Destaques, Notícias

Cachorra faz visitas diárias à vizinha para que ela não se sinta sozinha

Sophia Moore e sua visitante diária, Edith | Foto Reprodução

Mudanças são sempre delicadas, principalmente se elas envolvem términos de relacionamentos.

Situação semelhante aconteceu com Sophie Moore, que precisou recomeçar a vida, após o termino de seu namoro. Além da separação, o momento era ainda mais delicado, porque Moore sentia falta do cãozinho de seu ex-companheiro.

No entanto, numa manhã um visitante inusitado apareceu na soleira da porta de sua casa. Um grande labrador preto chamado Edith, ficou sentado do lado de fora, pedindo para entrar e conhecer a nova moradora da casa. A cadela é companheira do vizinho de Sophia que a deixa circular pelo local.

Edith esperando atenção da sua vizinha | Foto: Reprodução

Moore conta que inicialmente Edith estava desconfiada dela, então demorou um pouco para interagir, mas depois de oferecer uns petiscos e brincar com a cadela, logo tornaram-se amigas.

Sophie comenta que não demorou muito para que as visitas tornarem-se uma rotina, onde praticamente todos os dias pela manhã Edith está esperando ansiosamente para encontrar sua amiga.

“Quase todos os dias ela fica sentada do lado de fora da minha porta”, disse Moore. “Vou abrir a porta e ela vem e diz olá. Ela fica geralmente enquanto estou na cozinha”.

Edith na soleira da porta | Foto: Reprodução

E comenta como ter a presença de Edith, está lhe ajudando neste momento difícil de sua vida “Não ter mais meu cachorro aqui comigo, tem sido muito difícil, porque eu sinto muito a falta dele e sempre tive cachorros em minha vida”, e argumenta “Por isso, ver Edith certamente me ajudou a preencher o vazio de não ter meu cãozinho presente e enfrentar esse momento”.


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Destaques

Família faz festa para comemorar aniversário de cadela adotada

Bibi e Dora são grandes amigas (Foto: Juciane Tutes/Arquivo pessoal)

Dora, uma labrador de sete anos de idade, ganhou uma festa para comemorar seu aniversário. Adotada por uma família de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a cadela é o xodó da casa.

Há um ano, depois que uma das cadelas da família morreu, a artesã Juciane Tutes acabou adotando Dora. “A gente perdeu a Mortadela. Aí a gente disse que não ia ter mais cachorro. De repente, a gente já estava procurando um filhote. A Mussarela estava muito sozinha”, contou.

Em entrevista ao G1, Juciane revelou que soube da história da labrador e decidiu dar uma chance a ela. Hoje, Dora e Bibi, filha da artesã, são grandes amigas.

“Tinha aquele pré conceito por ser grande. Mas quando eu vi a foto, fiquei encantada, fiquei louca. Então fomos buscá-la. Quando a gente chegou, ela veio correndo, quase derrubou a Bibi. Ela queria amor e a gente tinha muito amor para dar. Pronto, casou”, disse.

Dora nasceu nos Estados Unidos e foi parar no Mato Grosso do Sul. No entanto, sua família novamente se mudou, indo viver no Canadá, e não levou a cadela, que passou a procurar um novo lar. E encontrou.

“Ela atende a todos os comandos em inglês. É uma lady. Dócil. Um bebezão, o xodó da Bibi”, afirmou a artesã.

A adoção foi tão especial que, na ausência da data de nascimento da cadela, que não consta na carteira de vacinação, Juciane escolheu o dia em que Dora foi adotada para celebrar o aniversário dela: 25 de agosto.

Segundo a artesã, Bibi pediu à mãe que a festa tivesse um tema e Juciane não pensou duas vezes: “eu disse ‘amor'”. “Ela questionou e eu expliquei: a gente não adotou a Dora porque a gente tem muito amor?”, disse. “Foi muito engraçado. A gente se divertiu”, completou.


