Notícias

Praça para animais domésticos será construída em Jaraguá do Sul (SC)

A Praça dos Animais será construída em um terreno doado de 7 mil metros quadrados, na Barra do Rio Molha, em Jaraguá do Sul, no estado de Santa Catarina. O projeto foi aprovado pelos vereadores do município e é de autoria do parlamentar Oseias Martins, suplente do vereador titular Isair Moser. O PL que institui a Semana dos Animais no município também é de autoria de Martins.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

A praça contará com brinquedos para os animais e espaço para que corram livremente, em área cercada e com segurança. De acordo com Martin, a administração municipal não terá custo algum com a construção do local, que será custeada pela iniciativa privada. As informações são do portal JDV.

A gestão do espaço será realizada por uma associação que ainda será definida. No local, haverá uma área destinada a ações de entidades de proteção animal para levantamento de recursos.

​Read More
Notícias

Dedicação aos animais faz veterinária criar estrutura única em Jaraguá do Sul (SC)

Divulgação
Divulgação

Logo à primeira vista, a veterinária Daniela Brecht de Freitas, de 44 anos, é uma daquelas pessoas que transmitem uma tranquilidade imensa. De fala calma e andar sereno, a profissional transita pelos corredores do Hospital Veterinário Amizade com a segurança de quem se sente em casa – ali dentro, cada espaço representa uma conquista, e cada paciente um novo amigo.

Quando chegou à Jaraguá do Sul, há 10 anos, a veterinária nunca imaginou que se tornaria proprietária do primeiro hospital veterinário da região. Como a maioria dos profissionais em início de carreira, ela começou a trajetória em uma salinha pequena, nos fundos de uma propriedade no bairro Amizade. Com o apoio da família, reuniu os recursos necessários para investir no básico: um estetoscópio, uma mesa de atendimento e alguns panfletos para divulgar o trabalho.

Aos finais de semana, ela e o marido, Eduardo, rodavam as redondezas fazendo propaganda de porta em porta. Afinal, ninguém confia em quem não conhece, pensava ela. A tática deu certo e logo o espaço ficou pequeno para tantos amigos de quatro patas. “Comecei a sentir a necessidade de ter uma estrutura mais planejada, pensada especialmente para receber os bichinhos. Decidi reinvestir tudo o que ganhava em equipamento, treinamento e propaganda. Isso ajudou a clínica a ganhar corpo”, relembra Daniela.

A ideia do hospital surgiu alguns anos depois, e tinha como objetivo principal a criação deu um centro cirúrgico bem preparado para tratar diversos animais. Até então, poucas clínicas da cidade possuíam estrutura para a realização de exames mais complexos ou tratamentos avançados. “Encontramos um terreno e começamos a desenhar o projeto. Foi um ano de planejamento e quase dois anos enfrentando a burocracia da Prefeitura, até que a obra teve início em 2014”, conta Daniela.

Durante o percurso, a empresária precisou enfrentar outros contratempos. “Um mês depois de a obra começar, tivemos uma enchente muito grande na cidade e o terreno onde estava a fundação da obra alagou totalmente. Foi um momento difícil, as vezes parece que as barreiras são muitas. Mas seguimos adiante. A obra ficou parada um mês e, depois disso, resolvemos readequar o projeto e aumentar toda a fundação. Pelo menos hoje sabemos que não há risco nenhum de sermos afetados desta forma de novo”, relata a veterinária.

Planejamento e dedicação levam negócios adiante

Depois de um ano e meio, o hospital finalmente ficou pronto. A estrutura de 415 metros quadrados foi oficialmente inaugurada em agosto de 2015, e conta com quatro consultórios, três centros cirúrgicos, sala de diagnósticos e espaços de tratamento, além de estacionamento e área de lazer para os animais. A demanda acompanhou o crescimento do hospital, que hoje conta com uma equipe de 20 funcionários (11 deles veterinários) e realiza em média dois mil atendimentos por mês.

“Eu tinha medo no começo, por que sei que quando aumenta o negócio, aumenta o risco. Mas sempre pensei que não podemos nos limitar pelo risco. O que é preciso é investir em muito planejamento, sempre pensando em ir além, sem medo de ter ideias ousadas”, afirma a veterinária, enquanto anda pelos corredores. Pelo caminho está Cissi, a gatinha abandonada que virou “xodó” do hospital e um exemplo da diferença que o cuidado faz na vida de um animal.

