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Califórnia ganha um grupo para defender os direitos de empresas e consumidores veganos

Atualmente, o estado da Califórnia possui a quinta maior economia do mundo e deve influenciar outros estados e países com relação ao mercado à base de vegetais


Congerdesign/Pixabay

A Califórnia, nos Estados Unidos, agora tem um grupo de lobby vegano, o California Plant Based Alliance (CPBA), que tem por objetivo proteger os direitos das empresas que fabricam produtos veganos e seus consumidores.

Atualmente, o estado da Califórnia possui a quinta maior economia do mundo e deve influenciar outros estados e países com relação ao mercado à base de vegetais.

Segundo o site Livekindly desta terça-feira (28), o grupo CPBA patrocinará mudanças legislativas, a fim de garantir a representação justa no mercado de produtos e empresas baseadas em vegetais.

Ainda de acordo com o site, o grupo também deseja que as marcas da Califórnia liderem o mercado à base de vegetais, que possuem marcas de alimentos veganos, como a Miyoko’s Creamery  e a Follow Your Heart (Siga Seu Coração).

A fundadora e presidente do CPBA, Judie Mancuso, disse em um comunicado oficial que a defesa política do grupo também irá buscar melhorias para os direitos animais: “O que descobrimos ao avançar e aprovar o mercado de vegetais na Califórnia, é que a indústria de vegetais não tem uma voz como os vários segmentos da indústria de agro”.

Mancuso continuou: “Amplificaremos a voz da indústria baseada em vegetais na Califórnia, para obter acesso igual ao mercado (da agropecuária) e regulamentação justa. Por isso decidi criar a Aliança”.

Atualmente, a indústria de alimentos baseada em vegetais encontra-se em ascensão e de acordo com os dados de varejo da SPINS ( empresa que ajuda a aumentar a presença e acessibilidade de produtos naturais), a venda dos alimentos vegetais atingiu US $ 4,5 bilhões em julho passado, 31% a mais em relação ao ano de 2017.

Nota da Redação: é importante esclarecer que o veganismo é um termo criado pela The Vegan Society em 1949 para descrever um estilo de vida alinhado com a defesa dos direitos animais. Para esta entidade, o veganismo é “uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, todas as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade”. O veganismo, em sua raiz conceitual, não se restringe unicamente à dieta, considerada vegetariana estrita, totalmente livre de qualquer produto ou ingrediente de origem animal. No entanto, com a popularização deste estilo de vida e do surgimento de novos termos, como dietas plant basead (baseada em plantas, em tradução literal) e com o aumento considerável do uso do termo “vegano” por celebridades e influenciadores, optamos por reproduzir as mesmas informações fornecidas pelas fontes das matérias.


Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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França ganha seu primeiro grupo de lobby político de direitos animais

A França não é um país sinônimo de bem-estar animal.  Apesar de sua natureza cruel, a caça com cães permanece legalizada, assim como a produção de foie gras, que envolve a alimentação forçada de gansos e é proibida em vários países, incluindo o Reino Unido.

Nas regiões sul do país, as touradas ainda acontecem para entretenimento público, mas o Convergence Animaux Politique(CAP), co-fundada pelo ativista e acadêmico Melvin Josse em 2017, pretende mudar isso.

Segundo o grupo, a opinião pública em todo o país está evoluindo e os cidadãos estão mais compassivos do que nunca. O sistema político, no entanto, não está acompanhando esta evolução.

Foto: Pixabay
Josse disse ao França 24:  “A França está ficando para trás como um país da Europa em termos de legislação de bem-estar animal. Se você observar as práticas com animais de fazenda, basicamente, a lei francesa nunca vai além do padrão mínimo estabelecido pela UE. “

Ele acrescentou:  “Nos últimos anos, muitos escândalos envolvendo matadouros e fazendas aconteceram na França. Percebemos que, com esses escândalos, a opinião pública está evoluindo na direção certa e entendendo que os direitos animais são um problema real.”

