Histórias Felizes, Notícias

Bezerrinha cega e pit bull resgatado se tornam os melhores amigos em abrigo

Foto: Saving Grace Animal Society
Foto: Saving Grace Animal Society

Os inúmeros exemplos de amor incondicional, dedicação e amizade que os animais devotam aos seres humanos não são restritos só a seus tutores. Entre eles, mesmo de espécies diferentes, não são raros os exemplos de compaixão e altruísmo.

E curiosamente, às vezes as amizades mais improváveis são as mais fortes, e não há prova melhor de que esta afirmação é verdadeira do que no caso de Heaven e Sweetpea.

O bezerrinho cego de dois meses de idade e o pit bull resgatado tornaram-se os melhores amigos desde que Heaven chegou ao abrigo da Saving Grace Animal Society em Alberta, no Canadá.

Foto: Saving Grace Animal Society
Foto: Saving Grace Animal Society

Resgatado de uma fazenda leiteira de criação em escala industrial, o bezerrinho sofrido no começo morria de medo de se misturar com o resto dos animais da fazenda e, em vez disso, vivia isolado em um pequeno cercado no jardim dos fundos.

Erin Deems, diretora executiva do centro de resgate de animais, conta que Sweetpea, que foi resgatado de um ringue de luta de cães, imediatamente fez Heaven se sentir em casa.

“Eles se aproximaram, se tocaram e imediatamente se uniram, como se tivessem silenciosamente se compreendido”, disse Erin à CBC News.

Foto: Saving Grace Animal Society
Foto: Saving Grace Animal Society

“Sweetpea levou-a imediatamente consigo pela fazenda e mostrou-lhe as cordas, como muitas vezes ela faz com os cães que resgatamos que precisam de atenção médica extra”, explicou Erin.

“Ela meio que tem como missão se agarrar a eles (os cães novatos) e mostrar-lhes o caminho da cura”.

Aparentemente, a dupla agora é inseparável e um de seus hobbies favoritos é tomar sol junto. Muito fofo.

“Eles realmente adoram tomar sol”, disse Erin, acrescentando: “Sweetpea realmente adora acariciar Heaven, então ela está sempre lambendo seu rosto e limpando-a o máximo que pode. Elas realmente gostam da companhia uma da outra”.

Foto: Saving Grace Animal Society
Foto: Saving Grace Animal Society

A dupla está derretendo os corações das pessoas com a amizade que as une desde que se conheceram no abrigo.

“O amor não conhece fronteiras de espécies”, disse Erin. “Quando dois animais podem se unir assim, é muito emocionante”.

E parece que será um final feliz para a dupla, que ficará no abrigo pelo resto de suas vidas.

“Ambos vão viver o resto de seus dias em seu santuário para que possam continuar sua amizade pelo tempo que acharem melhor”, disse Erin.

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Destaques, Notícias

Elefanta explorada em zoo vive isolada há quase 30 anos

Sunny é um exemplo de como a vida dos animais selvagens que são mantidos em cativeiro é miserável. A elefanta vive completamente sozinha há 29 anos no Nomi Ishikawa Zoo, no Japão, em uma pequena cela de concreto e nunca teve contato com outros companheiros de sua espécie.

Foto: Reprodução, One Green Planet

Quando está frio e há neve, Sunny passa a maior parte de seus dias trancada em sua minúscula cela. Segundo uma petição do Care2, ela tenta desesperadamente encontrar uma maneira para lidar com o tédio, a solidão e a frustração.

A elefanta não tem nada para ver e tenta se entreter explorando as paredes da cela.  Tristes evidências comprovam isso: marcas escuras em todas as paredes, até onde sua tromba consegue chegar, feitas continuamente durante 29 anos.

Esta situação é completamente contrária à natureza de um elefante. Em seu habitat natural, Sunny desconhecia o significado dos limites físicos do espaço. Os elefantes são criaturas altamente inteligentes e sociais. Em liberdade, Sunny faria parte de uma família, teria contato frequente com outros animais e exploraria vastos territórios. O que ela está experimentando agora é uma vida de confinamento solitário.

