Foto de uma vaquinha com uma etiqueta amarela na orelha.
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Grupos defensores dos direitos animais contestam lei “anti-denúncia”

A coalizão inclui o Animal Legal Defense Fund (ALDF), o Centro de Segurança Alimentar e Justiça Pública, e duas organizações de proteção dos animais na área do Kansas (EUA). Os grupos afirmam que a lei sujeita jornalistas investigativos a multas elevadas e tempo de prisão por revelar o abuso animal que ocorre em fazendas industriais e matadouros.

Foto de uma vaquinha com uma etiqueta amarela na orelha.
Foto: Getty Images

Ao longo da última década, a indústria agropecuária tem estado por trás da introdução de projetos de lei “anti-denúncia” em mais da metade de todas as legislaturas estaduais dos Estados Unidos. Esses projetos perigosos são projetados para silenciar denunciantes revelando abusos de animais em fazendas industriais.

Atualmente, existem oito leis em oito estados que penalizam os denunciantes que investigam as atividades diárias das explorações industriais, incluindo a gravação, posse ou distribuição de fotos, vídeo e/ou áudio numa fazenda industrial.

“A lei “anti-denúncia” do Kansas silenciou por tempo demais os delatores que tentam proteger os animais da crueldade,” disse o diretor executivo da ALDF, Stephen Wells. “Esta lei inconstitucional existe apenas para proteger os interesses financeiros de indústrias que abusam de animais, e não vai resistir em tribunal.”

O processo do Kansas vem após a decisão da corte federal da semana passada que derrubou alguns termos da lei “anti-denúncia” de Idaho, determinando que a criminalização da gravação em fazendas industriais violou os direitos de liberdade de expressão.

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Elefante desenvolve pressão alta após anos de exploração em zoo

Um elefante exposto no zoológico de Kansas City, nos Estados Unidos, desenvolveu pressão alta devido à altos níveis de estresse, de acordo com veterinários.

O elefante de 40 anos chamado Megan entrou em colapso no final de 2017. Veterinários realizaram diversos testes e  descobriram que ela tinha anormalidades cardíacas e pressão arterial significativamente elevada. Após mais pesquisas, eles concluíram que Megan provavelmente tinha um tumor adrenal.

De acordo com os especialistas, não há tecnologia atual que permita aos veterinários realizarem uma operação com segurança para remover o tumor, então a condição de Megan está sendo tratada com medicamentos destinados a controlar a hipertensão e outros sintomas.

Elefante desenvolve pressão alta devido á altos níveis de estresse em zoológico (Foto: Pixabay)

A medicação para pressão sanguínea que Megan foi receitada é o mesmo tipo que é dado aos seres humanos. E, assim como a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os humanos com hipertensão, Megan deve idealmente estar andando regularmente para ajudar na sua condição, como ela estaria fazendo na natureza.

Assim como os humanos, os animais são conhecidos por desenvolver problemas de saúde quando estão sob muito estresse. Quando os animais que se destinam a vagar livremente na natureza são levados em cativeiro, isso os estressa e sua saúde é prejudicada.

Casos como o da Megan são comuns, muitos elefantes que vivem em cativeiro acabam desenvolvendo doenças como artrite e doença mortal nos pés. Ainda, podem apresentar comportamentos repetitivos, relacionados ao estresse.

Dessa forma, defensores dos animais estão lutando para que Megan seja levada á um santuário, onde o animal poderá ter uma vida melhor e ter os cuidados necessários para tratar sua doença.

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Zoo registra segunda morte de elefante em menos de dois anos

Um elefante asiático morreu no zoológico de Topeka, no Kansas (EUA), onde adquiriu vários problemas de saúde. Sunda tinha 58 anos, dos quais 52 deles foram passados no local.

Sunda é o segundo elefante a morrer em menos de dois anos no zoológico. A elefanta de 35 anos, Shannon, estava doente e precisava de monitoramento constante. Entretanto, ela faleceu em dezembro passado, depois de ficar sem supervisão por pelo menos 10 horas.

“Este zoológico foi citado inúmeras vezes por violações dos regulamentos federais de bem-estar animal que incluem mortes de animais, ferimentos e falta de cuidados veterinários adequados”, escreveu a IDA sobre o zoológico de Topeka.

Esses casos deram ao zoológico uma má reputação. Além do mal tratamento por parte dos funcionários, muitos dos problemas de saúde sofridos pelos elefantes no local provavelmente estão piorando devido ao clima frio no Kansas, que não é apropriado para esses animais.

