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Toureiro João Moura Jr. é acusado de promover lutas entre animais em Portugal

Foto: D.R
Foto: D.R

O caso surgiu nas redes sociais, onde o toureiro João Moura Jr. publicou fotografias de lutas entre animais, envolvendo bovinos e cães. As imagens chocaram inúmeros internautas e chegaram à Associação Animal de Portugal, que prometeu, em declarações ao Correio da Manhã, tomar medidas. “Estas pessoas ganham a vida barbarizando bovinos e cavalos em touradas. Tudo faremos para que sejam punidos”, afirma Rita Silva, Presidente da Associação, ao Correio.

Segundo revela Rita Silva, serão feitas diligências para que os autores deste “horror” sejam “devidamente punidos”. “As imagens são bastante explícitas”, acrescenta, acusando João Moura Jr. de ser promotor de lutas entre animais.

Também em declarações ao mesmo jornal, João Moura Jr. nega, através do seu agente, que esteja promovendo disputas entre animais. “Os cães estão a ladrar para assustar a vaca. Não estão a morder, porque se trata de gado manso que se assusta com o ladrar dos cães”, defendeu.

Fonte: PT Jornal

Nota da Redação: As imagens que circularam pelas redes sociais são absurdas mas, considerando o acusado, o que esperar de um toureiro? O Bull-Baiting é uma forma de “diversão” sádica, medieval e extremamente cruel, onde humanos insensíveis vibram com a morte de um ser capaz de sentir dor, medo, e principalmente, vontade de viver. No entanto, João Moura Jr., antes mesmo da divulgação deste escândalo, já merecia ser julgado pelo assassinato de inúmeros touros, mas infelizmente pode praticar seu sadismo, apelidado de touradas, livremente. Que a indignação popular com seu possível envolvimento com Bull-Baiting não pare por aí, e sirva para suscitar compaixão com os touros mortos igualmente de forma covarde, mas não por cães e sim diretamente por um humanos, racionais (?), nas touradas mundo afora.

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Destaques, Notícias

Governo português criminaliza promotores de lutas entre animais

imagem de cão treinado para brigas

( da Redação)

O Parlamento de Portugal aprovou ontem (3) a decisão que autoriza o governo a criminalizar os promotores de lutas entre animais e os tutores de cães treinados para a agressividade, com a possibilidade de penas de até 10 anos de prisão. 

A autorização legislativa prevê que “as penas previstas nas normas ao abrigo da lei não podem exceder 10 anos de prisão”.

De acordo com a decisão, passarão a ser considerados crimes “a tentativa” de organização de lutas entre animais e as ofensas à integridade física causadas por animais, seja por responsabilidade ou negligência do tutor. A pena será agravada se da agressão resultar em “ofensas graves” à integridade física da vítima.

“Por as lutas entre animais visarem o aumento do seu potencial genético agressor, são ainda criminalizadas tanto a sua organização, como a participação nas mesmas”, refere ainda a proposta de lei.

(Com informações do PublicoPT)

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