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Cachorros com desnutrição são resgatados de casa em Itamaracá

Após gerada a comoção pelas redes sociais para libertar e cuidar de dois cães presos em uma casa em Itamaracá, duas voluntárias tiveram a iniciativa de telefonar para a proprietária do imóvel e negociar a retirada dos animais. O resgate foi feito na manhã desta terça-feira (19) pela veterinária Taysa Porto e pela colega Sofia Berestein.

Animais estão sem alimento em Itamaracá. (Foto: Facebook/Reprodução)
Animais estão sem alimento em Itamaracá. (Foto: Facebook/Reprodução)

O cachorro em situação mais crítica, chamado Holyfield, foi levado para a clínica veterinária Saúde Animal, no bairro de Boa Viagem, no Recife. Lá, o cão foi diagnosticado com desnutrição.

Após a consulta, o animal foi encaminhado para a casa de Taysa, que se ofereceu para cuidar dele. De acordo com Taysa e Sofia, a tutora do cachorro não teria condições de tratá-lo.

A história de abandono e maus-tratos de Holyfield e de seu colega Falcon foi denunciada pelo Facebook pela organização não-governamental Diretos dos Animais. Os animais estavam trancados em uma casa. No portão do imóvel, colocado à venda, uma placa pede para que as pessoas não alimentem os cachorros. Visivelmente desnutridos, os cães corriam o risco de morrer de fome.

Placa no portão da casa adverte para que os cães não sejam alimentados. (Foto: Facebook/Reprodução)
Placa no portão da casa adverte para que os cães não sejam alimentados. (Foto: Facebook/Reprodução)

Pelo Facebook, o caso ganhou repercussão depois que o internauta Gladstone Ferreira do Nascimento testemunhou o caso. “Ao chegar para passar meu fim de semana na nossa casa de veraneio, me deparei com esse absurdo: acredito que esses cães foram abandonados. Eles estão sem agua e sem comida, ao que parece, há muito tempo! Fizemos o que pudemos para alimentar os bichos, mas tivemos que retornar. A casa encontra-se fechada, e os cães, apesar de estarem nesse abandono, ainda estão de guarda. (quem tem um cão, sabe o que é a fidelidade canina)”, relata Gladstone.

Fonte: Diário de Pernambuco

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Ceará terá centro para mamíferos

Diogo foi o último peixe-boi tratado pelo centro de Iparana.Foto Iana Soares

Os peixes-boi encalhados nas praias do litoral leste cearense, que atualmente são reabilitados em Itamaracá (PE), não precisarão mais ser transportados até lá. O Ceará ganhará, em 2011, o novo Centro de Reabilitação de Mamíferos Marinhos. O prédio será construído na Colônia Ecológica do Serviço Social do Comércio (Sesc), na praia de Iparana, em Caucaia. Desde 2001, no local, já existe um centro de reabilitação que trata peixes-boi, golfinhos, botos e baleias. Além de cuidar de animais encalhados no Ceará, o centro recebe mamíferos marinhos encontrados no litoral oeste do Rio Grande do Norte.

O novo prédio terá estrutura adequada para completa reabilitação dos peixes-boi. Conforme explicou a bióloga Ana Carolina Meirelles, coordenadora do Programa de Mamíferos Marinhos da Aquasis, ONG responsável pelo centro de Iparana, atualmente os animais são resgatados, passam alguns dias em tratamento e, quando estão prontos para viajar, são transferidos para o Centro Mamíferos Aquáticos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Itamaracá. Lá permanecem por três ou quatro anos e, depois desse período, retornam ao mar.

“A grande vantagem do centro aqui é que eles vão poder ser soltos no local de origem. Hoje eles são soltos lá, porque, como já estão maiores, fica complicado trazê-los de volta”, frisou. Com o novo espaço, a atual capacidade de tratar dois animais de uma vez só, passará para nove. “O lugar terá tanques, cozinha apropriada, ambulatório”, enumera. O novo centro é um projeto da Aquasis em parceria com Sesc, com patrocínio da Petrobras Ambiental.

