Notícias

Cachorro aparece em transmissão ao vivo de meteorologista e vídeo viraliza

Reprodução/Twitter/@AndrewFeinberg

O golden retriever Brody ficou famoso após interromper seu tutor durante o trabalho. O meteorologista da FOX WTVT, Paul Dellegatto, falava sobre a previsão do tempo quando o cão apareceu, pedindo atenção.

“O mapa não vai se mover porque ele acabou de acertar o computador com a cabeça, então me deixem verbalizar a previsão, ok?”, disse o meteorologista.

Dellegatto, então, continuou passando as informações aos espectadores fazendo carinho no animal, que estava ao seu lado e bocejava.

A participação de Brody no vídeo, no entanto, não se restringiu a atrapalhar seu tutor. Isso porque ele também tentou se aproximar do cameraman Graig, que estava fazendo a gravação da varanda, para manter o distanciamento social recomendado por especialistas para conter o coronavírus.

“Ele ama o Craig”, disse Dellegatto. “Agora ele não pode ver Craig, então ele ficou louco tentando encontrá-lo”, completou.

O vídeo, publicado no Twitter, chamou a atenção dos internautas. Até o fechamento desta matéria, 4,9 milhões de internautas tinham assistido às imagens.

Veja o vídeo:


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Destaques

A Floresta Amazônica no Brasil está em chamas transformando dia em noite na cidade de São Paulo

*Traduzido por Eliane Arakaki

Extensões de terras enormes da Amazônia, floresta tropical que funciona como os pulmões do planeta absorvendo dióxido de carbono, armazenando-o no solo e produzindo oxigênio, estão em chamas. A fumaça dos incêndios generalizados transformou o dia em noite na cidade de São Paulo e intensificou a controvérsia sobre as políticas de uso da terra do governo brasileiro.

A Amazônia brasileira registrou 74.155 incêndios desde janeiro, de acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, conhecido pela sigla INPE. Isso representa um aumento de 85% em relação ao ano passado e significativamente maior do que os 67.790 ataques desde então neste ano, quando a região foi atingida por uma temporada de seca severa associada a um forte evento causado pelo El Niño.

“Não há nada de anormal no clima este ano ou nas chuvas na região amazônica, que está um pouco abaixo da média”, disse o pesquisador do INPE, Alberto Setzer, à Reuters. Falando sobre os incêndios, ele disse: “A estação seca cria as condições favoráveis para o uso e a propagação do fogo, mas iniciar um incêndio é o trabalho dos seres humanos, deliberadamente ou por acidente”.

A fumaça dos incêndios cobriu a cidade de São Paulo em forma de uma neblina escura, o fenômeno levantou preocupações de que a floresta tropical, que é uma das regiões com maior diversidade biológica na Terra, possa estar sendo alvo de um regime recém-fragmentado de operações de remoção de terras e outras atividades que destinam-se a transformar a terra para uso agrícola.

De acordo com o Copernicus Climate Change Service da União Europeia, os incêndios levaram a um claro aumento nas emissões de monóxido de carbono, assim como as emissões de dióxido de carbono, colocando em risco a saúde humana e agravando o aquecimento global.

O INPE é o órgão responsável pelo rastreio do desmatamento no Brasil e os dados do instituto mostraram um grande aumento ocorrendo na Amazônia neste ano. No início de agosto, o INPE descobriu que 1.330 milhas quadradas de floresta tropical haviam sido destruídas desde janeiro, o que representa uma taxa 40% maior que o apurado em 2018.

A divulgação dessas estatísticas e a consequente cobertura da mídia despertaram a ira do presidente brasileiro Jair Bolsonaro. Bolsonaro, que defende o aumento do desenvolvimento agrícola e da mineração na Amazônia, chamou esses números de “uma grande mentira” e depois demitiu Ricardo Galvão, físico que atuou como diretor do INPE.

Por que tantos incêndios estão ocorrendo agora?

