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Ativistas acorrentados em protesto pelos animais são detidos em Portugal

Os ativistas exigem, entre outras questões, que os animais tenham direito à representação legal, não sejam tratados como propriedade e não sejam mortos


Ativistas que faziam um protesto em prol dos animais em frente à Assembleia da República, em Lisboa, Portugal, foram detidos pela Polícia de Segurança Pública (PSP) nesta segunda-feira (2).

Foto: Lusa

Os manifestantes estavam acorrentados uns aos outros para pedir mudanças na legislação que garantam, entre outras questões, que os animais tenham direito à representação legal, não sejam tratados como propriedade, não sejam mortos, tenham um habitat próprio e sejam resgatados em caso de necessidade.

A manifestação foi organizada pela Direct Action International. “Nós temos de incluir todos os animais e acabar com este preconceito que nos diz que alguns são merecedores de direitos e do nosso amor e outros não”, disse à agência Lusa a ativista Iolanda Santos.

Segundo ela, “como não é aceitável ter cães dentro de uma casa onde ninguém lhes dá de comer, o que gera furor nas redes sociais, também não devia ser aceitável que vacas, porcos, patos e outros explorados para consumo sejam tratados desta forma”.

A ativista afirmou que o protesto não tem o objetivo de pedir que sejam promovidas ações que visem aumentar o bem-estar dos animais explorados, mas sim uma “total abolição do seu sofrimento”.

Foto: Lusa

“Temos milhares de animais presos em propriedades que são forçados a engravidar, que são levados para matadores em condições deprimentes ou são obrigados a fazerem viagens de barco sem qualquer assistência”, afirmou.

Iolanda Santos lembrou que “os direitos animais que existem não são suficientes, porque não abrangem todas as espécies” e disse que “a ação direta de desobediência civil não violenta está começando agora em Portugal”, mas vai se firmar, porque outras formas de ação não estão resultando em nada.

“Temos que passar para a fase seguinte, que é desobedecer. Se olharmos para trás na história, todos os movimentos sociais conseguiram mudanças apenas quando os ativistas começaram a desobedecer”, reforçou.

Foto: Lusa

Os ativistas foram detidos por cerca de 20 agentes da Unidade Especial de Polícia aproximadamente duas horas após iniciarem o protesto. Os oito manifestantes foram algemados e levados para duas delegacias, em Lapa e Belém.

Enquanto o grupo era levado pelos policiais, cerca de 20 pessoas que estavam no local cantaram e entoaram palavras de ordem em apoio aos ativistas.


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Justiça da Bahia autoriza tutora a levar cadela em cabine de avião

Caso haja descumprimento da decisão judicial, a companhia aérea será punida com multa de R$ 20 mil


Em uma decisão inédita, a 15º Vara do Juizado Especial do Consumidor de Salvador, na Bahia, obrigou a empresa aérea TAP a permitir que uma passageira leve seu cachorro dentro da cabine do avião durante uma viagem.

Foto: Pixabay/Ilustrativa

A tutora entrou com uma ação na Justiça informando que viaja constantemente para Lisboa, em Portugal, e que sempre levou consigo seu cachorro, da raça lhasa apso. No entanto, segundo ela, após alteração na regra de transporte aéreo em relação aos animais, ela foi informada de que Bug, como é chamado o cão, não poderia ser levado na cabine.

Para conseguir viajar na companhia do animal no próximo dia 7 de setembro, a mulher acionou a Justiça alegando que o cão oferece apoio emocional a ela e que, por isso, ela precisa estar ao lado dele nesta viagem e em todas as próximas. Um laudo médico que atesta a necessidade da companhia do animal foi apresentado. As informações são do portal Bahia Notícias.

A TAP alegou que não pode transportar animais braquicéfalos, como Bug, no porão da aeronave, devido à dificuldade natural para respirar que esses animais possuem, mas que ele também não poderia estar dentro da cabine porque para isso precisaria pesar no máximo 8 kg. O animal pesa cerca de 11 kg, o que o impediria de embarcar na aeronave.

