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Altas temperaturas podem reduzir expectativa de vida de anfíbios e répteis

 A teoria é que o aquecimento global acelera o metabolismo dos animais


Lagarto/ Michael Schwarzenberger/Pixabay

As mudanças climáticas podem reduzir a vida de centenas de espécies de anfíbios e répteis – é o que sugere novas pesquisas realizadas por membros das universidades públicas de Kingston (Canadá) e Belfast (Irlanda), e a Universidade de Tel Aviv (Israel). A teoria é de que o aquecimento global pode impactar o funcionamento interno dos animais e forçá-los a trabalhar mais para sobreviver, o que pode acelerar o envelhecimento e diminuir a expectativa de vida.

Esse pensamento é embasado na “teoria de taxa de vida” que defende que quanto mais rápida é a taxa metabólica de um indivíduo, menor a sua “vida útil”. Isso explica porque os sapos vivem apenas um mês e as baleias podem viver por séculos.

Para a realização da pesquisa, foram analisados dados de mais de 4.100 espécies de vertebrados terrestres em todo o mundo. Um total de 2.214 endotérmicos (sangue quente) e 1.886 ectotérmicos (sangue frio) foram comparados para entender o que afetou seu envelhecimento. Inicialmente os testes eram focados na taxa metabólica mas, no decorrer da pesquisa, foi possível observar que o fator principal era a temperatura ambiente. Assim, os pesquisadores propuseram outra informação à teoria, a de que quanto mais quente o ambiente, mais rápido o metabolismo de um animal.

Em publicação à revista cientifica bimestral Global Ecology and Biogeography, os pesquisadores escreveram que “as descobertas destacam o potencial do aquecimento acelerado, resultante do aumento atual das temperaturas globais, no impulsionamento de taxas de envelhecimento em ectotérmicos”. O estudo mostra, também, um gráfico complexo do impacto das mudanças climáticas nos anfíbios.

Daniel Pincheira-Donoso, coautor do estudo e pesquisador da Universidade Pública de Kingston, acrescentou à publicação que as “descobertas podem ter implicações críticas para a compreensão de fatores que contribuem para extinções, especialmente nos tempos modernos, quando estamos enfrentando um declínio mundial da biodiversidade, com animais de sangue frio sendo particularmente ameaçados”.

Formado pela Universidade de Lincoln, Daniel Pincheira-Donoso é um líder mundial no estudo de répteis, especialmente os lagartos. Ele é especialista no uso de modelos teóricos para entender os animais de sangue frio do mundo, além disso, o trabalho de campo realizado na Cordilheira dos Andes o transformou em uma autoridade global quanto aos lagartos sul-americanos. Suas descobertas são utilizadas em estudos de eventos de extinção passados ​​e futuros.

Em uma de suas pesquisas, Daniel abordou como os cinco eventos de extinção em massa na história da Terra moldaram a diversidade da vida no planeta.  Foi a aplicação dessas duas áreas de especialidade ao fato de quase uma em cada cinco das 10 mil espécies de répteis estimadas do mundo estão ameaçadas de extinção que permitiu que os pesquisadores entendessem como as altas temperaturas podem afetar os ectotérmicos.

“De fato, se o aumento da temperatura ambiente reduz a longevidade, pode tornar essas espécies mais propensas a serem extintas à medida que o clima esquenta”, explica Gavin Stark ao site Daily Mail (14), principal autor da pesquisa e estudante de doutorado da Universidade de Tel Aviv. Para os cientistas, é fundamental que o entendimento sobre a ligação entre biodiversidade e mudança climática seja desenvolvido.


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Cachorro resgatado vira melhor amigo de um lagarto na Inglaterra

Divulgação

Tutelar mais de um animal doméstico pode ser algo complicado. Nem sempre a adaptação entre os dois vai ser pacífica. Felizmente, não foi isso que aconteceu entre Skye, uma cadela resgatada, e George, um lagarto. Depois que se conheceram, os dois nunca mais se separaram: eles até dormem com o mesmo cobertor.

