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Santuário promove respeito à vida selvagem por meio de sessão de fotos

A instituição convidou Miki Ash, mestre iogue, para fotografar com os animais


Mediadrumimages/JeffreyR.Werner

O Wildlife Learning Center (WLC), localizado na Califórnia (EUA) e considerado um santuário para os animais que não conseguem mais retornar à natureza, convidou a jovem Miki Ash, mestre iogue, para uma sessão de fotos com os animais. O objetivo é que as imagens chamem a atenção das pessoas para o respeito com a vida selvagem e os animais em extinção.

Para as fotos, Ash ficou em posições de yoga com um guaxinim, uma cobra, uma tartaruga, uma coruja, um porco-espinho e outros. Ash explica que muitas asanas (palavra sânscrita para posições) de yoga foram inspiradas em animais e por isso têm seus nomes, como lagartos e cobras. “Gostei de toda a experiência, mas acho que o bicho-preguiça representa melhor o ritmo lento e constante do iogue”, disse.

De acordo com o Daily Mail, o bicho-preguiça foi justamente o animal que inspirou a instituição na criação de um evento de yoga a cada dois meses, o Sloth Yoga. Segundo Paul Hahn, cofundador do WLC, esta é uma “maneira nova e divertida de educar as pessoas e conversar sobre conservação da floresta tropical” e também uma forma de angariar fundos, o principal desafio que enfrentam.

Mediadrumimages/JeffreyR.Werner

Para Hahn, os animais possuem uma vantagem sobre os humanos, que é o fato de estarem “constantemente acessando seus arredores sem distrações de planejar o futuro ou de processar o passado e isso é perfeito para a yoga”. O WLC foi fundado há 20 anos por Hahn e seu parceiro, o biólogo David Ryherd. Os animais feridos que chegam até eles são tratados e vivem seus dias de lazer em um ambiente que reflete seu habitat natural.

Mediadrumimages/JeffreyR.Werner

“Os [animais] residentes são uma gangue barulhenta de macacos-esquilo jogando fezes em quem passa por seus galhos e trepadeiras. Há também girafas, corujas, cobras e répteis”, conta Hahn. Ele explica que nem sempre é fácil, por isso é importante que equipe goste e esteja comprometida com o trabalho.


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Joaquin Phoenix participa de protesto em matadouro após festa do SAG Awards

Além de participar do ato para conscientizar a sociedade, o ator e os demais ativistas ofereceram água aos animais


Após sair da festa do SAG Awards, onde foi premiado na categoria Melhor Ator, Joaquin Phoenix participou de um protesto em um matadouro de porcos em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Foto: Reprodução/Facebook

Vestindo o terno usado no evento de domingo (18), Phoenix se juntou a outros ativistas e ofereceu água aos animais.”A maioria das pessoas não conhece realmente a tortura e o assassinato na indústria de carnes e laticínios”, afirmou o ator em um vídeo divulgado nas redes sociais por Jane Velez-Mitchell. As informações são do G1.

“Temos a obrigação moral de falar sobre e expor. Somos tão doutrinados com essas imagens de animais felizes em fazendas, nas embalagens de carnes, em restaurantes, mas é tudo mentira. Acho que as pessoas precisam saber a verdade e temos a obrigação de fazer isso. Nós que já vimos a realidade temos a obrigação de expor isso”, completou.

Conhecido por seu ativismo, o ator já havia sido visto em uma manifestação no dia 10 de janeiro, quando foi detido após abordar o impacto negativo da produção de carne e de leite nas mudanças climáticas – tema também citado por ele durante seu agradecimento no Globo de Ouro.


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Dezembro Verde visa conscientizar sobre abandono de animais

No Brasil são 30 milhões de animais vivendo em situação de rua sendo que a maioria deles é fruto de abandono

Foto Federico Espiño/Pixabay

A Campanha “Dezembro Verde” nasceu no Ceará e se espalhou para várias cidades do Brasil, com a intenção de conscientizar sobre o abandono de animais e combater esse triste cenário – um problema que se intensifica em dezembro em razão das férias, viagens e festas de final de ano, e transcorre até meados de fevereiro.