A juíza Márcia Denise Mineiro Sampaio Mascarenhas, por sua vez, alega que entende a necessidade da mulher viajar com Bug já que o animal lhe traz estabilidade emocional.

“Ora, se a lei permite que uma pessoa portadora de deficiência visual possa viajar com seu cão na cabine da aeronave, independente do tamanho ou peso corporal, não encontra esta magistrada razão para negar o mesmo direito à parte autora, que comprova nos autos a necessidade de viajar junto ao animal, em virtude do mesmo se mostrar necessário ao seu equilíbrio emocional”, afirmou a juíza.

Ainda de acordo com a magistrada, a tutora do cão comprovou que ele atende aos padrões da agência sanitária do Brasil e de Portugal e, por isso, está apto a fazer a viagem.

Caso haja descumprimento da decisão judicial, a companhia aérea será punida com multa de R$ 20 mil.


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Marcha Animal une centenas de pessoas na luta pelos animais em Portugal

Vinte anos depois da primeira manifestação, a Marcha Animal deste sábado (6), que juntou centenas de pessoas nas ruas de Lisboa, em Portugal, arrancou de um ponto de partida diferente nos direitos conquistados, mas ainda com um longo caminho a percorrer.

Rita Silva, presidente da Associação Animal, que há 20 anos organiza a Marcha Animal em defesa dos direitos dos animais, não tem dúvidas de que foram duas décadas “com resultados”.

“As coisas não estão como estavam, não chega ainda, mas não estão como estavam há 20 anos, de todo”, disse à Lusa a ativista, que esta tarde foi uma das centenas de pessoas que se juntou frente à praça de touros do Campo Pequeno, em Lisboa, de onde saiu a marcha com destino à Assembleia da República.

Tiago Petinga/LUSA

Faixas e cartazes com imagens chocantes de animais ensanguentados, acorrentados ou explorados para experimentação científica, e com frases como “Libertação Animal”, “Amas uns e comes outros?”, “E se fosse consigo?”, “As verdadeiras vítimas da moda”, numa alusão ao uso da pele dos animais em roupas, ou “A tauromaquia é doentia” representavam uma espécie de barricada com “o outro lado” que, ali mesmo ao lado, na praça de touros do Campo Pequeno, sem manifestações ou ativistas, marcava a sua posição com um enorme cartaz pendurado na fachada do edifício anunciando os nomes para a temporada tauromáquica de 2019 em Lisboa.

Rita Silva afirmou que a marcha começava naquele local “precisamente por uma questão simbólica”, uma vez que a Associação Animal se prepara para entregar no parlamento as mais de 20 mil assinaturas já recolhidas no âmbito da Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) que pede o fim do financiamento público à tauromaquia.

Mesmo depois de o parlamento ter rejeitado na atual legislatura propostas com esse objetivo, ou para proibir a exibição de touradas no canal público de televisão, ou ainda para não permitir a entrada a crianças nas praças de touros, Rita Silva diz que tem “bastante esperança” que a ILC “corra bem”.

“Até porque a iniciativa é pelo fim dos subsídios à tauromaquia, pelo fim dos dinheiros públicos à tauromaquia, que nós cremos que é a torneira que ainda mantém a tauromaquia de pé”, disse.

Para a presidente da Animal, há um “trabalho de sensibilização” a fazer junto dos deputados, sobretudo aqueles que “estão no ‘nim’”, ou seja, não escolheram um lado.

“Temos esperança, claro, que na próxima legislatura as coisas corram melhor, mas vamos ver”, afirmou.

André Silva, deputado do PAN — Pessoas, Animais, Natureza, está na Assembleia da República do lado dos que não precisam de ser convencidos pela argumentação de associações como a Animal e este sábado, na manifestação, declarou-se convicto de que haverá condições para mudanças na próxima legislatura.

