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O conhecimento e a leitura proporcionam ao leitor liberdade para escolhas mais éticas e compassivas

Foto: Pinterest
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O Dia do Leitor é comemorado anualmente em 7 de janeiro. A data foi criada em homenagem à fundação do jornal cearense “O Povo”, criado em 7 de janeiro de 1928, pelo poeta e jornalista Demócrito Rocha.

O jornal ficou famoso por denunciar a corrupção, e pela criação de um suplemento para divulgação do movimento literário modernista.

Por meio da conscientização do leitor, da formação de seu senso crítico e força de opinião é que se constrói a solidez de um conhecimento independente e próprio, adquirido por meio da leitura e da informação.

É o leitor curioso, inconformado, ávido por informações e em sua busca pela verdade que abre caminho para que muitas crenças que são passadas para a sociedade por costume e interesses são desmascaradas e questionadas.

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Foram esses leitores que desafiaram a crença de que animais são comida, de que eles são inferiores a nós por isso podem ser explorados, mortos e escravizados. Leitores que descobriram a manipulação comercialmente conveniente por trás das informações que são passadas para o público, sobre a necessidade do leite das vacas, sobre a importância criada do consumo carne de bois, porcos, aves e outros animais e sobre incapacidade de sentir, amar e sofrer desses seres sencientes.

O esclarecimento por meio das informações dá poder aos leitores de todo mundo, que conscientes da crueldade destinada a esses seres que passam suas vidas presos com o único propósito de servir aos interesses humanos, ganham liberdade para mudar suas escolhas e passar a agir em defesa desses animais e contra uma indústria manipuladora e ambiciosa.

A importância do leitor é inquestionável, sua sede de conhecimento é motivo de comemoração neste Dia do Leitor, pois é graças aos leitores inquietos e corajosos do mundo que as informações falsas, a realidade deturpada e a cortina de mentiras que imperam na sociedade especista (doutrina que coloca o homem como superior às demais espécies do planeta e por isso livre pra dispor delas como bem entender) que rege o planeta dão lugar a mentes mais compassivas e éticas.

Que este Dia do Leitor seja um convite ao conhecimento e a reflexão, para que mais leitores possam se “apossar” da verdade, se juntar à luta pelos direitos animais e a transformar nossa sociedade em um lugar mais justo e pacífico para todas as formas de vida.

Gratidão por estar conosco! Você acabou de ler uma matéria em defesa dos animais. São matérias como esta que formam consciência e novas atitudes. O jornalismo profissional e comprometido da ANDA é livre, autônomo, independente, gratuito e acessível a todos. Mas precisamos da contribuição, independentemente do valor, dos nossos leitores para dar continuidade a este imenso trabalho pelos animais e pelo planeta. DOE AGORA.


 

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Você é o Repórter

Leitor do jornal Zero Hora sugere venda e morte de 800 cães de Porto Alegre (RS)

Um texto sugerindo a venda e morte de cães em situação de rua, publicado na seção “Leitor” do jornal Zero Hora neste sábado (20) provocou indignação nos protetores da capital gaúcha. Numa reação odiosa à matéria “Cuscolândia – Canis lotados: mais de 800 cães aguardam adoção em Porto Alegre”, veiculada no dia 17, o leitor Mauricio Konrad propõe: “toda criação de pets deveria ser taxada. Igual ao que muitos países adiantados já estão fazendo, flagrados pelos problemas causados. Sujeira, doenças, periculosidade e os gastos inúteis para mantê-los. Poderíamos matar a fome do mundo não os tendo. Até canis públicos estão sendo construídos pelo poder público. Um absurdo! (…) Cachorro de rua deveria ser vendido para a China, onde os comem. Essa renda auferida serviria para, pelos menos, pagar os estragos na civilização. (…)”

(Foto: Divulgação)

Inúmeros perfis de redes sociais reproduziram o print do texto de Mauricio Konrad, com comentários que expressavam revolta, ameaça de cancelamento da assinatura do jornal, e até sugeriam o candidato à presidência do leitor. A pedagoga Cintia Rockenbach, citada na matéria Cuscolândia, criticou a RBS/ZH por publicar um texto com esse teor de ódio e preconceito aos animais, e também o autor do texto: “meu repúdio por ainda existirem pessoas como este cidadão que acha que os animais não merecem viver”.

Para Luiza Moll, professora universitária aposentada, o texto configura crime de incitação aos maus-tratos aos animais, e só foi selecionado e publicado porque houve concordância do jornal. Ela solicitou que a Zero Hora faça uma retratação em seu editorial. “Não se trata de respeito à liberdade de imprensa, que não se confunde com publicação em caráter de foro íntimo, nem de censura, porque veicular evidente conteúdo de incitação aos maus-tratos configura conivência inaceitável”, escreveu em solicitação por WhatsApp ao Grupo RBS.

Segundo Luiza, o texto injurioso e incitatório viola o art. 225 da CF 88, que estabelece que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações”.

Em seu perfil, a jornalista Gelcira Teles aconselhou que todos enviassem e-mail ao Zero Hora, manifestando seu repúdio à apologia ao crime e contrariedade ao fato do jornal ter publicado texto com teor que fere o Código de Ética dos Jornalistas, a legislação brasileira e incita a violência.

