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Filhotes de foca resgatados de traficantes chineses são devolvidos à natureza

Filhote de foca solto no oceano | Foto: Xinhua/AP
Filhote de foca solto no oceano | Foto: Xinhua/AP

Focas manchadas (Phoca largha) já foram muito caçadas, mortas e perseguidas por seu uso na medicina tradicional chinesa.

Grupos de defesa dos direitos animais celebraram a libertação de 37 filhotes de focas selvagens na natureza no norte da China depois de terem sido resgatados das mãos de traficantes de animais.

Foto: Xinhua/AP
Foto: Xinhua/AP

A Humane Society International disse que os filhotes foram descobertos há três meses pela polícia em um galpão dentro de uma fazenda afastada na cidade de Dalian, no norte do país, muitos deles famintos e a ponto de morrer.

Oito suspeitos foram presos na operação.

O grupo disse que os filhotes foram retirados da natureza por traficantes para serem vedidos para a indústria de aquários e para exibição em locais comerciais como lojas e restaurantes.

Outros 29 filhotes morreram apesar dos esforços para salvá-los, tendo apenas duas semanas de idade quando foram encontrados e eles ainda não tinham ainda sido desmamados de suas mães.

Uma vez caçados para uso na medicina tradicional chinesa, as focas manchadas são agora uma espécie protegida na China.

Foto: Xinhua/AP
Foto: Xinhua/AP

Peter Li, da Humane Society International, disse: “Estamos entusiasmados com o fato de nosso grupo parceiro chinês, VShine, ter conseguido enviar ativistas e observadores pelo bem-estar animal para a liberação desses filhotes de focas de volta à natureza.

“Infelizmente, a crescente obsessão da China por manter espécies marinhas como focas e tartarugas em cativeiro está alimentando crimes contra a vida selvagem como este, o que causa imenso sofrimento animal e perda de vidas.”

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Orangotangos arrancados do habitat retornam à natureza

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: International Animal Rescue
Foto: International Animal Rescue

Lar é onde o coração está. No caso de dois orangotangos de Bornéu (Ásia) chamados Johnny e Desi, isso significa a floresta. Recentemente, a organização de bem-estar animal International Animal Rescue (IAR) libertou os dois na natureza em Kalimantan Ocidental, na Indonésia.

Os primeiros anos de vida de Johnny e Desi foram difíceis. Ainda jovens, foram sequestrados da floresta e criados como animais domésticos.

Embora orangotangos possam perder sua capacidade de retornar ao estado selvagem se forem mantidos dessa forma por muito tempo, a dupla foi resgatada a tempo. Eles ainda eram capazes de aprender – ou melhor, reaprender – a ser animais selvagens.

Ainda assim, seu processo de reabilitação levou tempo: exatos quatro anos.  Primeiro eles tiveram que ir para “escola florestal”, onde aprenderam habilidades como escalar, forragear e construir ninhos e também conseguiram se socializar com outros orangotangos.

Foto: International Animal Rescue
Foto: International Animal Rescue

Uma vez que Johnny e Desi se formaram na escola florestal, eles foram transferidos para a ilha de pré-lançamento do IAR, na qual foram avaliados para verificar se eram candidatos à libertação na natureza.

Os orangotangos mostraram a todos que estavam prontos. “Os dois estão em boas condições e claramente são capazes de se defender. Eles são capazes de encontrar comida para si e fazer um ninho cada noite para dormir”, disse Ayu Budi Handayani, gerente de cuidados dos animais do IAR, em um comunicado.

Outros não tiveram tanta sorte quanto Johnny e Desi. Os orangotangos não são apenas mantidos como animais domésticos, mas muitas vezes são deliberadamente mortos. De acordo com o IAR, as populações da espécie de Bornéu diminuíram mais de 80% nos últimos 75 anos.

Restam apenas cerca de 41 mil orangotangos em estado selvagem na região e a Lista Vermelha da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) recentemente listou os orangotangos de Bornéu como uma espécie criticamente ameaçada.

Foto: International Animal Rescue
Foto: International Animal Rescue

O primo próximo do orangotango de Bornéu, o orangotango de Sumatra, também está criticamente em perigo, com aproximadamente 7.500 indivíduos deixados na natureza.

