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Filhote de baleia encontrado morto em praia pode ter sido vítima da pesca

Foto: Felipe Oliveira/Vanguarda Repórter

Um filhote de baleia-jubarte foi encontrado morto na última segunda-feira (28) em Ilhabela, no litoral do estado de São Paulo. O corpo ficou encalhado na Praia da Armação.

A suspeita é de que o animal marinho tenha sido mais uma das vítimas acidentais da pesca. Além dos peixes, que são o foco dos pescadores, outras espécies acabam presas às redes de pesca e morrem. E é exatamente isso que pode ter acontecido com o filhote.

Moradores da região passavam pelo local quando se depararam com a baleia morta e acionaram o Instituto Argonauta, que realiza o monitoramento de animais marinhos nas praias. Uma equipe da instituição foi enviada à Praia da Armação para averiguar o caso.

Removido da areia da praia ainda na tarde da segunda-feira, o filhote media aproximadamente 4,5 metros e pesava uma tonelada, segundo o Instituto.

As causas da morte serão investigadas por especialistas da instituição. Suspeita-se, porém, que o animal tenha morrido após ficar preso em uma rede de pesca. Isso porque pedaços do material foram encontrados enroscados em seu corpo.

Frequentemente, são registrados casos de tartarugas que morrem após se prenderem em redes de pesca ou até mesmo engolirem fragmentos delas. Por conta dessa relação entre a pesca e a morte acidental de diversas espécies, além da matança de peixes, ativistas pelos direitos animais incentivam a adoção do veganismo. Ao deixar de consumir produtos de origem animal, o vegano não incentiva esse ciclo de mortes e sofrimento.


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PL que prevê criação de Samu para animais é aprovado em Santos (SP)

Reprodução/Pixabay/Imagem Ilustrativaato-p

Os vereadores de Santos, no litoral de São Paulo, aprovaram um projeto de lei que prevê a criação de um serviço de atendimento móvel veterinário, denominado “SamuVet”, que prestará socorro a animais em vias públicas da cidade.

Aprovado em segunda votação na última terça-feira (15), o projeto segue para análise do prefeito, que decidirá pela sanção ou pelo veto.

Animais atropelados nas ruas do município terão prioridade de atendimento caso a proposta se torne lei, além daqueles que estejam em situação de risco ou tenham sido maltratados.

De autoria do vereador Sérgio Santana (PL), o serviço funcionará 24 horas. Um veículo especializado será usado no atendimento dos animais e contará com maca, caixa de transporte e materiais para emergência. Uma carreta será acoplada ao automóvel para atender animais de grande porte.

O SamuVet não poderá, porém, ser acionado diretamente pela população. Os atendimentos serão realizados mediante demandas repassadas pela Guarda Municipal, pela sessão de Zoonoses ou pela Coordenadoria de Defesa da Vida Animal (Codevida) de Santos.

Após prestar socorro ao animal, a equipe da área de medicina veterinária irá avaliar a necessidade de cirurgia ou tratamento especializado. Os resgatados poderão ser encaminhados ao setor de zoonoses.

Para o autor da proposta, o SamuVet tem o objetivo de preservar a vida dos animais através dos atendimentos de urgência e emergência. Serviços similares já existem em Florianópolis, Salvador e São Paulo.


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Embalagem de origem norueguesa “viaja” 11 mil km até encalhar em praia brasileira

Foto: Divulgação/Ecomov

Uma equipe da ONG Ecologia e Movimento (Ecomov) encontrou em uma área de preservação ambiental de Peruíbe, no litoral de São Paulo, uma embalagem de um produto de limpeza fabricado na Noruega, a mais de 11 mil quilômetros de distância da praia brasileira.

Os monitores da entidade também encontraram uma bisnaga de silicone acético produzida na Espanha, mas que pertence a uma empresa da Estônia. Uma garrafa de água fabricada na China também foi localizada.

O presidente da Ecomov, Rodrigo Azambuja, informou ao G1 que as embalagens não estavam deterioradas, o que indica que foram usadas recentemente, possivelmente por tripulantes de navios com destino ao Porto de Santos.

“É uma área de preservação, o que indica que essas embalagens vieram com a corrente marítima e teriam sido descartadas de navios”, afirmou. “A questão é a condição que esses materiais apresentam. Foram utilizados recentemente, então, podem ter flutuado de dois a três dias até encalharem na praia. O problema é que eles acabam se tornando atraentes para alguns animais, e muitos desses materiais são químicos, de risco”, completou.

