As três gatinhas juntas
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Gatas oferecem conforto para filhote órfão abandonado

Um bom samaritano as avistou na sua varanda e imediatamente procurou ajuda.Elas choraram durante o caminho até o Cat House on the Kings, um centro de resgate em Parlier. As pobres gatinhas se abraçaram em busca de conforto.

Irmãs felinas
Foto: The Cat House On The Kings

 

O centro as colocou em lares temporários para que ficassem com um cuidador dedicado. Elas foram limpas, alimentadas e ganharam uma cama quente para dormir e muitos brinquedos. As duas irmãs se transformaram e foram nomeadas Georgia e Carolina.

Há apenas alguns dias, outra gatinha chegou ao centro depois que de ser salva do tráfego intenso. “Ela foi encontrada na estrada correndo o risco de ser atingida por um carro”, disse Harvie Schreiber da Cat House, do Kings, ao Love Meow.

As três gatinhas juntas
Foto: The Cat House On The Kings

Ela recebeu o nome de Alabama. A pequena ficou apavorada e não queria ficar sozinha. A equipe sabia que ela precisava de uma ou duas amigas. “Os gatinhos resgatados sempre melhoram quando têm irmãos ou amigos, pegamos a dupla e formamos um trio”, contou.

Karla Cortez, supervisora do centro, apresentou Alabama às duas irmãs. Ela ficou um pouco assustada com os rostos desconhecidos e silvou, mas logo foi conquistada pela amabilidade das irmãs.

As três gatinhas juntas
Foto: The Cat House On The Kings

A pequena gatinha, que estava prestes a silvar e a cuspir, passou a ronronar muito. As duas irmãs pareciam sentir que sua nova amiga precisava de amor e aninharam-se a ela.

“Elas a aceitaram, estão aconchegadas, dormindo e brincando juntas como se ela fosse sua própria irmã”, acrescentou Karla.

Alabama adora suas novas irmãs e não poderia estar mais feliz.

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Irmãs pedem ajuda do governador de São Paulo para proteção animal

Divulgação
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Na tarde da última quarta-feira, as irmãs Melissa (11 anos) e Yasmin Manha (9 anos), estiveram pessoalmente com o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin no Palácio dos Bandeirantes na capital paulista. As irmãs levaram uma carta escrita por cada uma, onde pediam a ajuda do governador para os animais de Atibaia (SP) e região. Na carta também pediram a proibição de experimentos em animais.

O encontro de Melissa e Yasmin ocorreu na sala das audiências do palácio, na ocasião da assinatura de convênios com municípios. Melissa que está no sexto ano e Yasmin do quarto, surpreenderam a cerimonia, onde Alckmin se dirigiu até elas e ouviu atentamente os pedidos. Na ocasião o governador recebeu as cartas das irmãs como ofício e solicitou ao seu ajudante de ordens que as cadastrasse e respondesse de maneira oficial.

O governador também elogiou a atitude de Melissa e Yasmin e disse aos presentes, que ali estava representado o futuro do Brasil.

O verso das cartas pedia o fim de testes em animais e a sanção do PL 706/2012 de autoria do deputado estadual Feliciano Filho, que restringe a utilização de animais em atividades de ensino do Estado de São Paulo, sem prejuízo de proibições e sanções previstas em outros dispositivos legais: Municipal, Estadual ou Federal, e dá outras providencias. O projeto está pronto para ser votado na Assembleia e então segue para sanção do governador.

Fonte: Jornal da Cidade

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Leoas exploradas em circo por 8 anos vivem felizes em santuário

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Born Free
Born Free

Sonja senta-se em seus pés traseiros sobre um banco vermelho. Atrás dela, um homem segura uma vara com um pedaço de carne. A leoa alcança a carne, balançando a pata enquanto tenta equilibrar-se. Após aprender esse “truque”, a leoa seria forçada a executá-lo indefinidamente em uma arena de circo em frente a centenas de pessoas.

Ela e sua irmã Maggie foram exploradas pela Zircus Las Vegas, uma empresa de circo alemã, por oito longos anos. Além do que pode ser visto em duas fotografias antigas, não se sabe muito sobre a vida das duas irmãs no local.

No entanto, Tricia Holford, coordenadora do programa de resgate da Fundação Born Free, tem motivos para acreditar que ambas viveram em condições terríveis: “Além de apresentações regulares, ficaram o resto do tempo confinadas em um trailer “.

Born Free
Born Free

As leoas poderiam ter continuado assim por anos, talvez pelo resto de suas vidas, se não fosse por uma lesão no rabo de Maggie.

