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Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor à vida

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

No dia 22 de agosto de 2017, ao chegar no seu trabalho, no hotel King Cão Pet, na Cidade de Diadema, Região Metropolitana de São Paulo, a empresária Silvia Elisabete de Oliveira Lisboa se deparou com uma cena inusitada. Um cãozinho abandonado dentro de uma banheira de bebê, o animal estava debaixo de cobertores e chorando muito. Após levantar as cobertas ela encontrou um pequeno cachorro, que estava muito magro, com as patas dianteiras rígidas e as patas traseiras sem movimento.

Para a ex gestora de TI, foi um momento complicado, pois naquela hora ela não sabia o que fazer. “Fiquei com medo de mexer nele e piorar a situação. Entretanto aquele olhar eu nunca vou esquecer, ele me pedindo ajuda e chorando com muito medo, no meu coração eu sentia que ele queria viver”, relatou Silvia em uma das suas postagens na rede social.

Após realizar os primeiros cuidados, a cuidadora de animais decidiu resgatar e colocar o pequeno animal no carro e levá-lo até uma clínica veterinária. Ao chegar no consultório médico perguntaram o nome do pequeno cãozinho e na hora Silvia não teve nenhuma dúvida em batizar o animal com o nome de “Valente”.

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/ Silvia Lisboa

Foram quase 15 dias de exames, medicamentos, soro e a cada dia Valente ia melhorando. Notícias boas chegavam, ele fez a radiografia e a coluna estava perfeita, também apresentava sensibilidade nas quatro patas o que significava que ele poderia voltar a andar.

Valente tomou inúmeros medicamentos. Vivia deitado e ficava bem agitado com dores no corpo, fez algumas sessões de acupuntura e iniciou a fisioterapia. Graças amigos que colaboraram com ele, Valente ganhou uma cadeira que se adequou perfeitamente as suas necessidades.

Doença 

O pequeno cãozinho sobreviveu à cinomose: uma doença altamente contagiosa provocada pelo Vírus da Cinomose Canina (VCC) que atinge animais da família Canidae, Mustalidae, Mephitidae e Procyonidae (entre eles cães e furões) e alguns animais silvestres. A cinomose é uma doença que mata 9 entre 10 cães que o acometem. Devido a essa doença, o pequeno Valente não tem os movimentos das patinhas.

“Ele consegue comer e beber sozinho, mas eu tenho que colocar ele para comer e beber, se eu deixo ele sozinho durante o dia ele não vai ter essa possibilidade de se alimentar, até para fazer as suas necessidades ele exigi muita atenção”, declarou a empresaria em entrevista a jornal da manhã na rede Bandeirantes de Televisão.

Cãozinho paraplégico supera deficiência e dá belo exemplo de amor a vida
Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

Para Silvia, o pequeno cãozinho paraplégico dá um belo exemplo de superação e vontade de viver. “Olha eu brinco que o Valente mostra para a gente que nós não precisamos ser perfeitos para ser perfeitos, porque apesar das limitações dele, eu só enxergo perfeição. A vontade dele de viver é o maior exemplo que podemos ter nessa vida, e a resiliência porque independentemente da situação ele vai se adaptando. No olhar dele, você enxerga gratidão”, destacou a paulista em entrevista à ANDA.

Recuperação

Atualmente. Valente mora no Hotel King Cão. “Ele mora aqui no meu hotel para cães, porque aqui é mais tranquilo e ele gosta do lugar, ele associou o lugar como se fosse a casa dele, sempre fica alguém com ele, já levei ele para a minha casa para ver se ele se acostuma, mais ele prefere ficar no hotel”, explicou.

Para a cuidadora, o pequeno cãozinho lhe mostrou um mundo que ela não conhecia. “O Valente me ensinou muito, eu mudei muito depois que eu comecei a cuidar do Valente, eu sempre gostei de animais, mas, ele me mostrou um mundo que eu não conhecia. Eu não imaginava que tinha tantos cachorros com deficiência e especiais”, declarou a empresária.

Veja no vídeo abaixo, a demonstração de amor a vida, e de grande exemplo de superação que o cachorrinho Valente passa todos os dias

Hoje em dia, Silvia participa de um grupo de apoio no WhatsApp que se chama Família de Rodinhas onde tem vários animais com deficiência, e os participantes trocam experiências. “Uma ajuda a outra, tem dia que uma está mais triste que a outra, e a outra vai lá e apoia. E participo de um grupo de consorcio, que se chama Rodinhas para Todos ele foi criado pela mãe da Olivia (uma golden muito famosa nas redes sociais). É um consorcio onde a gente dá uma quantia mínima no valor de R$ 10, e em alguns meses conseguimos ajudar os cãozinhos especiais com as cadeirinhas”, destacou a cuidadora de animais.