Sunda viveu 52 dos seus 58 anos de vida no zoológico de Topeka (Foto: Pixabay)

“Em 2013, o zoológico pagou uma multa civil de US $ 45.000 (aproximadamente 185 mil reais) para acertar as acusações feitas pelo USDA por pelo menos 51 violações intencionais do Animal Welfare Act”, afirma a IDA.

“As acusações incluíam falha em fornecer cuidados veterinários adequados aos elefantes Tembo e Sunda, incluindo problemas com a pele, os pés e a nutrição”.

Pressão de ativistas estão pedindo para que os elefantes restantes do local, Cora e Tembo, sejam transferidos para um santuário, em um clima mais quente e adequado. Uma petição foi feita pedindo ao zoológico de Topeka que assegure a aposentadoria dos dois elefantes sobreviventes.

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Menino chuta gato e posta vídeo no aplicativo Snapchat

Na cidade de Kansas, nos Estados Unidos, um menino de 19 anos foi acusado de chutar um gato como uma bola em um campo de futebol. O ato de crueldade foi capturado em vídeo e postado no Snapchat.

Johnathan Taylor foi acusado na de abuso de animais e o caso foi ao tribunal.

Registros dizem que a diretora da Center High School contou a um oficial de controle de animais sobre o vídeo e disse acreditar que a pessoa vista chutando o gato era Taylor, um ex-aluno.

Um gato foi encontrado morto na escola, perto do ocorrido.

Vídeo mostra menino chutando gato enquanto pessoa que o grava comemora (Foto: Reprodução)

A polícia disse que a pessoa que gravou o vídeo também identificou Taylor como o homem que chutou o gato. Uma voz pode ser ouvida na gravação gritando “gol de campo!”.

Em uma entrevista policial, Taylor negou qualquer envolvimento.

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Orangotango escala parede em tentativa desesperada de fuga em zoo

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/WDAF-TV
Reprodução/WDAF-TV

Uma orangotango chegou ao topo de uma parede que cercava uma exibição de macacos no zoológico do Kansas, no último domingo (3), em uma tentativa desesperada de escapar da exploração. A fuga ocorreu apenas alguns dias depois de um macaco ter escapado de seu recinto, na Flórida.

Durante o incidente em Kansas, o orangotango de sete anos Kalijon voltou rapidamente para o gabinete sem fazer qualquer contato com os visitantes do zoológico, relata o Daily Mail.

O zoológico ativou um Código Vermelho e os funcionários instruíram os visitantes a voltarem às áreas internas até que a situação foi resolvida, durante a tarde.

A porta-voz do zoo Julie Neemeyer disse ao jornal The Kansas City Star que não houve feridos, e a orangotango fêmea não teve que ser tranquilizada.

“Ela tem sete anos, é uma criança muito curiosa e não há absolutamente nenhuma maneira de um animal sair desse jeito”.

Os funcionários do local levaram os sete orangotangos que ficavam no recinto para outro prédio enquanto tentam garantir que os animais não tenham mais nenhuma chance de ganhar a liberdade.

De acordo com o zoológico, até que seja descoberto como Kalijon, conhecida como Kali, foi capaz de subir na parede, os orangotangos não terão permissão para ficarem ao ar livre, sofrendo ainda mais as consequências do confinamento.

Kali nasceu no zoológico em 2009, mas foi rejeitada pela mãe antes de ser alimentada com mamadeira por seres humanos, de acordo com o The Kansas City Star.

Antes da abertura da exposição de 6 milhões de dólares, alguns escaladores testaram o gabinete para garantir que os animais não pudessem escapar da área.

Nota da Redação: É revoltante ver o desespero da orangotango ser tratado como mera “travessura” pelas mídias, espetacularizando sua fuga como se ela fosse “curiosa” ao invés de evidenciar o sofrimento do confinamento e seu comportamento anti-natural e repleto de angústia. Kali é mais uma vítima das prisões chamadas zoológicos e da ignorância de um público que financia o cárcere e tortura de animais, capazes de assistir inertes enquanto um animal pede socorro e implora pela sua liberdade.