Os recentes incêndios na Amazônia foram generalizados e alguns ocorreram repentinamente. No estado do Pará, por exemplo, ocorreu um surto de incêndios na semana passada que foi ligado a uma convocação dos agricultores para o que foi chamado de “um dia de fogo” em 10 de agosto, de acordo com reportagens locais. O INPE, usando sensores baseados em satélite e outros instrumentos para localizar incêndios e rastrear a quantidade de área queimada, registrou centenas de incêndios no estado à medida que os fazendeiros limpavam a terra para a agricultura e também queimavam áreas intactas da floresta tropical para desenvolvimento adicional (futuro). As florestas tropicais desmatadas nessa região são tipicamente usadas para criação de gado e cultivo de soja, e grande parte do desmatamento é feito ilegalmente.

Os incêndios que ocorreram tanto lá como em outros estados enviaram uma nuvem de fumaça para o sudeste do país, escurecendo os céus de algumas cidades e municípios.

Um fator que contribui para a onda de incêndios na Amazônia é o fato de que a região passa pela estação das secas, a época do ano em que os incêndios florestais tendem a irromper. Esta estação seca foi particularmente mais pronunciada em algumas áreas. A “secura” atua para tornar o ambiente particularmente receptivo aos incêndios, mas a maioria das chamas é iniciada por pessoas, intencionalmente ou por acidente.

No entanto, este ainda não é o pico da temporada de incêndios no Brasil, segundo Mikaela Weisse, gerente de programa da Global Forest Watch, que acompanha de perto as tendências de incêndio e desmatamento por meio de imagens de satélite. Weisse disse que até agora, parece que a maioria dos incêndios estão ocorrendo em terras agrícolas pré-limpas (anteriormente desmatadas), mas os satélites podem estar perdendo chamas queimando sob as copas das árvores.

A temporada de incêndios no Brasil tem um pico entre agosto e outubro, disse Weiss, e até agora este ano está próximo das altas perdas de incêndios florestais e de cobertura florestal em 2016. “É cedo na temporada, então o que acontece nos próximos meses é crucial para determinar o quanto isso é significativo.”

Sem a Amazônia, a mudança climática aceleraria ainda mais.

Um aumento de incêndios e consequente desflorestamento na Amazônia torna ainda mais difícil, se não impossível, que os países mantenham o aquecimento global “bem abaixo” de 3,6 graus (2 graus Celsius) em comparação com os níveis pré-industriais, conforme solicitado no Acordo do Clima de Paris.

A Amazônia, que ocupa 2,12 milhões de milhas quadradas, absorve cerca de um quarto dos 2,4 bilhões de toneladas métricas de carbono que as florestas globais absorvem a cada ano. No entanto, a capacidade da floresta tropical de atrair mais carbono do que libera está diminuindo, enfraquecida pela mudança nos padrões climáticos, pelo desmatamento e pelo aumento da mortalidade das árvores, entre outros fatores. Os incêndios em curso irão degradar ainda mais sua capacidade de absorção de carbono.

Se a Amazônia se transformasse em uma fonte consistente de emissões de carbono, isso aceleraria o aquecimento global e, ao mesmo tempo, levaria a uma enorme perda de espécies que não são encontradas em nenhum outro lugar na Terra.

De acordo com um estudo publicado este ano, enquanto o desmatamento é a principal ameaça para as espécies de árvores da Amazônia, a mudança climática pode excedê-lo dentro de algumas décadas. O estudo constatou que uma combinação de impactos relacionados à mudança climática, como o aumento da seca, juntamente com o desmatamento para abrir caminho para a agricultura, poderia causar um declínio na riqueza de espécies arbóreas da Amazônia de quase 60%.

No pior dos cenários, sem quaisquer políticas ou programas climáticos eficazes para limitar o desmatamento, o estudo descobriu que, até 2050, as terras baixas da floresta amazônica poderão se fragmentar, prejudicando a biodiversidade e tornando os ecossistemas amazônicos muito menos capazes de absorver e armazenar carbono.