“Maggie teve uma ferida infectada em seu rabo”,  disse Sil Janssen, fundador e presidente do Natuurhulpcentrum, um centro belga de resgate de animais selvagens.

“Quando o circo recebeu uma inspeção das autoridades alemãs, eles foram avisados para cuidar do rabo. O inspetor voltou para verificar, a ferida ainda era crítica e o responsável pelos animais recebeu uma última advertência”, adicionou.

Embora não se saiba o que causou a lesão, Holford disse que provavelmente teve algo a ver com seu recinto: “Às vezes, os rabos são machucados em portas quando felinos grandes são transferidos de seção em seção. Normalmente há uma abertura sob as divisões metálicas ou em quartos fechados de zoológico e, se um animal se inclina contra a divisão, seu rabo pode se machucar”.

Em maio de 2013, as autoridades alemãs retornaram para uma última inspeção, mas o rabo de Maggie não tinha melhorado.

Born Free
Born Free

As autoridades resgataram Maggie e Sonja, juntamente com dois tigres abusados pelo mesmo circo. Todos os quatro animais receberam abrigo em Natuurhulpcentrum e a atenção médica que lhes faltava há anos.

Além da lesão de Maggie, um dos tigres tinha problemas em suas pernas traseiras e todos os quatro animais estavam desnutridos. Maggie teve a ponta do rabo amputada, mas se recuperou rapidamente.

Ainda que Sonja e Maggie tenham recebido cuidados excelentes no Natuurhulpcentrum, todos os envolvidos em seu resgate pensaram que elas seriam mais felizes na África.

Cerca de um ano depois, o Natuurhulpcentrum e a Born Free uniram forças para transferir as irmãs para Shamwari, um santuário de felinos grandes dirigido pela Born Free na África do Sul.

A viagem foi longa. Sonja e Maggie tiveram de viajar por dois continentes, trens, aviões e caminhões para chegar até lá. Mas quando finalmente alcançaram seu destino, tudo valeu a pena.

Born Free
Born Free

No santuário, as duas irmãs podem passear ao redor de seus grandes recintos  e não se espera que façam nada além de agir como leoas. De acordo com Holford, Maggie e Sonja amam sua plataforma panorâmica.

Elas também adoram passar o tempo uma com a outra. “Quando chegaram pela primeira vez a Shamwari, Maggie levava comida para Sonja. Ela comia um pouco da porção e então quando Sonja olhava para ela, deixava essa porção para ela e pegava outra, então elas se alimentavam juntas”, relatou Holford ao The Dodo.

As irmãs até fizeram um novo amigo, um leão macho chamado Jerry, sido resgatado de um zoológico romeno. Desde a sua chegada, Maggie, Sonja e Jerry vivem felizes no mesmo recinto juntos.

“Apesar de não poderem ser liberados na natureza, eles vivem em um grande recinto natural em sua casa ancestral da África. Uma vida longe das condições deficientes e miseráveis que sofreram no circo”, disse Holford.

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Conheça as irmãs idosas que acolheram mil cães e gatos nos últimos 15 anos

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/Orphan Pet
Reprodução/Orphan Pet

Existem cerca de 70 milhões de cães e gatos abandonados nos EUA e apenas uma pequena parte deles irá para um santuário e um número ainda menor será adotado.

Oferecer um lar para os animais ajuda a reduzir a superlotação dos abrigos e abre espaço para outro animal ser salvo.

Às vezes, os abrigos procuram lares temporários para animais que estão doentes ou que são submetidos a tratamento para dirofilariose. Um lar temporário oferece um ambiente seguro e calmo para o animal curar. Seja qual for o caso, há uma certeza: isso salva vidas.

Katie e Marianna, as irmãs idosas do vídeo acima feito pela organização Orphan Pet, acolheram mais de mil cães e gatos nos últimos 15 anos. Sua jornada começou com apenas cães, principalmente filhotes, mas em 2009, elas abriram suas portas para gatos também. Uma vez que os animais estão prontos para serem adotados, a Orphan Pet os ajuda a encontrar um lar definitivo, segundo o One Green Planet.

Quando foram questionadas se sentem falta dos animais depois que são adotados permanentemente, Katie e Marianna disseram que é difícil vê-los partir. Porém, quando veem fotos que os mostram desfrutando de sua nova casa, elas sabem que valeu a pena.

Essas irmãs mais velhas são a prova de que todos nós podemos fazer a diferença. As pessoas podem ter um papel fundamental na vida de animais desabrigados ajudando-os também dessa forma: abrindo as portas de suas casas até que eles encontrem uma família que os acolha para sempre.