“É uma atividade abençoada e que sou muito feliz por exercer. As pessoas percebem quando o profissional ama os animais, e parte deste trabalho é ter a sensibilidade de entender o perfil de cada pessoa e de cada animalzinho. Todos gostam de saber que o seu amigo está bem cuidado”, diz a veterinária.

É este pensamento que motiva Daniela a ir cada vez mais longe. Pouco mais de um ano após a inauguração do hospital, a veterinária já está trabalhando em um projeto de ampliação que irá dobrar a área da estrutura e a capacidade de atendimento da equipe. “Em alguns dias, quase não damos conta de atender à demanda”, comenta.

Para o futuro, Daniela planeja três novas alas no hospital: a primeira delas, com início previsto para o ano que vem, terá uma sala de eventos para palestras técnicas, novos consultórios e um laboratório. A segunda estrutura será destinada para os exames de raio-x e servirá também de ponto de apoio para os profissionais que ficam de plantão. Já a terceira será dedicada aos exames de tomografia e tratamentos com acupuntura.

“Eu sinto que o negócio nunca pode parar. Tenho que sonhar com esta estrutura para que um dia eu possa tirá-la do papel. Há dez anos eu nem imaginava ter metade dos equipamentos que temos aqui. No final, o cliente sempre percebe, por meio das atitudes da equipe, o amor que é dedicado naquela atividade”, acredita Daniela.

Fonte: OCP Online

 

 

​Read More
Você é o Repórter

Abrigo de Jaraguá do Sul (SC) é destruído pelas chuvas

Sueli Amaral
sueli14_amaral@hotmail.com

Destruição, destruição e destruição, é isso que se vê quando se chega ao local a pé, pois ainda está interditado e é área de risco o local onde era um lar temporário para cães e gatos, parceiro da AJAPRA. Foi isto que vimos em Jaraguá  do Sul (SC) na data de 19/02/2011.

Com as fortes chuvas ocorridas em 21/01/2011, um muro de pedras de contenção vizinha a casa onde era o lar temporário veio a baixo, arrastando muita lama e pedras e fazendo com que destruísse tudo pela frente.

A casa dessa voluntária tinha canil, gatil, tudo bem organizado e neste dia estavam lá cerca de 100 animais, dos quais puderam ser salvos somente 40 devido a rapidez do acontecido (veja vídeo aqui). Todos os animais resgatados foram transferidos para outros lares temporários e clínicas veterinárias.

Donativos

A Hachi Ong – Proteção Animal de Blumenau/SC, que estava fazendo uma campanha de arrecadação de donativos para a Região Serrana do Rio de Janeiro, ampliou sua campanha também para ajudar as cidades de Mirim do Doce e Jaraguá do Sul ambas em Santa Catarina. No dia 19/02/2011, alguns integrantes da Hachi Ong-Proteção Animal, estiveram em Jaraguá do Sul para efetuar a entrega das doações recebidas nesta campanha.

Agradecemos a população de Blumenau-SC que atendeu nosso chamamento para a Campanha de arrecadação Chuvas em SC.

Contato:

Sueli Amaral
Presidente Hachi Ong – Proteção Animal

​Read More
Notícias

Filhote de tamanduá é resgatado em Jaraguá do Sul (SC)

Com cuidado, a veterinária da Clínica São Francisco de Assis, Solange Benz, abre a caixa e retira um filhote de tamanduá-mirim, com pouco mais de 450 gramas e cerca de 15 centímetros. O pequeno animal foi separado da mãe depois que ela se envolveu em uma briga com um cachorro no bairro Molha, em Jaraguá do Sul, na madrugada de sábado. “Era cerca de 2h15 da manhã quando a gente acordou com uma barulheira no canil aqui de casa. Fui lá e meu cachorro estava atracado com a tamanduá. Foi quando vi o filhote caído no chão. Levei o bichinho para dentro de casa e voltei para separar os bichos”, conta o pintor Odair Pereira, 36 anos.