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The Economist e The Guardian destacam aumento do desmatamento no Brasil

Por Rafaela Damasceno

A capa da edição mais recente da The Economist, uma das principais revistas inglesas, exibe uma reportagem sobre o avanço do desmatamento da Amazônia. O texto cita o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, dizendo que ele “deixou claro para os infratores que não há nada a temer”.

A capa da revista The Economist
Foto: The Economist

Segundo a reportagem, depois de um esforço governamental de sete anos para diminuir a destruição da floresta, em 2013 o desmatamento tornou a crescer por culpa do enfraquecimento da fiscalização.

A revista não foi o único veículo midiático a noticiar o crime: o jornal americano The New York Times também declarou que o desmatamento da Amazônia está aumentando rapidamente, definindo o atual governo do Brasil como “extrema direita”.

A revista científica Science foi ainda mais além, afirmando que o presidente Jair Bolsonaro diz que os números são mentirosos, atacando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) enquanto todos os dados apontam para um aumento na devastação amazônica.

A revista americana Nature definiu o presidente brasileiro como “Trump tropical” e também noticiou as acusações contra o Inpe. “Em 19 de julho, Bolsonaro acusou o Inpe de mentir sobre os números e depois sugeriu que o governo tenha o direito de aprovar os dados da agência antes da divulgação pública”, disse o texto.

Segundo o G1, o jornal The Guardian também se posicionou sobre o assunto, afirmando que a floresta amazônica está sendo cortada e queimada a uma velocidade maior do que nunca. “Mas o governo Jair Bolsonaro está focado em reinterpretar os dados em vez de lidar com os culpados”, criticou o jornal.


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Estudo revela que 20% dos mexicanos são veganos ou vegetarianos

Foto: The Vegan Mexican/Facebook
Foto: The Vegan Mexican/Facebook

De acordo com um artigo publicado pelo jornal Excelsior, 20% dos consumidores mexicanos “reduziram ou eliminaram completamente o consumo de carne ou alimentos derivados de animais como parte das novas tendências vegetarianas ou veganas”, que são predominantes entre os jovens.

A pesquisa de dados foi encomendada por um dos principais festivais gastronômicos do México, o The Gourmet Show, e demonstra que as gerações mais jovens, especialmente as mulheres, não consomem mais carne ou produtos de origem animal.

Alfredo Cordero, diretor de criação da Tradex, principal empresa de exposições e eventos mexicana que traz para o México a 12ª edição do Gourmet Show, explicou aos leitores mexicanos que agora existem diferentes tipos de consumidores gastronômicos, enquanto anteriormente existiam apenas duas categorias – vegetarianas e onívoras.

No entanto, nos dias atuais, “a classificação se diversificou em regimes muito rigorosos e especializados, e há números que indicam que 20% dos mexicanos já estão em uma classificação vegetariana ou similar”. Ele lista flexitariano, vegano, frugívoros e vegano cru, entre outros.

María Fernanda Villalobos, gerente do restaurante mexicano Vegano Inc, diz que a tendência vegana está se tornando moda no país, e de 60% a 70% das pessoas que praticam a alimentação à base de vegetais são mulheres que buscam uma dieta mais rica em nutrientes por razões de saúde.

No México, os problemas com alimentação são predominantes; por exemplo, uma em cada três pessoas é declaradamente intolerante à lactose.

No Brasil

Uma pesquisa realizada pelo IBOPE e encomendada pela SBV (Sociedade Vegetariana Brasileira) em 2018 revela que o Brasil tem 14% de vegetarianos e 81% de adeptos à dieta com carne. Sendo que 49% dos entrevistados disseram que acham que não se cuidam como deveriam.

Os adeptos da alimentação vegetariana, aqueles que excluem a carne do cardápio, somam 30 milhões (14% da população brasileira), diz a pesquisa. O levantamento foi feito em 102 municípios brasileiros.