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Debilitado, cachorro abana o rabo e lambe grupo que o resgatou em SP

O cachorro, da raça labrador, foi deixado sem água e sem comida nos fundos de uma casa


Um cachorro demonstrou gratidão ao ser resgatado de uma casa vazia, onde foi abandonado, no bairro Vila Real, em Itu, no interior de São Paulo.

O animal, da raça labrador, estava preso em uma área cercada nos fundos da residência, localizada em um condomínio. Ele não tinha água nem comida a sua disposição.

Foto: Arquivo pessoal

Bastante debilitado, o cachorro mal conseguia se manter de pé, mas ainda assim abanava o rabo e lambia o grupo que se uniu para resgatá-lo.

No imóvel, tinham placas de “vende-se” e “aluga-se”. O dono da propriedade não foi localizado. Na portaria do condomínio, os policiais descobriram que o homem não aparecia na casa há 10 dias.

Após o resgate, o cachorro foi levado para uma clínica veterinária, onde permanece internado, em observação.

Um boletim de ocorrência foi registrado. No documento, consta a informação de que o cachorro foi diagnosticado com câncer e que, por isso, receberá tratamento contra a doença.


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Cão esfaqueado no interior de SP se recupera e agressora é multada em R$ 3 mil

O marido da agressora, que era tutor do cachorro, também foi multado. O animal está internado e será encaminhado para uma ONG após alta médica


O cachorro que foi esfaqueado em Jaú (SP) após uma discussão de casal está se recuperando de uma cirurgia e a agressora, detida pela polícia na terça-feira (25), foi multada pela Polícia Militar Ambiental em R$ 3 mil.

Foto: Polícia Militar

O tutor do cachorro, marido da agressora, também foi multado em R$ 3 mil. A mulher prestou depoimento à polícia e foi liberada após registro da ocorrência. Por se tratar de um crime de menor potencial ofensivo, não cabe prisão preventiva.

Por ter agredido familiares, danificado um carro e objetos, além de ter esfaqueado o cão, a mulher responderá pelos crimes de maus-tratos a animais, lesão corporal e dano.

O cachorro foi socorrido por policiais e levado a uma clínica veterinária, onde foi submetido a cirurgia. Além dos ferimentos, o cão foi diagnosticado com a doença do carrapato.

Na terça-feira (26), o cabo Jesus, que participou do resgate do cachorro, foi até a clínica para visitá-lo e informou ao JC Net que o animal passa bem. Ele será encaminhado à Associação Protetora dos Animais de Jaú (Apaja) após receber alta médica e, quando estiver totalmente recuperado, será disponibilizado para adoção.

Foto: Polícia Militar

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Mulher afoga cachorro na banheira e alega que o animal “latia muito”

Um trabalhador de manutenção fazia reparos na casa da mulher quando a viu tirar o labrador do canil e levá-lo ao banheiro


Chiemsee2016 /Pixabay

Os cães latem, assim como os humanos falam. Latir é a forma de comunicação e expressão de um cachorro, no entanto, devido ao fato de algumas pessoas não compreenderem isso, acabam cortando as cordas vocais desses animais. Contudo, recentemente, uma mulher, no dia 5 de novembro de 2019, na Flórida, nos Estados Unidos, decidiu ir mais longe: enquanto seu cachorro latia, ela resolveu afogá-lo e matá-lo.

De acordo com o site One Green Planet do dia 31, um trabalhador de manutenção fazia reparos na casa de Margaret Kinsella (43), quando viu a mulher tirar o labrador do canil e levá-lo ao banheiro.

Imagem: Gabinete do Xerife do Condado de Manatee

Logo após, ele disse que a mulher fechou a porta e ele ouviu os gritos do cachorro vindos do banheiro. Ele perguntou se ela estava bem e se precisava de ajuda, mas ela disse que não e ele ouviu mais gritos. Foi quando ele decidiu abrir a porta, encontrando o cachorro flutuando na banheira.