Mas o encontro do Bull Terrier com o lagarto não aconteceu rapidamente. Tudo começou em janeiro de 2015, quando Skye tinha 6 anos e foi abandonada na frente de um abrigo de animais. A cadela estava tão magra e debilitada, que a RSPCA (Royal Society for the Prevention of Cruelty to Animals) a apelidou de “Cachorro Raio-X”.

Ela ficou no Woodside Animal Centre, em Leicester, até abril do mesmo ano para recuperar sua saúde. Depois, Skye foi encaminhada para uma pet shop que oferece adoção de animais. Só então a cadela foi adotada.

“Eu sempre quis ter um cachorro. Quando a vi, não resisti. Na verdade, quando eu e meu marido fomos à pet shop, pretendíamos voltar com um Porquinho da Índia, ou um coelho”, conta Hayley Weisser, dona de Skye, em entrevista ao site Metro.

“Ela veio tão feliz até nós, e já virou a barriga para que fizessemos carinho. Decidimos levá-la, mas percebemos que no caminho ela já estava cansada”, explica Hayley. “Foi então que descobrimos que Skye não estava acostumada a caminhar muito”, finaliza. Depois de ter sofrido tanto, já era de se esperar que a cadela não tivesse preparo físico para longas caminhadas.

Hayley conta que quando a cadela chegou em casa e conheceu George, o Lagarto de Língua Azul, foi amor a primeira vista. Eles ficam juntos tomando sol no jardim, comem no mesmo pote e até dormem lado a lado. Skye transporta George em suas costas, e mesmo quando não o carrega, ele anda do seu lado.

“Ela ama tudo e todos. Os dois são inseparáveis, não consigo imaginar nossa vida sem eles”, diz Hayley. A amizade entre a cadela e o lagarto é do tipo que ultrapassa barreiras: as de tamanho, espécie e idade.

Fonte: Meio Norte

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Lagarto resgatado com resíduos de piche é devolvido à natureza

Foto: UNIRP/Divulgação

Após quase 20 dias de reabilitação, um dos lagartos resgatados sujos de piche em Catanduva (SP) foi devolvido ao seu habitat. Ele foi o único que sobreviveu à intoxicação.

Os três animais ficaram sob os cuidados da equipe do hospital veterinário de São José do Rio Preto (SP) desde o dia 08 de março. Eles foram encontrados cobertos de piche em um ferro velho.

Foto: Halim Atique Netto/Arquivo PessoalFoto: Halim Atique Netto/Arquivo Pessoal

Os lagartos foram salvos pelo Corpo de Bombeiros e encaminhados para o hospital. O resíduo foi limpo e os animais passarem por exames. O quadro parecia estável e eles ficaram sob observação, mas, infelizmente, dois dos animais morreram.

O veterinário Halim Atique Netto explica que casos de intoxicação podem ter resultados inesperados em répteis, mesmo que o resgate e os cuidados sejam realizados rapidamente.

Foto: Arquivo Pessoal

“Provavelmente foi uma intoxicação por causa do piche. O material foi encontrado na cavidade gastrintestinal da fêmea. No caso do macho não encontramos piche no corpo, mas os répteis tem um metabolismo baixo e demoram para reagir em casos de intoxicação”, lamentou em entrevista ao G1.

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Lagarto fica preso em grade de portão e é resgatado em Corumbá (MS)

Lagarto resgatado
Lagarto tentou entrar na casa e ficou preso no portão | Foto: Divulgação

 

Um lagarto ficou preso no portão ao tentar entrar em uma residência localizada na Rua Antônio João, no Centro de Corumbá (MS). O animal foi resgatado por uma equipe do Corpo de Bombeiros.

De acordo com os socorristas, uma moradora acionou os militares informando que o lagarto ficou preso na grade de proteção do portão. Depois de resgatado, animal foi solto em área de mata nativa.