Nas regiões metropolitanas, houve um crescimento no índice de vegetarianos. Pesquisa feita pelo Ibope em 2012 só nessas áreas apontava para 8% de adeptos da dieta. Hoje, esse índice é de 16% (um pouco maior que a média nacional).

De olho na demanda crescente

De olho na mudança de hábitos dos consumidores brasileiros as empresas tem investido na produção de alimentos à base vegetais, recentemente a maior empresa de carne do mundo, a companhia brasileira JBS S.A. lançou seu primeiro hambúrguer à base de vegetais.

O novo produto será vendido sob a marca Seara e é feito de uma mistura de soja, trigo, cebola, alho e beterraba.

À medida que a popularidade dos hambúrgueres à base de vegetais feitos por empresas como a Beyond Meat e a Impossible Foods continua a crescer, várias marcas tradicionalmente centradas na carne de origem animal estão se focando no desenvolvimento de produtos veganos concorrentes.

No início deste ano, a Nestlé estreou seu Incredible Burger na Europa e planeja lançar uma opção similar (chamada “Awesome Burger”) nos Estados Unidos por meio de sua marca Sweet Earth.

A gigante da carne Tyson Foods – que anteriormente detinha uma participação de 6,5% na Beyond Meat – pretende lançar seu primeiro produto de carne à base de vegetais até o final deste verão.

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Cão entra em estúdio durante apresentação de jornal e vídeo viraliza na internet

Um cachorro entrou em um estúdio durante a apresentação de um telejornal na Rússia, assustando a apresentadora. O vídeo do caso inusitado foi divulgado na internet e viralizou.

Foto: МТРК МИР/YOUTUBE

A jornalista lia uma notícia sobre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, quando foi surpreendida pelo latido do cachorro. Sem saber o que fazer, ela tenta continuar apresentando o jornal, mas é interrompida novamente pelo animal, um labrador preto, que pula ao lado dela, colocando as patas em cima da bancada e cheirando os papéis do noticiário.

“O que eu devo fazer com um cachorro no estúdio, pessoal? Eu prefiro gatos”, brincou a âncora diante da situação. As informações são do portal Vix.

Sem receber ajuda, ela chega a fazer carinho no animal e depois o puxa para baixo da bancada. A cena inusitada foi divulgada na internet pela própria emissora de TV, Mir 24, e chamou a atenção de internautas no mundo todo.

Segundo comunicado da emissora, o cachorro estava com seu tutor no local para participar de uma gravação, mas acabou escapando e entrando no estúdio onde o jornal era gravado. No entanto, como o logo da emissora é justamente um labrador preto, telespectadores começaram, segundo o Daily Mail, especular se a situação não foi uma jogada de marketing da Mir 24 para se promover.

Veja o vídeo:

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Histórias Felizes, Notícias

Gatinho filhote abandonado é resgatado com cadarço amarrado ao seu pescoço

Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Foto: Paws Crossed Animal Rescue

Timofey Yuriev estava dirigindo por uma rua em Yonkers, Nova York (EUA), quando viu com o canto dos olhos alguma coisa muito pequena rastejando lentamente por uma calçada movimentada. Assim que ele percebeu que era um gatinho, Yuriev soube que tinha que parar e ajudá-lo.

“Havia um ponto de ônibus e pessoas andando por ali, mas ninguém estava prestando atenção no pequeno gatinho”, disse Yuriev ao The Dodo. “Então eu parei imediatamente porque ele estava rastejando para a rua e seria morto pelas carros, e quando cheguei perto o suficiente do gatinho, vi que ele tinha um cadarço amarrado firmemente em volta do pescoço”.

Yuriev ficou chocado e enojado quando percebeu que alguém havia amarrado cruelmente um cadarço no pescoço do gatinho indefeso, e rapidamente começou a tentar desatá-lo. O pobre gatinho ficou absolutamente apavorado depois de tudo pelo que passou e se recusou a olhar nos olhos de seu salvador.