Ele observou que, embora a opinião pública estivesse começando a mudar, ainda havia uma significativa falta de progresso político. Existem ONGs francesas focadas em animais mas, no passado, o foco não era a construção de uma rede necessária de aliados políticos para mobilizar os demais sobre questões de direitos animais e fazer mudanças legislativas.

Representando 800  ONGs do país, o CAP trabalha com os parlamentares para engajá-los nas questões de direitos dos animais com as quais eles se importam. Se eles não estiverem interessados ​​em uma nova legislação sobre caça, por exemplo, Josse e CAP tentarão encontrar uma causa próxima de seu coração – como a exploração de animais de fazenda ou o uso de animais para entretenimento de circo – para tentar levar a frente a legislação de bem-estar animal.

No site do grupo eles explicam: O objetivo do CAP é  construir uma rede de aliados políticos em torno da questão do bem-estar animal. Trata-se de atender ao máximo de interlocutores, manter essas relações a longo prazo e colocá-los em contato entre si e com as associações, para mobilizar essa rede quando for necessário obter avanços para animais.

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Grupo vegano vai combater o lobby das indústrias de carnes e laticínios nos EUA

“Em vez de vermos menos animais morrendo, como funcionaria em uma estrutura capitalista de oferta e demanda, estamos vendo um aumento por causa dos programas de recompra, recuperação e planos de seguros integrados à lei agrícola” (Acervo: F&D)

Esta semana a Vegan Justice League, que conta com a participação da ativista dos direitos animais Connie Spence, conhecida por realizar campanhas veganas em diversas cidades dos Estados Unidos, anunciou que está arrecadando dinheiro para combater o lobby das indústrias de carnes e laticínios.

O grupo defende uma reforma na legislação agrícola dos EUA, que atualmente permite que o dinheiro dos impostos pagos pelos contribuintes seja usado para proteger os interesses das indústrias de carnes e laticínios. Inclusive, segundo a Vegan Justice League, é isso que permite que mesmo quando há queda no consumo de alimentos de origem animal a indústria e os produtores são incentivados a continuarem produzindo em grande escala.

“Em vez de vermos menos animais morrendo, como funcionaria em uma estrutura capitalista de oferta e demanda, estamos vendo um aumento por causa dos programas de recompra, recuperação e planos de seguros integrados à lei agrícola”, critica Connie. O dinheiro arrecadado pelo grupo vai ser utilizado para contratar lobistas profissionais e para realizar campanhas de propaganda que expõem os políticos que recebem incentivos financeiros das indústrias de carnes e laticínios.

Em outubro, o grupo vai começar a instalar billboards (painéis publicitários) nos estados do Texas, Washington e Carolina do Norte, onde há mais políticos apoiados por essas indústrias. “O objetivo da Vegan Justice League é se organizar da mesma forma que os fazendeiros. Atualmente há mais veganos do que fazendeiros, mas eles estão mais organizados na política”, enfatiza Connie Spence.

Fonte: Vegazeta

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Demissão de ministro mostra força do lobby dos caçadores de animais na França

O pedido de demissão do ministro francês da Transição Ecológica, Nicolas Hulot, trouxe novamente à tona o debate sobre a caça de animais selvagens no país. A pressão do lobby dos caçadores foi apresentada como a gota d’água que provocou sua saída do governo e chamou a atenção para a ação dos grupos de influência na vida política.

(Foto: JEAN-FRANCOIS MONIER / AFP)

Ao anunciar sua demissão, Hulot relatou que havia participado de uma reunião de trabalho para discutir a situação dos caçadores e, ao entrar na sala, deparou-se com a presença de Thierry Coste, famoso lobista que atua junto à Federação Francesa dos Caçadores. O objetivo do encontro era falar do preço da licença obrigatória para os caçadores, que atualmente custa 400€ (quase R$ 2 mil). Depois de muito debate, o valor da autorização foi cortado pela metade. Para o ministro, o resultado da negociação foi mais uma prova da influência dos lobbies na vida política francesa e, diante da situação, preferiu renunciar.

Além de alertar para os lobbies, o episódio levantou novamente a questão da caça de animais selvagens na França. Segundo os últimos números oficiais (que datam de 2015), o país conta com mais de um milhão de praticantes cadastrados.