De acordo com o One Green Planet, a organização Elephants in Japan e o grupo de animais selvagens Zoocheck têm lutado para ajudar Sunny e outros elefantes solitários confinados no Japão, mas eles precisam da ajuda do público para poder resgatar animais.

“Quanto mais vozes pudermos adicionar a essa causa, mais poder teremos para abordar nossos objetivos e exigir mudanças. No Japão, isso está pressionando para que o governo e outras autoridades relevantes criem uma legislação que estabeleça padrões mais altos de moradia e cuidados com elefantes em cativeiro, incluindo a proibição da manutenção de animais altamente sociais, como elefantes, em isolamento social”, diz a petição criada pelas organizações.

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Elefanta é mantida isolada em cativeiro por mais de 15 anos

Apesar disso, uma elefanta chamada Anne é mantida isolada e sofre silenciosamente há 16 anos.

Foto: Visual Hunt

Por isso, ativistas têm lutado para transferi-la para um santuário onde ela poderá finalmente desfrutar da companhia de sua espécie.

De acordo com uma petição do Care2, Anne foi resgatada do circo Bobby Robert em 2011. Ela foi temporariamente levada para o Longleat Safari e Adventure Park. Isso foi feito para que ela se fortalecesse antes de ser introduzida em um santuário com outros elefantes.

Foto: Care2

Porém, existem dois problemas. A medida temporária tornou-se permanente e, em segundo lugar, ela vive sozinha e sem qualquer interação social, que é fundamental na vida dos elefantes, reportou o One Green Planet.

A petição está pedindo que as pessoas pressionem o Longleat a permitir a transferência de Anne para o Elephant Haven na França para que ela possa fazer novos amigos elefantes. Anne não pode falar por si mesma, e há mais de 16 anos espera ter a vida que merece.

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Elefanta Happy é mantida em cativeiro há 40 anos
Destaques, Notícias

Elefanta isolada há 40 anos em zoo entra em depressão profunda

O Bronx Zoo (EUA), que mantém a elefanta aprisionada há 40 anos desde que ela era um bebê, pode tornar sua vida um pouco melhor, mas se recusa a fazer isso.

Elefanta Happy é mantida em cativeiro há 40 anos
Foto: Reprodução/Care2

Happy tem 45 anos e não sabe o que é a liberdade desde que era um bebê na Tailândia em 1971, quando foi sequestrada da natureza, juntamente com outros seis filhotes, que receberam os nomes dos sete anões.

Ela e um bebê chamado Grumpy (Zangado) foram levados para zoológicos no Havaí e na Flórida antes de serem explorados pelo Bronx Zoo, em Nova York, em 1977.

Eles permaneceram como companheiros frequentes e eram a única fonte de conforto e esperança um do outro até 2002, quando Grumpy morreu devido a lesões sofridas após um ataque de outros elefantes no zoo.

Pouco tempo depois, o local colocou Happy com um novo companheiro chamado Sammy, mas o elefante morreu de doença hepática após quatro anos e ela voltou a ficar sozinha.

Como Grumpy, Happy foi cada vez mais atacada pelos outros elefantes e sofreu múltiplos ferimentos. Ela foi isolada – o que é fisicamente e emocionalmente doloroso para esses animais que estão acostumados a viver rodeados por suas famílias.

Da mesma forma que Sammy, ela já teve várias doenças sob os cuidados do zoológico, o que é muito comum entre os elefantes mantidos em cativeiro.

Ao contrário de Grumpy e Sammy, no entanto, a elefanta provou ser uma verdadeira sobrevivente. Porém, viver isolada há mais de uma década certamente teve tristes consequências.

Segundo o One Green Planet, a maioria dos animais em cativeiro sente um estresse extremo que afeta seu bem-estar mental e, muitas vezes, desencadeia a zoochosis, que se caracteriza por caminhadas e cuidados repetitivos e até mesmo a automutilação.