Laces com cadarço no pescoço | Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Laces com cadarço no pescoço | Foto: Paws Crossed Animal Rescue

Demorou cerca de cinco minutos até que Yuriev pudesse desatar completamente o cadarço e finalmente libertar o gatinho, mais tarde chamado de Laces.

“Assim que eu libertei o gatinho, ele começou a miar em seguida”, disse Yuriev. “Ele não conseguia nem miar antes pois o cadarço estava muito apertado em volta de seu pescoço. O felino começou a gritar um pouco, ainda muito assustado. Ele não tentou me arranhar nem nada, ele estava muito fraco, então eu o coloquei no carro e ele tentou subir o mais longe que pôde para a escuridão, se escondendo sob o assento”.

Depois de resgatar pequeno Laces, Yuriev levou-o diretamente para ONG Paws Crossed Animal Rescues, para que ele pudesse receber a ajuda e os cuidados necessários. Todos no abrigo ficaram consternados ao ouvir sobre a história do gatinho, e não ficaram surpresos que ele estivesse com tanto medo de todos e de tudo ao seu redor. O veterinário estimou que ele tinha cerca de 2 meses e meio de idade, e além de estar abaixo do peso, estava realmente em bom estado, considerando toda a situação.

Laces em seu novo lar | Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Laces em seu novo lar | Foto: Paws Crossed Animal Rescue

“Ele estava muito magro, desidratado e com alguns arranhões”, disse Julie Potter, gerente de negócios e desenvolvimento da Paws Crossed Animal Rescue, ao The Dodo. “Principalmente ele estava muito, muito assustado e completamente inseguro ao redor das pessoas – mas você pode culpá-lo?”

No entanto, apesar de tudo o que ele passou, não levou muito tempo para que Laces começasse a se aproximar de todos os seus novos amigos, e logo todo o abrigo se apaixonou perdidamente por ele. Quando descobriu que adorava abraçar e ser acariciado, ele se tornou dócil com todos e ninguém ficou surpreso quando, apenas uma semana e meia depois de chegar ao abrigo, ele já tinha uma nova família em potencial.

Lisa Salvadorini e Laces | Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Lisa Salvadorini e Laces | Foto: Paws Crossed Animal Rescue

Lisa Salvadorini, âncora do programa News 12 Westchester, estava lendo uma história que sua emissora fez sobre Laces e imediatamente se apaixonou. Ela sabia desde o momento em que o viu que ele deveria ser um membro de sua família.

“Eram 5 da manhã e eu estava lendo as notícias da manhã”, disse Salvadorini ao The Dodo. “Eu vi seu rostinho fofo e disse para minha co-âncora: ‘Eu preciso trazer esse gatinho para casa!’ Todos no estúdio, até mesmo as pessoas que não gostavam de gatos, se encantaram pelo pequeno Laces e acharam uma ótima ideia”.

Naquele mesmo dia, Salvadorini foi ao Paws Crossed Animal Rescue para encontrar Laces, e confirmou suas suspeitas de que ele deveria ser seu gato. Seus dois filhos nunca tiveram um gato antes, e ela estava confiante de que Laces seria o melhor primeiro gato que uma família poderia desejar.

Lisa, Laces e a equipe da ONG | Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Lisa, Laces e a equipe da ONG | Foto: Paws Crossed Animal Rescue

Como Laces ainda é muito jovem, Salvadorini o levou para casa como um “lar temporário para adoção posterior”, e uma vez que ele alcance aidade de ser castrado, ela e sua família podem tornar oficial a adoção. Salvadorini decidiu não contar aos filhos sobre Laces até que ela o trouxesse para casa, e eles ficaram tão surpresos e radiantes quando a mãe deles entrou com um gatinho que não queriam nada mais do que ficar ao lado dele para sempre.

“Foi uma grande surpresa”, disse Salvadorini. “Eles estavam em choque por terem um gatinho na família! Meus filhos tinham lágrimas de alegria nos olhos quando o conheceram pela primeira vez. Eles o inundaram de amor desde então”.

