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Coruja explorada para entretenimento fica cega devido à exposição solar

Uma coruja explorada para entretenimento humano, que teve as asas cortadas para que não voasse, ficou cega de um dos olhos devido à exposição solar.

Foto: Reprodução / Portal UPSOCL

Com hábitos noturnos, a coruja era forçada a ficar exposta a luz solar para ser fotografada ao lado de turistas que não tinham consciência do mal que faziam ao financiar a exploração a qual o animal era submetido. As informações são do portal UPSOCL, com tradução do site CONTI Outra.

Após sofrer nas mãos de seu tutor, que não se importava com ela, a coruja foi resgatada. Para seu olho, no entanto, já era tarde demais. Isso porque nenhum tratamento veterinário seria capaz de recuperar sua visão.

As consequências que uma vida de exploração lhe trouxeram impediram que o animal pudesse retornar à natureza, para viver em liberdade, sendo condenado a viver os restos de seus dias em cativeiro. Caso fosse solta, ela se transformaria em uma presa fácil para predadores e morreria.

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Cientistas encontram 673 espécies marinhas que vivem sem sol

Um grupo de cientistas que está catalogando a vida nos oceanos surpreendeu-se neste domingo (22) com a descoberta de milhares de espécies encontradas em grandes profundidades onde não chega a luz solar.

Os cientistas do Centro da Vida Marinha (CVM), um projeto internacional que apresentará em 2010 a primeira listagem da vida oceânica, já registraram 17.650 espécies que vivem a mais de 200 metros de profundidade e outras 5.722 que habitam a mais de um quilometro de profundidade, onde quase nunca chega a luz do sol.

É o que os estudiosos definem como a “zona do crepúsculo”, o lugar onde a ausência de luz impede o processo de fotossíntese e, então, a existência de uma flora ativa.

Além disso, os pesquisadores estão surpreendidos com a diversidade de vida existente em profundidades abissais, onde se pode encontrar numerosos organismos vivos.

Robert Carney, um dos coordenadores do projeto, destacou que “é difícil de entender que haja tanta diversidade” no fundo dos mares e oceanos.

Entre as criaturas mais estranhas encontradas pelos investigadores está um polvo de dois metros que vive a 1,5 quilômetro de profundidade.

Eles destacaram ainda a existência de uma larva marinha que foi surpreendida enquanto ingeria crude petrolífero em águas do golfo do México.

Carney frisou que a grande maioria das criaturas recolhidas são novas para a ciência e que das 680 espécies de copépodes (um grupo de crustáceos) recolhidas apenas se conhecem sete.

Com informações de Agência Lusa

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