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Filhote de anta é encontrado sem a mãe em lavoura de soja

Órfão, um filhote de anta foi encontrado em uma lavoura de soja de uma propriedade no município de Lucas do Rio Verde, a 360 km de Cuiabá, no Mato Grosso.

A anta foi encontrada sozinha em uma plantação de soja (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

A suspeita do Corpo de Bombeiros é de que a mãe do filhote tenha sido morta por caçadores. “Esse tipo de animal não tem o costume de andar sozinho. Então, nossa suspeita é que a mãe tenha sido morta”, contou o militar Alexsandre dos Santos Silva.

O animal estava perdido pela plantação quando foi resgatado. Encaminhado a uma ONG, ele deve passar por reabilitação.

A anta, maior mamífero herbívoro do Brasil, nasce listrada para se camuflar e acompanha a mãe de 18 meses a 2 anos de idade.

O filhote foi levado para uma ONG que abriga outros animais (Foto: Corpo de Bombeiros/Divulgação)

É um animal que gosta de tomar banhos tanto de água quanto de lama, costume que é utilizado por ele para se livrar de parasitas. As informações são do portal G1.

Medindo até 2 metros de comprimento, a anta pesa entre 150 e 250 kg, tem de 77 a 108 cm de altura e uma cauda que mede 8 cm, além do focinho alongado com uma pequena tromba.

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Sem proteção do Ibama, javalis correm risco de morte no MS

Os javalis correm risco de morte no interior do Mato Grosso e não são protegidos nem mesmo pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que libera a prática cruel da caça. O Estado, que é o maior produtor de milho do país, reúne inúmeros agricultores que declaradamente enxergam a espécie como uma ameaça à produção agrícola devido ao fato dos javalis consumirem as espigas. Na realidade, eles apenas vivem e se alimentam em áreas que também pertencem a eles, já que antes daquelas terras serem de seus proprietários, elas já pertenciam a todos os animais que dela sempre fizeram uso para sobreviver.

A caça de javalis é liberada pelo Ibama no Estado do Mato Grosso (Foto: Divulgação)

A diretora da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso, Roseli Giachini, afirmou que o prejuízo é grande porque “ao passar correndo, os javalis derrubam os milhos, e a máquina de colheita não consegue chegar até esses milhos”. Entretanto, os javalis não podem ser culpados pelo prejuízo referido, visto que eles apenas entram nas plantações e consomem o milho porque precisam saciar a fome e não por terem a intenção de impedir que a colheita seja feita perfeitamente.

O produtor rural Mário Wolf disse à Folha que como a instalação de cercas não impede a entrada dos javalis nas plantações, que as pulam, a solução encontrada foi colocar funcionários circulando com motos e utilizar fogos à noite para afastar os javalis. Sabendo dos efeitos que os fogos causam na audição de qualquer animal e, considerando também as consequências psicológicas geradas – como medo e desespero causados pelo barulho -, é possível identificar o especismo em que o produtor se baseia quando escolhe os fogos como tática para afastar os javalis. Ele considera apenas a eficiência e lucratividade que sua lavoura, em perfeito estado, irá gerar, e despreza a necessidade de reconhecer e tratar qualquer animal como alguém que deve ter seus direitos básicos preservados.

Os javalis não encontram proteção nem mesmo em um órgão que deveria preservar a espécie. O Ibama cadastra pessoas autorizando-as a caçar javalis no Estado do Mato Grosso. O produtor rural Ederson Viaro é um dos 247 caçadores autorizados pelo órgão. Em todo o país, há aproximadamente 20 mil pessoas cadastradas para à caça da espécie.

O Ibama planeja divulgar ainda neste ano um plano de controle, prevenção e monitoramento dos javalis.

A caça é liberada porque a espécie não é um animal silvestre e, por essa razão, não tem predador natural. Os javalis foram trazidos ao país por volta de 1990 por produtores que pretendiam vender sua carne. A iniciativa fracassou e os locais que tinham planos de matar os javalis fecharam as portas e, por isso, eles foram soltos e se reproduziram. O insucesso na tentativa de vender a carne desta espécie no Brasil não só foi responsável por explorar os javalis naquela época, como resultou no problema atual de crueldade e especismo, que motiva desde agricultores até um órgão teoricamente defensor do meio ambiente à causar sofrimento aos javalis e tirar-lhes a vida.

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Produtor rural encontra cervo em lavoura de café em Itarana, ES

Um morador encontrou o cervo em meio a lavoura de café e acionou a Polícia Ambiental do Espírito Santo. (Foto: Divulgação/Polícia Ambiental)

Um filhote de cervo foi recolhido pela Polícia Militar Ambiental na tarde desta quarta-feira (27), na localidade de Limoeiro de Santo Antônio, no município de Itarana, na região Noroeste do estado. De acordo com o militares, o animal se encontrava em situação de risco podendo ser atacado por cães.