Laces em seu novo lar | Foto: Paws Crossed Animal Rescue
Laces em seu novo lar | Foto: Paws Crossed Animal Rescue

Laces já se acomodou completamente em sua casa e não poderia estar mais feliz com sua família. Ele adora conhecer todos os amigos e vizinhos e depois de ouvir sua história, todo mundo fica chocado com o quão alegre e brincalhão ele é. Laces não deixou seu passado afetá-lo, e agora ele tem uma vida inteira de felicidade pela frente para viver com sua nova e amorosa família.

“O abrigo deu a ele o nome de Laces (laços, de cadarço, na tradução livre)”, disse Salvadorini. “Nós amamos isso, porque agora transformamos algo negativo em algo positivo!”

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Você é o Repórter

Leitor do jornal Zero Hora sugere venda e morte de 800 cães de Porto Alegre (RS)

Um texto sugerindo a venda e morte de cães em situação de rua, publicado na seção “Leitor” do jornal Zero Hora neste sábado (20) provocou indignação nos protetores da capital gaúcha. Numa reação odiosa à matéria “Cuscolândia – Canis lotados: mais de 800 cães aguardam adoção em Porto Alegre”, veiculada no dia 17, o leitor Mauricio Konrad propõe: “toda criação de pets deveria ser taxada. Igual ao que muitos países adiantados já estão fazendo, flagrados pelos problemas causados. Sujeira, doenças, periculosidade e os gastos inúteis para mantê-los. Poderíamos matar a fome do mundo não os tendo. Até canis públicos estão sendo construídos pelo poder público. Um absurdo! (…) Cachorro de rua deveria ser vendido para a China, onde os comem. Essa renda auferida serviria para, pelos menos, pagar os estragos na civilização. (…)”

(Foto: Divulgação)

Inúmeros perfis de redes sociais reproduziram o print do texto de Mauricio Konrad, com comentários que expressavam revolta, ameaça de cancelamento da assinatura do jornal, e até sugeriam o candidato à presidência do leitor. A pedagoga Cintia Rockenbach, citada na matéria Cuscolândia, criticou a RBS/ZH por publicar um texto com esse teor de ódio e preconceito aos animais, e também o autor do texto: “meu repúdio por ainda existirem pessoas como este cidadão que acha que os animais não merecem viver”.

Para Luiza Moll, professora universitária aposentada, o texto configura crime de incitação aos maus-tratos aos animais, e só foi selecionado e publicado porque houve concordância do jornal. Ela solicitou que a Zero Hora faça uma retratação em seu editorial. “Não se trata de respeito à liberdade de imprensa, que não se confunde com publicação em caráter de foro íntimo, nem de censura, porque veicular evidente conteúdo de incitação aos maus-tratos configura conivência inaceitável”, escreveu em solicitação por WhatsApp ao Grupo RBS.

Segundo Luiza, o texto injurioso e incitatório viola o art. 225 da CF 88, que estabelece que “todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações”.

Em seu perfil, a jornalista Gelcira Teles aconselhou que todos enviassem e-mail ao Zero Hora, manifestando seu repúdio à apologia ao crime e contrariedade ao fato do jornal ter publicado texto com teor que fere o Código de Ética dos Jornalistas, a legislação brasileira e incita a violência.

Conforme a matéria, são mulheres, em “larga maioria”, que cuidam dos 800 cachorros que vivem em canis e casas de passagem aguardando pela adoção em Porto Alegre . “Alguns chegam debilitados pelos maus-tratos – sem uma orelha, cegos, ou com patas quebradas. Muitos, desnutridos”.

Autor do texto? Em um dos perfis registrados como Mauricio Konrad nas redes sociais, só há fotos de javalis assassinados, o que poderia explicar o grau de ódio e desrespeito do sujeito aos direitos animais.