Essencialmente homens, eles vêm de todos os meios profissionais, sociais e econômicos. Além disso, a tradição de consumir carne de caça (gibier) é mantida em todo o país e são inúmeros os restaurantes onde é possível consumir javali, lebre ou gansos e patos selvagens.

Deputados “caçadores”

Organizados, além dos lobistas profissionais, os caçadores também têm presença efetiva na Assembleia Nacional. Atualmente, 118 dos 577 deputados franceses fazem parte do chamado “Grupo da Caça”, formado por políticos que discutem e geralmente defendem abertamente os interesses da Federação dos Caçadores franceses. Eles representam um dos maiores grupos de parlamentares.

Durante as campanhas políticas, inclusive a presidencial, muitos candidatos também tentam seduzir esse eleitorado. Afinal, esses mais de milhão praticantes registrados, assim como seus familiares e amigos, podem pesar numa eleição. Por essa razão, os privilégios dos caçadores são raramente questionados.

Caça presidencial e espécies protegidas em risco

O próprio presidente francês, Emmanuel Macron, disse durante sua campanha que gostaria de desenvolver as atividades de caça de animais selvagens. O chefe de Estado pretende, inclusive, ressuscitar uma velha tradição francesa: a Caça Presidencial nos arredores do castelo de Chambord, no Vale de la Loire. O ritual, que data da monarquia e que havia sido abolido por Jacques Chirac em 1995, tinha sua lista de convidados mantida em segredo, mas sabe-se que costumava reunir chefes de Estado, funcionários do alto escalão do governo e grandes empresários.

A Caça Presidencial ainda não foi oficialmente retomada, mas a prática continua em todo o país, inclusive em Chambord, a cerca de duas horas de Paris. Atualmente, durante 12 fins de semana por ano dezenas de caçadores se reúnem para caçar na região. Cerca de 40 javalis e cervos são mortos diariamente nesse período de caça, que começa em setembro.

Os ecologistas geralmente contestam a tradição e lembram que a França é uma exceção na Europa: o país autoriza a caça de 64 espécies de pássaros, enquanto a média europeia é de apenas 14 espécies autorizadas. Entre os animais que podem ser mortos, 20 espécies são consideradas em risco pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês).

Nota da Redação: a ANDA se posiciona veementemente contra a caça de animais, seja por controle populacional ou pelo sádico divertimento humano, e reforça que todos os animais devem ter resguardados os direitos à integridade física, à dignidade e à vida, sendo esses direitos que devem ser considerados invioláveis. 

Fonte: RFI

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Governo da Alemanha quer obrigar escolas a servirem carne de porco‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Brietbart
Foto: Brietbart

Não é incomum governos de países tentarem interferir na alimentação dos seus cidadãos.

Segundo uma reportagem do Brietbart, membros do partido da chanceler alemã Angela Merkel estão exigindo que a carne de porco seja um item mandatório no menu de restaurantes e cantinas de escolas públicas. A dramática insistência se dá após a recente remoção da carne de porco do cardápio desses estabelecimentos, algo que os políticos associam a uma determinação feita para acomodar a nova população muçulmana no país.

Políticos do partido Christian Democratic Union (CDU) estão lançando uma campanha no Parlamento pela preservação da carne de porco como alimento básico, citando a sua presença na cultura alemã. De acordo com essa premissa, não comer carne de porco seria “anti patriótico”.

No entanto, o pleito das autoridades esconde um fato sombrio. Segundo a reportagem, essa movimentação apenas mostra a influência que os criadores de porcos para consumo exercem sobre a classe política do país. “As vendas de produtos à base de porcos e as pessoas que se beneficiam de comoditizar esses animais tem muito mais a ver com isso do que uma percepção cultural”, diz o texto.

 

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Abaixo-assinado reúne assinaturas para salvar as abelhas da extinção

Apesar de parecer impossível, pois elas sempre foram bichinhos abundantes na natureza, é fato que a população mundial de abelhas está drasticamente reduzida. E, pelo papel importantíssimo das abelhas na polinização de plantas, não são apenas elas que encontram-se ameaçadas, mas o equilíbrio de vários ecossistemas do planeta, assim como a produção de alimentos.