Fonte: Correio do Estado

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Gata e lagarto se tornam melhores amigos

Um beijinho de irmão. (Foto: Reprodução / Facebook)
Um beijinho de irmão. (Foto: Reprodução / Facebook)

Apesar de serem considerados “rivais”, é comum encontrar cães e gatos que vivem em harmonia. Mas será que é possível a amizade entre um felino e um lagarto?

A gatinha Puppet e o dragão-barbudo Puff provam que sim!

Os dois são irmãos de coração e fazem tudo juntos. Eles têm uma página no Facebook desde 2010, onde é possível perceber que existe muito carinho envolvido nesta amizade.

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Lagartão é encontrado em depósito de supermercado em Quedas do Iguaçu (PR)

Animal foi solto em seu habitat. Foto: SM
Animal foi solto em seu habitat. Foto: SM

Um lagarto pesando mais de 30 quilos foi resgatado na área central de Quedas do Iguaçu, no centro oeste do Estado, na tarde desta terça-feira (03). O animal foi encontrado no depósito de um supermercado e foi capturado por agentes da Defesa Civil (Bombeiro Comunitário).

Por conta do porte avantajado, o animal despertou atenção de curiosos que queriam ser fotografados com ele. No entanto, para evitar a exposição, a Defesa Civil providenciou rapidamente a soltura em uma área de preservação, o devolvendo a seu habitat.

Como a espécie se alimenta de ovos, insetos, anfíbios, pequenos mamíferos e frutas é facilmente encontrado em terrenos baldios em áreas urbanas, onde também consegue ficar longe de seus predadores e se reproduzir.

Fonte: RBJ

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Polícia Ambiental resgata lagarto "tiú" em Uberlândia (MG)

(Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)
(Foto: Polícia Militar Ambiental/Divulgação)

Moradores do Bairro Morada Nova, em Uberlândia, Região do Triângulo Mineiro, se surpreenderam nessa terça-feira ao encontrar um lagarto, popularmente conhecido como “tiú”, no quintal de uma residência localizada na Rua Sebastião Alves Ferreira.

De acordo com a Polícia Militar Ambiental da cidade, este tipo de ocorrência é comum na região, o que demonstra a perda do habitat dos animais silvestres que são forçados a migrar para centros urbanos em busca de água e alimento.

O dono do imóvel acionou a PM Ambiental, que realizou a captura do animal. Ele será encaminhado para o setor de animais silvestres da Universidade Federal de Uberlândia (UFU) para receber cuidados veterinários.

Fonte: Estado de Minas

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Lagarto é salvo após ser achado com a cabeça entalada em lata de cerveja

Lagarto foi encontrado com a cabeça entalada em lata de cerveja (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)
Lagarto foi encontrado com a cabeça entalada em lata de cerveja (Foto: Reprodução/Facebook/Northern Territory Parks and Wildlife)

Um lagarto da espécie Varanus tristis foi salvo por guardas do departamento de Parques e Vida Selvagem do estado do Território do Norte, na Austrália, ao ser encontrado com a cabeça entalada em uma lata de cerveja.

Segundo as autoridades, o lagarto teve sorte de ter sido encontrado por guardas florestais, pois, com o objeto na cabeça, não conseguia se alimentar e beber água. Os funcionários precisaram cortar a lata para livrar o animal do incômodo.

Fonte: G1

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Nova espécie de lagarto é descoberta no litoral brasileiro

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Uma nova espécie de lagarto foi descoberta no litoral catarinense, nas praias de Imbituba, a 90 km de Florianópolis. O Tropidurus imbituba, que foi descrito na revista científica Zootaxa, era confundido com outro lagarto, o Tropidurus torquatus, espécie que tem ampla área de ocorrência no Brasil, do sul da Bahia até o Rio Grande do Sul.

De acordo com o orientador da pesquisa de mestrado responsável pela descoberta e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Marcio Borges-Martins, a espécie de lagarto já conhecida está presente com maior frequência em ambientes de interior.