A maior ameaça para as populações de orangotangos é a destruição do seu habitat. Enquanto as pessoas dizimam a floresta por diversas razões – exploração madeireira, de mineração ou agricultura – a indústria de óleo de palma é responsável por grande parte desta destruição.

Se um fazendeiro encontra um orangotango enquanto desmata a terra, não é incomum que mate o animal. Se o orangotango está com um filhote, este é muitas vezes capturado e criado como um animal doméstico ou vendido pelo comércio ilegal de animais selvagens.

Mas, graças a ativistas, Desi e Johnny foram capazes de voltar para sua casa. O dia da liberação não foi nada simples. Para chegar ao local, a equipe da IAR teve que viajar durante 40 horas de caminhão, barco e a pé.

Foto: International Animal Rescue
Foto: International Animal Rescue

As últimas seis horas foram as mais árduas – os moradores tiveram de carregar as pesadas caixas de transporte de Johnny e Desi enquanto atravessavam a densa floresta.

Quando finalmente chegaram lá, tudo valeu a pena. Assim que a equipe IAR abriu as caixas, Johnny e Desi imediatamente subiram nas árvores e começou a forragear.

“Não podemos imaginar um futuro brilhante para os orangotangos se o seu habitat continuar sendo diminuído com esta rapidez. Eles só irão sobreviver quando as pessoas começarem a levar o problema a sério”, afirmou Sanchez, observando que uma equipe vai continuar a monitorar os dois para se certificar de que estão bem.

Mesmo assim,a  IAR está confiante de que Johnny e Desi irão ficar bem. “Temos certeza de que eles terão êxito em sua nova casa na floresta”, acrescentou Sanchez ao The Dodo.

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Elefantes escravizados por 80 anos são libertos e brincam como crianças

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Caters News
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Dois elefantes abusados como escravos por 80 anos finalmente foram libertados na Tailândia. Boonme e Buabaan passaram a maior parte de suas vidas trabalhando na indústria madeireira e no comércio de trekking, onde foram forçados a trabalhar até a exaustão enquanto ficavam acorrentados.

Porém, após uma importante campanha de financiamento, eles finalmente foram libertados de seus explorados e transferidos para o Thailand’s Elephant Nature Park, em Chiang Mai.

O resgate foi possível com a ajuda do vlogger e cineasta do YouTube, Christian Leblanc, de 23 anos, do Canadá. Ele ajudou a arrecadar milhares de dólares para pagar pela libertação dos elefantes.

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Com um rio e banhos de lama para desfrutar, Boonme, 80, e Buaban, 50, agora passam a maior parte do tempo brincando e comendo frutas e vegetais frescos.

É um cenário muito distante das circunstâncias abusivas que eles foram obrigados a suportar durante décadas.

“Os elefantes não poderiam estar mais felizes agora. Ambos fizeram um novo melhor amigo chamado BaiCha e como um trio eles são inseparáveis. Mas antes de serem libertados, eles carregavam dezenas de pessoas nas costas diariamente”, afirmou Christian.

“Até o ponto em que Boonme realmente desabou e teve que ser levantada por um guindaste para que pudesse voltar ao trabalho. Foi quando soubemos que tínhamos que fazer alguma coisa”, acrescentou.

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Para resgatar a dupla, Christian e sua equipe viajaram de caminhão por 15 horas para uma cidade chamada Surin. Os elefantes foram imediatamente transportados de volta para o Elephant Nature Park, em caminhões adequados, em uma viagem que levou 23 horas.

A operação de resgate será mostrada no próximo documentário de Christian “Black Tusk”, que visa educar os turistas sobre a crueldade por trás da indústria de ‘trekking de elefantes’ que atualmente está em ascensão na Tailândia, segundo o Daily Mail.

“Como os seres humanos, os elefantes são muito sociais e mostram um intenso sofrimento quando são explorados em campos de trekking e em parques de entretenimento. Você literalmente os vê balançando para frente e para trás. Esperamos que, ao mostrar a crueldade que os elefantes enfrentam às pessoas, possamos ajudar a acabar com o sofrimento desses elefantes e pavimentar o caminho para um turismo responsável.”, declarou Christian.

 

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Trinta golfinhos voltam à natureza após serem capturados para entretenimento

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Care2
Reprodução/Care2

Após serem capturados para passarem suas vidas em cativeiro, 30 golfinhos nariz-corvineiros do Indo-Pacífico estão sendo libertados de volta na natureza.