É também a partir de dezembro que as ONGs enfrentam dois problemas bastante sérios: a chegada de mais animais (em decorrência do abandono) e a queda na arrecadação financeira já que muitas pessoas cortam a ajuda para investir em passeios, presentes e contas extras dessa época do ano.

Segundo uma pesquisa feita pela World Veterinary Association (Associação Veterinária Mundial) há cerca de 200 milhões de cães abandonados no mundo. Dados da OMS – Organização Mundial de Saúde apontam que no Brasil existem 30 milhões de animais em situação de rua (na maioria vítimas de abandono), sendo 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Ou seja: 10% dos cães sem lar no mundo vivem pelas ruas do Brasil.

Foto Jose Arroyo/ Pixabay

Embora o abandono de animais seja crime previsto pela Lei de Crimes Ambientais Nº 9.605, muitas pessoas ainda abandonam seus animais nas ruas, em locais afastados, estradas e até trancados dentro de casa sem alimento e água suficientes ou pessoa para cuidar deles enquanto saem para viagens de férias.

Todos os anos são inúmeros os casos de abandono com cães amarrados em postes, árvores e portões, largados no meio do mato ou em rodovias. Mas a chegada das férias ou das festas não é a única motivação para tamanha crueldade.

Muitos cães são “jogados fora” quando: adoecem, envelhecem, crescem demais, brincam demais e fazem xixi em lugar errado (por falta de paciência do tutor em ensinar o lugar correto). Fêmeas exploradas pela indústria de filhotes também são abandonadas depois que já não podem mais procriar.

Os gatos são abandonados pelos mesmos motivos dos cães e ainda por ocasião da chegada de um bebê na família devido ao mito de que grávidas não podem conviver com felinos. Além disso, tanto cães quanto gatos são frequentemente deixados para trás quando a família muda de casa ou de cidade alegando que não há lugar para eles.

Foto Jimmy Chan/Pixabay

E o que acontece com esses 30 milhões de animais em situação de rua pelo Brasil?

Alguns animais fruto de abandono chegam a morrer de tristeza. Outros, sem qualquer experiência na rua morrem atropelados. Muitos são alvo da maldade humana, mas todos passam fome e desespero.

Solução: guarda responsável e controle populacional ético

Antes de adotar um animal a pessoa precisa ter certeza que poderá arcar com o novo membro da família pelo resto de sua vida. É como um casamento: na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença. Isso deve também ser ensinado às crianças em casa e na escola. Elas precisam saber que animais não são brinquedos descartáveis e que adotá-los significa assumir uma responsabilidade por toda a vida deles.

Já com relação aos animais em situação de rua, a melhor e mais eficaz maneira de minimizar a procriação e, com isso, o sofrimento de muitos ou a sentença de passar a vida inteira numa baia de canil ou abrigo superlotado, é a castração. O método de CED – Captura, Esterilização e Devolução ao local de origem é, inclusive, recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Foto Epic Images/Pixabay

Abandonados e resgatados

Na maior parte dos estados brasileiros já é proibido, por lei, capturar e induzir à morte animais em situação e rua. Mas quem cuida de tantos animais sem teto?

Um levantamento do Instituto Pet Brasil divulgado este ano mostrou que mais de 170 mil animais estão sob os cuidados de 370 ONGs e grupos que atuam na proteção animal em todo o país. O estudo concluiu também que a maioria esmagadora dos animais tutelados por ONGs são cães contra apenas 4% de gatos – até mesmo porque muitos protetores cuidam de gatos de colônias instaladas em locais públicos, priorizando levar para abrigos apenas os filhotes e animais debilitados.

