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Filhote de elefante é salvo pela irmã após ficar preso em poça de lama

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

Um bebê elefante, desajeitado e brincalhão, precisou de uma pequena ajuda de sua irmã mais velha e sua tromba depois de ficar preso em uma poça de lama.

O filhote tenta se levantar usando as patas dianteiras depois de chafurdar na lama em um enorme poço de lama no Parque Nacional Kruger, na África do Sul, na segunda-feira.

Ele parece receber ajuda de um elefante adulto, mas acaba caindo no funda do poço.

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

O bebê afunda, escorrega e se contorce na lama, aparentemente tentando chamar a atenção de outro elefante.

Sua irmã mais velha então, vê que que ele está lutando para se levantar, e embora ela hesite por um momento, caminha lentamente na direção dele para ajudá-lo.

A elefanta mais velha usa sua tromba para dar ao irmão algo estável em que se apoiar enquanto ele sai da poça escorregadia.

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

Ele consegue subir em terra firme depois disso e rapidamente alcança a mãe que já está à frente no rebanho.

Edrich Schafer, que captou o momento, disse: “Encontramos uma manada de elefantes ao lado de um bebedouro e decidimos passar algum tempo observando essas incríveis criaturas em um momento de diversão em família”.

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

“Um bebê elefante em especial roubou a cena. Percebemos o bebê do sexo masculino deitado na lama, parecendo querer se levantar depois de se lambuzar na lama e cair.

Enquanto sentia pena do pequeno elefante, não pude deixar de achar engraçado ao mesmo tempo.

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

A jovem fêmea era uma das muitas irmãs do bebê elefante no rebanho e começou a retroceder lentamente até se posicionar para ajudá-lo a sair da “encrenca” em que o pequeno havia se metido.

“Quando o bebê elefante finalmente saiu da poça de lama, foi adorável vê-lo correndo de volta diretamente para sua mãe, parecendo muito aliviado”, disse Schafer.

Foto: Newsflare/Emotions of África
Foto: Newsflare/Emotions of África

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Filhote de cachorro desce as escadas com três patas copiando o irmão mais velho

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Depois de perder a perna em agosto devido a algumas complicações de saúde que se prolongaram, Bowie, de 2 anos, teve que reaprender a fazer praticamente tudo. Com a ajuda de sua família, ele descobriu novas maneiras, com um pequeno ajuste, de fazer coisas mais comuns do dia a dia, incluindo subir e descer as escadas.

Desde que perdeu sua pata traseira, Bowie se encosta na parede e salta um pouco ao descer as escadas, a fim de facilitar o processo de descida – e, como ele repetiu esse processo várias e várias vezes, sua irmãzinha assistia a tudo.

Bowie | Foto: Karisa Maxwell
Bowie | Foto: Karisa Maxwell

Quando Zeppelin se juntou a sua família em janeiro, Bowie já estava acostumado a viver com três pernas e, claro, imediatamente ela se tornou uma melhor amiga e ele o modelo para sua nova irmãzinha mais nova. Os dois se tornaram inseparáveis desde o começo, e por isso não é surpresa que Zeppelin tenha aprendido como ser um cachorro com seu irmão mais velho Bowie.

Eles estão sempre se aconchegando um no outro ou brincando juntos, mesmo quando há outros cachorros por perto”, disse a mãe dos irmãozinhos, Karisa Maxwell, ao The Dodo.

“Estávamos nervosos e temíamos que Bowie tivesse medo de brincar com ela quando ela ficou maior do que ele, mas ela é tão gentil com Bowie, brinca no ritmo dele, sem força-lo e protege-o sempre.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

A medida que Zeppelin ficou maior, parecia que ela queria mais e mais ser como seu irmão mais velho – e um dia, seus pais notaram algo absolutamente adorável sobre a maneira como ela desce as escadas.

“Zeppy sempre descia as escadas desse jeito, mas quando ela era pequena, nós pensamos que era porque suas pernas não eram longas o suficiente”, disse Maxwell.

“Mas quando ela ficou maior, notamos que ela se encosta na parede como Bowie e mantém as pernas juntas.”

Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell
Bowie e Zeppelin | Foto: Karisa Maxwell

Como o Zeppelin tira todas as suas dicas de Bowie, ela agora desce as escadas como se tivesse apenas três pernas, assim como seu amado irmão mais velho.

Enquanto seus pais tentam mostrar a ela que ela não precisa descer as escadas dessa maneira, Zeppelin não parece se importar com isso, e continua a descer as escadas exatamente do mesmo jeito que Bowie faz, porque não importa o quê ou como, ela sempre quer ser como ele.

“Essa é a única maneira que ela sabe”, disse Maxwell. “Nós tentamos fazê-la andar um pé na frente do outro, mas ela apenas olha para todos nós confusa e continua a pular”.

Zeppelin ama tanto seu irmão mais velho Bowie mais do que qualquer coisa no mundo. Para ela, nunca importará que ele tenha apenas três pernas. Ele é o favorito dela e, como ela continua a crescer, não há dúvida de que ela continuará sempre tentando ser exatamente como ele.

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A expressão zangada desse gato está fazendo dele uma estrela da internet

Foto: LouisandMonae/Instagram
Foto: LouisandMonae/Instagram

A expressão de raiva e braveza do gato Louis engana muita gente, mas é tudo só aparência pois ele é um amor em todos os aspectos.

O gato persa de 6 anos de idade, que ostenta uma carranca permanente desde que era um gatinho filhote, está ganhando fama no Instagram graças à sua expressão zangada.

E enquanto nunca poderia haver outro “Grumpy Cat”, isso não impediu que os fãs o chamassem exatamente desso nome.

A expressão de Louis, com boca virada para baixo e os grandes olhos amarelos apertados, que ele tende a piscar frequentemente, fazem com que o gato pareça um “velho mal-humorado”, de acordo com sua mãe, Michelle Alexis. Mas quando se trata da personalidade de Louis, a aparência pode ser enganadora.

“Louis é agora chamado de o novo “Grumpy Cat”, falecido em maio último, disse Alexis ao LADbible. “Mas ele é realmente muito doce, feliz e brincalhão”.

Foto: LouisandMonae/Instagram
Foto: LouisandMonae/Instagram

“Ele adora se aconchegar na gente e esfregar a cabeça; ele persegue lasers e brinca com seus brinquedos o dia todo”, acrescenta ela.

Alexis é frequentemente questionada se a expressão dramática de Louis é o resultado de uma deformidade genética. No entanto, nariz arrebitado de Louis e bochechas rechonchudas são apenas como ele é mesmo.

Seu longo e esvoaçante pelo precisa de uma boa quantidade de escovação diária e o ocasional “corte de leão”. Mas ele tem um guarda-roupa cheio de suéteres e camisas para mantê-lo quente e confortável quando seu pelo está mais curto.

Foto: LouisandMonae/Instagram
Foto: LouisandMonae/Instagram

Louis mora com sua mãe em Austin, Texas (EUA), e gosta de sair em aventuras ao ar livre e brincar com sua irmã, Monae.

No entanto, quando Monae se juntou à família em 2015, a gatinha resgatada da ONG Austin Pets Alive atormentou seu irmão mais velho.

Felizmente, os dois cresceram e se tornaram os melhores amigos, felizes em ficar juntos no pé da cama de sua mãe ou se unir para pedir guloseimas. “Ela até provoca e aborrece ele”, disse Alexis, “mas na verdade ela o ama”.

Louis atualmente tem mais de 4 mil seguidores no Instagram e está a caminho de se tornar uma sensação na Internet (quer esteja satisfeito com isso ou não).

O Grumpy Cat nunca poderá ser substituído, mas talvez Louis e seu rosto peculiarmente furioso possam ajudar a preencher o vazio deixado por ele.

Como Louis diz em um post no Instagram: “Deixe-me tranquilizá-lo. Estou muito longe de ser mau-humorado, mas pode me chamar assim se quiser”.

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Cadela cega supera o medo com a ajuda de irmã com necessidades especiais

Felizmente, a mulher e seu noivo rapidamente concordaram em receber a cadela especial em sua família.