Praia do Costão, onde o lixo internacional foi encontrado Foto: Rosemeire da Silva França/VC no G1

Parte do material foi descartada e o restante ficou com a entidade para posterior análise de ecotoxicidade. O objetivo é medir o impacto das embalagens na natureza. Com o resultado em mãos, a ONG irá apresentar uma petição ao Ministério Público para solicitar que a região onde o lixo foi encontrado seja protegida.

Já é a sexta vez que lixos internacionais são encontrados em praias de Peruíbe em um período de um ano. Dentre eles, estão embalagens de leite e um saco plástico para armazenar sulfito de sódio – ambos de origem alemã.

“É necessário um trabalho pioneiro de fiscalização das áreas de fundeio de navios, ou então de prestação de contas das embalagens e produtos que são consumidos nos navios que vêm ao Porto de Santos. Vamos buscar a regulamentação desse trabalho”, concluiu Rodrigo.

Foto: Divulgação/Ecomov

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Após ser sequestrado, cão reencontra criança autista: ‘é inexplicável a conexão deles’

Arquivo Pessoal

A vida voltou ao normal para Lucke, o cachorro que foi sequestrado em Mongaguá, no litoral de São Paulo, e que agora retornou ao seu lar. O reencontro entre o cão e seus tutores foi marcado por muita emoção, isso porque João Rehem, uma criança autista de seis anos, aguardava para envolver Lucke em seus braços e ficou feliz quando isso finalmente aconteceu.

“É inexplicável a conexão deles. Agora o João está calmo, em paz, voltou a comer e dormir melhor. Estamos muito felizes”, disse ao G1 a mãe do menino, que preferiu não ser identificada.

João não se alimentava direito desde que o cachorro foi levado pelos criminosos durante um furto à casa onde a família esteve durante um passeio no litoral. Moradores de São Paulo, eles retornaram à capital após o crime, mas não desistiram de encontrar o cão.

Criminosos chegaram a ligar para a mãe de João exigindo resgate para devolver Lucke. No entanto, após pedir um vídeo do cachorro e receber uma resposta negativa, a mulher desconfiou e bloqueou o contato.

Lucke foi localizado durante investigações realizadas pela Polícia Civil. “A polícia me ligou. Eles não deram detalhes, porque ainda estão em investigação do crime, mas relataram que conseguiram localizar o cachorro. Então fomos até a delegacia e o pegamos de volta”, disse.

O reencontro foi registrado em um vídeo (veja ao final da reportagem). Nas imagens, é possível notar que João se emociona ao abraçar o cachorro.

“Crianças autistas têm o tempo e o jeito delas para perceberem e reagirem às coisas. O João estava inquieto desde o ocorrido, mas quando abriu a porta e ele viu o cachorro, já deu vários carinhos, deu para perceber o quanto estava feliz. Já o Lucke ainda estava agitado, parecia um pouco assustado desde que foi sequestrado”, contou a mãe.

Reprodução/Facebook

Com o retorno do animal, João voltou a se alimentar. “Ele e o cachorro são muito unidos. Eu estava em desespero até encontrá-lo. Não me importo de ter as outras coisas de volta, só o cachorro. Televisão, som, essas coisas a gente compra, mas o animal é único, insubstituível, muito importante para nós. Agora estamos aliviados e felizes”, comemorou.

“O amor que tenho pelo cachorro é tão grande, que é como se fosse meu filho. Ele já está dormindo na nossa cama. Eu não sei te explicar de onde vem o apego do Lucke e do meu filho. O cão nem late por conta do autismo do João, porque ele [cachorro] entende que meu filho não gosta de barulho. Não sei te explicar essa conexão dos dois, mas é muito forte”, completou.

O suspeito de sequestrar Lucke já foi identificado pela polícia, mas está foragido. O delegado titular Luiz Antônio Pereira informou ao G1 que a placa do carro do homem foi descoberta graças a câmeras de monitoramento.

“Fizemos monitoramento pelo sistema Detecta, e ficamos acompanhando a movimentação desde a cidade de Mongaguá, até Praia Grande. Assim conseguimos localizar o bairro que o carro do criminoso ficava, que é na Vili Mirim. Depois da repercussão do caso, ele saiu da cidade e escondeu o cachorro em um primeiro momento. Na residência estava a avó, ela atendeu e informou que ele estava viajando. Ela deixou a gente olhar a casa, mas o cachorro não estava lá”, explicou o delegado.