Ainda de acordo com informações do site, Margaret foi presa. Ela alegou ter tido um ano muito difícil em que perdeu o marido e o pai, justificando o assassinato do cachorro.

Em depoimento, ela disse à polícia que estava frustrada porque o cachorro latia demais e a havia mordido. A mulher foi acusada de crueldade animal agravada, crime de terceiro grau.


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Cão com problema cardíaco morre após queima de fogos em São Pedro (SP)

Tom, como era chamado, tinha medo de fogos e ficava agitado e com a respiração ofegante quando os explosivos eram usados


Um cachorro de oito anos de idade, que sofria de problema cardíaco, morreu após a queima de fogos do Ano Novo, realizada na noite da última terça-feira (31), em São Pedro, no interior de São Paulo.

Foto: Divulgação

Tom, como era chamado, foi adotado pela moradora da cidade Dora Sales, após sua tutora morrer, mas vivia com o cuidador de cães Fábio Donadio.

“O Tom veio morar comigo há cerca de 4 anos. Ele era um cachorro que tinha medo de fogos. Sempre fico com os cães na passagem de ano. Acredito que bastante gente deixou de soltar fogos, mas estabelecimentos, como hotéis, soltaram bastante. O Tom ficava ansioso e com a respiração muito ofegante. E ele tinha problema do coração, tomava medicamentos. Era um sufoco. Por mais que a gente estivesse com ele, o Tom ficava bem agitado”, contou Fábio, em entrevista exclusiva à ANDA.

De acordo com o cuidador de cães, Tom aparentava estar bem após o fim da queima de fogos, mas foi encontrado morto no dia seguinte. “Acabaram os fogos, ele estava bem. Saí e quando voltei, olhei os cães e estava tudo em ordem. Fui dormir e quando acordei, o Tom estava morto. Dava para perceber que deu ataque no coração porque ele até defecou. Por mais que os fogos tenham passado, eles continuam naquele nervosismo e por ele ter problema do coração, ele não aguentou”, disse.

Fábio revelou que os fogos foram intensos e demorados. “É um inferno para mim todo ano este negócio de soltar fogos, já que trabalho com cães. Precisamos ficar observando os cães, abraçados com eles, passando o máximo de calma possível”, afirmou.

Dora Sales, tutora do cachorro, contou que, apesar de ser um animal bastante dócil, Tom era rejeitado por sua antiga tutora. “O Tom era de uma vizinha minha que morreu. Ela tinha 12 cães. Eram todos de porte grande, labradores. O mais gordo que ela dizia que não gostava, achava ele feio, era o Tom”, contou.

Foto: Divulgação

“Um dia quatro deles fugiram, eu peguei coleiras e saí para trazê-los de volta e o primeiro que peguei foi o Tom. Quando ela viu, falou: ‘mas você trouxe este, eu não queria que ele voltasse’. Senti uma dor no coração! Então, depois que ela morreu, eu fiquei com dois, o Tom e uma cadela sem raça definida, pretinha, que está aqui até hoje”, completou.

Antes de morar com Fábio Donadio, Tom viveu por um ano na casa de Dora e conquistou o coração dela com seu jeito doce. “Até hoje eu nunca tive um cãozinho mais educado, limpinho, bom, brincalhão e amoroso. Parece que morou comigo a vida toda! Vou contar uma coisa que parece mentira, mas no verão eu ligava o ar condicionado do meu quarto e ele ouvia o barulho e corria e deitava no colchão que tinha no chão para eles. Era um colchão e meio. E ele ocupava todo o espaço. Quando ele via que os outros também queriam deitar, ele se levantava, esperava todos deitarem, aí ele via um cantinho e se encolhia todo para caber. Eu nunca tinha visto uma cena dessas! Outra do Tom era dar um passo para trás quando um dos gatos queria comer do prato dele. Era realmente especial conviver com ele. Os meu meninos aprenderam muito com ele”, revelou.