Para a super mãe do pequeno cãozinho, a maior dificuldade atualmente é a falta de condição financeira para manter os tratamentos necessários do cãozinho. “O Valente precisa de tratamentos como fisioterapia e acupuntura. E eu não estou conseguindo arcar com nada disso, ele está no momento sem nenhum tratamento”, pontuou Oliveira.

Reiterando que o pequeno cãozinho precisa fazer hidroterapia para conseguir relaxar os movimentos das patinhas. “Ele precisa fazer hidroterapia para melhorar os movimentos das patas, só que esses tratamentos são muito caro, e infelizmente fica inviável eu pagar sozinha esses custos”, explicou a mãe de coração do pequeno cãozinho.

Foto: Arquivo Pessoal/Silvia Lisboa

Quem puder ajudar no tratamento do pequeno cãozinho Valente pode entrar em contato com Silvia Oliveira pelo WhatsApp: (11) 97481-8784 ou pela página do cãozinho valente no Instagram @valentetetra.

Encontro Nacional de Animais Especiais

A equipe organizadora do Encontro Nacional de Animais Especiais se reúne pelo segundo ano consecutivo para realizar mais uma edição do maior evento feito para os amantes, tutores e admiradores dos animais especiais.

O objetivo do encontro é trazer visibilidade aos animais com deficiência com foco principal: ajudar os tutores a trocarem experiências, produzindo uma maior conscientização para a adoção especial, diminuindo o preconceito, o abandono e as eutanásia desnecessárias.

Todos participantes terão a temperatura controlada devido ao Covid-19, precisarão obrigatoriamente usar máscaras e será limitado a quantidade de ingressos no evento. O evento acontecerá no dia 01 de novembro de 2020, das 11 às 18 horas. No Novotel – Morumbi, São Paulo- SP.

Quem quiser maiores informações sobre a programação e sobre as vendas dos ingressos, pode acessar o link do @enpe2020 no Instagram.


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Justiça proíbe mãe de ver seu filho por oferecer a ele alimentação vegetariana

Reprodução/Instagram

A paraguaia Patrícia Garcia, que atualmente vive no Brasil, está separada de seu bebê por conta de uma ação judicial movida pelo pai do menino, que alega maus-tratos e faz críticas à alimentação vegetariana da criança. Mesmo após um exame atestar que Sama está saudável, a Justiça retirou a guarda de Patrícia.

Diariamente, a paraguaia usa uma máquina para retirar seu leite, que ela leva até a casa do pai do menino, para alimentá-lo. Até mesmo a entrega é feita sem contato com Sama.

Há mais de 25 dias a mãe não tem contato com o filho e usa as redes sociais para pedir ajuda. “Era pro meu bebê estar mamando no colo. Ele e eu temos esse direito. Não é nem algo desumano, mas sim inatural. Se essa é natural, deveria ser inviolável”, desabafou.

Segundo informações da revista Cláudia, o pai de Sama é brasileiro e trabalha como professor na Universidade Federal da Integração Latino-Americana, em Foz do Iguaçu, onde Patrícia conseguiu uma vaga no mestrado em educação. Os dois tiveram um relacionamento, mas Patrícia resolveu pedir o divórcio por sofrer abusos psicológicos, morais e patrimoniais, que se intensificaram durante a gestação. Medidas protetivas foram pedidas pela paraguaia contra o ex-marido.

De acordo com a mãe, a ordem de busca ordenada pela Justiça estava repleta de informações falsas e racistas. “No documento, dizia que não tinha feito pré-natal, sendo que tinha e apresentei todas as documentações e exames, mas simplesmente não ouviram e omitiram isso. Além disso, afirmavam que o bebê sofreu vários riscos por ter nascido no Paraguai em uma aldeia indígena”, comentou a mãe. A ação judicial segue em segredo de justiça.

“Por ser imigrante, por ter tido um parto de forma natural, sem violência, estão me incriminando. Por minha alimentação e crenças, querem apagar meu ser. Isso é uma espécie de tortura psicológica. Estão me julgando por ser naturalista, mas eu não conheço outra vida, cresci e fui criada assim. É uma aculturação ainda, porque me comunico com ele em Guarani”, concluiu Patrícia.