Abandono: um mal mundial

Em Portugal, uma recente lei federal passou a proibir o extermínio de animais em situação de rua, mas esse cenário é raro e ainda não existe nem mesmo em países desenvolvidos como EUA e França.

Em várias cidades americanas, como Nova York, o método de CED tem sido executado com sucesso, mas todos os anos os EUA induzem à morte 860 mil gatos e 670 mil cães. Em Los Angeles, por exemplo, são mortos cerca de 30 mil filhotes de gato todos os anos sob a alegação de que não há abrigo suficiente para eles e nem voluntários para dar mamadeiras. Não seria mais sensato e humano castrar colônias felinas?

Foto Artemie Ixari/Pixabay

França é campeã de abandono

A França, considerada por muitos como um país que respeita os direitos animais, na verdade não respeita a vida nem daqueles que vivem nas ruas. Em várias cidades, os animais recolhidos aos abrigos têm um prazo curto, que varia entre uma semana a um mês, para serem adotados – caso contrário são induzidos à morte.

Além disso, é o país com maior número de animais abandonados da Europa: são 100 mil por ano (incluindo 60 mil durante as férias de verão). Por conta disso, a Fundação “30 Millions d’Amis” (30 Milhões de Amigos) criou esse ano uma campanha contra o abandono que teve mais de 45 milhões de visualizações nas redes sociais.

O vídeo, assinado pela agência “Altmann + Pacreau” mostra várias pessoas abandonando seus animais enquanto cantam ironicamente “We are the Champions” ou “Nós somos os campeões” (canção famosa de Freddy Mercury/Queen). Segundo a ONG a ideia foi justamente apontar essa “vergonha nacional da França como campeã no abandono de animais”.

Criação do Dezembro Verde

Dezembro Verde foi criado pelo protetor animal Alex Paiva, de Sobral, no Ceará, junto com a ativista Drika Morais, como uma forma de conscientizar as pessoas sobre o abandono de animais que tem pico justamente no último mês do ano. Depois a Campanha recebeu também ideias das protetoras Goretti Queiroz de Pernambuco e Valéria Mendes de Brasília que ajudaram a definir a cor verde.

A proposta foi tomando corpo em outras cidades pelo Brasil e no ano passado ganhou até a Lei Complementar nº 518, acatando projeto de lei da vereadora Ana Rita Negrini Hermes, que institui a campanha “Dezembro Verde – Não ao abandono de animais” no município de Joinville, em Santa Catarina. Protetores de todo o país têm abraçado a campanha do Dezembro Verde espalhando-a pelas redes sociais.

Fátima ChuEcco é jornalista ambientalista e atuante na causa animal

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Cidades americanas votam resolução para cortar relações com empresas ligadas aos incêndios na Amazônia

Foto: Divulgação
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Em uma atitude sem precedentes e em solidariedade a floresta tropical, os membros do conselho das cidades de Nova York e Los Angeles estão pedindo que as empresas cortem laços com companhias responsáveis pelos incêndios na Amazônia.

Os incêndios estão ligados à indústria da carne bovina: os pecuaristas em conjunto atearam fogo em áreas da floresta para limpar a terra para seus rebanhos de vacas e bois. Até o momento, foram registrados 41 mil locais de incêndio registrados, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais brasileiro.

Os incêndios são devastadores para os povos indígenas e animais selvagens, mas também têm um impacto mais amplo. As árvores amazônicas absorvem dióxido de carbono e são um recurso extremamente útil na luta contra a crise climática.

Costa Constantinides e Justin Brannan, membros do conselho da cidade de Nova York, são co-patrocinadores da nova resolução, em parceria com o presidente do distrito de Brooklyn, Eric Adams. Na costa oeste, os membros do conselho da cidade de Los Angeles, Paul Koretz e David Ryu, apresentaram uma resolução semelhante.

“O que comemos faz a diferença”

“Estamos diante de uma emergência climática”, afirmou Adams em um comunicado. “Não podemos continuar os negócios como de costume enquanto o planeta queima até a morte”.

