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Mais de 50 gatos debilitados são salvos após maus-tratos em São Luís (MA)

Os animais, que estavam extremamente magros e feridos, foram encontrados em condição de abandono em uma casa


Cerca de 55 gatos foram resgatados no sábado (8) no bairro Cohab Anil III, em São Luís (MA), após serem abandonados em um imóvel. O resgate foi feito por voluntários de ONGs de proteção animal.

“A gente ficou estarrecido com os vídeos que a gente viu. Os animais em extrema magreza, se arrastando para tomar água. Situação visível de maus-tratos e abandono”, contou Fátima Oliveira, coordenadora da entidade Patinhas Sem Teto/SLZ.

Foto: Reprodução/TV Mirante

Os animais, que estavam feridos, foram encontrados enquanto a polícia procurava um assaltante que havia se escondida em uma casa do bairro. As informações são do G1.

“Nós vamos tentar encontrar a dona [da casa]. Se a gente não conseguir contactar, nós vamos nos dirigir para a delegacia e pedir que as autoridades competentes venham assumir o caso”, declarou o voluntário Guimarães Júnior.

Os vizinhos do imóvel afirmaram que os gatos eram tutelados por um homem que sofria de problemas psiquiátricos e que relatos de maus-tratos já existiam quando ele morava no imóvel. A situação, no entanto, ficou pior após a saída dele da casa, que aconteceu há mais de um ano.

A engenheira ambiental Tamires Cardoso contou ao G1 que denunciou o caso duas vezes, inclusive na Delegacia do Meio Ambiente, mas que nenhuma providência foi tomada.

Foto: Reprodução/TV Mirante

“Nada aconteceu. Ninguém nunca veio saber o que tinha acontecido, como estava a saúde desses gatos, nada”, disse Tamires.

Os gatos serão submetidos a uma triagem. Os voluntários, que reclamam da falta de políticas públicas para os animais, agora buscam lares para abrigar os gatos.

“Nós temos uma quantidade de animais muito grande abandonado nas ruas de São Luís, então tem que haver um maior movimento da prefeitura e políticas públicas voltadas para o bem-estar e a proteção aos animais. Na prática, o ideal era que tivesse um abrigo público onde esses animais recolhidos fossem para lá, tratados, vermifugados, castrados e colocados para adoção”, explicou Leandro Alvim, presidente da Associação Maranhense em Defesa dos Animais (Amada).


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Mais de 100 espécies são identificadas na Reserva Biológica do Gurupi (MA)

Foto: Instituto Chico Mendes

Após 18 meses de pesquisas de campo e análises de dados, foram identificadas e registradas em artigo científico 131 espécies da herpetofauna – anfíbios e répteis – na Reserva Biológica do Gurupi, unidade de conservação (UC) administrada pelo ICMBio no Maranhão.

Os 271 mil hectares protegidos pela reserva representam um dos últimos refúgios do Centro de Endemismo Belém (o bioma amazônico é composto por oito Centros de Endemismo – regiões delimitadas por grandes rios que apresentam fauna e flora características).

No total, o estudo identificou 31 espécies de anfíbios e 100 de répteis, entre sapos, jacarés, tartarugas, serpetes, lagartos etc. 18 delas foram registradas pela primeira vez no estado do Maranhão. ”O Centro de Endemismo Belém nunca foi tão bem amostrado como agora. Antes desse trabalho não havia nada sobre a herpetofauna da região”, afirma o zoólogo e analista ambiental do ICMBio, Marco Freitas, coordenador da pesquisa.

Segundo Freitas, a área do Centro de Endemismo Belém sofre muitas pressões externas, sobretudo de madeireiros. Por conta disso, a atenção deve ser redobrada em termos de conservação da biodiversidade. “A pesquisa registrou novas espécies de anfíbios e répteis para o Maranhão e confirmou a presença de espécies endêmicas desse Centro, mostrando uma riqueza até então desconhecida”, destaca o coordenador.