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Filhote de macaco é encontrado agarrado à mãe em meio a queimadas na Amazônia

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

As queimadas na Amazônia têm vitimado inúmeros animais, muitos deles resgatados por equipes que lutam para salvar suas vidas. É o caso de um filhote de macaco encontrado abraçado à sua mãe, que também o segurou com força, tentando protegê-lo.

A suspeita dos veterinários que atenderam a mãe e o bebê é de que eles tenham sido atropelados enquanto fugiam de queimadas na Amazônia. Após atendimento médico, a fêmea adulta foi diagnosticada com lesão cerebral.

Apesar dos ferimentos que sofreu, a mãe está se recuperando. O filhote, no entanto, não resistiu e morreu. Eles foram dois dos muitos animais resgatados na Amazônia em meio aos incêndios.

No dia 11 de agosto, um tamanduá foi salvo por um membro da brigada de incêndio do Ibama. Cleio Junior encontrou o animal perto de Apuí. Apesar dos cuidados que recebeu, o tamanduá não resistiu. “Sinto uma enorme crueldade. O ser humano deveria ter mais consciência e se colocar no lugar dos animais”, afirmou Junior ao R7.

Em Porto Velho (RO), outro tamanduá foi resgatado – este, no entanto, teve mais sorte e sobreviveu. Após fugir do fogo, ele foi parar na garagem de uma casa. Desde então, está sendo tratado pelo veterinário da Polícia Ambiental, Marcelo Andreani, de 40 anos, que está cuidando do animal em sua própria residência desde o dia 19 de agosto.

Em julho, a Amazônia registrou um aumento de 28% nas queimadas em relação ao mesmo mês do ano anterior. Em meio ao crescimento alarmante dos focos de incêndio, voluntários, veterinários, agentes do Ibama e militares tentam salvar a vida dos animais e minimizar os danos à floresta.

Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

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Filhote de macaco fica órfão após sua mãe ser atropelada enquanto fugia de incêndio

Foto: TVCA/Reprodução

Um filhote de macaco perdeu sua mãe em um atropelamento no Mato Grosso. A fêmea fugia de um incêndio no Pantanal com o filhote nas costas quando os dois foram atropelados enquanto tentavam cruzar uma rodovia. Órfão, o filhote foi resgatado pela Polícia Ambiental.

De julho a agosto deste ano, 108 animais silvestres já foram resgatados de regiões devastadas pelas queimadas – 50% a mais do que o mesmo período de 2019.

“A fumaça causa problemas pulmonares que vão se arrastar e eles podem até sofrer cegueiras por causa da fumaça dos incêndios florestais”, explicou ao G1 o tenente Edson Mendes Júnior, do Batalhão de Proteção Animal.

Mais de 10% do Pantanal já foi afetado pelo fogo, que aumenta conforme sobe a temperatura e cai a umidade relativa do ar.

Dentre militares, brigadistas do Ibama e do Estado, mais de 100 pessoas tentam combater o fogo. Eles contam com a ajuda de trabalhadores rurais. O esforço, no entanto, não tem sido suficiente para por fim ao pior incêndio dos últimos 22 anos.

Por conta dos ferimentos sofridos durante as queimadas, há animais que não conseguirão retornar à natureza. Outros sequer sobrevivem. É o caso de uma anta que morreu pouco depois de ter sido resgatada e de um veado-mateiro que teve que ser sacrificado por estar em estado grave, com machucados severos.

A destruição ambiental causada pelas queimadas levou a Prefeitura de Barão de Melgaço a decretar estado de emergência. O local abriga um santuário de araras-azuis, que estão sob ameaça.

“Como a fumaça causa transtorno na própria saúde humana, acontece as mesmas coisas com os animais, Problemas pulmonares que vão alastrar e os animais podem sofrer até algum tipo de cegueira de acordo com a exposição às fumaças causadas pelos incêndios florestais”, reforçou o tenente.

Mas embora não consigam salvar todas as vidas que imploram por ajuda em meio ao fogo, os brigadistas conseguem garantir a sobrevivência de alguns animais. É o caso de uma onça-pintada resgatada com queimaduras graves nas patas.