“Nós acreditamos, até pelo debate que ocorreu, que na próxima legislatura haverá claramente condições nos vários partidos para que exista maior abertura para conferir mais proteção aos animais, em termos de entretenimento, e naturalmente na luta contra a tauromaquia, que é um resquício de uma atividade anacrônica e de outros tempos que não tem mais lugar na sociedade e nos valores do século XXI”, disse à Lusa.

O deputado disse esperar pela entrada da ILC no parlamento para que o PAN possa acompanhá-la com “diversas iniciativas legislativas” e para que “os partidos se posicionem em relação a essa matéria”.

As votações dos deputados no último Orçamento do Estado, contrárias às pretensões dos defensores dos direitos dos animais, e que, evocando a cultura nacional e a tradição, aprovaram medidas como a redução da taxa de IVA para 6% para a tauromaquia, não desmoralizam André Silva, que afirma que esses deputados correspondem a um conjunto de pessoas que “continuam presas a posições conservadoras”, que está “de costas voltadas para os cidadãos” e que já não representa o “sentimento geral da maioria da população”.

Ana Vitorino, uma manifestante estreante na Marcha Animal, mas há muito consciente de que é preciso olhar os animais “de outra forma”, parece dar razão à ideia do “sentimento geral” de André Silva.

“Se pararmos para pensar, vamos perceber que por baixo da palavra tradição estão violências exercidas contra os animais. Tradição serve para encobrir violência”, disse à Lusa, acrescentando que há uma corrente filosófica que defende que o século XXI será dos animais e a forma como os tratamos vai “ditar o nosso futuro”.

Aproveitando uma trégua da chuva que pontualmente foi marcando presença durante a tarde em Lisboa, a marcha arrancou do Campo Pequeno pelas 16:15 em direção ao Marquês de Pombal e com destino à Assembleia da República, com centenas de pessoas, entre as quais uma comitiva do PAN, e outra do Bloco de Esquerda, entoando quase em uníssono “direitos dos animais são fundamentais”.

Fonte: Observador

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copos de plástico descartados poluindo a água
De olho no planeta

Lisboa proibirá copos de plástico descartáveis a partir de 2020

Na quinta-feira, 10, a câmara municipal de Lisboa anunciou a medida que proibirá a distribuição de copos de plástico descartáveis em restaurantes, bares e outros estabelecimentos. A proibição veio com o intuito de incentivar as pessoas a ter um comportamento mais ambientalmente responsável.

copos de plástico descartados poluindo a água
Foto: Getty Images

A medida dará aos empresários “até 31 de Dezembro de 2019 para eliminarem os plásticos descartáveis, nomeadamente os copos, em espaço público”, disse o vice-presidente, Duarte Cordeiro, vereador responsável pelos Serviços Urbanos. “Acreditamos que a restauração da cidade está pronta para este desafio.”

Essa proibição não se aplica somente aos copos de plástico, mas também a todos os utensílios descartáveis comumente utilizados no consumo de alimentos na rua. A câmara pretende atualizar o Regulamento de Gestão de Resíduos, Limpeza e Higiene Urbana, cuja última versão data de 2004, e essa medida faz parte de um conjunto de alterações no regulamento que serão discutidas na próxima semana.

Cordeiro assegurou que a nova proibição não significa que as pessoas não poderão mais consumir bebidas alcoólicas em espaço público, embora haja essa exigência em alguns setores da cidade por outros motivos. Ele disse que a autarquia não pretende “mudar hábito nenhum da cidade”, admitindo que ele próprio e o presidente Fernando Medina são adeptos de uma boa bebida ao ar livre.

“Existem soluções, existe capacidade. Muitas vezes não há vontade, mas com esta medida assinalamos uma vontade política”, continuou ele, citando as Festas de Lisboa, do Ano Novo e do Jardim do Arco do Cego, em que os copos descartáveis foram substituídos por reutilizáveis.