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Ele continuou: “Hoje, solicitamos que agências da cidade e as empresas locais cortem os laços com qualquer empresa ligada às empresas multinacionais responsáveis pelos incêndios que ainda ocorrem em toda a floresta amazônica”.

“Cada escolha individual do consumidor, cada decisão corporativa e cada política legislativa específica devem ser voltadas para tornar nosso planeta mais sustentável e habitável para as próximas gerações”, acrescentou.

Nova York e Los Angeles são as duas maiores cidades dos Estados Unidos. Os membros do Conselho Municipal de ambas esperam poder liderar pelo exemplo. Eles querem inspirar as outras 35 mil cidades do país a se unirem a elas e apresentarem resoluções semelhantes.

Os líderes também querem que os moradores da cidade considerem reduzir o número de produtos de origem animal que consomem. De acordo com o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, combater o consumo de carne é o problema ambiental mais urgente do mundo, de acordo com informações do Livekindly.

“O que comemos é importante e faz a diferença”, disse Adams, que segue uma alimentação vegana. “Com quem fazemos negócios. Esta resolução é o primeiro passo para abrir uma conversa mais ampla sobre como superamos um dos desafios mais significativos que a humanidade já enfrentou”.

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Los Angeles está a um passo de proibir as corridas de cavalo

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

Los Angeles pode em breve se tornar a maior cidade dos Estados Unidos a proibir corridas de cavalo depois de uma série de mortes de cavalos em uma das maiores pistas do sul da Califórnia.

O comissário Roger Wolfson apresentou recentemente uma moção ao Conselho de Serviços Animais de Los Angeles pedindo a proibição. A moção, intitulada “Oposição à Corrida de Cavalos no Estado da Califórnia”, aparece na agenda de terça-feira para votação.

“Espero que possamos tomar uma posição real e definitiva – nenhuma cidade que eu conheça tomou uma posição sobre isso”, disse Wolfson ao City News Service.

“Somos o departamento de serviços de animais, não o departamento de serviços de animais domésticos, e qualquer coisa que afete o bem-estar dos animais em Los Angeles está sob nossa alçada”, disse Wolfson.

Mortes de cavalos em Santa Anita

O movimento segue as mortes de 30 cavalos nos últimos seis meses na pista de corridas de Santa Anita, localizada em Arcadia. Santa Anita tem sido considerada uma das pistas mais prestigiadas do país. A causa das mortes de cavalos ainda está sob investigação, mas especialistas do setor acreditam que pode ter algo a ver com o inverno excepcionalmente chuvoso da Califórnia e seu impacto na superfície da pista.

Foto: Livekindly
Foto: Livekindly

“Santa Anita teve 111 corridas em sua pista principal quando a superfície estava classificada como ‘barrenta’, ‘desleixada’ ou ‘fora de serviço’, em comparação com apenas 18 durante o mesmo período do inverno anterior, de acordo com registros da indústria”, de acordo com relatos do The New York mês passado.

“Sessenta e duas dessas corridas foram executadas quando a pista estava selada, o que significa que trenós pesados comprimiram a superfície para evitar que a umidade penetrasse nos níveis mais baixos, criando uma superfície mais dura. Isso pode significar uma enorme dificuldade de pisar para os frágeis cavalos de 490 kg com tornozelos tão finos quanto as garrafas de Coca-Cola”.

A medida tornaria Los Angeles a maior cidade dos EUA a se posicionar contra as corridas de cavalos, um esporte já denunciado por ativistas pelos direitos animais como cruel e desumano. Fraturas e lesões são as principais causas de morte de cavalos de corrida.

E apesar de Los Angeles não ser o local onde fica a pista em que ocorreram as mortes, Wolfson enfatizou a importância do movimento. “Veja, 30 cavalos morreram em Santa Anita; essa é uma cidade próxima de nós. Estamos preocupados com isso”.

