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Estudantes leem para cães e gatos em abrigo

(da Redação)

Foto: Matthew Stefanski/The Times
Foto: Matthew Stefanski/The Times

Na semana passada, seis estudantes da segunda série foram até o Abrigo Animal Porter County, no estado norte-americano de Indiana, onde leram para os animais residentes. A atividade é parte do clube de leitura da escola primária Hayes Leonard, onde as crianças estudam, segundo informações do NWI Times.

Michelle Bush lidera o clube de leitura e afirma que a atividade permite que os estudantes mantenham a leitura em dia, ao mesmo tempo que dão atenção aos animais do abrigo. “Eles se apaixonaram pelos animais,” conta a professora Bush, mãe de Sophie, que também integra a equipe de leitura.

Os estudantes se espalharam pela sala dos gatos e leram para os felinos ali presentes. Alguns dos animais demonstraram excitação, correndo pelo local, enquanto outros permaneceram sentados observando os alunos. Depois de ler para os gatos, as crianças conheceram a pit bull Adele, para quem leram também. A cadela balançava o rabo de alegria e chegou até a lamber alguns dos estudantes. Cada um deles leu uma página de “Marley & Eu”, antes de passar o livro para o próximo colega.

Candis Carey, funcionária de um canil e coordenadora do abrigo em questão, contou que foi a primeira sessão de leitura para os animais. De acordo com a cuidadora, a atividade de leitura ajuda os estudantes e também é benéfica aos animais. “Eles precisam muito de atenção. Estão nesses canis há muito tempo, infelizmente.”

Carey afirma que o abrigo é contrário ao assassinato (que é prática vigente em algumas dessas entidades, lastimavelmente), razão pela qual alguns animais permanecem no local por longos períodos. Ela conta que um dos cachorros está no abrigo há mais de um ano.

A funcionária relata que o abrigo já estava considerando introduzir a atividade de leitura, mas não sabia como colocar em prática a ideia. Foi quando entrou em contato com Bush e pôde dar continuidade aos planos da instituição.

Dois grupos de leitura foram ao abrigo ao longo da semana, um na terça e outro na sexta-feira.

Pai de Caleb, uma das crianças participantes, Cary Knauff afirma que gostou da ideia de os estudantes darem atenção a esses animais. Conta que seu filho estava bastante animado para ver os animais e que a família pensa agora em adotar um gato.

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Cientistas estudam danos que metais causam nos peixes da Amazônia

Equipe do Laboratório de Ecofisiologia e Evolução Molecular (Leem) do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) estuda o impacto de metais, presentes nas águas da Amazônia, no desenvolvimento dos peixes. Entre as espécies avaliadas estão matrinxã (Brycon amazonicus) e o tambaqui (Colossoma macropomum). Além deles, o estudo também contempla algumas espécies de peixes ornamentais.

De acordo com especialistas, as atividades de mineração de mercúrio, ferro e cobre, o refino de petróleo e a crescente urbanização estão contribuindo para a liberação de metais no meio ambiente. Já na área urbana, as principais fontes de poluição são os efluentes domésticos e industriais, que são despejados sem tratamento nos igarapés.

Segundo a pesquisadora do Inpa responsável pelo trabalho, Fabíola Domingos, o estudo pretende conhecer os danos que o metal pode causar aos peixes da região e, consequentemente, para os moradores de regiões próximas a redutos de poluição.

A pesquisadora ressalta que a presença do mercúrio no Rio Negro também se deve a fatores naturais, uma vez que o solo da área apresenta grandes concentrações do metal. “Características peculiares das regiões de águas pretas da Amazônia, como as altas concentrações de carbono orgânico dissolvido (DOC), favorecem os processos de transformação química do mercúrio, facilitando sua entrada na cadeia alimentar”, ressalta a cientista.

Fonte: Terra

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