Assim como já acontece em alguns festivais de verão e outros eventos, os consumidores alugam um copo, pagando uma taxa no início do evento e, se o devolverem intacto, o valor será restituído. Durante a festa de Ano Novo na Praça do Comércio foram entregues mais de 58 mil copos aos cidadãos e cerca de 10 mil não foram devolvidos.

A nova proibição entrará em vigor no primeiro dia de 2020, o que dá aos empresários o espaço de um ano para realizarem as mudanças necessárias. Não é obrigatório o uso de copos de plástico reutilizáveis, havendo a opção de oferecer copos de vidro ou limitar o consumo de bebidas fora do estabelecimento. As penas para o não cumprimento da nova lei são multas de valor entre 150 e 1500 euros para pessoas físicas e entre 1000 e 15 mil euros para empresas.

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cachorro envolto num cobertor vermelho
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Abrigos em Lisboa acolhem também animais abandonados devido ao frio

A Provedoria dos Animais de Lisboa informa, através de uma publicação na sua página oficial do Facebook que, face ao frio extremo que se faz sentir, a ativação do plano de contingência para as pessoas sem-abrigo também inclui os animais.

cachorro envolto num cobertor vermelho
Foto: Facebook | Reprodução

O plano de contingência foi ativado esta quarta-feira (09/11) e, por exemplo, no Pavilhão do Casal Vistoso e na freguesia da Estrela vai haver condições para que os animais sejam acolhidos.

A mesma entidade pede que todas as pessoas que tenham animais, em especial aos que vivem na rua, que tenham o máximo de cuidado e que os agasalhem bem, uma vez que são esperadas temperaturas muito baixas. “Se puder acolher animais errantes nos próximos dias, abrigando-os das condições climáticas extremas, não hesite em fazê-lo”, recomenda a Provedoria.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Sol Sapo

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Girafa explorada por zoológico morre após visitante tentar alimentá-la

Um girafa-de-angola, de 11 anos de idade, morreu após um visitante tentar alimentá-la no Jardim Zoológico de Lisboa, em Portugal. Apesar de uma norma interna do estabelecimento proibir que os frequentadores do local alimentem os animais, o visitante infringiu a regra e a girafa, na tentativa de comer o que lhe era oferecido, caiu em um fosso.

(Foto: Pixabay / Imagem Ilustrativa)

O visitante e testemunhas já foram identificados. “É uma situação muito triste, por todos os motivos” declara Inês Carvalho, do departamento de marketing do zoo. A funcionária explica que os animais são alimentados diariamente e que, por isso, não é necessário que as pessoas ofereçam alimentos a eles. 

A prática, entretanto, foi incentivada por bastante tempo. Isso porque máquinas que vendiam amendoim eram mantidas na entrada do zoológico para que os visitantes comprassem o alimento para fornecer aos macacos.

A girafa que morreu havia sido notícia em 2017, quando deu à luz um filhote. A espécie é considerada vulnerável e registra uma queda na população nos habitats. Três zoológicos da Europa aprisionam girafas-de-angola, são eles: o de Portugal, da Alemanha e da Holanda.

O triste episódio não é o primeiro registrado em zoológicos devido à ignorância humana. Em um zoológico na China, um canguru morreu e outro ficou ferido após serem covardemente agredidos por visitantes, que jogaram tijolos nos animais.

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Primeiro restaurante vegetariano de Lisboa comemora 40 anos

Um pouco antes do meio-dia, à porta do número 117 da Rua do Salitre, em Lisboa (Portugal), há cheiros que convidam a entrar. Na cozinha do Tibetanos, prepara-se a hora do almoço porque, dentro de pouco tempo, as mesas rapidamente vão deixar de estar vazias.