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Focas e leões marinhos ganham uma segunda chance na vida em hospital de mamíferos marinhos

Foto: jervisbaywild
Foto: jervisbaywild

Na cidade litorânea de San Pedro, no estado de Los Angeles (EUA) existe um porto seguro para dezenas de focas e leões marinhos no Marine Mammal Care Center.

Desde 1992, o hospital de resgate e reabilitação vem tratando mamíferos marinhos doentes e feridos que acabam ficando presos no litoral de 70 milhas (mais de 100 km) do condado de Los Angeles.

O hospital sem fins lucrativos trata principalmente elefantes marinhos, leões marinhos e focas.

“As vezes eles estão desnutridos, outras eles apresentam mordidas de tubarão ou uma lesão causada por linhas de pesca ou ainda podem estar presos em redes de pesca”, disse Jeff Cozad, diretor-executivo do Marine Mammal Care Center de Los Angeles.

Os mamíferos marinhos ficam, em média, cerca de três meses de reabilitação na instalação antes de serem devolvidos à natureza.

“A liberação de um animal saudável é o ápice do nosso trabalho. É o destaque”, disse Cozad. “Isso acontece quando o animal está livre de problemas médicos, tem o peso corporal adequado e se exercita o suficiente”.

O MMCCLA libera focas e leões marinhos saudáveis no White Point Royal Palms Beach, em San Pedro. Com a ajuda de 150 voluntários, o hospital trata cerca de 300 mamíferos marinhos todos os anos.

As pessoas são encorajadas a visitar o hospital e ver as focas e leões marinhos. Para mais informações, visite o site do hospital.

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Cão com expressão de tristeza no olhar comove casal que cruza o país para adotá-lo

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

Quando Jessica Williams e seu namorado, Jared, se mudaram para um apartamento que permitia cães, eles não hesitaram em planejar adotar um filhote. Jessica estava tão animada que começou a procurar na internet em vários abrigos.

Foi então que Jessica se deparou com um cachorro que comoveu seu coração ao extremo, um animal que obviamente precisava de ajuda imediata.

Benji foi resgatado das ruas de Los Angeles (EUA) e levado para um grande abrigo público. O filhote era incrivelmente cauteloso com as pessoas, assustado, arredio e sofria de uma alergia severa a pulgas, o que o fez com que ele perdesse a maior parte de seu pelo.

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

“Ele estava no abrigo há 10 dias e não estava lidando bem com a situação ou com o ambiente”, disse Williams. “Eu nunca tinha visto um cachorro tão triste e sabia que não poderíamos deixá-lo lá”.

Williams e seu namorado moram em Sacramento e Benji estava em Los Angeles, uma distância considerável separa as duas localidades, mais de 600 km. Então o casal levou seis horas para chegar até ele e conseguir adotá-lo.

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

De alguma forma, eles sabiam que o cachorro valeria a pena.

Foi amor à primeira vista

Quando a família chegou ao abrigo, eles expressaram seu interesse pelo animal deprimido. No entanto, os voluntários não pareciam ter muita fé em Benji e tentaram persuadir o casal a adotar outro cão.

Apesar da natureza distante e reservada de Benji e das advertências do abrigo, o casal decidiu dar uma chance ao filhote.

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

A viagem de carro de volta a Sacramento foi difícil, pois Benji ainda estava muito confuso sobre o que estava acontecendo. Quando todos chegaram em casa, o cão assustado mantinha alguma distância de seus pais. No entanto, com o passar dos dias, algo começou a mudar.

Assim que Benji percebeu que estava realmente em segurança, começou a sair de sua concha. O cachorro aterrorizado se transformou no cão doce e brincalhão que seus pais sempre souberam que ele seria.

“Ele gosta de lamber nossos rostos e brincar com seus brinquedos”, disse Williams.

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

Agora, Benji adora passar o tempo com sua família e seus pais estão felizes em ter ajudado um filhote em necessidade.