O trabalho contou ainda com a participação do técnico ambiental Ruhan Saldanha, além de pesquisadores de instituições parceiras, como a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade de Ensino Superior do Sul do Maranhão (Unisulma), o Centro Universitário do Estado do Pará (Cesupa) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

Fonte: Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

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Ativistas cobram da Prefeitura de São Luís (MA) medidas em defesa dos animais

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

As ONGs que atuam em defesa dos animais em São Luís (MA) se reuniram com a secretária municipal de Saúde, Helena Dualibe, nesta sexta-feira, 25, para cobrar medidas de amparo aos gatos abandonados pelos tutores nas ruas da capital maranhense.

Os ativistas cobram do município cuidado com os animais abandonados nas ruas. A reunião aconteceu depois que mais de 30 gatos foram mortos em uma praça, às margens do rio das bicas, no bairro da Areinha.

Contudo, não é a primeira vez que são registrados ataques aos animais. Ano passado, setenta gatos foram envenenados. Entre os encaminhamentos está o envio de uma comunicação ao Ministério Público para a definição de responsabilidades sobre posse e guarda dos animais que hoje vivem em situação de rua por São Luís.

Ficou acertado que a Secretaria de Segurança Pública vai ser acionada, segundo afirmou a secretária Helena Dualibe.”“Nós vamos agendar uma reunião com a Secretaria de Segurança do Estado porque a colocação de câmeras nesse local é uma dependência da Secretaria de Segurança e também solicitar uma reunião com o Ministério Público aonde nós já temos reuniões anteriores para que a gente defina esse espaço” disse a secretária.

A matança ocorreu na madrugada de quarta-feira, e revoltou até quem não atua na causa. No local, muitos são abandonados pelos tutores e têm água e alimento graças à ajuda de voluntários e doações. “Não pode chegar e sair matando os animais a torto e a direito. É crime isso também. Então, o poder público é o responsável por isso“ afirmou a voluntária no projeto Dindas Formiguinha, Verônica Tavares.

Defensores criticam a falta de legislação municipal e estadual voltada para os animais abandonados.“Em termo de município de São Luís, não existe uma legislação especifica definindo a responsabilidade do município “ afirmou o presidente da Associação Maranhense em Defesa dos Animais (Amada), Leandro Alvim.

De acordo com o artigo 32 da Lei dos Crimes Ambientais N° 9.605/98 praticar abuso e maus tratos contra animais domésticos ou domesticados é crime e prevê prisão de três meses a um ano, além do pagamento de multa. Se houver a morte do animal, a pena pode aumentar de um sexto a um terço.

Fonte: G1

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Assassinato de mais de 30 gatos causa alerta em ativistas em São Luís (MA)

Divulgação
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Mais de 30 gatos morreram atacados por cães na Avenida dos Africanos, em São Luís, no Maranhão. Eles estavam numa área que tem sido utilizada para abrigar animais abandonados. O ataque acabou despertando a reação de ativistas que atuam na capital.

A ONG Lar de Noé condenou a falta de cuidado com os animais em situação de abandono. “Não pode virar costume, tá? Mas uma vez a gente está vendo a quantidade de animais mortos. É preciso ter políticas publicas em relação a castração, a obrigatoriedade desta” afirmou Taiane Guaitolini, presidente da ONG.

A maioria dos gatos nesse refúgio são animais domesticados, bem mansos, dóceis e talvez por isso não tenham reagido diante do ataque dos cães. Os sobreviventes ainda se recuperam dos ferimentos. Alguns sofreram cortes profundos.

A reserva de mangue no entorno do Lago do Bacanga, em São Luís, virou uma espécie de depósito de animais descartados pelos tutores. Machos, fêmeas e filhotes que nasceram no abandono.

“São animais indefesos. São tipo crianças que não tem como se defender da maldade humana” afirmou a professora Maria da Consolação, uma das muitas pessoas que alimentam os animais.

A Secretaria de Segurança Pública disse que, até o momento, não houve registro de boletim de ocorrência sobre o fato, mas que a delegacia de meio ambiente está ciente e investigará o caso.

