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Guaxinim quase perde a pata ao prendê-la em lata de refrigerante jogada na floresta

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue
Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Um guaxinim ficou com a pata imensamente inchada e quase perdeu o membro após prendê-lo em uma lata de de refrigerante que foi irresponsavelmente descartada em uma floresta.

O pobre animal foi encontrado na mata lutando para andar e comer com a pata presa na lata afiada.

Equipes de resgate de animais foram chamados para a floresta em Collins, Nova York, EUA, e o guaxinim foi levado às pressas para um veterinário.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue
Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Sua pata foi cuidadosamente liberada, fotos mostram como o membro ficou vermelho e inchado em até quase quatro vezes o seu tamanho normal.

Os guaxinins usam suas patas para caminhar, escalar e comer, por isso, precisam de assistência médica contínua antes de poderem ser devolvidos à natureza.

Em um apelo ao público, voluntários da Fox Wood Wildlife Rescue disseram que este é um “lembrete valioso” do dano que o lixo pode causar aos animais.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue
Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

Eles escreveram nas redes sociais: “Se você trouxer algo para a floresta, leve-o consigo, não jogue no chão. Esta lata foi deixada em terras florestais do Estado de Nova York em Collins”.

“Um guaxinim do sexo feminino curioso e saudável, ao cheirar e tentar lamber os restos do conteúdo doce, tornou-se uma vítima do lixo dercartado de forma irresponsável”

“Um morador da região notou o guaxinim lutando para andar, subir nas árvores e comer com a lata presa em sua pata”.

Foto: Fox Wood Wildlife Rescue
Foto: Fox Wood Wildlife Rescue

“Ele contatou a Fox Wood Wildlife Rescue e um plano para capturar e ajudar o guaxinim foi colocado em prática”.

“Uma vez capturada, ela foi levada para o Dr. Reilly no Springville Animal Hospital em Springville, que gentilmente ofereceu ajuda.

“Ela foi anestesiada e a lata foi cortada e retirada de sua pata com todo cuidado”.

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Peixes com “mãos” são descobertos na Austrália

Eles usam suas nadadeiras para andar pelo fundo do oceano em vez de nadar.

(Foto: Reprodução)

O peixe acima, por exemplo, até agora é chamado do “peixe cor-de-rosa -de-mãos” e foi descoberto na Tasmânia. Apesar de ninguém ter encontrado um desses desde 1999, os cientistas estão tentando classificá-lo.

Todas as 14 espécies conhecidas de peixes que “andam” no mundo são encontradas nas costas da Austrália, em águas rasas, mesmo assim ainda não há muitos estudos sobre esse tipo de animal.

De acordo com a União pela Conservação da Natureza, esses peixes não são ágeis, o que os torna alvos fáceis para predadores e, por consequência, há poucos exemplares de cada espécie. Mas acredita-se que eles tenham uma pele venenosa que possa matar os predadores quando eles o ingerem – no entanto, infelizmente, é tarde demais para o pobre peixe.

Outra questão que pode ameaçá-los é o fato de eles colocarem menos ovos do que os outros peixes. Eles também gostam de ficar próximos aos lugares nos quais nascem e não se adaptam facilmente em outras regiões.

Apesar de hoje habitarem exclusivamente a Austrália, acredita-se que esses peixes viviam em vários lugares do globo há 50 milhões de anos. Fósseis de criaturas similares foram descobertos no mediterrâneo, por exemplo.

Confira mais imagens:

Fonte: HypeScience

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Peixes com "mãos" são descobertos na Austrália

Eles usam suas nadadeiras para andar pelo fundo do oceano em vez de nadar.

(Foto: Reprodução)

O peixe acima, por exemplo, até agora é chamado do “peixe cor-de-rosa -de-mãos” e foi descoberto na Tasmânia. Apesar de ninguém ter encontrado um desses desde 1999, os cientistas estão tentando classificá-lo.

Todas as 14 espécies conhecidas de peixes que “andam” no mundo são encontradas nas costas da Austrália, em águas rasas, mesmo assim ainda não há muitos estudos sobre esse tipo de animal.

De acordo com a União pela Conservação da Natureza, esses peixes não são ágeis, o que os torna alvos fáceis para predadores e, por consequência, há poucos exemplares de cada espécie. Mas acredita-se que eles tenham uma pele venenosa que possa matar os predadores quando eles o ingerem – no entanto, infelizmente, é tarde demais para o pobre peixe.

Outra questão que pode ameaçá-los é o fato de eles colocarem menos ovos do que os outros peixes. Eles também gostam de ficar próximos aos lugares nos quais nascem e não se adaptam facilmente em outras regiões.

Apesar de hoje habitarem exclusivamente a Austrália, acredita-se que esses peixes viviam em vários lugares do globo há 50 milhões de anos. Fósseis de criaturas similares foram descobertos no mediterrâneo, por exemplo.

Confira mais imagens:

Fonte: HypeScience

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