Toda a reserva e distância de Benji era na verdade medo e insegurança de sofrer tudo pelo que passou novamente. As ruas são duras com os cães abandonas e sem lar.

Ao pensar em aumentar a família com um membro peludo lembre-se sempre de adotar nunca comprar cachorros, afinal animais não são produtos para serem comprados.

Foto: Jessica Williams
Foto: Jessica Williams

Muitas ONGs e abrigos possuem milhares de animais à espera de um lar, e esses seres sencientes são capazes de sentir e oferecer um tipo de amor único: o incondicional.

Permita-se desfrutar a vida ao lado de um animal, a sensação de carinho e o vínculo desenvolvido são incomparáveis. Somente quem vive isso, é que pode dizer.

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Startup vegana é finalista de competição internacional no Canadá

Por David Arioch

A Spero pretende oferecer opções à base de vegetais em todas as principais categorias de produtos derivados de leite e ovos (Foto: Divulgação)

Fundada em 2016, a startup vegana Spero Foods, sediada em Los Angeles, na Califórnia, é uma das três finalistas da WebSummit’s Pitch, uma competição internacional realizada em Toronto, no Canadá, que seleciona 60 startups promissoras para uma batalha ao vivo em um painel com grandes investidores e jornalistas influentes.

O que levou a Spero a ser uma das finalistas foi a produção de uma alternativa ao ovo chamada Scramblit, à base de sementes de abóbora, cúrcuma, alho e sal preto, além de versões veganas de cheesecakes e queijos do tipo chèvre, camembert, bluebert.

“Acho que isso é uma evidência de que as pessoas ‘entendem’ nossa abordagem”, declarou a fundadora e CEO da Spero, Phaedra Randolph.

A foodtech tem se preocupado basicamente em criar opções de qualidade que possam estimular as pessoas a substituírem laticínios e ovos por opções de origem vegetal – mas alternativas que sejam saudáveis, ricos em nutrientes naturais e sem conservantes, segundo a empresa.

A Spero pretende oferecer opções à base de vegetais em todas as principais categorias de produtos derivados de leite e ovos, e diz estar empenhada em fazer a diferença nesse mercado oferecendo produtos a preços acessíveis.


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Los Angeles tenta acabar com a realização de rodeios na cidade

Foto: Pixabay

Em uma votação inédita, na última terça-feira (12), a Junta de Comissários de Serviços Animais aprovou por unanimidade uma moção recomendando que o prefeito Eric Garcetti e o Conselho da Cidade de Los Angeles proibissem os eventos de rodeio na cidade. As informações são da LCA.

Rodeios, montaria em touros e cordas de panturrilha, frequentemente resultam em ferimentos graves para os animais envolvidos, incluindo pescoço quebrado, membros quebrados, ligamentos rompidos e até a morte. Algumas jurisdições da Califórnia já proibiram ou restringiram rodeios, como Pasadena, Chino Hills, Laguna Woods, Irvine, São Francisco e Napa County.

Em fevereiro deste ano, a Professional Bull Riders exibiu sua exposição de crueldade contra animais no Staples Center em Los Angeles pela primeira vez.

No Brasil

A prática de rodeios tem sido cada vez mais condenada no Brasil por causar danos físicos e psíquicos nos animais.

Casos de maus-tratos e tratamento cruel de animais explorados nesses eventos já foram comprovados por testemunhos de peritos e veterinários, mas apesar das diversas ações, protestos e pedidos, os rodeios continuam acontecendo sem nenhuma restrição.

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Paris Hilton participa de evento para adoção de animais resgatados

A socialite americana Paris Hilton recentemente participou de um evento da organização de bem-estar animal I Stand With My Pack ( ISWMP ). A ONG fornece assistência global para salvar vidas de animais e prevenir o sofrimento e a crueldade.