Estes golfinhos foram confinados e seriam exportados para outros países onde seriam explorados como entretenimento em exibições públicas.

Eles também haviam sido submetidos às mesmas técnicas bárbaras e cruéis que os caçadores de golfinhos usam em Taiji, no Japão. O caso foi descoberto pelo International Marine Mammal Project (IMMP).

Devido à intervenção do governo das Ilhas Salomão, no Oceano Pacífico, a exportação dos animais foi proibida. A região é conhecida como um local de caça de golfinhos e ativistas temem que, devido à matança contínua, as populações dos mamíferos corram risco de extinção.

Pesquisas publicadas em 2015 apontaram que 15 mil golfinhos foram mortos nas ilhas entre 1976 e 2013, segundo o World Animal News.

O turismo e as exposições púbicas impulsionam grande parte das capturas de golfinhos e por isso é fundamental não financiar instalações como zoológicos e aquários que os exploram em nome do lucro.

“Sem a intervenção do governo, mais de 30 golfinhos poderiam ter sido carregados a bordo de jatos de carga e provavelmente com destino à China. A jornada é extremamente angustiante, assim como o trauma de serem arrancados de suas famílias e dos oceanos. A captura e transporte de golfinhos são cruéis e resultam em estresse, doenças e morte prematura dos animais”, disse David Phillips, diretor do IMMP.

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Veja as reações emocionantes de animais resgatados sendo libertados

Foto: Reprodução YouTube
Foto: Reprodução YouTube

Nada como começar a semana com a reação do boi Bandit ao ser libertado de um matadouro. O Bandit não se conteve ao ser salvo e deu vários pulinhos de alegria em comemoração.

O momento fofo foi registrado pela organização alemã Gut Aiderbichl, que acompanhou o resgate realizado pelo ativista de direitos animais Christian. Após o resgate, o boi começa a saltar e até a aceitar carinho do rapaz. Veja o vídeo abaixo:

Outros resgates emocionantes
Estes simpáticos chimpanzés foram enviados para um santuário após 30 anos presos em laboratório, é de cortar o coração em pensar o quanto sofreram.

Duvido você não abrir um sorriso ao ver a libertações dessas duas focas.

Fonte: New Pangea

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Imagens comoventes mostram libertação de orangotangos em floresta

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais
Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais

Este é o momento comovente no qual três orangotangos ameaçados de extinção, incluindo dois órfãos resgatados, foram libertados de volta à floresta tropical de Bornéu, na Ásia.

Os animais estavam sob os cuidados de um centro de reabilitação em Bornéu antes de os socorristas decidirem levá-los para uma nova casa localizada em um vasto parque nacional, segundo o Daily Mail.

Foram necessários vários dias para transportar o macho Sabtu e as fêmeas, Butan e Marsela, por uma estrada, rio e a pé para o novo lar em Bukit Baka Bukit Raya, no coração da área de conservação de Bornéu.

Imagens mostram o momento em que os cuidadores abriram as jaulas de dois dos orangotangos e observaram enquanto eles adentravam a floresta e escalavam uma árvore.

As cenas tornam-se mais emocionantes já que o orangotango de Bornéu foi reclassificado de “Ameaçado” para “Criticamente em Perigo’ pela União Internacional para a Conservação da Natureza.

Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais
Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais

Os vídeos da operação de libertação realizada pelo grupo Resgate Internacional de Animais (IAR) mostraram as diferentes etapas da viagem, desde o momento em que os animais saíram do centro de resgate em Ketapang, no dia 24 de Junho, até a soltura na natureza quatro dias depois.

Karmele Llano Sanchez, diretora do programa do IAR da Indonésia fez uma série de atualizações sobre o progresso da operação.

O orangotango macho, conhecido como Sabtu – ou Saturday – é um orangotango selvagem com cerca de 25 anos, resgatado em março deste ano de uma plantação não muito longe do centro do IAR.

Ele estava em busca de comida depois de sua casa na floresta ter sido destruída pelo fogo e os moradores locais chamaram a equipe de resgate da IAR para removê-lo.

Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais
Reprodução/ResgateInternacionaldeAnimais

Ao contrário de Sabtu, as fêmeas Butan e Marsela tinham apenas dois ou três anos de idade quando foram resgatadas. Elas foram arrancadas de suas mães quando ainda eram filhotes e nunca haviam aprendido as habilidades necessárias para sobreviver na floresta.

Ambas foram encontradas em áreas onde a floresta foi destruída para dar lugar a plantações em massa de óleo de palma.

Quando foi resgatada em 2011, Butan estava em uma condição chocante e corria risco de morrer de malária.
Marsela também foi encontrada sozinha em uma plantação de óleo de palma em Ketapang.

“Em seu habitat natural, os bebês orangotangos vivem com suas mães desde o nascimento até a idade de sete ou oito anos. Quando um orangotango bebê é encontrado sozinho, é quase certo que sua mãe está morta”, disse Gail Campbell-Smith, gerente de Programa da IAR Indonésia.

O percurso até o local de soltura dos animais envolveu uma viagem pela estrada durante 40 horas, um passeio de barco rio abaixo durante uma hora e, em seguida, uma caminhada de quatro horas com 12 carregadores.

Abtu foi liberado em 27 de junho e foi direto de sua caixa de transporte para o alto das árvores. Marsela e Butan foram libertadas no dia seguinte depois de uma noite de descanso.

Quando a porta foi aberta, elas também subiram em linha reta até as árvores altas e começaram a se alimentar juntas.

“Desde o início da sua reabilitação, Butan e Marsela têm exibido um comportamento bastante natural”, disse Sanchez.

“O momento em que as gaiolas foram abertas e os orangotangos correram para o meio das árvores foi a mais bela cena que eu já presenciei”, declarou Phily Kennington da equipe da IAR Indonésia.

Uma equipe de monitoramento da IAR, apoiada pela população local das aldeias próximas ao parque nacional, seguirá os orangotangos usando um dispositivo de rastreamento de rádio durante um ou mesmo dois anos.

Ela irá registrar as atividades e o comportamento dos orangotangos para assegurar sua sobrevivência a longo prazo na floresta.

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Pássaros são libertados pela PM ambiental em Mutum (MG)

Divulgação
Divulgação

Durante operação de combate ao crime de tráfico de animais silvestres, realizada na área urbana de Mutum (MG), a Policia Militar de Meio Ambiente de Mutum apreendeu cinco pássaros da fauna silvestre brasileira.

A operação foi realizada na quarta-feira (13) e localizou os pássaros que estavam em cativeiro de forma ilegal: eram quatro coleiros e um papagaio. Os pássaros foram novamente devolvidos à natureza. O autor responderá pelos crimes ambientais.

Nota da redação: Como nós, os animais nasceram para viver livremente. Manter um animal engaiolado é um dos crimes mais cruéis do ponto de vista ético. Infelizmente as nossas leis ainda permitem que algumas espécies de aves sejam caçadas, comercializadas e aprisionadas apenas para satisfazer a ganância e os desejos inconscientes e cruéis de algumas pessoas. Não podemos mais aceitar calados este tipo de prática como também todas as outras que tratam os animais apenas como mercadoria ou objeto de decoração. As leis precisam avançar e proibir qualquer forma de manutenção de animais em cativeiro.

Fonte: Portal Caparaó

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Pássaros capturados em contrabando são libertados na Grande Fortaleza (CE)

Pássaros da espécie galo campina apreendidos de contrabandistas em São Paulo foram libertados nesta semana em Maranguape, na Grande Fortaleza. Os 65 pássaros são da fauna nordestina e foram capturados por armadilhas para animais silvestres, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), e levados a outros estados em condições precárias.

“Eles são colocados em locais apertados, amontoados, e são escondidos no meio da madeira em carga de caminhões, estofamento de carros, nas piores condições possíveis”, explica o analista ambiental do Ibama, Alberto Klesasz.

Os pássaros libertados pelo Ibama foram resgatados pela polícia em operações contra o tráfico de animais e embarcados de volta ao Nordeste em avião. Antes da soltura, eles foram instalados em um centro de reabilitação para animais silvestres em Messejana, na Grande Fortaleza.

“Eles estão muitas vezes desnutridos, desidratados, sem condições de voo. Nesse local eles vão passar por uma avaliação, receber alimento com suplemento vitamínico e depois eles vão começar a exercitar a musculatura de voo”, explica o analista. Na segunda etapa antes da soltura, os pássaros passam por uma etapa de ambientação, na Serra de Maranguape.