Fonte: Jornal Floripa

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Ex-servidor municipal depõe por exercício ilegal da medicina veterinária

O técnico em zootecnia Iramar Ramos Veras, ex-funcionário da prefeitura municipal de Fortaleza dos Nogueiras, no Maranhão, deu depoimento na 11ª Delegacia Regional de Polícia Civil em Balsas.

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Maranhão (CRMV-MA) registrou boletim de ocorrência, na polícia civil e na promotoria pública de Balsas contra Iramar por maus-tratos a animais e exercício ilegal da medicina veterinária.

Conforme lei vigente no Brasil. Lei nº 5.517/1968 que regulamentou os conselhos e a profissão de médico veterinário, estabelece que: consultas clinicas, cirurgia e inspeção de produtos animais é privativa do médico veterinário. Tais procedimentos só podendo ser realizado por profissionais reconhecidos pelos CRMV.

O exercício ilegal da profissão é considerado uma contraversão penal e além disso há a pratica de maus-tratos aos animais, que pela lei é crime e resulta em prisão.

Segundo a presidente do CRMV-MA, Francisca Neide Costa, o conselho recebeu denúncias de internautas quando o técnico em zootecnia começou a publicar em seu perfil no Facebook, os procedimentos realizados por ele, atuando como se fosse médico veterinário.

“Pessoas acessaram o Facebook e viram as publicações e procedimentos que ele fez, ainda afirmando ser veterinário. O que chamou mais atenção além dos maus-tratos aos animais foram os procedimentos cirúrgicos feitos por ele sem nenhuma condição. Cirurgias sendo feitas em quintais de tutores do animal. Onde o animal estivesse ele fazia, sem nenhum critério de condições necessárias de higiene para um procedimento cirúrgico”, ressaltou.

Nesta segunda-feira (21) representantes do CRMV estiveram em Balsas, para acompanhar o depoimento de Iramar Veras ao delegado regional, Dr. Fagno Vieira.

“Viemos aqui para acompanhar o depoimento, em que ele simplesmente confirmou o que ele faz procedimentos cirúrgicos, embora tenha consciência que é ilegal, confirmou a atuação. Disse que é formado em zootecnia, Instituto Federal dos Inconfidentes em Minas Gerais, mas isso não dá habilitação para ele fazer os procedimentos veterinários. Depois de formado em 2011, começou a fazer exercício ilegal da profissão, fazendo bastante estrago, tanto para os animais quanto para a área ambiental em vários municípios da região por onde passou”, explicou a presidente.

Iramar Veras apresentou-se ao delegado acompanhado de um advogado. Em seu depoimento disse que não trabalha mais na prefeitura de Fortaleza dos Nogueiras, e que não atende particular. Após o depoimento foi liberado para responder em liberdade, pois não foi apanhado em flagrante.

O processo tem continuidade no judiciário e ministério público. A pena por maus-tratos a animais é de três meses a um ano de prisão e por exercício ilegal da profissão a pena é de 15 dias a três meses e pagamentos de cestas básicas, prestações de serviços à comunidade.

A presidente do CRMV-MA disse que o conselho vai acompanhar de perto os passos do processo.

“Estamos pedindo a população que seja mais vigilante. Informe ao conselho, denuncie à polícia. Já que ele vive na região, para não continuar a exercer a medicina veterinária. Essa informação é muito importante para o conselho para continuarmos pressionando as autoridades, para que deem uma resposta ao caso”, explicou.

O CRMV-MA realizará uma campanha em todo o estado do Maranhão de combate ao exercício ilegal da profissão e maus-tratos aos animais. “Queremos reforçar a população em geral que procurem profissionais estabelecidos, registrados junto aos conselhos. Que não contratem sem ter o cuidado de saber sua procedência. Que tenham consciência sobre seus direitos a tenham serviços de qualidade, com garantias. E que denunciem os falsos profissionais”, concluiu.

Foto postado no perfil do Facebook de Iramar Ramos Veras, cedida pelo CRMV-MA)
Foto postado no perfil do Facebook de Iramar Ramos Veras, cedida pelo CRMV-MA)

Fonte: Diário de Balsas

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Cachorro chama atenção após proteger tumulo em cemitério

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Dois de novembro, fim de tarde, do dia de finados, uma cena chama á atenção de todos; como se estivesse fazendo a proteção do local, um cachorro permaneceu por horas em cima de um túmulo, no cemitério Napoleão Dias de Maria, localizado no bairro cajueiro na cidade de Lago da Pedra (MA).

