YouTube

Norma Landeros-Ramirez estava em lua de mel na Cidade do Cabo, na África do Sul, quando ela e seu marido avistaram um casal de pinguins que caminhavam de “mãos” (ou nadadeiras) dadas na areia da praia. Eles ficaram tão comovidos com aquela cena que resolveram capturá-la em um vídeo que, logo em seguida, foi publicado nas redes sociais.

O casal retratado na gravação era um par de pinguins africanos que emergiram da Baía Falsa na Colônia de Pingüins de Pedregulhos e, de acordo com Landeros-Ramirez, andaram de mãos dadas por pelo menos 30 segundos, depois do qual eles descansaram na praia entre outros pingüins.

Mas o vídeo compartilhado online, que viralizou em pouco tempo, chama a atenção para outra questão relacionada aquele casal retratado: o pinguim africano está altamente ameaçado e pode desaparecer do planeta em menos de 10 anos se nada for feito para reverter esta situação.

A espécie já foi considerada extremamente numerosa, entretanto ela é agora classificada como em perigo de extinção. No início do século XIX, a população de pinguins africanos estava em torno de quatro milhões de animais. Em 2000, esta quantidade diminuiu drasticamente, sobrando menos de 200 mil – ou seja, 5% da população original. Em 2010, o número despencou novamente, para apenas 55 mil animais.

A população de pinguins está declinando a grande velocidade como resultado de vários fatores. Uma das principais ameaças que os pinguins africanos enfrentam hoje é a indústria pesqueira comercial que tira seus alimentos – sardinhas e anchovas, que são as principais presas dos pinguins.

Devido à falta de comida, os pinguins são forçados a procurar alimento mais longe da costa e se contentar com alimentos menos nutritivos. As práticas da indústria pesqueira também podem levar a que os pinguins se tornem capturas acessórias, isto é, serem acidentalmente capturados e afogados em redes de pesca.

Os pinguins africanos não prosperarão na natureza novamente, a menos que os ajudemos ativamente a fazê-lo. Como indivíduos, há muita coisa que podemos fazer para combater a sobrepesca – como limitar nosso consumo de frutos do mar ou cortá-los completamente. O futuro das espécies, no entanto, depende de um forte compromisso com a causa dos governos.

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