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Homem em situação de rua faz homenagem para cadela que morreu

O amor do homem por sua fiel companheira foi registrado em uma fotografia que comoveu internautas


Um homem em situação de rua fez uma homenagem para uma cadela que morreu em Paris, na França. Cora era a companheira fiel do rapaz, que hoje exibe um desenho para homenageá-la.

Reprodução/Instagram

O caso foi registrado através de uma fotografia feita pelo brasileiro Heitor Wegmann, durante viagem à capital francesa. No Instagram, ele expôs a história e comoveu os internautas.

O brasileiro contou que sempre via o homem na companhia de Cora nas ruas de Paris. No entanto, ao retornar à cidade neste ano, Heitor encontrou o rapaz sem a cadela. Ao lado dele, um desenho dela com a data de sua morte.

“Sempre que vinha a Paris via um morador em situação de rua com um um cachorro da raça pastor alemão. Este ano reparei que o cachorro, agora soube que era uma cadela, não estava mais lá. No local havia uma homenagem feita pelo morador de rua para a sua companheira que durante anos enfrentou sol, chuva e muito frio”, escreveu.

Reprodução/Instagram

“Fiquei abalado com esta situação por não ter me dado conta de inúmeras situações semelhantes que temos no Brasil e que muitas vezes os moradores em situação de rua são separados dos cachorros, quando deveríamos ter políticas públicas que pudessem oferecer moradias para estas pessoas e seus amigos de quatro patas”, completou.

Heitor falou ainda do preconceito que as pessoas em situação de rua sofrem. “Muitos olham para um morador em situação de rua como se fosse lixo, sem refletir as causas que o levaram a esta situação e sem pensar em como ajudar, de fato, a criar locais como os projetos para reintegrar estas pessoas à sociedade, conseguindo emprego e, desta forma, melhorando a autoestima e a dignidade”, concluiu.


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Caçadores matam crocodilo e levam cabeça do animal como troféu

Um crocodilo foi encontrado em um rio da Austrália, decapitado e sem a cauda. Fotos brutais foram divulgadas no Facebook, despertando a revolta de muitas pessoas.

O crocodilo, de barriga para cima, flutuando no rio sem cabeça
Foto: Facebook

“O que há de errado com as pessoas?”, indagou uma mulher, horrorizada. Mick Jerram, que encontrou o animal e postou as imagens, disse que não se sabe ao certo o que aconteceu – mas afirmou que o crocodilo foi massacrado.

Adam Britton, especialista em crocodilos da Universidade Charles Darwin, disse que alguém provavelmente matou o animal e cortou sua cabeça para manter como lembrança. “Vi esse tipo de coisa muitas vezes ao longo dos anos”, lamentou ao Yahoo News.

“Ocasionalmente, pessoas encontram um crocodilo já morto e levam sua cabeça como souvenir – muitas vezes, o animal foi assassinado ou morto por acidente; como, por exemplo, se afogando em uma rede de pesca”, explicou ele.

A cauda do crocodilo também foi encontrada, apesar de ter sido cortada. Britton acredita que a pessoa que pegou a cabeça pode ter mudado de ideia sobre a cauda e a deixado lá, ou não conseguiu levar as duas partes ao mesmo tempo. Outros crocodilos foram encontrados sem suas cabeças, o que faz o especialista acreditar que a espécie esteja sendo alvo de caçadores cruéis.

O Departamento de Turismo, Esporte e Cultura está investigando a morte, que pode levar o responsável a pagar 77.500 dólares (mais de 290 mil reais) ou cinco anos de prisão.


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Após morte da ursa Rowena, santuário decide fazer memorial para homenageá-la

O Rancho dos Gnomos anunciou, através das redes sociais, que irá fazer um memorial, com um jardim, em homenagem à ursa Rowena, que morreu na última quarta-feira (25) após viver dez meses no santuário. A ursa nasceu na natureza, provavelmente na Rússia, mas foi capturada, ainda filhote. Explorada durante quase toda a vida, ela passou décadas sofrendo em um circo e, depois, em um zoológico. O fim da sua vida, no entanto, foi cercado de amor e cuidados no santuário em Cotia (SP).

Foto: Biga Pessoa

“Teremos a difícil tarefa em seguir sem a presença física da irmã Rowena.  Os dias estão passando e, ver o recinto, a caminha, as ocas, a piscina, a bacia de suco e todos os cantinhos que ela tanto amava, tudo vazio e parado é devastador e a saudade é enorme”, diz uma publicação do santuário no Instagram.