Ninguém soube informar se o cachorro pertencia a família do ente querido sepultado naquele tumulo, ou se o cão, estaria ido com alguém para o cemitério e por lá tivesse se perdido.

As informações são que o cão atraiu a atenção de muitos que por aquele lugar passavam, e depois que foi encontrado, segundo curiosos, as pessoas estavam admirados com aquela cena, uma vez que o cão já estava a bastante tempo naquele mesmo local.

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O cachorro permaneceu no tumulo, o que fez lembrar de um romance intitulado “o cachorro dos mortos” que conta a historia de um cachorro que teve seu tutor morto, e o animal permaneceu até a sua morte sobre o tumulo de seu amado tutor.

Outro fato curioso é que se o cachorro pertence mesmo a família do finado, pode significar que se faz jus ao titulo de que o cachorro é mesmo o melhor amigo do homem.

Também é possível que o cachorro estava apenas esperando por seu tutor naquele local, ou que poderia ter seguindo alguém até o cemitério e lá, ambos devam ter se separados, pois a pessoa que fora sepultado no tumulo onde o cão estava, trata-se, de um senhor por nome “Francisco Lima, falecido no dia 04 de agosto de 2009, isto há mais de 7 anos atrás.

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Fonte: Blog do Vilmar Ferreira

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Diretora de ONG fala sobre resgates de animais em Imperatriz (MA)

“A lei não existe aqui em Imperatriz. Nós já tentamos de todas as formas”

O GPAI (Grupo de Proteção aos Animais de Imperatriz) é uma ONG que protege e cuida de animais abandonados em Imperatriz. Cadastrada no Ministério da Fazenda como associação privada, é mantida por 15 voluntários que ajudam a arcar com as despesas que chegam mais ou menos a R$ 2,5 mil a R$ 3 mil. A maior parte do dinheiro gasto é usado no tratamento das doenças dos animais recolhidos. Atuando em um ano e cinco meses, o grupo recolhe e cuida, dando um lar temporário na casa dos voluntários até encontrarem um lar definitivo.Resgatam por mês cerca de 15 cachorros e mais de 50 gatos. Essa entrevista com a diretora do GPAI, Sônia Maria de Sousa,esclarece sobre o trabalho do grupo e sobre o cuidado com os animais.

Apesar de sabermos que os cuidados com os animais abandonados têm diversas dificuldades, o que levou/leva você a criar e continuar com o GPAI?

Sônia Maria de Sousa: É o amor muito grande que eu sinto por esses animais. Eu tenho problema respiratório, tenho problema financeiro, mas é muito difícil você olhar para a carinha de um cachorro abandonado e não puder ajudar.

O GPAI tem algum critério de seleção dos animais descuidados, tendo em vista o grande número de abandonos e a pouca disponibilidade de voluntários e recursos financeiros?

Sim, infelizmente nós temos. Temos que optar pelo mais necessitado, aquele que você sabe que é de rua, que está abandonado, enfim, infelizmente nós temos que fazer uma triagem, não dá pra pegar todos.

A castração é uma questão de saúde para os animais, visto isso, sabemos que é importante castrá-los, mas esse processo muitas vezes esbarra na questão financeira por apresentar um alto custo. Em alguns municípios a castração já é gratuita, vocês como ONG protetora dos animais quais ações implementaram para que em Imperatriz seja disponibilizado gratuitamente também?

Olha, infelizmente nós dependemos do poder público. Nós já fomos atrás e não tivemos apoio, fomos atrás do prefeito, atrás de diretores de saúde, atrás do Ministério Público, aonde nos prometeram, prometeram e nada fizeram. Pra falar a verdade, nós ganhamos em mais de u ano de ONG apenas duas castrações do poder público, de dois gatos machos, e não conseguimos mais nada até agora.

Então o que poderia ser feito?