Após um ano vivendo na casa de Dora, o cachorro teve que ser levado para o hotel de Fábio porque a tutora teve problemas graves de saúde e foi submetida a uma cirurgia complicada.
“Levei todos para o hotel do Fábio. O pós-cirúrgico foi difícil, e eles foram ficando no hotel. Quando eu melhorei, percebi que no hotel tinha mais espaço para o Tom, já que eu praticamente não tenho um quintal. E passear com ele, eu não ia mais conseguir. De um ano pra cá, tenho uma empregada que gosta muito de cachorro e sai com os meus todos os dias. Eu já não posso. Mas o Tom, eu ia visitar no início, até que percebi que ele ficava triste quando me via, e eu também. O que me consola é que no Fábio tratava muito bem dele”, disse.
Foto: Divulgação

Fogos proibidos

Em São Pedro, a soltura de fogos de artifício com estampido é proibida por lei. Isso, no entanto, não impediu que os explosivos fossem utilizados no Réveillon.
O ativista Haroldo Botta, morador da cidade, criticou o descaso do poder público em relação à legislação.
“Desde que a lei foi aprovada, não foi colocado faixas, panfletos, nada, é como se a lei não existisse. Não foi feito nada por parte da prefeitura”, disse. Haroldo condenou ainda a extinção da Secretaria de Meio Ambiente de São Pedro e a falta de viaturas e soldados da Guarda Civil Municipal (GCM) para impedir que a lei seja descumprida. “Aqui só tem uma viatura da GCM. Antigamente, em outras gestões, havia até 70 soldados da guarda municipal, hoje tem 18. Então fica difícil”, lamentou.
Ele se comprometeu a fazer uma representação no Ministério Público para apurar as responsabilidades sobre o caso. “Por que a prefeitura não tomou providências se sabia que esta situação iria acontecer?”, questionou.
Um boletim de ocorrência para denunciar o caso foi registrado em uma delegacia.

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Home [Destaque N2]

Estudo revela que cães atingem a meia-idade aos dois anos

Foto: Getty Images
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Novas pesquisas desmentiram a teoria de que os cães envelhecem sete anos na idade animal para cada ano humano. Pesquisadores da Universidade da Califórnia revelam que também descobriram que os cachorros atingem a meia-idade aos dois anos de idade.

Embora os cães tenham tendência de envelhecer mais lentamente do que os seres humanos na vida adulta, quando chegam aos três anos – e possivelmente ainda estão se “dando bem ao fazerem travessuras” por serem considerados jovens – os cães têm mais idade que um ser humano de 50 anos de idade, segundo a pesquisa da universidade.

O estudo analisou como os cães envelheciam, concentrando-se no sequenciamento do DNA em 104 cães da raça labrador com idades entre quatro semanas e 16 anos. O DNA contém marcas que mudam com o tempo à medida que a célula amadurece, permitindo que os cientistas rastreiem a idade biológica do animal.

Foto: Getty Images
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Depois de avaliar os resultados dos cães, os pesquisadores compararam suas descobertas com as de 300 seres humanos. Um filhote de oito semanas foi considerado o equivalente a um bebê de nove meses devido ao estágio em que ambos desenvolvem seus primeiros dentes.

Aos dois anos de idade, o DNA do labrador era equivalente a um ser humano no início dos 40 anos, em vez dos 14 anos de idade, como a fórmula tradicional sugeriria. No entanto, o envelhecimento diminui em cães ao longo do tempo, o que significa que, aos 10 anos de idade, um labrador é semelhante a uma pessoa com 68 anos.

Isso está relacionado à fórmula usada há tempos para calcular a idade dos cães, desenvolvida com a suposição de que a maioria dos caninos viveu até cerca de 10 anos, enquanto os seres humanos viveram até cerca de 70 anos.

Foto: Getty Images
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Os pesquisadores disseram: “A expectativa de vida dos labradores, de 12 anos, traduziu corretamente a expectativa mundial de vida dos seres humanos, 70 anos”.