“Consegui separá-los. Queria que o filhote ficasse com a mãe, mas, quando voltei, a fêmea de tamanduá já tinha voltado para o mato. Como estava muito escuro, não fui atrás. Mas ela estava bastante machucada”, afirma. Odair diz que ligou para órgãos ambientais como Ibama e Polícia Ambiental para que recolhessem o animal.

Somente na noite de quarta-feira ele conseguiu que o animal fosse atendido na clínica veterinária, que é conveniada pela Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente (Fujama). O tamanduá-mirim deverá ficar lá cerca de 11 semanas para receber alimentação especial para ganhar peso, mas não poderá mais voltar a viver no seu habitat. “Ele é muito novo, deve ter pouco mais de duas semanas de vida. Se for colocado na natureza, pode morrer de fome ou virar vítima de predadores. A tendência é que ele seja encaminhado para algum zoológico da região”, diz.

Fonte: A Notícia

​Read More
Notícias

Cachorras encontradas amarradas a um poste com 14 filhotes aguardam adoção em Jaraguá do Sul (SC)

Duas fêmeas foram encontradas presas a um poste com os 14 filhotes. A vira-lata Princesa e seus dois filhotes aguardam uma nova casa. Princesa é dócil e é solidária. Tanto que adotou o filhote da cadela Cristal e dá de mamar aos três de uma só vez. Os animais estão na Clínica Veterinária Amizade, foram vacinados, e estão prontos para serem levados por jaraguaenses interessados em adotá-los.

Princesa, uma cadela de cor marrom de cerca quatro anos, e Cristal, malhada de marrom e branco e da mesma idade, são saudáveis e não estão machucadas. “As duas foram encontradas amarradas em um poste. Cristal carregava oito filhotes, e Princesa mais seis”, conta a veterinária Daniela Brecht, que cuida dos animais desde 1º de julho, quando a Associação Jaraguaense Protetora de Animas (Ajapra) entregou os cachorros para serem vacinados e preparados para a adoção.

Segundo a veterinária, as cadelas são tão unidas que dividem os filhotes, que têm aproximadamente 40 dias de vida. “É muito bonito de ver. As duas dão de mamar para todos os filhotes, como se elas fossem mãe de todos. E ficam em perfeita harmonia no mesmo local”, diz a veterinária. Cristal, no entanto, já encontrou um novo lar e só está na clínica para terminar de alimentar os filhotinhos antes de mudar de endereço.

“São dois filhotes fêmea e um macho, da cor marrom. Eles já estão vacinados, e quem quiser adotar um deles, garantimos a esterilização daqui a dois meses, quando eles estiverem maiores – sem custo algum”, afirma. Princesa será castrada assim que os filhotes forem adotados e ela não estiver alimentando os pequenos.

Fonte: A Notícia


​Read More
Notícias

Bombeiros resgatam cervo em Jaraguá do Sul (SC)

Os bombeiros de Jaraguá do Sul (SC) resgataram nesta segunda (19) um cervo, que apareceu em uma residência. O animal, da espécie veado-campeiro, estava dentro de um terreno na rua 23 de Março na localidade de Itoupava-açu.

Tão logo perceberam a presença do animal, os moradores do local acionaram os bombeiros. “Eles pareciam preocupados com o animal que apresentava ferimentos na face”, explicou a chefe de equipe dos bombeiros, Simone Klitzke, que atendeu a ocorrência.

Foto: Divulgação/BVJS

Com uso de um laço e muito cuidado, os socorristas conseguiram imobilizar o animal, que depois foi encaminhado à Polícia Ambiental de Joinville. Depois de uma breve avaliação veterinária, os próprios policiais soltaram o animal na Serrinha entre São Bento do Sul e Corupá.

“Tratava-se de uma fêmea já em fase adulta. Estava assustada, mas tinha apenas escoriações na face e seu estado de saúde era bom”, disse o sargento da Polícia Ambiental, João Batista Rosa. Segundo ele, este foi o terceiro cervo capturado em perímetro urbano nos últimos dois dias.

“Neste fim de semana, já havíamos recolhido uma fêmea e um filhote de cervo na região de Pirabeiraba, em Joinville. Este tipo de ocorrência só demonstra que cada vez mais o homem avança sobre habitat destes animais. Em decorrência disso, a aparição dos bichos em áreas residências é cada vez mais comum”.