Políticas Públicas. A Prefeitura ter parceria com o Centro de Zoonose e levantar verbas para ajudar nos custos da castração, pois a superlotação de animais aqui é muito grande.

Como você concilia sua vida pessoal com o trabalho na ONG?

Nossa, muito corrida. Aqui em casa é como se fosse o QG. Eu tenho ali um quarto que está cheio de “bagulho” para o nosso bazar, onde a gente pretende angariar fundos para tratar dos nossos animais, fazer castração, principalmente.

Sabendo da existência da Lei 9.605/98 x novo código penal art.32, que defende animais maltratados e sabendo que a execução da mesma aqui em Imperatriz não é bem efetivada, o GPAI já moveu algumas ações para a procedência rigorosa dessa lei?

Já, nós movemos, mas não obtivemos êxito. Ouvimos muito que “Ah, é uma questão de cultura”. Você quer ver um exemplo? As carroças na cavalgada. Em o todo lugar que eu fui bateram a porta na minha cara dizendo que aquilo era uma festa bonita, que não podia sair sem aquelas carroças… Então, assim, você vê um animal no sol, sedento, apanhando, com superlotação em cima, e você vai lá fala e na hora o carroceiro ainda tem razão. Aí é muito difícil. A lei não existe aqui em Imperatriz. Nós já tentamos de todas as formas. Só pra você ter uma ideia, temos direito a uma parte das multas, multas de trânsito, multas em relação ao animal. Mas nunca conseguimos, porque eles dificultam. Esse ano eles (Ministério Público) lançou um edital no Diário Oficial pra gente ir lá e requerer essas multas, porém pediram tanta coisa. Então a lei não funciona.

As pessoas que desejam adotar animais da ONG passam por algum processo de avaliação?

Passa, mas não muito rigoroso, porque é muito difícil você arrumar quem queira ficar com animal abandonados, apesar de você mostrar que ele está castrado, vermifugado, vacinado, enfim está super tratado, livre de doenças. Na medida do possível a gente fiscaliza, mas nós não temos condições de fiscalizar todos.

Pra você, qual o perfil dos animais abandonados?

São muitos os problemas que levam eles a serem abandonados. Primeiro: viagens, as pessoas viajam e abandonam, pessoas que moram de aluguel dai quando mudam deixam o animal lá, principalmente os gatos, outros são porque o animal aparenta está doente ou está doente e eles não querem cuidar e abandonam. Só pra você ter uma ideia, ultimamente estamos vendo muitos casos de cinomose, que é uma doença que afeta o cérebro do animal, da parte neurológica, então, assim, os tutores quando veem o animal ficando magro, remelando, dando tique nervoso nas patas, jogando o pescoço, já abandonam. Ai as pessoas começam, tiram fotos, e ficam no nosso ouvido direto, e perguntam: “Por que o GPAI não trabalha?” Sendo que essa é a responsabilidade é do Centro de Zoonose.

Serviços:

Para aqueles que desejam ajudar essa ONG existem diversas maneiras: Doação em dinheiro, associando-se ao grupo, doando ração para os bichos, lar temporário, participando dos eventos que a ONG organiza para arrecadar fundos lucrativos, ou entrando em contato com a diretora Sônia, pelo número (99) 98115-4084. Para saber mais há, ainda, uma página no Facebook.

Fonte: Imperatriz Notícias

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Operação policial desmonta canil clandestino em São Luís (MA)

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Uma operação da Delegacia do Meio Ambiente desmontou no inicio desse fim de semana, no bairro Araçagi, em São Luís, um canil clandestino. Na casa onde funcionava o canil foram encontrados cães de raças variadas e todos se estavam em péssimas condições de saúde.

No local, os 18 cães se encontravam bastante sujos, magros e com feridas na pele. Alguns deles estavam isolados em quartos completamente escuros e imundos. Nos fundos da casa ainda foram verificados quatro animais mortos e escondidos dentro de sacos plásticos.

A veterinária Tarsila Passos que também esteve presente na operação policial revelou que o canil clandestino está em péssimas condições e muito propício para a proliferação de insetos e roedores. “Péssimas condições. O local é propício para carrapato, barata, rato”.