Clique aqui para ler a matéria Cuscolândia. Contatos da Zero Hora: leitor@zerohora.com.br, (51) 99967.4125 (WhatsApp)

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Histórias Felizes

Homem descobre que raposa entregava jornais em sua casa todos os dias

Inexplicavelmente, um rapaz chamado James Eubanks, morador de uma cidadezinha no estado da Carolina do Norte, nos EUA, começou a receber jornais todos os dias em sua casa. Ele não havia feito nenhuma solicitação que se recordasse, e ficou extremamente intrigado com a situação – alguns dias era apenas um exemplar, em outros, cerca de 10 apareciam em seu quintal.

Como se as entregas de jornais não fossem malucas o suficiente, com o passar dos dias Eubanks passou a encontrar listas telefônicas junto. Até que um dia chegaram nove listas – muito mais do que ele precisaria, caso tivesse solicitado. Foi então que ele decidiu desvendar este mistério.

Reprodução | The Dodo

Para aprofundar a busca, era importante primeiro descobrir o que é que vinha acontecendo em seu quintal durante as noites e, para isso, ele instalou câmeras de vigilância com sensor de movimento. Dessa maneira, ele poderia pegar quem fosse que estivesse invadindo sua casa para deixar-lhe os jornais e listas em flagrante. “Mistério resolvido!” Eubanks exclamou em um post no Facebook.

Pela sua cabeça, passavam milhares de possibilidades, e ele conseguia criar diversas histórias para explicar aquela inusitada situação. Mas o que realmente acontecia, ele não estava esperando: quem passava em sua casa regularmente era uma raposa cinza – ou melhor, um grupo de raposas cinzentas.

Reprodução | The Dodo
Reprodução | The Dodo

“Sem as fotos, ninguém acreditaria nisso. Garanto a vocês”, disse Eubanks em uma entrevista concedida ao canal FOX 8 News de Winston-Salem. As imagens foram publicadas em seu perfil pessoal do Facebook, um pouco borradas, mas que mostravam exatamente a silhueta de uma raposa carregando sua última entrega.

Apesar de ter acalmado a sua curiosidade sobre quem era o indivíduo que passava diariamente pela sua casa, o rapaz acabou criando mais uma questão em sua cabeça. Como por exemplo, por que essas raposas continuavam trazendo jornais e listas telefônicas para James Eubanks?

Reprodução | The Dodo

Outra questão ainda mais intrigante é: de onde viriam aquelas entregas? E a única coisa que Eubanks consegue desejar é que ele não seja o único afetado por essas entregas indesejadas. Afinal, os documentos que as raposas levavam até ele, tiveram que vir de algum lugar, e neste lugar provavelmente existiam assinantes que aguardavam ansiosamente pelos produtos pedidos que nunca chegavam até lá.

De uma forma ou de outra, com a repercussão da notícia na mídia local, é bem provável que essa revelação trará alívio para um jornaleiro local que pode ou não estar recentemente desempregado, já que, ao nascer do sol, as suas entregas nunca estavam aonde deveriam estar.

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Histórias Felizes

Repórter é interrompido por cãozinho enquanto apresentava previsão do tempo em telejornal

Enquanto o jornalista norte-americano Khambrel Marshall apresentava a previsão do tempo da semana no canal de TV KPRC 2 em Houston, Texas, algo inesperado aconteceu. No meio da transmissão ao vivo, um cachorrinho decidiu aparecer na frente das câmeras, e fazer companhia para o repórter.

O filhote, chamado Angel, estava escalado para aparecer no próximo bloco. O tema abordado seria o abrigo de animais em que vivia, e o objetivo principal era encontrar um lar permanente para ele. Aparentemente, Angel ficou cansado de esperar pelo seu momento e resolveu entrar em cena antes da hora, virando o centro das atenções.

A compaixão e carinho presentes na maneira como Marshall lidou com a situação foram únicos: ele não só acariciou o animal como o segurou em seu colo e fez questão de apresentar o resto do bloco desta maneira. “Na próxima semana vai chover, mas isso não vai ajudar a te refrescar nem um pouquinho”, ele alertou o pequenino.