Sob os cuidados do médico veterinário Thiago Luczinski, a onça tem se recuperado.
“Nós terminamos os curativos dela. As lesões são muito extensas com exposição inclusive de tendão, bastante tecido morto e a gente está tentando fazer uma alternativa de deixar ela com uma botinha. Possivelmente ela vai tirar, mas é melhor mexer na bota do que ficar mexendo nos ferimentos”, concluiu.


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Cão abandonado consola mulher após morte de sua mãe: ‘ela veio se despedir através dele’

Ao enfrentar a difícil notícia da morte de sua mãe, Jaqueline Masceno recebeu um abraço que veio de quem ela menos esperava. Um cachorro abandonado que nunca tinha a visto antes pulou em seu colo, abraçando-a e lambendo-a, como se dissesse: “eu sei que é doloroso, mas estou com você”. O caso comovente aconteceu no Hospital do Parque Piauí, na Zona Sul de Teresina.

E Jaqueline não só sentiu que tinha no cão um apoio, como teve a certeza que a aproximação dele foi uma forma que sua mãe encontrou de se despedir. Isso porque Josefa Masceno, de 74 anos, morreu após ser infectada pelo coronavírus e, para evitar o contágio, os profissionais do hospital não puderam permitir que Jaqueline desse o último adeus a sua mãe.

A idosa testou positivo para a Covid-19 no dia 6 de agosto e, graças a uma piora em seu quadro de saúde, foi internada no dia 14 do mesmo mês. “A dona Josefa entrou com os pulmões bem comprometidos, pois tinha sido testado positivo para a Covid-19 e no começo da noite ela começou a piorar”, explicou ao G1 a enfermeira Rhavenna Veloso.

Josefa foi entubada e morreu logo depois. Jaqueline tentou se despedir da mãe, mas foi convencida pelos profissionais do hospital a recuar.

“A gente colocou nela uma máscara mais potente, mas vimos que ela não ia melhorar. Entubamos ela e mais ou menos depois de uma hora ela faleceu. Quando a gente viu que tinha que entubar, ela [a filha] tentou entrar na enfermaria, mas a outra técnica conseguiu conversar com ela, abraçá-la e levá-la para fora. Foi quando esse cachorrinho veio”, completou Rhavenna.

O cachorro já havia sido visto nas proximidades do hospital outras vezes. “Geralmente, ele vem para comer, mas fazia dias que não aparecia”, disse a enfermeira.

Para Jaqueline, o cachorro estava ali para promover a despedida que as duas não puderam viver, já que ele surgiu logo no momento em que ela percebeu que não poderia se despedir da mãe.

Foto: Arquivo Pessoal

“Apareceu um animalzinho e ele pulou em cima de mim com carinho, me lambendo e eu senti naquele momento que era a minha mãe, pois eu sou protetora de animais e minha mãe aprendeu comigo. Senti que a maneira que ela encontrou de me abraçar foi através daquele animal”, contou.

Vivendo em cima de uma cadeira de rodas, Josefa tinha limitações físicas, mas isso não a impedia de cuidar dos animais tutelados pela família. “Ela era cadeirante, pois tinha uma perna amputada, mas mesmo assim tinha um amor muito grande por eles. Tenho certeza que foi através dele que ela veio se despedir. Foi inexplicável. O cachorro me abraçava forte demais”, disse.

Após o abraço, o cachorro permaneceu ao lado de Jaqueline até o momento em que o corpo da idosa foi liberado para o enterro. No dia seguinte, ela precisou de atendimento médico e retornou ao hospital. Chegando ao local, Jaqueline aproveitou para procurar o animal, mas não o encontrou.

O desejo dela é retribuir o carinho que recebeu, levando o cachorro para o abrigo de animais onde é voluntária. Cientes da situação, os profissionais do hospital se comprometeram em avisá-la caso o cão retorne.


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Governo quer matar javali após o animal fugir carregando notebook de nudista na Alemanha

Foto: Adele Landauer/Facebook

O governo de Berlim, na Alemanha, quer tirar a vida de um javali porque o animal fugiu carregando em sua boca uma sacola na qual estava um notebook que pertencia a um nudista. O caso aconteceu no entorno de um lago em Grünewald.

O animal, que é uma fêmea, estava com dois filhotes quando pegou a sacola e correu. O homem foi atrás do javali e conseguiu recuperar seus pertences. Uma foto que registrou o caso viralizou na internet.