Após a visita da polícia, uma denúncia indicou que o cachorro tinha sido deixado no local. Os agentes, então, retornaram à residência do suspeito e encontraram o imóvel vazio, com o cão amarrado nos fundos. “Fizemos o resgate e o levamos ao veterinário. Como ele estava bem, no dia seguinte já entregamos à família, eles ficaram bastante felizes”, concluiu Pereira.


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Criminosos sequestram cachorro e pedem resgate para devolvê-lo à família

Foto: Reprodução/Facebook

Um cachorro foi sequestrado durante um furto a uma residência em Mongaguá, no litoral de São Paulo. A família estava na praia no momento em que os criminosos invadiram o imóvel.

O sequestro trouxe grande sofrimento aos tutores de Lucke, incluindo uma criança autista de seis anos, que não come desde que o cachorro desapareceu no último domingo (9).

A mãe do menino, que prefere não se identificar, disse que os criminosos ligaram para a família e pediram resgate para devolver o animal. “O homem que falava comigo disse que eu não deveria envolver a polícia, mas que marcava um lugar para deixar o cachorro e eu pegar. Insistia que eu não podia ver o rosto dele e que ele não queria ver o meu”, disse ao G1.

“Ele disse que passava dificuldades, que a mãe precisava de remédios. Concordamos que eu pagaria cerca de R$ 300 para ter o Lucke de volta. Não suspeitei de golpe, eu estava desesperada e quero o cachorro a qualquer custo”, completou.

A mulher foi pressionada a fazer um depósito bancário, mas não tinha condições de fazê-lo no momento. Moradora de São Paulo, ela viajou para o litoral para descansar e acabou sendo vítima do crime. “Então ele começou a perguntar se eu estava na praia [Mongaguá], o que estava fazendo. Aquilo me deu muito medo, não é pra menos, afinal invadiram minha residência”, afirmou.

A tutora chegou a pedir um vídeo de Lucke, mas o criminoso se negou a enviar. Por conta disso, ela passou a desconfiar da história e o bloqueou. “Ele me respondeu: ‘Tá louca? Você vai identificar minha casa pela foto ou vídeo. Não posso mandar isso pra você’. E passei a desconfiar”, contou. “Acredito que aquele homem tenha realmente pego o Lucke em algum momento, mas não estava mais com ele. Senão, teria dado um jeito de provar”, acrescentou.

Foto: G1 Santos

Durante o furto, pertences da família foram levados. Mas o que realmente preocupa a família é não ter notícias do cachorro.

“Os objetos não importam para a família. A mãe dele está movendo o mundo inteiro para encontra-lo e devolve-lo ao filho. A criança não come, chora o dia inteiro. Não entende a maldade que fizeram conosco”, disse outro membro da família, que também não quis se identificar por medo de represálias.

“Ele não entende que o ‘irmãozinho’ foi levado. Ele tem o Lucke desde que nasceu, são muito apegados”, completou. O menino tem aspecto autista nível três e está sentindo a falta do cachorro.

Com medo, a família decidiu retornar à cidade de São Paulo, mas ainda tem esperança de reencontrar Lucke. “Ele também está passando por tratamento no ouvido e precisa tomar remédios duas vezes por dia. Não levaram o remédio, não estão cuidado de Lucke”, disse a familiar.

Informações sobre o paradeiro do cachorro devem ser repassadas à Polícia Civil. Um boletim de ocorrência foi registrado em Mongaguá.

Foto: Reprodução/Facebook

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Homem em situação de rua nega oferta de R$ 2 mil para vender seu cão: ‘ele é minha família’

Foto: Arquivo Pessoal / Andrea Grosso

Luiz Fernando Gomes de Araújo, que vive em situação de rua em Santos, no litoral de São Paulo, descobriu o que é um amor verdadeiro, daqueles que o dinheiro não é capaz de comprar. E quem o mostrou esse sentimento sublime foi Joe, seu cachorro.

Apesar das dificuldades que enfrenta, Luiz não aceitou uma proposta para vender o cachorro por R$ 2 mil. Isso porque o animal é sua família, e família não se vende.

