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Tutora de cadela morta por idoso com foice muda rotina: 'Foi minha culpa'

Lassie foi morta a golpes de foice após se aproximar de idoso (Foto: Veronica Rodrigues / Arquivo Pessoal)
Lassie foi morta a golpes de foice após se aproximar de idoso (Foto: Veronica Rodrigues / Arquivo Pessoal)

A tutora da cadela que foi morta a golpes de foice em Itanhaém, no litoral de São Paulo, tem receio que o idoso acusado de ter cometido o crime tente fazer algo com os outros cães dela. Veronica Rodrigues de Oliveira afirma que mudou sua rotina desde o dia do crime e se sente culpada pela morte do animal.

O crime aconteceu no dia 24 de outubro deste ano no bairro Gaivota. A cadela Lassie, que estava acima do peso e se locomovia com dificuldades, foi farejar a bicicleta de um idoso que passava pela rua e acabou sendo atacada por ele. A tutora do animal diz que estava esperando a filha adolescente chegar da escola. Ela varria a rua e vigiava seus cães, Lassie foi morta.

Tutora de Lassie diz que não deixará suspeito ficar impune (Foto: Veronica Rodrigues/Arquivo Pessoal)
Tutora de Lassie diz que não deixará suspeito ficar impune (Foto: Veronica Rodrigues/Arquivo Pessoal)

A profissional de relações públicas relata que o agressor carregava uma foice nas costas. Após notar o que havia ocorrido, ela usou uma vassoura para impedir que o idoso atacasse seus outros animais, que tentaram partir em defesa da dona, mas foram impedidos por ela, que temia pela segurança deles.

Em entrevista concedida ao G1 nesta sexta-feira (11), Veronica afirmou que o idoso não voltou mais à rua, mas ainda tem medo de que ele possa retornar devido à repercussão que o caso ganhou por meio das redes sociais.

“Temos medo de uma represália porque ele está sabendo que não paramos com a ação. Estamos lutando para que ele seja responsabilizado. Temo que ele envenene meus cães que ainda estão aqui, que ficam no meu quintal e na minha casa”, conta.

Devido ao crime, Veronica diz que mudou sua rotina completamente e agora passa a maior parte do tempo acompanhada de alguém quando precisa soltar os cães.

“Como eu tenho uma rua muito deserta, sempre olho muito bem antes de soltá-los. Agora, só faço isso com meu marido do lado. Eles não ficam mais soltos o tempo todo e rapidamente os coloco de volta para casa. O que ele (idoso) fez com a Lassie foi premeditado e foi minha culpa. Não deixamos mais a casa sozinha e meus cães dormem dentro de casa”, afirmou.

No dia do crime, a polícia foi acionada e os agentes registraram um boletim de ocorrência antes dos PMs terem ido até a casa do suspeito, que afirmou ter sido ferido pela mulher. O crime chamou a atenção de diversas associações protetoras de animais e acabou sendo divulgado por meio das redes sociais, onde um abaixo-assinado online tem reunido assinaturas para que o Ministério Público abra um inquérito para que o suspeito seja localizado pelas autoridades e punido pelo crime. Até o começo da noite desta sexta-feira, o abaixo-assinado já reunia mais de 30 mil assinaturas.

Fonte: G1

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Filhote de raposa órfão é adotado por cachorra na Alemanha‏

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Facebook/Brian Aiello
Foto: Facebook/Brian Aiello

O começo da vida de Dinozzo foi difícil.

Porém, mal sabia a pequena raposa, que tinha apenas três semanas de vida, que as coisas em breve iriam melhorar muito para ele.

No ano passado, Dinozzo foi encontrado na Alemanha junto ao corpo de sua mãe, que havia sido morta por traficantes, segundo reportagem da Barcroft TV.

Felizmente, o jovem foi resgatado e levado por um casal, Werner e Angelika Schmaing, que não eram novatos em cuidar de animais órfãos.

Além de tutelarem um gato e dois porcos, os Schmaing também tinham Ziva em sua família, uma cachorra com um inegável instinto maternal.