Conforme a matéria, são mulheres, em “larga maioria”, que cuidam dos 800 cachorros que vivem em canis e casas de passagem aguardando pela adoção em Porto Alegre . “Alguns chegam debilitados pelos maus-tratos – sem uma orelha, cegos, ou com patas quebradas. Muitos, desnutridos”.

Autor do texto? Em um dos perfis registrados como Mauricio Konrad nas redes sociais, só há fotos de javalis assassinados, o que poderia explicar o grau de ódio e desrespeito do sujeito aos direitos animais.

Clique aqui para ler a matéria Cuscolândia. Contatos da Zero Hora: leitor@zerohora.com.br, (51) 99967.4125 (WhatsApp)

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Você é o Repórter

Dica do leitor: plantando milho de pipoca

Fabio Vicentini
fabiovicentiniprotetor@gmail.com

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Um grande problema para tutores de animais domésticos que vivem em áreas urbanas pequenas como apartamentos, é não ter espaço para cultivar plantas quem podem ser digeridas por cães e gatos, o famoso “matinho”. A teoria mais comum afirmada por diversos especialistas em comportamento animal, diz que cães e gatos procuram ingerir grama e outras plantas comestíveis, quando buscam uma forma de aliviar o intestino de alguma dor, ou desconforto abdominal.

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Para facilitar que os animais tenham acesso ao matinho, um leitor deixa uma dica que pode ser a solução mais prática e de baixo custo: plantar milho de pipoca. A planta é não-tóxica para os animais, é a preferida dos gatos, mas os cachorros também a comem.

Para plantar o milho, tenha um recipiente forte, pode ser uma bandeja de plástico, uma caixa de madeira ou um vaso do tamanho que desejar. O tamanho do recipiente será o espaço que irá dispor para o matinho crescer.

A recomendação é deixar um bom punhado de milho de pipoca na água por alguns dias, para os grãos incharem e começarem a germinar, mas o milho também pode ser plantado diretamente na terra, sem precisar ficar de “molho”.

Encha o vaso com aproximadamente 3/4 de terra, semeie com os grãos de milho e depois cubra com uma fina camada da mesma terra. Regue diariamente.

Em até três dias o milho estará germinando. Espere crescer para as folhas desenvolverem um pouco, depois deixe a disposição do seu animal. Enquanto o cão ou gato já estiver comendo, reserve um novo punhado de grãos para sempre ter o matinho com facilidade.

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Colunistas

Alternativas livres de crueldade

É um imenso prazer estar aqui no ANDA e através deste incrível canal de ideias e informação poder compartilhar  minhas buscas, encontros, conhecimentos e experiências com você para que possamos trazer consciência e espalhar compaixão entre nós e todos nossos amigos, que aqui co-habitam este incrível planeta, os animais.

Nas próximas semanas vamos aprender como nossas escolhas e hábitos alimentares afetam e teem um grande impacto no ambiente e no bem estar dos nossos amigos animais. Na primeira semana vamos conhecer e aprender um pouco mais sobre a industria de laticínios e o impacto que ela causa não só aos animais mas também a nossa saúde e o ao meio ambiente como um todo.

Vamos aprender e explorar alternativas livres de laticínio, hoje em dia já oferecida amplamente,  e ideias de receitas deliciosas livres de crueldade.

Adorarei ve-lo aqui e compartilhar seus pensamentos e comentários construtivos. Vamos construir uma comunidade onde a conscientização e a compaixão sejam nosso objetivo comum.

Acredito que esta será uma jornada maravilhosa e mal posso esperar para compartilha-la com você.

Namaste,

Silvia Leonel

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Notícias

Cachorrinha e turma de amigos protagonizam livro que aborda a importância de respeitar os animais

(da Redação)

A escritora Sinara Foss estreia a parceria com a editora Pragmatha, de Porto Alegre, com a publicação do livro “Divagações de Sissi”. A obra conta a história da cachorrinha Sissi e sua turma de cães e gatos, que estão juntos em uma aventura que mescla diversão, crítica e um profundo respeito à vida.

Capa do livro "Divagações de Sissi"

Segundo a escritora, a obra tem como um dos objetivos o entretenimento, na medida em que foi escrita com uma linguagem descontraída que agrada tanto adultos como adolescentes e inclusive crianças. “É um livro pra lazer e cultura, para aqueles que têm no hábito de ler um hobby, uma diversão”, afirma.

Outra pilastra da obra é a promoção de consciência quanto à importância de cuidar bem dos animais e do meio ambiente. Arte engajada? Sim, responde a escritora, que para a publicação do livro “Divagações de Sissi” ingressou no projeto Terceiro Olhar, da Pragmatha. O projeto é voltado para ações de cidadania e auxilia o autor no processo industrial de produção do livro e também na distribuição. O convite partiu da editora Sandra Veroneze, que identificou na obra de Sinara elementos coincidentes com os princípios do projeto, que executa, entre outras ações, a campanha “Virtudes” (www.terceiroolhar.com.br).

Sinara Foss é autora dos livros “Nossas vidas”, “Mulheres” e “Memórias de um cachorro velho”.

“Divagações de Sissi”, pode ser adquirido diretamente com a autora através do site www.sinarafoss.com.br ou ainda na livraria virtual da editora www.pragmatha.com.br/cadernoliterario.

A sessão de autógrafos ainda será marcada.

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