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Cadela com filhotes correm risco de morte nas ruas de Duque de Caxias (RJ)

Uma cadelinha com seus bebês foram encontrados em Duque de Caxias (RJ), no bairro Pantanal. Eles estão muito machucados. Todos estão com sarna, um dos bebês com a pata supostamente fraturada, e a mãe está desnutrida.

Caso eles não sejam resgatados, seja com lar provisório ou permanente, eles provavelmente morrerão atropelados ou devido aos maus tratos na rua. Estão chutando a família e ameaçando a mãe porque ela está atacando pra defender os bebês.

Eles estão na rua da antiga Chácara do Tenório Cavalcante. Para ter mais informações, entre em contato no número (21) 99919-3789.

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Santuário é construído na Califórnia (EUA) para receber 50 gatos resgatados das ruas de Cabo Verde

Por Adriane R. de O. Grey  (da Redação – Austrália)

É reconfortante saber que, diferentemente do “padrão  matança” adotado em lugares como o estado de Nova Gales do Sul (New South Wales), Austrália, há, em outros países, grupos que privilegiam ações de resgate e castração para controle de população da animais.

Enquanto em Nova Gales do Sul matar é a solução para “controlar” populações, incluindo até grupos de espécies nativas, vemos, com esperança, 50 gatos de rua serem salvos da “eutanásia” na ilha de S. Nicolau, que fica a 6 milhas da costa de Los Angeles, nos Estados Unidos.

A ilha pertence ao governo norte-americano e desde 1950 é utilizada pela marinha daquele país como local para a telemetria de mísseis. A HSUS (Humane Society of the United States) acredita que os gatos são descendentes de animais de estimação trazidos pelos militares e suas famílias. Aqueles gatos que não teriam sido castrados e a quem era permitida a tão comum quanto perigosa “saída noturna” seriam os ancentrais dos felinos resgatados no último dia 16 de novembro.

A HSUS teve o apoio de agências federais e estaduais e de empresas patrocinadoras neste processo. “Esta parceria com a HSUS proporciona um futuro melhor para os gatos de rua e faz da ilha de S. Nicolau um lugar mais seguro para a nidificação de aves marinhas e para seus bebês*”, afirmou Jane Hendron, chefe da divisão de relações públicas da agência federal FWS (Fish and Wildlife Service), que se dedica ao manejo das populações de peixes, da vida selvagem e de seus habitats. A remoção dos gatos beneficia ainda outros animais nativos, como a raposa da Ilha de S. Nicolau e o lagarto noturno da ilha.

As agências do governo reuniram-se à marinha para proporcionar o transporte dos gatos da ilha de S. Nicolau para o continente. A HSUS e o Fundo para o Centro de Animais Selvagens (The Fund for Animals Wildlife Center) de Ramona, Califórnia, por sua vez, agilizaram-se para construir um habitat onde pudessem recebê-los. Com a significativa ajuda financeira do grupo DoGreatGood.com, um pequeno santuário foi instalado para os 50 animais resgatados. “Este projeto é testemunho do comprometimento de múltiplas agências em chegar a um denominador comum e desenvolver soluções para gatos sem lares em áreas onde há espécies ameaçadas ou em vias de extinção. Os gatos da Ilha de São Nicolau merecem a oportunidade de viver uma vida longa e feliz e nós estamos orgulhosos de lhes oferecer nosso santuário*”, afirma Betty McFarland, diretora senior de Animais Domésticos da HSUS.

Se não fosse pelo esforço da HSUS, do Fundo para o Centro de Animais Selvagens, que se anteciparam para proporcionar aos gatos um lar permanente, e pelo apoio da DoGreatGood.com, estes animais teriam sido “eutanasiados”.

Depois de uma pequena quarentena, 40 gatos já estavam no novo habitat. Após o estresse da captura e do voo, os animais estão, aos poucos, aprendendo a conviver entre si e com seres humanos e mesmo alguns mais ariscos já vêm receber os tratadores procurando um afago. Os filhotinhos que fazem parte do grupo serão imediatamente encaminhados para a adoção. Os outros têm ainda um período de adaptação pela frente e, pelo menos por enquanto, vão ficar no santuário.

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