O animal vive com Luiz há seis anos. Foi encontrado por ele no porto de São Sebastião após ser abandonado por uma mulher. Atualmente, os dois moram nas ruas do bairro Marapé.

“O pessoal daquela região contou que ele morava em um apartamento e que a tutora não podia mais ficar com ele. Como não achou quem adotasse, soltou o bichinho lá e eu achei. Ele não tinha um pedaço da orelha e estava com carrapatos, mas eu tratei ele”, contou.

Além de ser muito amado, Joe é bem cuidado. “Levo para passear de coleira, dou banho no chuveirinho da praia. Ele tem o sabonete dele. Tinha pasta e escova de dente também, mas roubaram. Vai ao veterinário quando precisa”, contou. Segundo ele, o animal é atendido gratuitamente por uma clínica veterinária. “Ele tem a ração dele, mas prefere arroz com carne na hora do almoço. É metido”, afirmou.

Foto: Arquivo Pessoal / Andrea Grosso

Uma dos maiores medos de Luiz é ter seu cão levado por alguém. Justamente por isso negou a oferta de R$ 2 mil. “Depois, uma mulher perguntou se eu queria um valor maior, que ela pagava. Não vendo esse cachorro por nada, ele é a minha família. Onde ele for eu vou, porque é ele quem me puxa”, disse.

O objetivo de Luiz é conseguir um emprego para ter condições de sair das ruas e oferecer uma vida melhor ao cão.

“Tudo o que eu mais quero é ter um teto só nosso. Aí não vou precisar acordar preocupado com ele e com as minhas coisas”, concluiu.


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Homem se joga no mar e salva a vida de cachorro vítima de afogamento

Cão que entrou no mar durante fuga é da raça dachshund (Foto: Imagem Ilustrativa/Pixabay/Rivargas0)

Douglas Rodrigo da Silva Leal, de 35 anos, passou a ser considerado um herói após se arriscar para salvar a vida de um cachorro que estava se afogando no mar, em Guarujá, no litoral de São Paulo.

O cachorro passeava com sua tutora, que é idosa, quando se assustou e correu na direção do mar, na Praia das Astúrias. Desesperada, a mulher pediu ajuda para o animal e comoveu Douglas, que tem formação de bombeiro civil.

“A senhora apareceu desesperada e eu estava próximo, então resolvi tomar a atitude e ir buscar o cachorro. Ela relatou que o cão escapou do colo dela e fugiu. Ela procurou e viu que ele estava na água, bem no fundo e longe das pedras”, contou Douglas ao G1.

O rapaz enfrentou a baixa temperatura e os fortes ventos e nadou até alcançar o cachorro, da raça dachshund.

“Foi por alguns minutos que o cachorro não morreu afogado. Enquanto eu nadava até ele, o perdi de vista várias vezes, porque ele afundava nas ondas. Quando consegui alcançá-lo, me senti mais seguro. Ele estava em estado de choque e não parava de nadar, tanto que o coloquei no meu peito enquanto nadava de costas. Os salva-vidas foram ao meu encontro quando eu já estava voltando com ele na correnteza. Me ajudaram e nos colocaram na moto aquática. Até agradeceram porque salvei o cachorro”, disse.

Nas redes sociais, uma mulher que testemunhou a cena parabenizou o rapaz. “Apesar de tantos obstáculos, ele não pestanejou e teve uma atitude heroica. A corrente levou o cãozinho alguns metros mar adentro, mas isso não o deteve, ele o alcançou e o manteve seguro até o salva-vidas vir com o jetski e os resgatar (sic)”, escreveu.

“Eu sempre tive instinto de ajudar todos, e os animais mais ainda. Foi uma sensação de dever cumprido ver que o cachorrinho estava salvo e bem, porque ele também foi um guerreiro, não se entregou e parecia ter idade A senhora ficou muito agradecida. Eu ainda dei um banho quente nele no posto de guarda-vidas e então o entreguei para ela. Ela queria me presentear, mas disse que não precisava. Ela foi embora super contente. O olhar do cachorrinho e dela de agradecida não tem preço”, concluiu Douglas.


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Cachorro é resgatado por moradores após cair no mar em Santos (SP)

Foto: Reprodução/ Geisa Batista

Um cachorro foi resgatado por moradores da cidade de Santos, no litoral de São Paulo, após cair no mar. O acidente aconteceu durante um “passeio de balsa”.