Há, basicamente, 100 tipos de alimentos que funcionam como “base” para a alimentação humana atual – 90% de nossa dieta depende deles. Desses 100 alimentos, 71 dependem das abelhas para serem polinizados e se reproduzirem.

Segundo a organização Avaaz, que está divulgando o abaixo-assinado, se um certo tipo de pesticida fosse banido, as abelhas, os ecossistemas e nossas plantações poderiam ser salvos.

Nos países europeus, por exemplo, esse tipo de pesticida já começou a ser proibido e as populações de abelhas estão se recuperando. No entanto, como isso não é interessante para as fabricantes do pesticida, as empresas estão fazendo lobby para garantir que o produto continue a ser utilizado.

Mas você pode ajudar essa causa. Basta entrar no site e assinar a petição – e não se esqueça de pedir para sua família e seus amigos participarem também.

Para os leitores que não entendem inglês, nesse link você pode conferir a tradução para o português.

Fonte: Hypescience

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Professores fazem campanha para ensinar valores animalistas contra corridas de touros na Espanha

Por Danielle Bohnen (da Redação)

Trata-se de uma campanha organizada em escolas e colégios para ensinar os alunos que maltratar touros não é cultura nem arte, segundo o jornal PrensAnimalista


Professores de Andaluzia, na Espanha, estão construindo uma nova plataforma que se baseia na educação de crianças e jovens sobre valores de respeito e tratamento ético para com os animais, como contraponto às campanhas educativas que fomentam as festas tradicionais com a tortura de animais lançadas pelo governo que estão em conivência com o lobby econômico ligado a este negócio.

Segundo o Jornal PrensAnimalista, com o progressivo declive das corridas de touros e o interesse crescente por parte dos jovens, o sistema educativo se converteu em um terreno privilegiado para produzir novos hobbys, fanatismos e ideias, asseguram os docentes. Por isso, as autoridades estão desenvolvendo intervenções pró-taurinas destinadas aos alunos da primária e secundária (que correspondem aos ensinos fundamental e médio).

“É evidente que os objetivos dessas campanhas não são educativos, mas pretendem ganhar um público, gerar uma demanda que não existe. Desta maneira, o governo se põe a serviço dos interesses do lobby taurino, sem se importar com o principal, que são os perigos de educar jovens para a crueldade e promover o fanatismo aos atos cruéis”, manifestaram os docentes. Essas “campanhas de promoção” acabam com os esforços realizados por muitos professores para promover nos jovens os valores de respeito aos animais.

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Belo Horizonte sanciona lei que proíbe animal em circo

Proprietário do Circo Royter acaricia a elefanta Reina que fica em exibição na cidade até 14 de fevereiro, pois nova legislação não é retroativa. (Imagem: Uai)
Proprietário do Circo Royter acaricia a elefanta Reina que fica em exibição na cidade até 14 de fevereiro, pois nova legislação não é retroativa. (Imagem: Uai)

Belo Horizonte fechou suas portas para circos que se apresentam com animais. O prefeito Marcio Lacerda (PSB) sancionou quinta-feira (21), lei que proíbe a exibição dos bichos em espetáculos circenses. Os ambientalistas bateram palmas. “A capital entrou para o time das cidades que respeitam os animais. Ficaram no passado as cenas de maus-tratos aos elefantes, chimpanzés, girafas e cavalos. Não podíamos mais aceitar esses bichos fora do ambiente deles”, defende o assessor para assuntos da Fauna Urbana da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Franklin Oliveira. Já os circenses… “Não haverá mais circo no Brasil daqui a uns anos. Não há incentivo para a categoria. Só cortam as nossas atrações, como se todo circo maltratasse seus animais”, argumenta o diretor do circo Royter Spetacular, Royter Júnior.