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Poodle surda e cega é guiada por suas irmãs e não perde a alegria de viver

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Scott Jordan
Foto: Scott Jordan

Em agosto, a cachorra Margaux, de 12 anos, teve os dois olhos removidos e seus tutores, Scott e Laura Jordan, descobriram que sua audição havia desaparecido.

A alegre cachorra tem uma inflamação difusa pyogranulomatous, uma doença autoimune que começou a atacar seu corpo, começando por sua pata. Essa parte do seu corpo melhorou, mas a doença afetou seus olhos.

O veterinário recomendou que um olho fosse removido e, pouco tempo depois, o mesmo ocorreu com o outro olho. No dia 14 do mesmo mês, foi determinado que ela estava surda.

Root for Poode Margaux, Facebook
Root for Poode Margaux, Facebook

“Nós não sabíamos o que fazer no início. Ela tem 12 anos e teve uma ótima vida. Mas minha esposa e eu decidimos que ela merecia uma chance de continuar, contanto que tivesse alguma qualidade de vida. Percebemos que isso daria muito trabalho”,  Scott escreveu no Facebook.

Apesar de muitas pessoas lhes dizerem que Margaux deveria ter sua morte induzida, o casal de Idaho (EUA) – que também cuida dos poodles Chloe, Susie e Rhonda – decidiu que enquanto Margaux “ainda estivesse comendo e mostrasse seu grande sorriso, nós continuaríamos cuidando dela”.

Root for Poode Margaux, Facebook
Root for Poode Margaux, Facebook

“Tem sido uma jornada incrível vê-la se adaptar ao seu novo mundo e, o melhor, começar a florescer nele. Começamos um grupo no Facebook para contar sobre ela e ficamos espantados ao ver quantas vidas a história de Margaux afetou”,  disseram os Jordans ao portal People pets.

Os tutores começaram a levar Margaux em caminhadas guiadas e foi aí que suas irmãs fizeram a sua parte para auxiliá-la também. Elas se tornaram suas “irmãs com olhos”. É maravilhoso observar  uma experiência mudar vidas de maneira positiva.

“Ela está me inspirando e me fazendo desacelerar um pouco e me dedicar às suas necessidades. Minha esposa e eu não temos filhos, mas temos quatro poodles, Chloe, Margaux, Susie e Rhonda, que são como se fossem nossos filhos”, afirmou Scott.

É possível acompanhar a jornada de Margaux pela sua página no Facebook.

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Destaques, Notícias

Elefanta explorada por 53 anos em circo é resgatada e reencontra suas irmãs

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Reprodução/WildlifeS.O.S
Reprodução/WildlifeS.O.S

Uma ambulância chegou ao centro de resgate S.O.S Vida Selvagem com uma paciente preciosa: a elefanta Rhea, explorada por um circo e que , após uma longa jornada, finalmente está em casa.

Por 53 anos, Rhea foi torturada por funcionários do circo, mas agora ela dá seus primeiros passos em direção à liberdade e ao encontro com suas irmãs, que também sofriam maus tratos no mesmo local, informa o The Dodo.

Em novembro de 2015, o grupo S.O.S Vida Selvagem já havia resgatado suas irmãs, Mia e Sita, e planejava o reencontro das três elefantas.

Rhea permaneceu meses sem saber se iria se reunir com Mia e Sita e, quando elas se reencontraram, foi como se as duas estivessem esperando por ela.

Reprodução/WildlifeS.O.S
Reprodução/WildlifeS.O.S

O laço que as três construíram, durante tanto tempo de cativeiro, nunca foi quebrado e parece que elas nunca foram separadas.

Rhea irá passar o resto de sua vida como um elefante deveria, comendo bananas e construindo vínculos afetivos. E o mais importante de tudo: com a companhia de suas irmãs que a amam.

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Você é o Repórter

Lindas irmãs cadelinhas aguardam um lar carinhoso em São Paulo

Vilma Alcantara
vi.alcantara01@hotmail.com

Foto: Divulgação

Estas duas irmãs estão para adoção e vieram do abrigo de cães da Cidinha. Bia (carinha preta e orelhudinha) e Bruna (com mancha branca no rosto) têm quatro meses. Estão castradas e vermifugadas. Não ficaram grandes e nem pequenas, elas terão tamanho ideal tanto para casa ou apartamento. Hoje elas estão num lar temporário em São Paulo. Vamos ajudá-las a encontrar um lar? Conto com a divulgação de vocês.