Chefe do Departamento Florestal de Grünewald, Katja Kammer afirmou à emissora local RBB que os javalis que vivem no local, incluindo a fêmea e seus filhotes, precisam ser mortos porque deixaram de ser arredios e passaram a se aproximar dos humanos.

Com os lagos, parques e florestas da cidade lotados durante o verão, os javalis ficaram sem espaço. Eles também são atraídos pelo calor intenso, que os faz buscar água para se refrescarem, e pelo lixo deixado pelos banhistas.

Apesar de defender a matança dos animais, Kammer confirmou que “não houve nenhum confronto” entre javalis e humanos. Segundo ela, matar javalis é uma prática de controle populacional – no entanto, especialistas alertam que a medida não funciona e que a solução é castrar os animais.

A caça aos javalis é autorizada na Alemanha, mas não se pode praticá-la em regiões com grande concentração de pessoas – como o lago onde o caso foi registrado. É proibido também matar fêmeas com filhotes menores de seis meses.

As restrições à caça são a esperança da mãe que, acompanhada de seus filhos, carregou a sacola do nudista, em um ato inocente de preservação da própria espécie. Por ter filhotes com idade inferior a seis meses e viver nos arredores do lago, ela pode ter sua vida salva.


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Dia dos Avós: orcas e elefantes ajudam seus netos a sobreviver

Orcas vovós ajudam seus netos a sobreviver
Foto: Reprodução/ Pixabay

No Brasil e em Portugal, o Dia dos Avós é comemorado hoje, 26 de julho, em homenagem à Santa Ana e a São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo.

A data da festa de São Joaquim sofreu várias alterações ao longo dos tempos. Inicialmente, era celebrado no dia 20 de março, associada à de São Jose, depois foi transferida para o dia 16 de agosto, para se associada ao triunfo da filha na celebração da Assunção de Nossa Senhora.

Em 1879, o Papa Leão XIII, cujo nome de batismo era Gioacchino (versão italiana do nome Joaquim), estendeu sua festa a toda igreja. Finalmente, o Papa Paulo VI associou numa única data, dia 26 de julho, a celebração dos pais de Maria Santíssima.

Os avós têm um papel importante na vida dos seus netos; eles representam uma referência familiar, uma experiência de vida, que ajudam no desenvolvimento social e intelectual dos mais jovens. Além disso, os avós representam uma forma especial de amor, diferente da dos pais.

Efeito avó

Mas não é somente nos seres humanos que precisamos do carinho e do amor dos nossos avós. No reino animal, algumas espécies também dependem dos seus avós para sobreviver. Esse é o caso dos mamíferos, onde as fêmeas sofrem com a menopausa. As espécies em que as fêmeas têm menopausa são contadas nos dedos de uma mão. Além da humana, as outras quatros são cetáceos dentados como: golfinhos, belugas, narvais e as orcas.

No resto do reino animal, as fêmeas são férteis até o final da vida. Essas cinco exceções são um mistério evolutivo, ainda que muitos indiquem a chamada “hipótese da avó”. Ao se livrar da reprodução, as avós podem ajudar a criar os seus netos.

Segundo estudos com orcas, nessa espécie, os netos vivem mais quando têm avó do que quando não têm.

Pesquisadores norte-americanos e britânicos analisaram durante quase 50 anos duas populações de orcas sedentárias que vivem nas costas ocidentais do Canadá e dos Estados Unidos. Conseguindo dados de 726 indivíduos, incluindo idade aproximada, sexo, filhotes que tiveram, laços de parentesco com avós e bisavós e mortes registradas nessas sociedades matriarcais.

Com toda essa informação, os cientistas puderam comprovar a validade da hipótese da avó entre as orcas. De acordo com a publicação da revista PNAS, a probabilidade de morrer dos filhotes nos dois anos seguintes à morte de sua avó é até 4 vezes maior do que os jovens que a conservam.

Foto: Reprodução/ Pixabay

“As avós parecem desempenhar um papel importante ajudando seus netos”, disse o biólogo e pesquisador da Universidade de York (Reino Unido) Daniel Franks em entrevista à AFP.

“As fêmeas de mais idade têm experiência em guiar sua família às regiões onde há comida e, em trabalhos anteriores, comprovamos que as fêmeas pós-reprodutivas tendem a fazê-lo, especialmente nos momentos de maior necessidade quando o salmão escasseia”, concluiu o especialista.