Foto: Reprodução | Instagram

O ISWMP ​​resgata cães que seriam sacrificados de abrigos no condado de Los Angeles e os reabilita para futuras adoções. A organização sem fins lucrativos também trabalha para aumentar a conscientização sobre questões de bem-estar animal com trabalho de campo prático, assistência a desastres, protestos não violentos, arrecadação de fundos e ações legais.

A última campanha da ISWMP ​​foi um evento realizado com a Nail & Bone, uma marca de vernizes vegana e sem crueldade que doa 20 por cento de seus lucros para instituições de caridade, especialmente aquelas que apoiam o resgate e a adoção de animais de estimação.

O evento apresentou cães que precisavam de lares definitivos e encorajou as pessoas a adotá-los. Também incluiu um sorteio pelo qual 100% das receitas foram para o ISWMP ​​para promover o trabalho da organização no setor de resgate de animais.

Foto: Reprodução| Instagram

Paris e os animais

Hilton é conhecida por seu amor pelos chihuahuas e participou do evento com sua irmã Nicky.

A colaboração de Hilton no evento traz uma mudança de personagem para ela, que frequentemente usa seus cachorros como acessórios para complementar suas roupas. Seus cães também vivem em mansões de dois andares com ar-condicionado, móveis de design e lustres.

Paris Hilton já foi conhecida e criticada mundialmente por usar casacos de peles, mas há alguns anos renunciou às roupas, depois de assistir a alguns vídeos que a ex-mulher de Paul McCartney, Heather Mills, lhe mostrou, com os animais sendo torturados e maltratados na indústria de peles.

 

 

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Arenas esportivas e cinemas podem servir opções veganas em Los Angeles

Esta semana o vereador da cidade de Los Angeles propôs uma determinação para exigir que locais de entretenimento, como cinemas e arenas esportivas, ofereçam pelo menos uma opção vegana em seu cardápio. Koretz organizou uma coletiva de imprensa com a presença de representantes de direitos dos animais People for Ethical Treatment of Animals (PETA), The Humane League e o Los Angeles Food Policy Council para discutir sobre a medida proposta.

Foto: Beyond Meat

Em uma entrevista para a Variety, o vereador disse que realmente não exite desvantagem. “A mudança poderá ser feita facilmente em qualquer local. Um cinema serve cachorros-quentes. Eles podem servir também os veganos. É fácil.

Os teatros e arenas esportivas de Los Angeles oferecem algumas opções veganas, como pipoca, mas com a medida, pratos mais substanciais seriam exigidos. “Gostaríamos de ver nachos veganos, cachorros-quentes veganos – um típico prato de cinema com um toque sensível”, disse o diretor de mídia internacional da PETA, Ben Williamson. “Se você vai pagar $12 por uma caixa de pipoca, não quer que nenhum animal sofra por isso”.

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Jornalismo cultural, Notícias

Vereador propõe projeto para oferecer opções para veganos em salas de cinema e arenas esportivas

Nos Estados Unidos, o vereador Paul Koretz está propondo um projeto para oferecer opções de alimentos para veganos em todas as salas de cinema e arenas esportivas de Los Angeles, na Califórnia.

Esta semana, Koretz se reuniu com o Conselho de Políticas Alimentares de Los Angeles e também com as organizações Pessoas Pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) e Humane League.

Sobre o resultado do encontro, ele disse à revista Variety que não há nenhuma desvantagem e que a mudança pode ser feita facilmente em qualquer local.

O vereador destacou que em salas de cinema e arenas esportivas há opções que podem ser consumidas por veganos, como pipoca. Porém é preciso oferecer melhores alternativas.

“Gostaríamos de ver nachos veganos,

O vereador destacou que em salas de cinema e arenas esportivas há opções que podem ser consumidas por veganos, como pipoca. Porém, é preciso oferecer melhores alternativas (Foto: Reprodução)

– uma refeição típica de cinema com um toque compassivo”, comentou o diretor sênior de mídia internacional da PETA, Ben Williamson.

Exemplos como esse podem servir de exemplo para iniciativas em outras localidades.

Fonte: Vegazeta

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