Fonte: Diário Catarinense

​Read More
Notícias

Casal encontra oito filhotes de cachorro abandonados em Jaraguá do Sul (SC)

Na casa da secretária Nilvâne de Oliveira, 20 anos, a recepção é calorosa. Sempre que chega alguém, os oito filhotes de cachorro correm para receber o visitante. Mas esta história tem um lado triste, que pode ser revertido com a solidariedade de algumas pessoas. Os oito pequenos estão disponíveis para adoção. São cinco fêmeas e três machos. Eles foram abandonados em um matagal perto da casa da secretária, em Jaraguá do Sul (SC).

Entre os cães abandonados, há cinco fêmeas e três machos. (Imagem: A Notícia)

No dia 18 deste mês, quando ela e o marido saíam para trabalhar, viram os cachorrinhos no meio da rua, perdidos, com fome e sede. Nilvâne diz que não pensou duas vezes. O casal parou o carro e ela correu para dar comida aos animais. “Eles estavam com muita fome. Dava dó ver a agonia deles para comer”, conta .

Nilvâne e o marido moram no bairro Chico de Paulo, no loteamento Firenze, em Jaraguá do Sul, e, segundo a secretária, essa não é a primeira vez que abandonam cães naquele local. “Da outra vez, quem cuidou dos filhotes foi meu vizinho. Todos foram adotados”, lembra.

A casa deles não é cercada e Nilvâne diz que não tem condições de criar todos os animais. “Agora, eles estão comendo ração. Como são pequenos, não comem muito, mas já imaginou quando eles crescerem? Vão comer demais e não terei como criá-los com o terreno aberto”, falou.

A secretária lembra que eram nove filhotes, mas o tio dela acabou adotando um. “Ele ficou indignado com a situação e acabou levando um deles para casa. Dá pena vê-los assim.”

Nilvâne diz que procurou a ajuda da Associação Jaraguaense Protetora dos Animais (Ajapra), mas, como eles não têm abrigo, a secretária continua com os cachorros. “Eles não recolhem os animais, apenas divulgam fotos deles no site para ajudar no processo de adoção”, lamenta Nilvâne. A situação se repete no Centro de Controle de Zoonose. A Prefeitura não tem um canil para os animais e não pode ajudar Nilvâne. As clínicas veterinárias da cidade também já estão lotadas e não podem ajudar Nilvâne. Agora, ela tenta sozinha encontrar um novo lar para os cachorrinhos.

“É interessante que as pessoas que queiram venham buscar o filhote o mais rápido possível, porque eles ainda estarão pequenos. Depois de grandes, fica mais difícil alguém querer.”

Se você se interessou e quer adotar um dos filhotes, que aparentam ser de uma raça de pequeno porte, ligue para (47) 8473 6941, com Nilvâne.

Fonte: A Notícia 

​Read More
Notícias

Jovens ajudam cão ferido e abandonado a encontrar novo lar

Quando uma pessoa encontra um animal machucado, abandonado ou que esteja recebendo maus-tratos, é necessário ajudá-lo. Isso não quer dizer que quem fizer isso terá de adotá-lo. A Associação Jaraguaense Protetora dos Animais (Ajapra) não tem abrigos, por isso a pessoa poderá oferecer um abrigo temporário até achar alguém que o adote.  Um exemplo desta boa ação é o cachorro Pintado, que foi encontrado por Gisiele Klein, de 26 anos, e Fernanda Junkes, de 18, há duas semanas.

Pintado estava com a pata quebrada. Como elas precisavam de ajuda para tratá-lo, procuraram a Ajapra, que tem convênio com três clínicas veterinárias na cidade. Pintado teve de amputar a pata e foi castrado.

Com o cão já recuperado, as meninas começaram a procurar um novo lar para Pintado. Depois de uma semana, a vigilante Adriana Anastácio Nunes, de 27 anos, adotou o cão. Ontem, completaram-se três dias que o cachorro está na casa nova, e Adriana disse que a adoção foi além das expectativas. “Pintado é um cachorro dócil, brincalhão e muito amoroso. Sem falar que ele é educado também.”