Era incontestável. Angel havia roubado o show. Transformou um boletim meteorológico de rotina em algo verdadeiramente adorável. “Essa é a coisa mais fofa de todas”, escreveu um espectador online. E muitos outros endossaram o coro.

Após a fofa interrupção, era a hora de Angel entrar em cena – ao menos de acordo com o que havia sido originalmente planejado. “Ele obviamente ama o clima – ou as pessoas do clima”, observou Marshall, antes de começar a falar sobre o funcionamento do abrigo e, principalmente, conhecer um pouco mais sobre o filhote.

Sem querer, o cãozinho acabou atraindo ainda mais atenção para ele – o vídeo acabou rodando a internet – e, com sorte, conseguirá muito em breve o que foi até o programa buscar: um novo lar.

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Notícias

Jornal norte-americano “The Sun” é criticado por comparar ativistas veganos a mafiosos

Em um artigo recentemente lançado pelo jornal norte-americano The Sun, intitulado ‘Vegan Mafia’ (máfia vegana), o tabloide afirmou que os ativistas veganos têm muito em comum com mafiosos, já que eles “regularmente ameaçam e intimidam agricultores e suas famílias e vandalizam suas terras”. O artigo foi criticado pelo defensor dos animais Joey Carbstrong, citado pelos jornalistas como um “viciado em drogas que virou vigilante vegano”.

O ativista fez um vídeo em que ele aponta vários erros (intencionais ou não) do veículo, e afirma que, na realidade, acredita que eles fizeram isso para atrair as pessoas. “Eu acho que é clickbait, eles estão tentando atrair pessoas, e funciona, mas é ridículo. Eles são os reis e rainhas do clickbait”, diz Carbstrong durante o vídeo.

A manchete do artigo do The Sun é: “Eles esmagam açougues, atacam fazendeiros e dizem que ordenhar uma vaca é o mesmo que um estupro: conheça a máfia vegan”. É importante notar que o açougue ao qual ele faz referência não foi – até então – “esmagado” por ativistas, mas sim grafitado com mensagens pró-veganismo. Ele disse que existem pessoas que vandalizam propriedades, mas ele – juntamente com 99% de outros veganos – condenam esse tipo de atividade.

O uso da palavra máfia atrelada aos ativistas foi outra coisa que deixou Carbstrong extremamente intrigado. De acordo com o dicionário, máfia seria “um corpo internacional organizado de criminosos”. E então ele mostra a foto de três senhoras, pacíficas, segurando cartazes pró-veganismo e diz: “Eles estão rotulando estas mulheres como a máfia, ao lado de criminosos perigosos”.

Reprodução | Plant Based News

Para desbancar a última afirmação, de que os veganos comparam o tratamento direcionado às vacas leiteiras ao estupro, ele imita o movimento de ordenha da vaca, e questiona se alguém tem, de fato, o direito de interagir desta maneira com o animal – e o quanto isto não é uma prática abusiva.

De modo geral, ele analisa todo o artigo como um grande clickbait, feito apenas para chamar a atenção do público curioso, e recheado de informações imprecisas – ou até mesmo falsas – sobre um movimento complexo, pacífico e que luta, primordialmente, pelo bem-estar e direito animal. Mafiosos deveriam ser considerados todos os que pertencem a esta indústria que aprisiona, maltrata e abusa de seres vivos, resumindo-os a meros produtos para exploração.

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Você é o Repórter

Protetora com saúde frágil pede doações de ração e jornal em SP

Roseli
roagu@bol.com.br

Divulgação

Uma protetora da zona Leste de SP está fazendo uma apelo para conseguir doações de ração e jornais para os aproximadamente 200 animais que mantém sob sua guarda. Debilitada devido a idade avançada, ela adoeceu de tristeza pela situação em que se encontram os animais. Ela está constantemente preocupada se os animais terão alimento ou não. Quem puder ajudar esses cães e gatos que foram retirados das ruas graças a solidariedade dessa senhora entre em contato com a Maria de Lourdes através do telefone (WhatsApp): 11 – 98405-9132.

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