Esses comportamentos são observados em aproximadamente dois terços dos elefantes em cativeiro, por isso não é uma surpresa que Happy lide com essas frustrações diariamente.

Além disso, Happy também precisa conviver com uma profunda depressão agravada por sua solidão.

Como a primeira elefanta a demonstrar a autoconsciência em um espelho, Happy é muito consciente sobre sua situação, o que é mais uma prova da crueldade do Bronx Zoo ao decidir não libertá-la.

Há muitos anos, a organização In Defence of Animals colocou o local em sua lista dos 10 piores zoológicos para elefantes na América.

O zoológico finalmente aceitou o fato de que o cativeiro é terrível e, após a morte de Sammy, anunciou que fechará sua exposição de elefantes quando Happy e dois outros elefantes falecerem.

Lamentavelmente, resta o questionamento: por que forçar esses belos animais a passar seus últimos anos sofrendo dessa maneira especialmente quando o The Elephant Sanctuary, localizado no Tennessee, está mais do que disposto a oferecer a Happy a felicidade que ela merece?

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Elefanta Ramboline realizando um truque em circo
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Elefanta é mantida isolada durante décadas para realizar truques em circo

Uma elefanta africana chamada Ramboline tem suportado um grande sofrimento ao ser mantida isolada há 30 anos no circo Cirkus Trapeze, na Dinamarca.

Ramboline foi separada de sua mãe e obrigada a realizar truques no circo, onde é privada do seu habitat e afastada de todos os outros elefantes.

Elefanta Ramboline realizando um truque em circo
Foto: Reprodução, Care2

Uma petição colocada no Care2 revelou que o circo recebeu ordens para melhorar as condições de vida de Ramboline em 2015 e foi necessário um ano para obedecê-las.

Porém, a vida da elefanta não mudou muito: ela ainda está completamente sozinha, é explorada para aumentar os lucros do local e exibe sinais de extrema tristeza e estresse.

Há diversas evidências que provam que os elefantes pertencem à natureza e não devem viver em cativeiro. Nos circos, eles são obrigados a fazer truques não naturais que são tipicamente ensinados por meio de um treinamento violento, que deixa os animais famintos e usa bullhooks para espancá-los.

Muitos elefantes em cativeiro desenvolvem condições fatais de pés e artrite por serem mantidos em pisos de concreto duros ao invés da grama macia de seus habitats, revela a reportagem do One Green Planet.

Estes são apenas alguns exemplos das doenças que estes animais experimentam. Muitos circos famosos, como o Ringling Bros (que deve fechar no final de maio), reconheceram o sofrimento da espécie em cativeiro e parou de usá-la em seus shows.

A história de Ramboline é comovente e por isso a petição exige que ela passe o resto da vida em um santuário onde possa desfrutar da liberdade, socializar com outros elefantes e brincar na lama em um ambiente natural.

Assim como qualquer outro animal, a elefanta nunca deveria ser forçada a trabalhar em um circo que age apenas em nome do lucro.

Quando a demanda por este tipo de “entretenimento” deixar de existir, os circos não terão outra escolha senão acabar com o uso de animais em performances.

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Você é o Repórter

Cachorra encontrada isolada num matagal precisa de um adotante paciente

Regiane Barbosa
regiane.barbosa@arotubi.com.br

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Bela, porte grande/castrada, geniosa, pois vivia numa matagal, precisa muito de um lar que tenha espaço para correr e se exercitar e recuperar a confiança nas pessoas.

Quem adotar a Bela terá a missão de devolver a este ser a credibilidade de que o ser humano também pode ser amoroso, que o fato de ter sofrido e ter sido encontrada num matagal isolada de tudo e de todos pode ficar para trás, que seu destino pode ser diferente e que ainda existem pessoas comprometidas a dar a estes animais sentido e devolver a eles o significado do que é “amor incondicional”.

Dê uma chance a Bela ela precisa de você. Estamos em Curitiba (PR).

Contato Michele: (41) 3666-9904

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