Um produtor rual encontrou o cervo em meio a lavoura de café e acionou a Polícia Ambiental. Os militares não encontraram outros animais da mesma espécie. O filhote, com pouco mais de 1 kg, foi resgatado, aquecido e conduzido para o Centro de Reintrodução de Animais Selvagens (Projeto Cereias) em Aracruz onde foi recebido por veterinários e biólogos para exames e outras providências.

De acordo com polícia, esse tipo de animal está com a população reduzida devido ao desmatamento e a caça, principalmente pelo cão doméstico.

Fonte: G1

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ONU está bastante preocupada com desaparecimento de abelhas no planeta

A Agência Ambiental das Nações Unidas alertou em um relatório divulgado na quinta-feira (10) que a população mundial de abelhas vai continuar em declínio a não ser que o homem mude sua maneira de manejar o planeta.

América do Norte, Europa, o Oriente Médio e partes da Ásia foram afetadas com perdas de milhões de abelhas, afirma o relatório. O documento clama para que sejam oferecidos incentivos aos proprietários de terras e fazendeiros para restabelecer o habitat das abelhas, incluindo flores que são essenciais para a perpetuação das abelhas.

O Departamento de Agricultura dos EUA afirmou que as colônias de produção de mel diminuíram: de uma população de 5,5 milhões em 1950 para 2,5 milhões em 2007.

As abelhas são necessárias para polinizar as colheitas que alimentam a crescente população mundial. Das 100 espécies de lavoura que produzem 90% da comida que o mundo consome, mais de 70 são polinizadas por abelhas, segundo o relatório das Nações Unidas.

“Os seres humanos fabricaram a ilusão de que no século 21 eles teriam desenvolvido tecnologias o suficiente a ponto de se tornarem independentes da natureza”, afirmou Achim Steiner, diretor executivo do programa ambiental das Nações Unidas. “As abelhas ressaltam a realidade de que somos mais dependentes dos serviços da natureza em um mundo que está perto dos 7 milhões de habitantes.”

A economia global e o comércio internacional aparentam estar contribuindo para as perdas de abelhas. Novas espécies de petógenos que podem ser mortais para os insetos estão migrando de uma região para outra como resultado das trocas comerciais, diz o relatório.

Peter Neumann, co-autor do relatório, afirmou que a transformação das áreas rurais nos últimos 50 anos incentivou um declínio na população de abelhas e outros polinizadores.

“Nós precisamos ficar atentos sobre o modo como manejamos essas colônias, mas talvez mais importante que isso, precisamos manejar melhor o planeta e as paisagens, para recolocar as populações de abelhas selvagens em níveis salutares com custo-benefício aceitável”, disse Neumann.

Na América do Norte, as perdas de colônias de abelhas melíferas desde 2004 deixaram o continente com o menor nível de polinizadores manejados dos últimos 50 anos.

China e Japão também reportaram recentemente perdas de colônias.

Uma das causas apontadas para o desaparecimento dos insetos é o ácaro Varroa, que matou milheres de abelhas na Europa, América do Norte e no Oriente Médio. África, América do Sul e Austrália não têm problemas com o Varroa.

Fonte: Primeira Edição

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Filhote de capivara é encontrado em quadra esportiva de Criciúma (SC)

Moradores do bairro Ceará, em Criciúma (SC), se surpreenderam com uma visita inusitada na manhã de quarta-feira, 24. Um filhote de capivara, de aproximadamente 30 quilos, apareceu na quadra esportiva do bairro, ao lado da escola Moacir Jardim de Meneses. O primeiro a avistá-lo foi o vigilante Adilton Perito Daufenback. A mulher dele, Salete Daufenback, conta que em seguida o marido acionou a vizinhança e a Polícia Ambiental.

O sargento Piazzoli, que esteve no local, informou que próximo ao Ceará existe área onde vivem bandos de capivaras. Ele entende que é melhor para o roedor procurar, sozinho, o seu habitat.

Segundo Salete, para evitar que o roedor fugisse para uma rodovia movimentada ali perto, um grupo de homens fez a captura e o acomodou no terreno da subestação da Celesc. Cansado e com ferimentos na fuça e nas patas dianteiras, o animal permanece no local.

Durante a manhã o filhote atraiu dezenas de pessoas ao seu redor. Passaram por lá alunos, professores, vizinhos, entre outros curiosos. A suspeita de uma professora que esteve no local é de que a capivara tenha vindo do Morro do Céu.

A bióloga Kelly Cristina Minotto Bom, do Centro de Zoologia da Unesc, diz que a hipótese é possível. “Certamente estava à procura de comida. Normalmente estes animais costumam fixar residência próxima a lavouras de milho, aipim, pois é da natureza deles estarem sempre roendo”, explica. Kelly disse ainda que a aparição dessa espécie de mamífero é cada vez mais frequente no meio urbano. “Em Tubarão, por exemplo, é comum vê-los atravessando o asfalto, correndo risco de serem atropelados”, afirma.

Caso alguém se depare com uma capivara, o procedimento legal é acionar a Polícia Ambiental. O telefone é (48) 3523 1870.

Fonte: A Tribuna

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