A vigilante tem quatro gatos, dois cachorros, um papagaio e um periquito. Quando viu a foto de Pintado no jornal, percebeu que ele precisava dela. “Foi amor à primeira vista e hoje vejo que estava certa”, diz. Adriana incentiva a adoção, mas diz que é uma ação que precisa ser consciente. “Não adianta pegar uma animal e não dar carinho. Eles precisam de atenção e amor”, fala.

Fonte: A Notícia

​Read More
Notícias

Cão encontrado machucado em Jaraguá do Sul já está pronto para ser adotado

Ele tem por volta de um ano, raça indefinida e, por causa da solidariedade de duas pessoas, escapou da morte. Esta é a história de Pintado, um cão que estava mancando e abandonado pelas ruas de Jaraguá do Sul com a pata quebrada. Agora, após a cirurgia para amputar a pata, continua dócil e brincalhão. “Ele se comporta como um cachorro qualquer, não tem diferença nenhuma. Só tenho a dizer que ele é extremamente dócil”, diz Gisiele Klein, 26 anos.

Ela e Fernanda Junkes, de 18 anos, salvaram o cão. Segundo elas, a veterinária que atendeu ao Pintado disse que, se o cachorro não passasse pela cirurgia de amputação da pata, poderia morrer. “A veterinária falou que não tinha mais como tratar só a pata”, diz Gisiele.

As duas acreditam que Pintado tinha um tutor que deve tê-lo abandonado por causa do problema na pata causado pelo atropelamento. A pata estava piorando e criando feridas conforme passavam os dias.

Fernanda trabalha em frente à casa de Gisiele. As duas socorreram o cachorro e levaram-no para a Associação Jaraguaense Protetora dos Animais (Ajapra). De lá, o cãozinho foi encaminhado para uma veterinária que fez a cirurgia de amputação da pata e também castrou o animal.

As duas gostariam de ficar com o Pintado, mas cada uma delas já tem uma grande família de animais (Gisiele tem cinco cães e cinco gatos e Fernanda nove cães), por isso é impossível ficar com mais um animal em casa. “Quem adotar não vai precisar se preocupar com o fato de ele não ter uma pata porque isso não muda em nada”, afirma Fernanda.

Segundo Gisiele, nem os medicamentos precisam mais ser dados para Pintado. “Já até parei de dar os medicamentos e, neste sábado, vou levá-lo para retirar os pontos. Depois disso fica tudo bem e volta tudo ao normal”, conta Gisiele.

O tratamento custou mais de R$ 120. “Se não tivéssemos procurado a Ajapra, custaria o dobro”, diz Gisiele. As duas dividiram as despesas e agora procuram um novo lar para o cachorro.

Como Adotá-lo:
Para adotar o Pintado basta ligar para a Gisiele Klein (47) 3371-3231 ou 9902-0314 ou para a Fernanda Junkes (47) 3370-0786 ou 9909-4278

Fonte: A Notícia 

​Read More
Notícias

Dez cães são envenenados em Jaraguá do Sul, SC

Foto: Lucio Sassi
Foto: Lucio Sassi

Os moradores da rua Padre Aluísio Boeing,  no bairro Barra do Rio Cerro, em Jaraguá do Sul,  no Norte de Santa Catarina, estão indignados com a matança de cães na região. Segundo informações do jornal A Notícia, só nas últimas duas semanas, foram contabilizadas pelo menos dez mortes de cachorros por envenenamento.

A família Sell, por exemplo, perdeu Susi e Ringo. O cão morreu há dias. Já na manhã desta quarta-feira, Susi também foi encontrada sem vida.

“Esse veneno é muito forte. Depois que os bichos entram em contato, começam a tremer e a espumar pela boca. Em menos de meia hora já estão mortos”, diz a auxiliar administrativa Viviana Sell Pini, de 24 anos.

Além dos envenenamentos, os moradores relatam casos de agressões a alguns animais. Segundo o delegado Adriano Spolaor, da Polícia Civil de Jaraguá, os moradores devem registrar um boletim de ocorrência na delegacia.

“É um crime ambiental previsto na Lei 9605. As pessoas devem registrar o BO para mandarmos uma equipe até a região para fazer a investigação”, explica.