Através da rede social, o Rancho dos Gnomos anunciou a criação do memorial e incentivou os internautas a enviarem homenagens à ursa. “Amigos, faremos um lindo memorial, com jardim florido e todas as homenagens feitas a ela. Caso vocês também queiram homenageá-la, com desenhos, músicas, poemas, entre outros, façam contato”, diz a publicação. O santuário disponibilizou o e-mail contato@ranchodosgnomos.org.br para o envio das homenagens.

“Rowena transformou a vida de milhares de pessoas, foi amada por todos e, em seu olhar doce e meigo transbordava até o perdão à quem tanto lhe fez mal no passado”, afirma o santuário, que lembrou também que “a amorosa energia de Rowena estará sempre presente”.

Junto do texto que anuncia a criação do memorial, o santuário publicou um vídeo que mostra a chegada da ursa ao Rancho dos Gnomos e um pouco da rotina dela nos dez meses que viveu no local. “Vamos sempre lembrar da ursinha mais amada do Brasil como imenso amor, saudade e gratidão”, afirma, no vídeo, Marcos Pompeu, que fundou o santuário com Silvia Pompeu.

 

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Uma publicação compartilhada por Rancho dos Gnomos (@ranchodosgnomos) em


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Jornalismo poético

Saudade

A certeza do reencontro me fez forte e a lembrança da alegria vivida um dia me fez ter esperança

Foi assim que enfrentei todos os dias a saudade.

Reprodução | Facebook
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Cemitério de animais espera público 5 vezes maior durante feriado

Foto: Reprodução/EPTV

Além de visitar os tradicionais cemitérios de Campinas (SP), como o da Saudade e o Flamboyant, muitos moradores se programam para outro compromisso no feriado de Finados, nesta terça-feira (2): visitar os animais de estimação sepultados no Cemitério de Animais São Francisco de Assis.

Segundo o tutor do Cemitério dos Animais da cidade, Carlos Megda, pelo menos dez pessoas visitam os jazigos todos os dias, mas a expectativa é que somente no feriado prolongado de Finados, 200 pessoas compareçam ao local.

O publicitário aposentado João Baptista de Assumpção tem dois cachorros sepultados no cemitério, um da raça boxer, que se chamava Bob, e o poodle Tiago. Ele vai ao cemitério pelo menos duas vezes por mês. Há oito anos faz as visitas aos jazigos nos feriados de Finados.

Este ano, não será diferente. A lembrança dos animais emociona o aposentado até hoje. “Eles eram como filhos para mim e achei que mereciam ser enterrados em um lugar bonito que pudesse visitá-los sempre”, conta João Baptista.

O Cemitério dos Animais São Francisco de Assis tem 900 túmulos e cem gavetas. Pode ser sepultada qualquer espécie de animal de pequeno porte, como cães, gatos, aves, répteis e roedores. Em média, um jazigo custa R$ 350, com caixão.

A ideia de abrir um cemitério para animais em Campinas partiu de uma experiência do próprio tutor, que perdeu três cachorros na mesma época e não tinha um local para enterrá-los. “Percebi que a cidade precisava de um espaço como este e que teríamos demanda. Depois de assistir a uma reportagem sobre o assunto na França, decidi investir”, explica Carlos Megda. Isso foi há 14 anos. A partir de novembro, o cemitério vai oferecer serviço de cremação.

O horário de visitação no Cemitério de Animais São Francisco de Assis (Rua Vanucci, 1600, Jardim Santa Cândida, Campinas) durante o feriado prolongado de Finados será das 8h às 18h. Mais informações pelo telefone (19) 3296-0313 ou pelo site.

Cemitério de animais no Rio também recebe visitantes

Foto: André Muzell / R7

O cemitério de animais em São Cristóvão, zona norte do Rio de Janeiro, também recebeu visitantes nesta terça-feira (2), dia de Finados.

Ele dispõe de 3.292 sepulturas pequenas para gatos e cães com até 20kg, e 344 sepulturas grandes, para cães acima de 20kg. A unidade não tem velórios ou capelas, mas a direção não se opõe a quaisquer tipos de celebração religiosa durante o sepultamento de um animal, de acordo com o credo de seu tutor.

Não são necessários caixões (ou caixas), mas se o tutor do animal desejar, pode trazer a ornamentação da sepultura. Todas as sepulturas são identificadas por números sequenciais dentro de uma determinada ala.

O serviço de sepultamento é feito mediante contrato de cessão de sepultura por dois anos, renovável por mais um ano mediante pagamento adicional. Ao final do contrato, os ossos são exumados e podem ser levados pelo tutor para enterro em propriedade particular ou para cremação.

Com informações do R7 e EPTV

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