O canil Green City pertencia a um homem identificado como Alex Alves Itaboraí que teria alugado a casa há quatro anos. Segundo a administradora Claudia Freitas e dona do imóvel, no fim do ano passado Alex começou a atrasar o pagamento do aluguel. Foi, então, que ela descobriu que na casa funcionava o canil e decidiu denunciá-lo.

“A partir do momento que eu vim fazer um outro tipo de atividade aqui na casa. Fazer o levantamento de uma planta baixa eu vi as condições da casa. A casa tá acabada, os maus-tratos dos animais. Eles todos ali presos, dentro de gaiola enferrujada, todos sujos, a casa fedendo. Aí eu me sensibilizei pelos animais e resolvi fazer a denúncia junto a Secretaria de Meio Ambiente, fiz o BO e me encaminhou pra Delegacia de Proteção aos Animais”, contou a administradora.

De acordo com o fiscal do Conselho Regional de Medicina Veterinária, José de Ribamar Ferreira Neto, o canil está irregular e não possui registro. “Junto com a delegada a gente vai tentar chamar as partes, que no caso é a médica veterinária porque parece que tinha uma médica veterinária aqui, a gente tem que saber com ela se ela sabia se o canil estava irregular no Conselho, ou seja, não tem registro. Se ela tiver ciente da situação ela não poderia tá atuando”.

Durante a ação da Delegacia de Meio Ambiente, muitas pessoas foram até o local por já terem tido problemas ao comprarem animais no canil. O projetista Rafael Lourenço que foi uma das vítimas diz que nunca recebeu o pedigree do Shih tzu que comprou há um ano pelo valor 1.700 reais. “Enrolava. Dizia que tava vendo. Aí depois inventou um papel que eu supostamente deveria ter e que eu nunca tive esse papel na minha mão e depois simplesmente parou de responder as mensagens, qualquer forma de contato”.

ONG Cães e Gatos de Rua ficará responsável por levar os animais para o veterinário (Foto: Reprodução/TV Mirante)
ONG Cães e Gatos de Rua ficará responsável por levar os animais para o veterinário (Foto: Reprodução/TV Mirante)

A delegada de Meio Ambiente, Ludmila Pimenta, afirma que o descaso com os animais não se trata de um simples caso de maus-tratos e acrescenta que a situação será averiguada com todo rigor. “Diante da quantidade aqui a gente vai fazer um procedimento mais robusto. Diante das investigações e tudo mais nós vamos fazer um inquérito policial devido a quantidade de animais aqui em situação de negligência”.

A retirada dos animais também foi acompanhada pela Organização Não Governamental (ONG) Cães e Gatos de Rua. A vice-presidente da ONG, Juliana Raite, afirma que, a partir de agora, a ONG ficará responsável por levar os animais para o veterinário e, depois, encontrar um lar temporário até o que os procedimentos judiciais sejam concluídos.

“Eles vão ter que tomar banho. Feitos os procedimentos mesmo de tratamento desse animal e aí assim como os animais são da propriedade da Justiça, da Delegacia, não são nossos animais, não são mais animais do canil aí vão ser averiguados se há donos porque tem pessoas aqui reivindicando que tem documento. Tudo isso vai ser resolvido legalmente”, finalizou a vice-presidente.

Fonte: G1

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Hospital veterinário da Uema oferece serviços a baixo custo para animais

Reprodução
Reprodução

Em São Luís, os tutores de animais têm uma boa notícia. Serviços como consultas, exames, tratamentos e cirurgias estão sendo oferecidos a preços populares no Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e, além de ajudar a população, colabora com a formação profissional dos alunos.

Para o auxiliar administrativo Luan Mascarenhas, os serviços oferecidos pela Uema são compensadores. “Eu pago, em média, R$ 40 por cada exame de imagem. Para quem não tem tanta condição para levar [o animal] ao veterinário particular é uma oportunidade enorme”, contou.