Longevidade

No reino animal não é só as orcas que precisam do suporte dos avós. Um estudo feito pela Universidade de Turku, na Finlândia, descobriu que a presença da avó na família de elefantes pode reduzir em até oito vezes o risco de mortes dos filhotes. A pesquisa foi feita com base em dados reunidos ao longo de cem anos sobre a vida de elefantes em Myanmar, na Ásia.

Segundo o líder do estudo, Mirkka Lahdenperä, a diferença é mais notável nos casos de mães jovens, com cerca de 20 anos de idade. Os elefantes vivem em média 80 anos, portanto os grupos reúnem diversas gerações e quanto mais filhotes as avós ajudarem a cuidar, mais chance eles têm de sobreviver.

De acordo com a pesquisa, as avós ajudam a reduzir a mortalidade entre as crias em 21%. O estudo também mostrou que 32% de mães jovens morreram após cinco anos de idade quando a avó não estava mais no grupo, contra 7% quando ela estava presente.

“A avó ajuda na criação do filhote, deixando a mãe mais livre e pronta em menos tempo para a nova reprodução, usando da sua experiência para proteger o jovem membro da família”, afirmou o pesquisador.

Foto: Reprodução/ Pixabay

Acrescentando que a permanência da família reunida e a experiência transmitida de mãe para filha é vital para a conservação da espécie, concluiu o líder do grupo de pesquisa.


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Mãe procura cão que ficou ao lado do corpo do filho após atropelamento

A auxiliar de limpeza Rosa Maria de Santana, de 41 anos, está à procura de Branco, o cachorro de sua família que ficou ao lado do corpo de seu filho, Natanael Santana da Silva, após o rapaz perder a vida ao ser atropelado. Desde o dia 17 de março, quando o acidente aconteceu, na BR-319, em Porto Velho (RO), o cão está desaparecido.

Foto: Arquivo Pessoal/Rosa Maria de Santana

Rosa Maria contou que morava com o filho único e que Branco era muito apegado ao jovem, que tinha 23 anos.

“Ele sempre passeava na rua com o cachorro. O nome dele era Branco. Meu filho era muito apegado e a gente também”, disse ao G1.

Após o atropelamento, Branco não saiu do lado do corpo até que Natanael foi retirado da rodovia.

Foto: Arquivo Pessoal/Rosa Maria de Santana

Preocupada com o animal, que foi fiel ao seu filho até o último instante de sua vida, Rosa Maria tem feito buscas por Branco.

Ao procurar pelo cachorro, a auxiliar de limpeza recebeu a informação de que um sitiante havia o resgatado. Ela, então, foi até o sítio, mas não encontrou o animal, tampouco conseguiu qualquer notícia sobre seu paradeiro.

Determinada a encontrar Branco, Rosa Maria pede a ajuda da população, que pode repassar informações sobre o cachorro através do número (69) 9 9327-8247.

Foto: PRF/Divulgação

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Cadela e filhote são resgatados após se protegerem da neve em buraco

O buraco foi feito pela mãe dos filhotes na intenção de proteger os bebês e a si mesma por conta das baixas temperaturas


Uma cadela e seis filhotes foram resgatados em Minnesota, nos Estados Unidos, após se protegerem da neve em um buraco. Os animais foram levados para o abrigo de uma ONG.

Foto: Facebook / Red Lake Rosie’s Rescue

O buraco foi feito pela cadela, por conta do frio, na intenção de proteger os filhotes e a si mesma.

Através das redes sociais, a ONG Red Lake Rosie’s Rescue explicou que os animais foram resgatados após uma família avistá-los e levá-los para o abrigo da entidade.

Os cães chegaram famintos à sede da instituição. Com cerca de três semanas de vida, os filhotes não estavam se alimentando porque a mãe não tinha leite para oferecer a eles.

Foto: Facebook / Red Lake Rosie’s Rescue

“Depois de alguns dias em um lar quente e boa comida, Snowbelle começou a produzir muito leite para os bebês”, afirmou a entidade no Facebook. Posteriormente, a cadela foi rebatizada como Asha.

Os cães foram levados para um lar temporário e disponibilizados para adoção. Cinco filhotes já encontraram adotantes. Apenas Barry não foi adotado ainda. A mãe, segundo a entidade, tem dois anos de idade e é “um pouco tímida”.