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Cachorra anda mais de 50 km pela família, mas é rejeitada

cadela
Divulgação

A cadela Ma Kettle foi levada para um abrigo em 2012 no Kansas (EUA) depois de que sua tutora morreu, e logo foi adotada por uma família que em seguia a rejeitou por não se dar bem com o cão da casa. Então a cachorra foi doada para uma mulher moradora da cidade de Independence, de onde Ma Kettle fugiu e andou 50km de volta para a família que havia adoto pela primeira vez, mas foi rejeitada novamente.

Ma-Kettle-e-dona
Divulgação

O abrigo de cães que Ma Kettle estava iniciou uma campanha de adoção que se tornou viral. “Ela é castrada, educada, treinada e doce. Ela tem problema para andar (por isso, sua viagem para Sedan me surpreendeu)”, dizia uma mensagem no Facebook de Cindy Barclay Powell, do abrigo Chautauqua County Animal Shelter, e depois de algum tempo a doce cadela conseguiu um lar na Flórida, para ir para seu novo lar a cadelinha pegou um avião particular.

Sua nova tutora é a escritora Helen Rich, e Ma Kettle, rebatizada de Lady, terá a companhia de vários outros cães em uma área de mais 1000 metros quadros para brincar.

Ma-Kettle
Divulgação

Fonte: Mundo Conectado

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Homem é preso após abusar sexualmente de cachorro

Um americano de 69 anos da cidade de Salina, no estado do Kansas foi preso após ser visto mantendo relações sexuais com um cachorro na última quarta-feira. De acordo com reportagem da TV “KCTV”, o animal que sofreu o abuso era do vizinnho.

Dennis Gress foi preso após o vizinho acionar a polícia e relatar que o homem estava mantendo contato sexual com cão no quintal da casa. Após o interrogatório, agentes informaram que, em setembro, Dennis teria feito sexo com o mesmo animal. Logo após o depoimento ele foi liberado.

Dennis Gress foi liberado logo após o depoimento (Foto: Reprodução O Dia Online)

Fonte: O Dia Online

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Juiz se recusa a acabar com o extermínio em massa de cervos no Kansas

Por Karina Ramos (da Redação)

Um juiz do tribunal de Johnson County se recusou a impedir a morte de mais cervos no Parque Shawnee Mission. Esses animais costumam ser mortos por flechas de arqueiros.

Reprodução: Google Images

Jason Miller, um ativista pelos direitos animais de Lenexa, havia pedido ao juiz Kevin Moriarty que emitisse uma ordem de impedimento temporária contra o Parque Johnson County e o Distrito de Recreação com a finalidade de acabar com o assassinato contínuo de cervos pelas flechas dos caçadores.

O distrito anunciou recentemente que 313 cervos haviam sido mortos por atiradores voluntários em novembro, em uma tentativa de reduzir esses animais a um número de 50 por milha quadrada. Cerca de um ano atrás, uma estimativa populacional indicou que havia cerca de 200 cervos por milha quadrada.

Entretanto, uma contagem depois da ação dos atiradores mostrou que a população ainda estava grande – 73 cervos por milha quadrada. E a partir daí teve início a segunda fase do extermínio: a caça com flechas.

Durante uma audiência motivada pelo seu pedido ao juiz, Jason disse que o distrito poderia ter errado na contagem de 73 animais por milha quadrada. Ele disse: “Não acredito que haja um problema de superpopulação no parque. Não há motivos para levar essa caça adiante.”

Jason também declarou que a caça com flechas deixa feridos 50% dos cervos atingidos e que a prática é cruel e desumana. Ele disse que os cervos feridos podem fugir e parar no meio do trânsito, causando acidentes.

Ernie Ballweg, um advogado do distrito, disse ao juiz que o método de caça com flechas é usado em ambientes controlados e que 89% a 92% dos cervos seriam mortos e não apenas feridos.

O juiz perguntou por que não usavam os atiradores novamente, já que conseguiam matar 100% dos animais atingidos.

Michael Meadors, diretor-executivo do distrito do parque, disse que o método do arco-e-flecha é exigido pelo Departamento de Vida Selvagem e Parques do Kansas quando os atiradores não conseguem atingir a meta populacional.

“Temos muitos cervos naquele ambiente para sustentar a população”, disse Michael, alegando que muitos morreriam de fome se o controle não fosse feito.

O juiz disse que não considerava impróprios os procedimentos usados pelo distrito para atingir a meta populacional e que não achava que a ação ia contra o interesse público. E terminou com a infeliz declaração, tentando justificar a situação, indicando que o extermínio vai continuar: “É uma pena que o extermínio tenha que ser tão grande.”

Fonte: Animal Concerns

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