Foto Cláudia Arsénio/TSF

Há quatro décadas, o restaurante Os Tibetanos apresenta uma ementa diferente, baseada em refeições vegetarianas com influências internacionais, mas também um templo dedicado à filosofia budista no primeiro andar, onde se praticam ioga e meditação tibetanas. Um conceito que foi apresentado aos lisboetas no final dos anos 70.

Foto Cláudia Arsénio/TSF

Há clientes que se mantêm fiéis desde 1978 e desde sempre foram as mulheres as primeiras a aderir ao novo conceito. Legumes, seitan, tofu, leguminosas e fruta sempre fizeram parte das ementas. E, se no início, havia alguma resistência, hoje em dia a alimentação vegetariana tornou-se mais familiar. No local, destacam-se também o gelado caseiro de pistáchio e chocolate ou a tarte de papaia e requeijão.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: TSF

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Crueldade: pão com pregos é colocado em parque para matar cachorros

Pedaços de pão repletos de pregos foram deixados no chão de um parque em Lisboa, Portugal, para matar cachorros que por ali passassem. A crueldade foi descoberta por um homem que costuma levar seu cão ao local.

Pedaços de pão com prego foram deixados em parque para matar cães (Foto: Arquivo Pessoal / Facebook / Pó D’Arroz)

Enquanto Pó D’Arroz, como é chamado o cão, andava livremente pelo parque, sob o olhar atento do tutor, o homem decidiu verificar os pedaços de pão que estavam no chão. A princípio, João acreditou que fossem pães deixados no local para alimentar pombos mas, depois, percebeu que se tratava de uma imensa crueldade com o intuito de matar cachorros.

“Aproximo-me e qual não é a minha surpresa quando percebo que tal pão foi colocado especificamente para os cães que ali passam (imagino por alguém que não tem cão). Em cada pedaço de pão estavam cravados 3 pregos pretos de sapateiro, novinhos em folha e cuidadosamente escondidos para em menos de 2 segundos acabarem dentro do intestino de algum cão”, denunciou João em rede social. O caso aconteceu no parque Jardim da Ajuda.

Pó D’Arroz é o cão tutelado por João (Foto: Arquivo Pessoal / Facebook / Pó D’Arroz)

João fotografou os pedaços de pão para, como ele mesmo escreveu, publicar em rede social uma “carta aberta a quem não tem cão (e aviso a quem tem)”. Os pães foram jogados no lixo por João, mas ele se preocupa com a possibilidade do caso se repetir e terminar mal.

“Por hoje peguei o pão todo e fui direito ao lixo, mas o que acontecerá amanhã se não for ao parque a essa hora e alguém passear com o cão antes? Ou será que tal situação vai se tornar preocupante apenas quando duas crianças estiverem brincando e, ao ver tal pão seco e crocante no chão do jardim o meterem na boca?”, questionou.

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Gata desaparece no Aeroporto de Lisboa, em Portugal

A gata foi entregue no aeroporto pela tutora, dentro de uma transportadora comprada para a viagem. Numa outra transportadora, seguia o cão cuidado pela mesma família.

Foto: Reprodução, dnoticias

Quando Sandra Freitas foi buscar os animais, ao Aeroporto da Madeira, apenas o cão tinha seguido viagem e a transportadora da gata tinha chegado sem porta e sem animal.

Ela questionou a Groundfource e a Tap e soube que a gata não tinha embarcado em Lisboa e que, alegadamente, terá sido vista no edifício da TAP.

A gata permanece desaparecida e Sandra Freitas lamenta que continue sem respostas, sem saber do seu paradeiro quando pagou por um serviço que pensava ser de confiança.

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Fonte: dnoticias

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Cão encolhido e entristecido
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Projeto de Defesa Animal de Lisboa regista 373 denúncias no primeiro quadrimestre de 2017

Durante o ano de 2016 registaram-se 1623 crimes contra animais domésticos em Portugal, 855 recebidos pela Polícia de Segurança Pública (PSP), sendo que 415 foram registados no distrito de Lisboa.