Os cientistas propuseram um novo método para determinar a idade de um cão – multiplicar a idade em anos humanos por 16 e adicionar 31. Eles disseram que embora a mesma fórmula não se aplique a todos os tipos de cães, o conceito de maturação mais rápida é o mesmo para todas as raças.

Cães menores amadurecem mais rápido e tendem a viver mais tempo. Os chihuahuas podem viver por 20 anos, enquanto as raças médias geralmente atingem entre 10 e 13 anos de idade. Os dinamarqueses e outros cães grandes têm expectativa de vida entre oito e dez anos. As informações do jornal Metro UK.

Foto: Foto: Getty Images
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Homem que matou cão a golpes de taco de beisebol é multado no DF

O agressor desferiu 50 golpes contra o cachorro, que não resistiu aos ferimentos


O engenheiro florestal de 43 anos que matou um cachorro da raça labrador a pauladas no Distrito Federal foi multado em R$ 39.920 pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram). O crime aconteceu no início de novembro e o agressor usou um taco de beisebol para matar o animal.

Reprodução/Portal Metrópoles

O caso foi registrado na 1ª Delegacia de Polícia (Asa Sul) pela tutora do animal. O homem teria matado o cão após ser mordido. De acordo com a Polícia Civil, foram desferidos 50 golpes contra o animal. As informações são do portal Metrópoles.

O Ibram informou que o homem foi punido pela Lei 4060/2007, que prevê multa para “todo aquele que, por ação ou omissão, concorra para a prática de maus-tratos a animais, verificada em local público ou privado, seja ou não o infrator o respectivo proprietário ou tutor, pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, inclusive detentor de função pública, responde pelo descumprimento do disposto nesta lei, sem prejuízo de outras cominações legais”.

Após matar o cachorro, o engenheiro foi preso, mas saiu da cadeia após pagar fiança de R$ 5 mil.

Testemunhas contam que ele incitou seu cão a morder o labrador da vizinha e que os animais brigaram. Em seguida, o engenheiro teria invadido a casa da mulher e agredido o cão até a morte.

A tutora do animal disse à polícia que não tentou cessar as agressões porque o homem estava alterado e ela temia ser agredida caso intervisse. Ela também foi denunciada à polícia e responderá por omissão de cautela por ter deixado o animal solto.

Entidades de proteção animal do Distrito Federal informaram que pretendem entrar com ação civil pública por dano moral coletivo contra o agressor do animal.


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Cadela fica cega por conta de estresse causado por fogos de artifício

Sem a visão, a cadela teve que reaprender a viver, assim como sua tutora, que se esforçou para se adaptar à nova realidade de Suzy


O estresse causado pelo barulho de fogos de artifício causaram cegueira em Suzy, uma labradora que foi mais uma entre tantas vítimas desses explosivos. O caso aconteceu enquanto torcedores comemoravam o resultado de um jogo de futebol.

Reprodução/Jornal Metro

Tutora da cadela, Margaret Adams, de 85 anos, contou que Suzy ficou desesperada com o barulho dos fogos e começou a “escalar as paredes e se esconder em cantos escuros”.

“Ela ficou muito nervosa na hora, mas se acalmou quando os fogos pararam. Eu só percebi o que havia acontecido no dia seguinte”, disse Margaret ao site Metro.

Quando observou a cadela no dia seguinte, a tutora percebeu que os olhos de Suzy haviam mudado de cor e estavam inchados, como se tivessem explodido.

Reprodução/Jornal Metro

“Eu a levei ao veterinário e, de fato, é como se tivesse acontecido uma espécie de explosão em seus olhos”, explicou.

Sem a visão, Suzy teve que reaprender a viver. O caso aconteceu há alguns anos, mas tem sido usado atualmente pela tutora da cadela em uma campanha contra os fogos de artifício.