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Filhote de golfinho morto é protegido pela mãe no litoral de São Paulo

A suposta mãe do golfinho foi vista afundando o corpo do animal. A atitude intrigou especialistas


Um filhote de golfinho morto por protegido por sua suposta mãe na última quarta-feira (12) entre Cananeia e a Ilha do Cardoso, no litoral de São Paulo.

O golfinho adulto afundou o corpo do filhote que boiava no mar. A atitude intrigou especialistas, dentre eles a monitora do Parque Estadual da Ilha do Cardoso, Camila Costa, de 38 anos, que trabalha no local há 17 anos e nunca tinha visto uma cena parecida.

“Chegamos perto para tentar resgatar o corpo e levar para algum instituto, mas no momento que estávamos do lado, o golfinho adulto apareceu”, relata ao G1.

“Ficamos impressionados pelo ato de pegar o filhote que parecia morto. Por isso, registrei e decidi colocar nas redes sociais para outros colegas verem”, explica.

A pesquisadora do projeto Boto-Cinza, do Instituto de Pesquisas de Cananeia, Daniela Ferro de Godoy, de 39 anos, explica que o comportamento da suposta mãe é denominado epimelético, o que significa cuidar de outro animal ferido, doente ou morto – o que pode ser considerado uma forma de luto.

Foto: Reprodução

“O animal que leva o filhote para o fundo da água é, muito provavelmente, a mãe. Quando os filhotes estão vivos, elas cuidam, ensinam e afastam do perigo, que é o que acontece no vídeo. Isso é o instinto de proteção e o cuidado parental”, afirmou.

Segundo ela, a suposta mãe afunda o corpo do filho com o intuito de afastá-lo das embarcações, evitando que ele encalhe em barcos. Daniela lembra ainda que este comportamento faz parte do instinto da espécie e pode durar minutos, horas e até dias.


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Coala e seu bebê são devolvidos à natureza após serem salvos de incêndio

Os coalas receberam cuidados e a mãe teve suas queimaduras tratadas antes da soltura


Uma coala e seu bebê foram devolvidos à natureza na Austrália após terem sido resgatados de incêndios. A mãe queimou as patas enquanto tentava salvar a vida do filhote.

Foto: Reprodução/Facebook

Tippy e Jellybean, como passaram a ser chamados a mãe e o filhote, respectivamente, receberam cuidados no zoológico de Victoria. As informações são do CM Jornal.

Em bom estado de saúde, os dois foram devolvidos ao habitat semanas após o resgate. A soltura foi anunciada pela equipe do zoo no Facebook.

Como o habitat da dupla levará anos para se reconstituir, os coalas foram soltos em uma zona florestal nas proximidades de Bairnsdale.

Os incêndios que assolam a Austrália desde setembro de 2019 já mataram mais de um bilhão de animais de diversas espécies.


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Vídeo: filhote de baleia-cinzenta brinca com golfinhos e leões-marinhos

Foto: @Frank Brenan/Danawharf.com
Foto: @Frank Brenan/Danawharf.com

Uma baleia-cinzenta bebê foi vista brincando com golfinhos-de-laterais-brancas-do-pacífico e leões-marinhos enquanto viajava lentamente para o sul com sua mãe em direção às lagoas de Baja, no México.

“O filhote parecia ter apenas um dia de idade”, disse o capitão Frank Brennan a bordo do barco Ocean Adventure de Dana Wharf. “Você ainda podia ver as dobras fetais por trás do blowhole (buraco por onde as baleias respiram, localizado no topo da cabeça dos mamíferos marinhos)”.

Brennan viu o bebê e sua mãe na terça-feira, 7 de janeiro, nadando próximo da praia californiana de Salt Creek Beach. Ele seguiu a dupla e observou como os golfinhos, que estavam se alimentando na área, pararam e ficaram olhando as baleias.

“O bebê baleia realmente gostou dos golfinhos”, disse ele. Certa hora, quando a mãe mergulhou fundo, o bebê ficou na superfície e fez uma inversão no sentido em que nadava para brincar com os golfinhos. Quando a mãe voltou, o bebê se virou e a seguiu. Era como se ela desse algum tipo de comando para ele voltar à linha.

Os golfinhos e as duas baleias também se juntaram a um grupo de leões marinhos. A visão foi semelhante um outro avistamento em Camp Pendleton, onde três baleias-cinzentas foram observadas brincando com golfinhos e três leões-marinhos. Nesse outro episódio, havia também uma baleia-cinza bebê no grupo. As informações são do jornal O.C. Register

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