Destes casos, 359 foram recebidos pela PSP, conforme dados recolhidos no site da DGPJ (Direção-Geral da Política da Justiça).

Cão encolhido e entristecido
Foto: Reprodução/Portal Saúde no Ar

Neste primeiro quadrimestre de 2017, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, por meio do Projeto Defesa Animal (PDA), recebeu 373 queixas por maus-tratos e abandono de animais domésticos. Este número representa uma diminuição de 9,2% face a igual período de 2016, no qual foram recebidas 411 denúncias.

Cada uma das denúncias recebidas foi alvo de uma verificação feita pela PSP, na qual, além de se comprovar ou não a existência de crime, foram fiscalizadas as condições de detenção dos animais, concretamente o registo, vacinação, identificação eletrônica e, quando obrigatório, seguro de responsabilidade civil.

Destas ações de fiscalização resultaram inúmeras infrações, de natureza contraordenacional e  95 de natureza criminal que foram remetidas ao Ministério Público.

A Polícia de Segurança Pública, e o COMETLIS em particular, continuarão empenhados na sensibilização da sociedade para a problemática dos crimes cometidos contra animais de companhia, que constitui uma aposta estratégica do Comando.

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Fonte: Comando Metropolitano de Lisboa da PSP

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Filhote de gato é resgatado de incêndio por bombeiros em Portugal

Por Sophia Portes | Redação ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais)

Gatinho recebe atendimento de bombeiros que o resgatou (Foto: CM)

Um filhote de gato foi resgatado por bombeiros nesta segunda-feira (08) de um incêndio em uma residência em Xabregas, Lisboa, em Portugal.

O Corpo de Bombeiros Sapadores de Lisboa foram acionados para atender a ocorrência.

Felizmente, o animal passa bem. Não houve registro de pessoas ou animais feridos por conta das chamas.

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Você é o Repórter

Banco Solidário Animal pretende alimentar milhares de animais em Portugal

Foto: Divulgação

A 10ª iniciativa do Banco Solidário Animal será realizada nos próximos sábado e domingo nas Lojas Continente Modelo e Pets & Plants e continuará a 13 e 14 de maio nos Hipermercados Continente e Lojas Continente Bom Dia.
Desta vez, o Banco Solidário Animal vai estar presente em 250 lojas Continente em todo o território nacional, incluindo nos arquipélagos da Madeira e dos Açores, e apoiar 165 associações.

O Banco Solidário Animal é uma das mais importantes respostas da sociedade portuguesa a favor da causa animal, cujo principal objetivo é ajudar os animais necessitados do nosso país. Animais que vivem à guarda de associações e grupos de apoio animal, animais errantes, animais pertencentes a famílias carenciadas e pessoas sem abrigo.

As Associações estarão presentes nas diversas lojas Continente espalhadas por todo o país, inclusive ilhas, e que usufruirão dos donativos que as pessoas irão gentilmente doar ao Banco Solidário Animal. O papel das entidades protetoras é fundamental para o sucesso da recolha de alimentos, assim como para a distribuição dos bens angariados, visto que em cada loja participam diferentes associações e grupos de apoio, que transportam e armazenam a ração e que são responsáveis por dar resposta às principais dificuldades na localidade onde estão inseridas.

Para poder participar nesta grande campanha Nacional, pode faze-lo doando alguns dos produtos que fazem mais falta (em especial, ração seca e úmida para cão e gato, trelas, coleiras e comedouros, produtos de limpeza, desparasitantes e areia para gatos) ou participando como voluntário, onde cerca de três mil voluntários vão estar no terreno durante esta megaoperação de quatro dias.

Para desempenhar um papel fundamental, que é o de ser voluntário nesta campanha, basta acessar aqui e fazer a sua inscrição, escolhendo entre ser Coordenador de loja ou Voluntário durante um turno.

Mais informações acesse o site da Animalife.

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