Fonte: G1

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Aves selvagens vão ser devolvidas à natureza

Um total de 14 aves entre milhafres, cegonhas e águias, serão devolvidas, a partir de hoje, ao seu habitat natural, em Coimbra e na Beira Alta, numa iniciativa promovida pelo CERVAS (Centro de Recuperação de Animais Selvagens).

A devolução das aves, recolhidas depois de terem caído de ninhos ou sofrido ferimentos, está associada a ações de educação ambiental, “um dos principais objetivos” do CERVAS, disse à Lusa a bióloga Liliana Barosa.

O Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens – sedeado em Gouveia e que se integra na estrutura do Parque Natural da Serra da Estrela – tem promovido ações pelo país, na presença de populares interessados, alunos de escolas e representantes de associações e entidades ligadas à vigilância e proteção do meio ambiente.

Em cada iniciativa, os responsáveis do CERVAS aproveitam para explicar o histórico de cada animal e os passos a dar quando alguém encontra uma ave ferida, por exemplo. “As pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre o que fazer, há quem fique com os animais em casa”, revelou Liliana Barosa.

Hoje, em colaboração com a Reserva Natural do Paúl de Arzila, na margem direita do Mondego, entre Montemor-o-Velho e Coimbra, serão libertados dois milhafres-pretos, duas cegonhas brancas e uma águia de asa redonda.  A maioria destes animais – à exceção de uma das cegonhas, encontrada debilitada – teria caído do ninho ainda jovem.

Recolhidos por colaboradores do Serviço de Proteção da Natureza da GNR e por Vigilantes da Natureza,  foram depois encaminhados para o CERVAS e ali iniciado o processo de recuperação.

Alimentados até atingirem o peso ideal, dá-se o crescimento e desenvolvimento da plumagem e promovem-se contatos com aves da mesma espécie, treinos de voo e também de caça, no caso das aves de rapina.

Momentos antes de serem devolvidas ao seu habitat natural, as aves são batizadas por um dos presentes, por vezes a pessoa que a encontrou, “nome geralmente associado a nomes de pessoas ou lugares”, contou Liliana.

“Houve um grifo (uma espécie de abutre) que foi batizado de ‘carequinha’. Ou um mocho chamado de ‘H20′”, frisou a bióloga, aludindo à denominação de um hotel na zona da Covilhã.

Outro mocho, batizado por um grupo de escoteiros, recebeu o nome de ‘lobitinho’, adiantou. As demais ações de libertação de aves decorrem sábado, em Gouveia e terça-feira em Sabugal, Almeida e Figueira de Castelo Rodrigo.

No sábado, em Gouveia, vai ser libertada uma águia de asa redonda, enquadrada no programa das festas do Senhor do Calvário.

Terça-feira, no Sabugal, na localidade de Vila Boa, numa ação em colaboração com a Reserva natural da Serra da Malcata, uma cegonha branca será devolvida à Natureza e outras três seguem o idêntico destino, no mesmo dia, em Almeida, nas localidades de Freineda, Malhada Sorda e Poço Velho.

Por último, ainda terça-feira, em Figueira de Castelo Rodrigo, será libertada outra cegonha-branca, recolhida em julho pelos bombeiros locais após ter caído de um ninho e três tartaranhões-caçadores, pequenas águias recolhidas por um popular durante a ceifa de um campo de cereal.

Fonte: DN Ciência

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Circo entrega três leões para Ibama no Pará

Foto: Rômulo Neto/Ibama PA
Foto: Rômulo Neto/Ibama PA

Um circo que estava de passagem pelo município de Tucumã, no Pará, entregou três leões adultos a uma equipe do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Segundo os fiscais, a entrega dos animais – dois machos e uma fêmea – ocorreu no dia 5 de junho e foi espontânea.

De acordo com o chefe da fiscalização em Marabá, Gudmar Dias, a doação ocorreu pela falta de estrutura do circo em cuidar dos animais. O Ibama providenciou os recursos necessários para transferência dos leões para Parauapebas (PA), onde permanecem para receber cuidados de veterinários.

Foto: Rômulo Neto/Ibama PA
Foto: Rômulo Neto/Ibama PA

 Fonte: G1

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