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Homem invade casa e mata cachorro a golpes de taco de beisebol em Brasília

O homem que matou o cachorro e a tutora dele apresentam versões diferentes sobre o caso, que é investigado pela polícia


Um homem de 43 anos foi preso na segunda-feira (4) após invadir uma casa e usar um taco de beisebol para matar um cachorro em Brasília.

Cachorro foi morto com golpes de taco de beisebol — Foto: Reprodução

Ao ser detido, ele afirmou à polícia que matou o animal porque ele havia sido mordido – imagens mostram ferimentos no braço e na mão do homem. A tutora, de 81 anos, apresentou outra versão para os fatos.

Segundo ela, o homem reclamou que o cachorro dela estava solto e incitou seu próprio cão a atacá-lo. Diante disso, os cães começaram a brigar. Neste momento, o homem teria ido até sua casa, pegado o taco de beisebol e matado o cachorro.

A tutora do cão que foi morto também foi atuada pela polícia por omissão de cautela, por ter deixado o animal solto. As informações são do G1.

A ocorrência foi registrada na 1ª Delegacia de Polícia, na Asa Sul, para onde os dois envolvidos foram levados e prestaram depoimento. O homem foi preso por maus-tratos a animais e invasão de domicílio, mas foi solto na terça-feira (5) após pagar R$ 5 mil de fiança. A mulher foi atuada e liberada.

O delegado João Ataliba informou que o caso está sendo investigado. “Vamos esperar os laudos da perícia no animal para encaminhar o inquérito para a Justiça, que vai julgar qual versão é prevalecente, qual foi a verdadeira história e para que cada um possa responder pelos seus atos”, concluiu.


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Cão perdido sobrevive por mais de um ano na floresta sozinho

Foto: BDRR
Foto: BDRR

Bandit é um cachorro de três anos, da raça labrador, com pelos lisos e negros, que escapou do consultório veterinário em Gardiner, Nova York, nos Estados Unidos. Foi aí que sua aventura se iniciou.

Depois de viajar 16 quilômetros de onde ele havia fugido originalmente, Bandit se estabeleceu em um denso trecho de floresta pantanosa perto de Walden, em Nova York – onde viveu desde então.

O cachorro fujão ficou desaparecido por um ano e meio – até o mês passado, quando um motorista o viu parado na estrada, na beira da floresta. Ele ainda estava usando a coleira que sua família lhe deu.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

O motorista surpreso ligou imediatamente para Nicole Asher, do Centro de Resgate de cães, Buddha Rescue and Recovery (BDRR), e descreveu o que tinha visto.

“Montamos uma armadilha e uma câmera de vigilância na floresta imediatamente”, disse Asher ao The Dodo. “Quando soube que ele usava uma coleira, mal podia esperar para descobrir quem ele realmente era e de onde havia vindo. Eu esperava que pudéssemos reuni-lo com sua família”.

Asher, especialista em capturar cães perdidos, observou cuidadosamente Bandit por dias pela câmera de vigilância e voltou com frequência para lhe trazer mais comida, brinquedos e ossos. Depois de alguns dias sem sorte com a armadilha montada, Asher montou um recinto grande e cercado com guloseimas para qual, com esperança, atrairia Bandit.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

“Ele estava muito nervoso e assustado, então tudo o que introduzíamos em sua área causava medo a ele”, disse Asher. Mas depois de cinco dias se acostumando a ter o cercado ali, Bandit finalmente começou a atravessar a porta do local pouco a pouco – e ficou claro que ele tinha um lado divertido e brincalhão.

“Assistir suas palhaçadas em vídeo era uma fonte constante de diversão”, disse Asher. “Ele afugentava animais que apareciam no seu cercado, brincava com os brinquedos que deixávamos para ele, se divertia e fazia sua pequena dança lúdica na frente do cercadinho”.