Foto: Facebook/May Lim
Foto: Facebook/May Lim

Ziva imediatamente passou a tratar Dinozzo como se fosse seu filho. De acordo com a reportagem, essa não foi a primeira vez que ela adotou um animal de uma espécie diferente.

Foto: Facebook/La Bioguia
Foto: Facebook/La Bioguia

Anteriormente, ela formou um laço parecido com Leopold, o gato da família.

Foto: Facebook/Lassie and Company
Foto: Facebook/Lassie and Company

“Ziva e Leopold se apaixonaram pela pequena raposa imediatamente”, disse Werner.

Foto: Facebook/Tier- und Sportfotografie
Foto: Facebook/Tier- und Sportfotografie

Ele acrescentou que, apesar de Dinozzo ter se tornado mais um membro da família – como animal selvagem que é – ele também é livre para andar além dos limites da casa. Há uma porta de gatos disponível para ele entrar e sair conforme quiser.

Foto: Facebook/Naho Sakamoto
Foto: Facebook/Naho Sakamoto

Embora animais selvagens não devam ser levados para casa e tutelados como domésticos, a história tocante de Ziva e Dinozzo mostra o quão facilmente as fronteiras das espécies podem ser rompidas em muitos casos.

Foto: Facebook/MMS
Foto: Facebook/MMS

A pequena raposa pode ter perdido a sua mãe, mas encontrou a melhor substituta possível, na hora certa.

Foto: Facebook/Love Animals
Foto: Facebook/Love Animals
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Os cães podem ver cores

Provavelmente uma das perguntas mais frequentes sobre a visão do cão é saber se os cães enxergam cores. A resposta simples, de que os cães são daltônicos tem sido mal interpretada pelas pessoas no sentido de que os cães vêem sem cor, mas apenas tons de cinza. Isso está errado. Os cães vêem cores, mas as cores que eles vêem não são tão ricas nem como aquelas observados por seres humanos.

Os olhos das pessoas e dos cães contêm células de captura de luz especial chamada de cones que respondem a cor. Os cães têm menos cones do que os humanos, o que sugere que a sua visão de cores não é tão rica e intensa como a nossa. No entanto, o truque para ver a cor não é apenas ter cones, mas ter vários tipos diferentes de cones, cada um sintonizado com diferentes comprimentos de onda da luz. Os seres humanos têm três tipos de cones e da atividade combinada destes dá ao homem a sua gama completa de visão de cores.

Os tipos mais comuns de daltonismo humano surgiu pela ausência nas pessoas de um dos três tipos de cones. Com apenas dois cones, o indivíduo ainda pode ver cores, mas muito menos do que alguém com visão normal das cores. Esta é a situação com os cães que também tem apenas dois tipos de cones.

Cães realmente vêem cores, muitas cores, mas menos do que seres humanos normais. Ao invés de ver o arco-íris como azul, violeta, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho, os cães veriam como azul escuro, azul claro, amarelo, amarelo claro amarelo escuro (uma espécie de marrom), e muito cinza escuro . Em outras palavras, os cães vêem as cores do mundo basicamente como amarelo, azul e cinza. Eles vêem as cores verde, amarela e laranja como cor amarelada, e vêem o violeta e o azul como o azul. Azul-verde é visto como uma cinza. Você pode ver que o espectro se parece com as pessoas e cães abaixo.

Um fato engraçado ou curioso é que as cores mais populares para os brinquedos do cão de hoje são de cor laranja ou vermelho de segurança (o vermelho alaranjado brilhante sobre os cones de tráfego ou coletes de segurança). No entanto o vermelho é difícil para os cães para ver. Ele pode aparecer como um cinza bem escuro acastanhado ou talvez até mesmo um negro. Isso significa que aquele brinquedo vermelho, que é tão visível para você pode ser difícil para o seu cão para ver. Isso significa que quando a sua própria versão animal de estimação de Lassie corre para a direita após o brinquedo que você jogou ela não pode ser teimoso ou burro. Pode ser culpa sua para a escolha de um brinquedo com uma cor que é difícil discriminar entre a grama verde do seu gramado.

Fonte: Psichology Today

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