Por isso, ao verificarem a possível presença dela no litoral, ficaram desconfiados de que poderia se tratar de uma nova espécie. “Vimos os lagartos na Praia de Imbituba [o nome do novo lagarto homenageia o município e achamos que o ambiente não era condizente para espécie, então começamos a estudá-la e verificamos que se tratava de um animal ainda não descrito”, explica Martins.

Para o pesquisador, a nova descoberta representa um passo importante para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira. “É um trabalho em conjunto que depende de esforços coletivos, desde o interesse dos pesquisadores e das universidades até o financiamento de instituições de fomento à pesquisa”, ressalta. Segundo Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição que apoiou a pesquisa, esse tipo de resultado é fundamental.

“Buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que os projetos que apoiamos ou empreendemos possam promover a conservação efetiva das espécies e dos biomas brasileiros e permitir a melhoria das políticas públicas ambientais”, explica a diretora, que completa: “a descrição de novas espécies é um dos caminhos para atingirmos esse objetivo, pois representa o ponto de partida para conhecermos melhor espécies que corriam o risco de desaparecer, sem jamais terem sido descritas”, comenta.

Tobias Kunz, pesquisador orientando que trabalhou em conjunto com Martins, conta que, por ele conhecer muito bem o litoral catarinense, a descoberta dessa população em uma área tão restrita foi uma grande surpresa. “Inicialmente, acreditei que pudesse ser uma população da espécie já conhecida e que havia sido introduzida a partir do Porto de Imbituba, que fica adjacente à área. Por isso, iniciei as análises um pouco relutante, mas conforme pude comparar essa população com outros lagartos percebi que se tratava realmente de uma espécie distinta”, destaca.

Trabalho árduo

O pesquisador afirma que a descoberta de novas espécies é a base que possibilita estudos futuros. “Às vezes, as pessoas e até mesmo a comunidade científica não valorizam as descrições taxonômicas, porém é a partir delas que conseguimos entender de modo mais completo a nossa biodiversidade”, enfatiza. Martins explica ainda que o processo de descoberta de uma nova espécie é minucioso e depende do banco de dados de materiais coletados. “Usamos informações geradas por outros pesquisadores para efeito de comparação e análise. Por exemplo, nesse estudo consultamos materiais de naturalistas do século XIX para embasar a descoberta da nova espécie”, ressalta.

Segundo o professor, esse foi apenas o primeiro passo, pois falta compreender muita coisa sobre o Tropidurus imbituba. “Nesse momento, fizemos apenas estudos de morfologia, como tamanho, formato e cores presentes no corpo, mas não sabemos quais são os hábitos dessa nova espécie, qual sua alimentação preferida, quais animais ele preda, entre outros fatores importantes”, destaca. Marcio Martins comenta que um ponto já percebido é a ausência de outras espécies de lagarto na região, o que torna a nova espécie responsável pelo controle de populações de invertebrados como os cupins.

Ameaças

Durante a pesquisa percebeu-se que a ocorrência da nova espécie é restrita apenas a Imbituba e arredores, por isso resolveram chamar o lagarto de Tropidurus imbituba. “Por conta de seu grande endemismo e das ameaças que sofre, o novo lagarto já está correndo risco de extinção”, alerta Márcio Martins. As principais pressões antrópicas na região são a alteração do ambiente natural por conta de atividades portuárias e a visitação turística intensa. “O turismo pode ser grande aliado da conservação, quando é realizado levando em conta os fatores que garantem a manutenção do equilíbrio da biodiversidade”, conclui o pesquisador. O réptil já consta na lista de espécies da fauna brasileira ameaças de extinção.