A terapeuta Geisa Fernanda Batista, de 43 anos, auxiliou o resgate. “Passava de bicicleta junto com meu marido e o personal nesta sexta-feira (22), quando escutei muitos latidos de cachorro. Cheguei perto e vi uma funcionária tentando ajudá-lo”, afirmou Geisa, em entrevista concedida ao G1 no último domingo (24).

O animal é conhecido no local por, segundo Geisa, sempre “passear na balsa”. No dia do acidente, ele caiu no mar antes da embarcação parar.

Após acionar o Corpo de Bombeiros, a moradora se uniu ao seu marido, ao personal, a uma funcionária e a outro morador para salvar o animal.

“Falei para meu marido: ‘não vou sair daqui enquanto não tirar o cachorro’. O bombeiro tinha sido acionado, mas tem muitos chamados, e nós podíamos fazer algo. Ficamos pensando em formas de tirar ele de lá”, explicou.

O grupo temia entrar no mar porque a água é bastante contaminada e muitos insetos foram vistos no local. Foi então que os moradores tiveram a ideia de colocar uma tábua de madeira próxima ao animal, para que ele subisse e não fosse para a área de maior profundidade. Em seguida, laçaram o animal e o puxaram para fora do mar.

“Comentaram que conheciam ele, muita gente sabe quem é de vista”, disse Geisa. Após o resgate, o animal saiu andando e foi embora. “Ele parecia conhecer o caminho, é bem cuidado, tem coleira, o pelo aparado. Só não consegui encontrar o tutor ainda”, revelou.

Um vídeo feito pela moradora foi divulgado nas redes sociais para, segundo ela, inspirar os internautas a ajudar animais em situação de risco. “Que outras pessoas façam o bem também, e isso é de graça. Em meio a tantas coisas ruins, é bom que apareçam também coisas boas”, concluiu.


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Baleia de 9 metros é encontrada morta em praia no litoral de São Paulo

Foto: Reprodução/Felipe Praeiros

Uma baleia-jubarte foi encontrada morta em Ilha Comprida, no litoral de São Paulo. O animal apareceu na praia do Balneário City Mar na manhã de quinta-feira (30).

O Instituto de Pesquisas Cananeia (IPeC) informou que a baleia não será submetida a necrópsia para avaliar a causa da morte porque a redução da equipe de biólogos e veterinários, por conta da pandemia de Covid-19, impede a realização do exame, que está sendo feito apenas em animais encontrados logo após a morte.

O motorista Felipe Praeiros, de 56 anos, ficou surpreso com o tamanho do animal. Ele passava pelo local quando se deparou com a baleia morta.

“Estava passando, por volta de 7h, e vi ela encostada lá. É muito grande, chama a atenção. De vez em quando aparece um animal ou outro, sempre neste ponto. Acredito que seja a maré judiada”, disse ao G1.

Foto: Reprodução/Felipe Praeiros

Biólogos do IPeC afirmaram que o animal tem aproximadamente 9 metros de comprimento. A baleia estava em estágio médio de decomposição quando foi localizada, na arrebentação. Esses fatores dificultaram a aproximação da equipe e impossibilitaram que a idade e o sexo do animal fossem determinados pelos especialistas.

O corpo da baleia será enterrado na orla da praia e o local do enterro será marcado com localização GPS para futuras pesquisas. A retirada do animal ficou por conta da prefeitura.


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Raias são libertadas de rede de pesca e tartaruga é encontrada morta em SP

Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande

Duas raias foram libertadas de uma rede de pesca e uma tartaruga-de-couro foi encontrada morta na quarta-feira (22) em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Os animais foram encontrados durante patrulhamento da Guarda Costeira.

As raias foram encontradas, segundo informações concedidas pela prefeitura ao G1, nas proximidades de uma encosta rochosa da Fortaleza de Itaipu, na Praia do Comandante. A rede de pesca estava à deriva, com os animais presos. Os guardas foram até o local de barco para recolher o objeto e resgatar as raias.

No mesmo dia, uma tartaruga foi resgatada na praia do Balneário Maracanã. O animal foi encontrado já morto na areia.

A Guarda Costeira informou que a tartaruga era de grande porte e que seu corpo foi encaminhado ao Instituto Biopesca para ser submetido à necrópsia e coleta de material biólogo. O objetivo dos exames é tentar identificar a causa da morte.

Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande

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‘Nosso xodó’, diz tutora sobre pato que desapareceu em Santos (SP)

Foto: Reprodução

Uma família de Santos, no litoral de São Paulo, está à procura de um pato que desapareceu. O animal, criado com muito carinho pelos tutores, sumiu na tarde do último sábado (11).

Vânia Labrador, de 36 anos, é a tutora da ave. Ela contou ao G1 que teme pelo animal, que está correndo risco na rua.

O desaparecimento do animal foi constatado pelo filho de Vânia, que mora em outra cidade. “Ele recebeu uma foto do nosso pato na quadra de esportes de um prédio aqui perto. Me ligou e perguntou sobre a ave”, disse.

O animal fugiu após uma porta da casa ter ficado aberta e foi visto pela última vez no prédio localizado na Avenida Moura Ribeiro, no bairro Marapé. Assim que soube das notícias sobre o paradeiro da ave, Vânia foi até o local, mas ele já não estava mais lá.

“Ele já tinha sumido outra vez. Não consegui chegar a tempo”, lamentou.

A família suspeita que a ave tenha se assustado com algum animal voando sobre a casa e que isso tenha motivado a fuga. “As asas dele são muito grandes, ele tem mais de dez anos. Achamos que ele se assustou e voou”, contou.

Acostumado com pessoas, o pato é muito amado por Vânia. “Ele é muito carinhoso, come na nossa mão, nosso xodó. Mas tenho medo, pois apesar de estar acostumado com as pessoas, o ambiente que ele está é diferente. Não sei o que pode acontecer”, concluiu.


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Cão é adotado após ser abandonado com bilhete que dizia: “minha mãe não pode cuidar de mim”

Um cachorro que foi abandonado em Santos (SP) com um bilhete que dizia que a tutora não tinha condições de cuidar dele encontrou um novo lar.

O animal foi deixado em frente a um mercado no bairro Ponta da Praia, na terça-feira (24). O bilhete foi colocado na coleira dele. Encontrado pela cuidadora de cães Inêz Carla Filgueiras, de 58 anos, ele foi resgatado e sua história viralizou após ser relatada nas redes sociais.

Foto: Reprodução/ Vivendo em Santos

“As pessoas não saem mais de casa por conta da pandemia. Eu precisei ir ao banco e encontrei com ele. Senti que era minha missão mostrar a história e conseguir uma casa para ele”, disse ao G1. Inêz já tutela outros quatro animais e, por isso, não tinha condições de adotar mais um, mas não desistiu de ajudar o cão abandonado.

A cuidadora afirmou que o gerente do mercado contou a história do cão para ela e lhe entregou o bilhete deixado pela tutora na coleira dele. No papel, foram escritas as frases: “minha mãe não pode mais cuidar de mim” e “tratem com muito amor”. A tutora relatou ainda que o animal é carinhoso e tem o nome de T.J.

Após fotografar o cachorro, Inêz enviou as fotos a protetores de animais, que divulgaram o caso em uma página nas redes sociais. A história mobilizou os internautas, permitindo que T.J. tivesse um final feliz.

“Não deixaria o cão sozinho, tinha que saber que a história teria um desfecho”, disse.

Foto: Arquivo Pessoal

A publicação chegou até a auxiliar de enfermagem Francine Dias Oliveira Rosa, de 33 anos, que se comoveu e decidiu adotar o cão.

“Sigo muitas páginas de proteção animal, mas não tinha um cachorro há nove anos, desde que o meu morreu. Só consegui adotar um gato nesse período. Sempre acompanhei as histórias, mas nunca acreditava que deveria adotar. Desta vez foi diferente, sabia que o T.J. deveria ir para casa”, contou ao G1.

“Moro com minha mãe, meus irmãos e meu filho, e todos ficaram empolgados. Ele trouxe uma leveza”, completou. Segundo ela, T.J. estava assustado a princípio, mas logo se adaptou ao novo lar.

Foto: Arquivo Pessoal

O cachorro também se deu bem com o gato da família. A auxiliar afirmou que havia comentado com seu filho, há poucas semanas, que tinha vontade de adotar um cachorro, mas que estava esperando pelo animal certo.

“Depois de falar isso, chegou o T.J. Foi tudo como tinha que ser”, concluiu.


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