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“Artista” sem criatividade usa animais atropelados em suas obras

Por Lilian Regato Garrafa  (da Redação)

Mais um pseudoartista vem abusando de sua falta de criatividade para lançar a moda com uso de animais.

Desta vez o escocês criador de chapéus femininos James Faulkner, não se contentando em decorar suas invenções com plumas de aves ou peles de animais tirados da forma tradicionalmente cruel, resolveu fazer “arte” com animais atropelados.

Segundo o jornal britânico Daily Telegraph, James utiliza como matéria-prima animais mortos, em especial vítimas de atropelamento, encontradas em rodovias. São utilizados coelhos, pombos, raposas, entre outros.

Em maio, haverá uma exposição em Edimburgo (capital da Escócia) de 36 chapéus com tais características. “Pode soar sinistro, mas gosto de fazer algo belo a partir de uma coisa horrível ou nojenta”, diz o escocês, que deu início a sua produção macabra quando uma amiga lhe pediu um chapéu para usar no próprio casamento. Sem nenhuma ideia ou capacidade para criação, Faulkner, ao encontrar um corvo morto à beira da estrada, cortou as asas do cadáver da ave e enfeitou o chapéu da amiga.

Faulkner e a modelo Anna Freemantle fazendo pose com a raposa na cabeça (Foto: Reprodução/Daily Telegraph)

É lamentável ver a cada vez maior banalização do uso de animais, que são desrespeitosamente tratados como coisas, servindo para adornar a falta de cérebro de dondocas, que aliam a própria vontade de se destacar de alguma forma ao mau gosto à custa da falta de criatividade do “artista”.

 

 

 

 

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