Fonte: Blog Mascotes

​Read More
Notícias

Jacu macho é morto a tiros e fêmea fica desesperada

Funcionários de uma concesssionária de veículos de Jaraguá do Sul (RS) se deparam na terça-feira passada com uma cena triste: um jacu macho morto junto ao meio-fio. A ave apresentava ferimentos, que possivelmente teriam sido provocados por tiros, e que atingiram a asa, o peito e uma das patas. No mesmo dia, eles se surpreenderam com a estranha reação de uma fêmea dessa espécies, que estava perdida e entrou nos escritórios da empresa, voou pela oficina e só foi recuperada pelos funcionários depois de se mostrar cansada e assustada.

O jacu está ameaçado de extinção Foto: Diego Rosa
O jacu está ameaçado de extinção Foto: Diego Rosa

Como a região do Morro do Carvão, onde fica a empresa, é um dos poucos lugares de Área de Preservação situada na região central da cidade esse ambiente virou um lugar de moradia para espécies de aves nativas. Por causa da proximidade com a área urbana, é comum ver algumas aves circulando pelas ruas.

A gerente Marileia Deretti, disse que o casal de jacu costumava circular tranquilamente pelo pátio do Colégio São Luiz e eram constantemente apreciados por estarem sempre juntos na área central da cidade.

— Eu acho que a fêmea ficou totalmente perdida depois que o macho foi morto e ela entrou aqui,afirmou.

Depois que a ave foi capturada pelos funcionários da Javel, o Jacu foi colocado numa caixa de papelão grande e recebeu frutos para comer. Nesta quarta-feira, a gerente da concessionária ligou para o biólogo da prefeitura Ulisses Sebastian Sternheil para avisar sobre a situação do animal e o que poderia ser feito para evitar que a fêmea ficasse perdida. Ele foi até o local e recolheu a ave.

— Vamos esperar que ela se acalme, dar uma alimentação e depois recolocá-la de volta à mata, mas num local onde possa ter mais espécies semelhantes para que ela possa conviver novamente com mais aves. São animais que costumam andar em casal — explicou.

O biólogo lamentou a atitude da pessoa que atirou para matar o jacu macho e o deixou abandonado no mato. Ele revelou que essa espécie está ameaçada de extinção.

Fonte: A Notícia

​Read More
Notícias

Homem é preso com 40 aves em Jaraguá do Sul

A Polícia Civil de Jaraguá do Sul prendeu em flagrante um homem de 49 anos que estaria mantendo em cativeiro pássaros silvestres. A ação policial ocorreu depois de uma denúncia anônima. Na manhã desta terça-feira, os investigadores foram até a casa do denunciado, no bairro Barra do Rio Molha, e encontraram 40 gaiolas com aves de, pelo menos, dez espécies diferentes. Algumas eram raras na região, como o bico-de-pimenta e o cardeal. Também foram localizadas outras dezenas de gaiolas vazias e armadilhas que seriam usadas para capturar os pássaros.

Junto com o suspeito do crime os policiais encontraram uma espingarda calibre 36, uma arma de pressão e três revólveres, sendo que um deles de uso restrito à polícia do Texas nos Estados Unidos. A arma, calibre 357 Magnun, não pode ser usada no Brasil. Conforme os investigadores que atenderam a ocorrência, o homem não possuía autorização para a posse desses armamentos. Além das armas foram encontradas diversas munições.

O delegado Bruno Effori revelou que a pessoa detida vai responder pelo crime ambiental por manter em espécies silvestres em cativeiro, além de posse ilegal de armas. Ele disse que o suspeito capturava os animais há algum tempo, sem precisar o período exato.

O delegado também está investigando se o acusado comerciava os pássaros. O homem preso teria alegado que apenas pegava as aves para guardar em casa. Até o fechamento da edição ele continuava detido na delegacia. As aves não serão colocadas de volta na mata porque estariam acostumadas com o ambiente fechado. Elas deverão ser levadas ou para o Jardim Botânico de Joinville e no zoológico de Pomerode onde serem cuidadas e avaliadas sobre as condições para o retorno à natureza.

PENALIDADES

Pelo crime ambiental, o suspeito deverá ser condenado com uma pena de multa ou prestação de serviços comunitários. Já pela posse ilegal de armas, a pena mínima é de cinco anos.

Fonte: ClicRBS

​Read More