Neste ano, cinco peixes-boi foram resgatados pelo centro de Iparana. De acordo com Ana Carolina Meirelles, a maioria deles é filhote. Em alguns casos, isso ocorre porque a fêmea abandona o filhote. Mas o principal motivo de encalhe de peixes-boi é a degradação do habitat de reprodução dos animais, segundo a bióloga. “No mar, é bem mais difícil do filhote, que não sabe nadar direito, se adaptar”.

O último peixe-boi tratado pelo centro de Iparana foi para Itamaracá ontem. Ele foi batizado de Diogo, por ter sido encontrado na praia de Diogo Lopes (RN). Segundo Ana Carolina, o filhote, que pesa 30 quilos e tem 1,20 metro, estava sendo cuidado pela equipe da Aquasis desde o dia 16. Após passar por exames clínicos, análise do sangue e das fezes, ele foi transferido para Pernambuco.

O Ceará é recordista nacional de encalhes de peixes-boi, principalmente filhotes. O Estado é responsável por 50% dos encalhes desses mamíferos marinhos, que estão ameaçados de extinção, de acordo com o Centro de Mamíferos Aquáticos/Ibama em Itamaracá (PE).

Diogo
Nos dias em que ficou no Ceará, Diogo foi alimentado com leite de soja e vitaminas.

O peixe-boi foi transportado em um avião da Casa Civil do Governo do Estado. Foram duas horas de voo até Recife e mais uma hora e meia de carro até Itamaracá.

Ele foi levado em um colchão. Para não ressecar e facilitar a respiração, um óleo mineral foi passado na pele do peixe-boi. Durante a viagem, molhavam também os olhos e o nariz do animal.

Fonte: O Povo

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Tartaruga marinha é encontrada morta no litoral de Itamaracá (PE)

Uma tartaruga marinha pesando cerca de 100 quilos foi encontrada morta, na manhã desta sexta-feira (8), na praia de Itamaracá, litoral norte de Pernambuco.

O animal, que estava em avançado estado de decomposição, tinha 82 centímetros de comprimento e foi encontrado com pedaços de rede enroscados no pescoço e nas barbatanas por um morador da ilha.

O corpo da espécime foi recolhido por uma equipe da NAV Oceanografia Ambiental, empresa licenciada pelo Ibama, que faz o monitoramento de tartarugas marinhas em Itamaracá.

De acordo com o diretor da NAV Oceanografia Ambiental, André Machado, a tartaruga era do sexo feminino e considerada adulta. “Possivelmente ela morreu afogada ao se enroscar nessa rede de pesca”, comentou. O animal era da espécie Chelonia mydas, conhecida como tartaruga-verde, bastante comum no litoral pernambucano.

Fonte: PE360graus

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Tartaruga marinha é encontrada ferida na praia do Janga (PE)

Uma tartaruga verde com aproximadamente 1,5 m de comprimento e pesando 150 kg, da espécie Chelonia mydas, foi encontrada na Praia do Janga, em Paulista, na Região Metropolitana do Recife (PE), na manhã desta quinta-feira (22). Moradores avistaram o animal agonizando por volta das 5h, trouxeram para a beira da praia e acionaram a polícia.

Foto: Fábio Mendes/ Rádio Jornal
Foto: Fábio Mendes/ Rádio Jornal

Os moradores colocaram a tartaruga dentro de uma viatura da polícia, que levou o animal ainda vivo para o Centro de Preservação do Peixe Boi, na Ilha de Itamaracá, no Grande Recife.

De acordo com o responsável pelo Centro de Reabilitação de Animais Silvestres do Centro Mamífero Aquático (CMA), o médico-veterinário Maurício Andrade, o animal apresentava ferimentos no casco e aparentava afogamento. “Provavelmente ela ficou presa numa rede de pesca e acabou se afogando e ficando fraca”, disse. O médico-veterinário afirmou que o animal será transferido para uma instituição vinculada ao Projeto Tamar, na Paraíba.

Moradores de Pau Amarelo, em Paulista, também resgataram, nesta manhã, uma outra tartaruga marinha, mas ela já estava morta.

Fonte: JC Online

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