O valor praticado pela universidade só é possível porque o hospital-escola cobra somente o necessário para repor as medicações da farmácia e dos materiais hospitalares. Isso porque o objetivo da clínica não é o lucro, mas sim o aprendizado do aluno. “O nosso hospital não visa lucro. Nosso hospital trabalha com a reposição do material, então cobramos aquilo que vai ser gasto com o seu animal. O nosso lucro é o aprendizado do aluno”, comentou o diretor.

Para Nordman Wall, professor de medicina veterinária, a diferença do hospital para clinicas e ambulatórios se dar pela exclusividade dos serviços prestados pelos alunos em formação com acompanhamento de seus professores e especialistas na área veterinária.

“A diferença daqui é que nós trabalhamos exclusivamente com a parte da reabilitação do animal. Então como tem professores, mestres veterinários e estudantes, você tem mais pessoas pensando para a solução dos problemas”, explicou o professor.

O Hospital Veterinário da Uema funciona das 8h às 17h.

Fonte: G1

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Hospital veterinário em São Luís (MA) oferece serviços a baixo custo para animais

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Em São Luís, os tutores de animais têm uma boa notícia. Serviços como consultas, exames, tratamentos e cirurgias estão sendo oferecidos a preços populares no Hospital Veterinário da Universidade Estadual do Maranhão (Uema) e, além de ajudar a população, colabora com a formação profissional dos alunos.

Para o auxiliar administrativo Luan Mascarenhas, os serviços oferecidos pela Uema são compensadores. “Eu pago, em média, R$ 40 por cada exame de imagem. Para quem não tem tanta condição para levar [o animal] ao veterinário particular é uma oportunidade enorme”, contou.

O valor praticado pela universidade só é possível porque o hospital-escola cobra somente o necessário para repor as medicações da farmácia e dos materiais hospitalares. Isso porque o objetivo da clínica não é o lucro, mas sim o aprendizado do aluno. “O nosso hospital não visa lucro. Nosso hospital trabalha com a reposição do material, então cobramos aquilo que vai ser gasto com o seu animal. O nosso lucro é o aprendizado do aluno”, comentou o diretor.

Para Nordman Wall, professor de medicina veterinária, a diferença do hospital para clinicas e ambulatórios se dar pela exclusividade dos serviços prestados pelos alunos em formação com acompanhamento de seus professores e especialistas na área veterinária.

“A diferença daqui é que nós trabalhamos exclusivamente com a parte da reabilitação do animal. Então como tem professores, mestres veterinários e estudantes, você tem mais pessoas pensando para a solução dos problemas”, explicou o professor. O Hospital Veterinário da Uema funciona das 8h às 17h.

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Fonte: G1

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Morador encontra filhote de jacaré no banheiro de casa em São Luís (MA)

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Uma família se surpreendeu ao encontrar um jacaré de quase dois metros de comprimento dentro do banheiro de casa no bairro Aurora, em São Luís, no maranhão. O animal estava no quintal da casa e acabou correndo para dentro do banheiro quando o aposentado Raimundo Nonato dos Santos abriu a porta de acesso ao fundo da residência.

“Ele estava beirando a parede e quando abri a porta ele correu para dentro do banheiro. Ele ficou bravo depois que eu fiquei cutucando ele para ver se ele saia, mas não adiantou não. Ele mordeu a régua toda e foi aí que desisti” disse.

Segundo a dona de casa Rosidete Silva Santos, o Corpo de Bombeiros foi acionado para fazer o resgate do réptil, mas não foram até o local porque a viatura estaria quebrada. “Eles disseram que a viatura estava quebrada e que o mecânico iria arrumar e que era para ligar de novo, mas até agora nada”, desabafou.

O caso ocorreu no começo da tarde desta quarta-feira (20). O réptil pode ter saído do córrego que existe atrás da casa e entrado através de uma portinha. O Corpo de Bombeiros informou que já mandou uma equipe pra retirar o jacaré.