A lei foi publicada quinta-feira no Diário Oficial do Município (DOM) e já está em vigor. Os circos que insistirem na estadia na capital terão cancelamento da licença de funcionamento e pagarão multa de R$ 5 mil. “Independentemente das condições físicas dos animais exibidos em circos, a história de treinamentos e da captura envolve muita violência e tratamento cruel, além do descumprimento de tratados internacionais como a Convenção Internacional sobre o Comércio da Flora e Fauna Selvagens”, relata Franklin Oliveira.

Outras capitais, como São Paulo e Rio de Janeiro, já têm leis similares. Em Minas Gerais, a proposta vai além de Belo Horizonte: Juiz de Fora, Montes Claros, Lagoa Santa e outras também lutam contra os maus-tratos de animais. “Nos circos, eles são privados da liberdade natural, vivendo em espaços minúsculos e muitas vezes insalubres. Muitos apresentam transtornos neurológicos com manifestação de movimentos repetitivos e olhar profundo”, conta Franklin. Ele diz ainda que a próxima batalha é contra os rodeios. “É um absurdo. As pessoas se divertem com os movimentos agressivos dos animais sem saber que são submetidos a choques e chicotadas para fazer aquilo. Infelizmente, o lobby de produtores de rodeio é maior e fica mais difícil barrá-los.”

No picadeiro, a elefanta Reina faz a festa da criançada. Ela é do time de artistas do Royter Spetacular, provavelmente o último circo a se apresentar legalmente com animais na capital. “Fico muito triste de ser a última vez que venho aqui. Tenho um filho mineiro, que nasceu aqui, aumentando minha ligação com a cidade. Não concordo com a lei. Em vez dela, deveriam fiscalizar os circos para punir quem maltrata os animais. O elefante faz parte do espetáculo e encanta as crianças. Visitamos lugares em que aos baixinhos nunca tinham visto um bicho tão grande. Reina é bem cuidada, dócil e já nasceu no cativeiro. Nem sobreviveria fora”, justifica Júnior.

O circo montou sua lona na Avenida Abílio Machado, no Bairro Alípio de Melo, na Região Noroeste, no início do ano, e tem licenciamento para ficar na cidade até 14 de fevereiro. Como a lei não é retroativa, o circo poderá exibir a elefanta Reina até sua última apresentação. “Temos outros artistas palhaços, trapezistas, equilibristas… A defesa dos contra animais é valorizar esses trabalhos. O circo tem que ter isso mesmo. Mas deve também alegrar as crianças com os animais. Aliás, sem animais só o Cirque du Soleil, que conta com mil benefícios do governo canadense. Aqui no Brasil, circo sem animal, fecha. Isso já ocorreu com vários”, relata Royter Júnior.

Fonte: Uai

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Ativistas peruanos protestam contra rinha de cães

Por Karina Ramos (da Redação)

No último fim de semana, dezenas de ativistas peruanos pelos direitos animais fizeram um protesto contra a rinha de cães na “Praça de Acho”, em Lima, no início do festival de briga de cães “Senhor dos Milagres”. O festival abriu com a “novillada”, uma luta de cães que usa animais bem jovens.

O manifesto antirrinhas apresentou uma novidade neste ano. Ativistas vestidos de preto como se fossem cães de luta jogaram-se ao chão, fingindo estar sendo feridos por banderillas (dardos que são implantados em cães durante as lutas), de onde saía uma substância parecida com sangue.

Balançando banners e gritando palavras de protesto como “brutalidade” e “tortura”, os ativistas foram cercados pela polícia o tempo todo para impedi-los de entrar em contato com os apreciadores de rinhas que estavam indo para o festival.

Um cantor se apresentou com uma canção composta para a ocasião chamada “Sangre en La Arena”.

Roger Torres, o coordenador nacional do “Peru against Bullfighting” (Peru contra Rinha de Cães), que organizou o protesto, disse que seu grupo preparou um projeto de lei que pretende banir as lutas de cães e outros eventos que maltratam animais, alguns deles profundamente enraizados na tradição peruana.

Apesar de tudo, ele disse que um lobby econômico poderoso está tentando impedir que a lei seja debatida no Congresso. A lei agora está nas mãos do legislador nacionalista Jose Urquivo.

Fonte: Animal Concerns

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