Características da nova espécie

O tamanho do corpo do Tropidurus imbituba varia entre nove e 12 centímetros quando adulto. Com a cauda, a espécie chega aos 20 centímetros. A coloração é cinza e marrom com manchas salpicadas. Uma das diferenças para as outras espécies de lagartos é uma mancha de tom alaranjado na altura do ventre, além de uma faixa preta no pescoço, lembrando um pequeno colar.

Fonte: Floripa News

 

 

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Nova espécie de lagarto é descoberta em praia de Imbituba (SC)

(Foto: Thobias Kunz/Divulgação/ND)
(Foto: Thobias Kunz/Divulgação/ND)

Uma nova espécie de lagarto foi descoberta nas praias de Imbituba, a 90 km de Florianópolis, no Sul do Estado. O Tropidurus imbituba, que foi descrito na revista científica Zootaxa, era confundido com outro lagarto, o Tropidurus torquatus, espécie que tem ampla área de ocorrência no Brasil, do Sul da Bahia até o Rio Grande do Sul. De acordo com o orientador da pesquisa de mestrado responsável pela descoberta e professor da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), Marcio Borges-Martins, a espécie de lagarto já conhecida está presente com maior frequência em ambientes de interior. Por isso, ao verificarem a possível presença dela no litoral, ficaram desconfiados de que poderia se tratar de uma nova espécie.

“Vimos os lagartos na praia de Imbituba. O nome do novo lagarto homenageia o município e achamos que o ambiente não era condizente para a espécie. Então, começamos a estudá-la e verificamos que se tratava de um animal ainda não descrito”, explica Martins. Para o pesquisador, a nova descoberta representa um passo importante para ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade brasileira. “É um trabalho em conjunto, que depende de esforços coletivos, desde o interesse dos pesquisadores e das universidades até o financiamento de instituições de fomento à pesquisa”, ressalta.

Segundo Malu Nunes, diretora executiva da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, instituição que apoiou a pesquisa, esse tipo de resultado é fundamental. “Buscamos oferecer as ferramentas necessárias para que os projetos que apoiamos ou empreendemos possam promover a conservação efetiva das espécies e dos biomas brasileiros e permitir a melhoria das políticas públicas ambientais”, explica Malu, que completa: “A descrição de novas espécies é um dos caminhos para atingirmos esse objetivo, pois representa o ponto de partida para conhecermos melhor espécies que corriam o risco de desaparecer, sem jamais terem sido descritas”, comenta.

Fonte: Notícias do Dia

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Tráfico cria lagartos para amedrontar inimigos

Animais silvestres foram achados em buraco no alto da comunidade (Rede Record)
Animais silvestres foram achados em buraco no alto da comunidade
(Rede Record)

Policiais do Batalhão de São Gonçalo (7ºBPM) encontraram animais criados por traficantes para amedrontar inimigos no Morro do Martins, em São Gonçalo, região metropolitana do Rio. No alto da comunidade, os PMs localizaram lagartos escondidos num buraco. Os animais seriam do traficante Wallace Batista, conhecido como Pixote. O criminoso está foragido.

De acordo com o delegado Marcio Mendoça, este tipo de crime já não é mais uma novidade.

— Já aconteceu da minha equipe apreender um jacaré pequeno numa comunidade da zona oeste do Rio. A informação era de que o animal era usado para ameaçar pessoas.

Fonte: R7

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Lagarto é encontrado dentro de banheiro em bairro de Varginha (MG)

Um lagarto foi resgatado durante a tarde desta segunda-feira (10) de dentro de um banheiro em uma residência na Rua Iguatemi, no bairro Santana, em Varginha (MG). Segundo o Corpo de Bombeiros, uma moradora do local encontrou o animal dentro do box e chamou o resgate.

Ainda conforme os bombeiros, o animal foi retirado com a ajuda de uma caixa e em seguida foi solto em uma mata.

Lagarto é encontrado dentro de banheiro em Varginha (Foto: Corpo de Bombeiros)
Lagarto é encontrado dentro de banheiro em Varginha (Foto: Corpo de Bombeiros)

Fonte: G1

 

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