“De vez em quando, uma raposa ou guaxinim farejava um pouco de sua comida – mas Bandit sabia exatamente como cuidar deles”, conta Asher.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

“Ele ficava lá latindo com o peito estufado e a cauda levantada”, disse Asher. “Ele sempre foi tão destemido! Você poderia dizer que ele era um verdadeiro personagem”.

No final do mês, quando Asher pensou que Bandit nunca entraria completamente no recinto, ele finalmente ganhou coragem suficiente para entrar. Asher correu para o local. Ela ficou feliz em finalmente conhecê-lo pessoalmente e ligou para o número no crachá imediatamente – mas sua família não tinha boas notícias.

“O estilo de vida deles havia mudado e eles simplesmente não podiam aceitá-lo mais”, disse Asher. “Eles o doaram para nós imediatamente. Aparentemente, não foi a primeira vez que ele fugiu por um longo período de tempo também”.

Foto: BDRR
Foto: BDRR

O Refúgio Animal Ramapo-Bergen, um parceiro de abrigo de Asher, ofereceu-se para abrigar Bandit, levá-lo ao veterinário e fornecer os tratamentos necessários. Felizmente, ele não estava muito magro pois se estabeleceu em uma área onde caçadores costumavam deixar animais mortos – mas ele estava aterrorizado.

“Vivendo na floresta, ele tinha que estar sempre atento”, disse Asher. “Se um galho estalava, ele sabia. Bandit passou metade da vida se defendendo, então levará muito tempo para ele se acostumar a uma casa novamente”.

Apesar de precisar de tratamento para duas doenças transmitidas por carrapatos, Bandit está com boa saúde – então, por enquanto, o resgate trabalhará com ele diariamente para que o cachorrinho se acostume a estar mais próximo das pessoas.

Ele também está aproveitando a oportunidade para tirar um cochilo necessário, pois estava sempre dormindo com um olho aberto quando estava sozinho.

“Quando o resgatamos, ele estava tão exausto”, disse Asher. “Seus olhos começaram a fechar e ele simplesmente adormeceu”.

Enquanto ele ainda está um pouco tenso após todo o calvário pelo qual passou, Asher está confiante de que ele começará a mostrar o lado brincalhão e divertido que ela tanto admirava quando o observava através das câmeras de vigilância na floresta.

“Posso dizer que ele é um garoto bobo e adorável por dentro”, disse Asher. “A história dele é incrível e acho que Bandit tem uma tonelada de pessoas com esperança de poder adotá-lo agora que sua história de sobrevivência tornou-se pública. Os cães são muito mais resistentes e inteligentes do que nós acreditamos”.

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Homem acusa vigilante de universidade de balear cadela no Rio Grande do Sul

O publicitário Ricardo Aronso acusou um vigilante da Universidade de Caxias do Sul (UCS), no Rio Grande do Sul, de balear sua cadela no domingo (20).

Pixabay/Ilustrativa

O tutor do animal afirmou que Vick, como é chamada a cadela, nadava em um lago quando o vigilante se aproximou. Segundo Aronso, o homem teve uma “atitude totalmente agressiva”. O publicitário afirmou que, neste momento, chamou Vick para perto de si, mas antes de obedecê-lo, a cadela foi cheirar o vigilante, que a baleou.

O caso foi registrado na Polícia Civil. A Brigada Militar também foi acionada e o revólver calibre 38, usado pelo vigilante no crime, foi apreendido com cinco munições intactas e uma deflagrada.

De acordo com o publicitário, a cadela “está bem debilitada estamos esperando o raio-x. Parece que quarta-feira o ortopedista vai ter quer fazer uma cirurgia”.

“Vick está uns 3 anos com a gente e ela é tudo na minha vida, tem um coração enorme, sempre cuida de outros animais, não sei o que faço se eu perder a minha princesa”, escreveu.

Por conta do alto custo do tratamento, Aronso pede ajuda para arcar com os valores. Interessados em ajudar devem entrar em contato com o publicitário pelo número (54) 99119-0119.


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