Fonte: G1

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Protetora de animais cuida de gatos e cachorros em sua casa no Maranhão

Poodle Lulu tenta monopolizar o carinho de Gorete Leite. (Foto: Biné Morais)
Poodle Lulu tenta monopolizar o carinho de Gorete Leite. (Foto: Biné Morais)

Há uns 20 anos, o Skip surgiu na vida da administradora Gorete Leite. Ele era um gato abandonado, que foi pego por sua filha. A princípio, Gorete não achou isso boa ideia. Ela relutou, disse para a filha que iam conversar melhor a respeito do bichano, e todas aquelas coisas que uma mãe sempre fala para os filhos quando quer se livrar de um animalzinho achado na rua. Mas o que Gorete não sabia é que a fofura de Skip iria lhe conquistar. E aí veio o Sabá, a Tereza, Tigresa, Lady Grey e outras dezenas de bichanos, além de seis cadelas, sem falar os que ainda estão na rua que ela alimenta e cuida como se fossem seus.

E ainda bem que a casa é grande. Hoje, Gorete tem 33 gatos somente dentro de sua residência. Os animais eram quase todos abandonados, que ela pegou, castrou, deu medicamentos e hoje alimenta e cuida. Eles ficam espalhados pelo terreno do imóvel, mas de pronto atendem à voz da tutora assim que ela chama. E ela conhece todos, um por um, por seu nome. Sabe o parentesco (quem é mãe, quem é irmão, primo, pai), as manias e acompanha até mesmo as doenças. No momento, por exemplo, um grupo de animais está com gripe felina. São nove ao todo, que ela está cuidando pessoalmente. Para evitar que a doença se espalhe pelo resto da casa, a senhora já contatou uma médica veterinária, que irá até a casa dela aplicar vacina nos animais.

Como tudo começou

Claro que o amor do Skip amoleceu o coração de Gorete para os animais. Tanto que quando ela ainda morava em um apartamento no São Francisco/MA colocava água e comida para os animais que estavam próximos de sua casa. Quando se mudou para a atual casa, no Olho d’Água/MA, percebeu que havia vários cachorros na rua onde iria morar e adotou todos. Um terreno baldio ali perto também servia de casa para vários animais. Foi lá e também adotou os animais. Alguns ela levou para casa, outros seguiram no terreno.

Mas um dia ela percebeu uma quantidade de fumaça anormal na rua e viu que tinham tocado fogo no terreno onde os gatos moravam. Vários animais morreram, especialmente os filhotes. Outros ficaram severamente machucados. Dona Gorete pegou aqueles que pôde, levou para casa e começou a cuidar deles. Tratou os queimados, castrou os que ainda não estavam castrados, pagou operações para quem precisava. Hoje, a grande maioria mora em sua casa. Convivem bem uns com os outros, alimentam-se de ração e bebem água limpa. Por mês, são quase 600 quilos de alimentos comprados, sem contar os medicamentos e rações especiais para filhotes.

E ainda tem os cães

A grande paixão de Gorete são os gatos, mas é claro que ela não deixa de lado os melhores amigos do homem. Atualmente, ela tem seis fêmeas: duas labradoras, três vira-latas e um poodle, a Lulu, que é como se fosse uma sombra da tutora. Aonde Gorete vai, Lulu a segue. Ciumenta, a cachorra, que é bem menor que suas irmãs cadelas, quer monopolizar o tempo todo o amor e a atenção da tutora, e quando é contrariada faz questão de mostrar quem é que manda, com rosnados que são logo entendidos. Mas, apesar da quantidade de animais, todos eles convivem de forma harmoniosa dentro da casa. Gatos e cães não se estranham e estão sempre de “colegagem”.

Ruim, mesmo, Gorete conta que é só a falta de apoio do poder público para os animais de rua em São Luís/MA. Hoje, são milhares de bichos espalhados pela cidade sumariamente ignorados. Até mesmo o Centro de Zoonoses está praticamente desativado, sem falar que não existe uma política pública para a castração dos animais, como em outras cidades. Daí que, se alguém como ela resolve ajudar os animais, tem que arcar com todas as despesas sozinha. Mesmo assim, Gorete ressalta que faz tudo unicamente por amor e que nunca se arrepende de nada.

Assista ao vídeo clicando aqui.

Fonte: O Estado / Imirante

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