Contatos: Abrigo da Cidinha – abrigocidinha@hotmail.com / Vilma – vi.alcantara01@hotmail.com ou Ká ka_mendes@hotmail.com

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Você é o Repórter

Cadelas filhotes vivem em casa que será demolida, em São Bernardo (SP)

Ana Paula
pauleka_bio@hotmail.com

Foto: Divulgação

Essa é uma menina de aproximadamente 6 meses, dócil, brincalhona, será entregue castrada e vacinada, precisa ser adotada urgentemente, pois a casa onde está vivendo em São Bernardo do Campo (SP) será demolida para a construção de uma estrada e não terá onde ficar.

Foto: Divulgação

Essa pequenona é irmã da branquinha, ela é menor que a irmãzinha, é uma menina que adora um carinho e  uma brincadeira. Será entregue vacinada e castrada, também precisa encontrar uma família que lhe de muito carinho e amor.

Contato: Janaina (11) 9674-6774

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Você é o Repórter

Três cachorrinhas filhotes foram abandonadas numa caixinha em rua de SP

Lincoln Teshima
lincolndogrescuer@gmail.com 

Três lindas cachorrinhas cinzas foram abandonadas em frente a uma clínica. Puseram a caixinha do outro lado e populares levaram para uma rua, para cuidar das meninas. Infelizmente elas saem para a rua e uma das peludinhas acabou morrendo atropelada. Precisamos de muita ajuda para estas meninas. 

 

Precisamos de muita ajuda para estas meninas.

 
Quem puder adotá-las ou ajudar de alguma forma, entre em contato com o Sr. Jhony pelo telefone (11) 3536-9359. 

 

 
 

  

 

 

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Você é o Repórter

Três filhotinhas de cachorro estão para adoção em SP

Sonia Regina Souza Dintof
soniadintof@yahoo.com.br

Essas meninas de porte médio estão com quase 3 meses.

Duas das três irmãzinhas (Foto: Por Divulgação)
A irmãzinha que faltava (Foto: Por Divulgação)

Já estão vermifugadas e a castração já está agendada para final de novembro, logo que tomarem a vacina V 10.

O porte das três é de pequeno para médio, no máximo.

A mãe pesa cerca de 6kg.

São extremamente meigas e carinhosas. Foram feitas para você, que procura uma companheira, ou três.

Contato:
(11)9645-2920

Dê uma oportunidade a elas.

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Artigos

Nossas irmãs fluídas, as águas

Todos sabemos da importância da água para a vida no planeta; sabemos também que a água potável está se tornando escassa; mas será que a valorizamos verdadeiramente?

Além de precisarmos dela para matar a sede e para cozinhar, ela faz todo o trabalho de limpeza física e energética em nossa vida, lavando tudo que está sujo. Não somos nós que lavamos, pois, sem ela, de nada adiantaria ficarmos diante da pia, do tanque ou do chuveiro. Mesmo assim, a percepção da limpeza que ela nos proporciona em geral só acontece quando ela nos falta. Quanta ingratidão!

Alguém consegue imaginar a Terra sem rios e mares? Sem lagos, cachoeiras, regatos,… no entanto, quantos de nós lembramos de sentir gratidão, respeito, amor? Quantos de nós apadrinhamos um regato, um riacho, um pedaço de praia e zelamos pela sua limpeza? Certamente notamos facilmente a sujeira e a criticamos. Reclamar é tão fácil quanto inútil. Imagino como deve sentir-se impotente nossa irmã água, ao receber sobre si, continuamente, lixo e dejetos, sem poder evitar.

Quando capto as águas usadas na pia da cozinha, nos bebedouros dos meus bichos e as reutilizo na limpeza do piso do quintal ou oferecendo às plantas, quando me policio para não abrir muito uma torneira e nem por muito tempo, lembro-me sempre dos povos do continente africano, talvez um dos povos mais sofridos pela falta de água. Resignam-se a andar horas para conseguir, num balde, algo que às vezes mais parece lama líquida. Os animais, principais vítimas da inconsequência humana, chegam a caminhar quilômetros procurando beber algo que os ajude a sobreviver.

Pensando nessa realidade, fica muito fácil valorizar e poupar cada gota. Fica muito fácil sentir infinita gratidão embaixo do chuveiro, sentir gratidão por ter água limpa e fresca para meus animais; fica fácil sentir alegria a cada copo desse essencial e precioso líquido. Que bênção!

Lavar a louça e a roupa, sob esse olhar, torna-se um ritual de purificação e aprendizado, em comunhão com nossa irmã fluída – que toma a forma que a contém, sem nunca se deixar comprimir…

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