“Nós estávamos procurando um cão com necessidades especiais para adotar porque tenho experiência veterinária e principalmente trabalhamos em casa, o que nos dá a oportunidade de lhe dar toda a atenção”, afirmou Alexa Fiala, tutora de Dunder, ao The Dodo.

Foto: Instagram/dunderthedog

 

Quando Dunder chegou pela primeira vez a sua nova casa, ela estava muito tímida. Os tutores fizeram o possível para deixá-la confortável e mostrar-lhe que ela superaria qualquer coisa.

“O verdadeiro catalisador foi reconhecer que seus brinquedos precisavam ser audíveis. Conseguimos uma tonelada de brinquedos de gato e ela realmente floresceu”, acrescentou.

Foto: Instagram/dunderthedog

Dunder ainda lutava por descobrir as coisas às vezes e, em pouco tempo seus tutores perceberam o que faltava e decidiram adotar outra cadela especial.

Quando o criador que lhes apresentou a Dunder procurou o casal novamente para dizer que havia outra cadela com necessidades especiais que precisava de um lar, eles não hesitaram.

Darby tinha uma desordem chamada megaesófago, o que significa que seu esôfago era muito grande, gerando graves problemas alimentares. O casal não se incomodou e a recebeu em sua família, sem observar o quanto ela estava prestes a mudar a vida de Dunder.

“Adotar Darby foi a melhor coisa que poderíamos ter feito por ela. Dunder está sempre seguindo Darby”, disse Fiala.

Foto: Instagram/dunderthedog

Graças a Darby, Dunder agora confia totalmente no mundo. Quando elas andam juntas, Darby assume a liderança e ajuda a mostrar o caminho para Dunder. Quando encontram novas pessoas, Dunder segue a liderança de Darby para descobrir como deve agir.

Agora, é quase como se Dunder tivesse esquecido completamente que é cega ou como se realmente nunca soubesse. Suas lutas ficaram no passado porque ela tem Darby ao seu lado

Dunder ama Darby e Darby sente o mesmo por ela. Com a ajuda uma d outra, elas têm a confiança de que precisam para superar suas deficiências.

“Eu encorajo as pessoas a dar um salto, serem ousadas como Dun e pensar em adotar um cão com deficiência. Nunca tive uma experiência mais gratificante na minha vida”, concluiu Fiala.

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Cachorra aprende a superar o medo depois de reencontro comovente com a irmã

Dois dos cães foram adotados pela mesma família, enquanto Venti Mocha e sua irmã, Penny, foram para duas casas diferentes e começaram suas novas e incríveis vidas.

Foto: Nicholas Beccar

“Venti é cheia de energia e ama brincar. Ela mastiga tudo e é o animal mais curioso que já vi. Porém, quando está cansada, ela é basicamente um urso fofinho e gosta de nos acompanhar”, contou Nicholas Beccari, o novo tutor da cachorra.

Quando a nova família de Venti a conheceu, eles perceberam que ela não gostava muito da companhia de outros cães. Mas os tutores tinham um amigo em comum com a família de Penny e decidiram juntar as irmãs com a esperança de que isso a ajudasse.

Foto: Nicholas Beccar

“Venti ama brincar com as pessoas, mas é um pouco apreensiva ao redor de outros cães, então pensei que brincar com uma cachorra de quem ela era parente poderia ser melhor para ela”, disse Beccari ao The Dodo.

No momento em que se reencontraram, Penny ficou extremamente entusiasmada ao ver Venti e mal podia conter sua felicidade. Venti estava um pouco nervosa inicialmente e confusa sobre quem era a cachorra excessivamente feliz e por que estava tão obcecada com ela.

Ela finalmente se lembrou de quem era sua irmã e a brincadeira realmente começou.

Foto: Nicholas Beccar

“Venti estava um pouco distante no início, como se normalmente fica perto de cães, mas se aproximou. Penny era muito persistente, tenho certeza de que isso ajudou”, disse Beccari.

Durante o resto do encontro, Penny fez o seu melhor para ensinar Venti a brincar e lhe mostrar que ficar com outros cães realmente não era tão assustador depois de tudo.

Suas famílias têm planos de reuni-las novamente para que Penny e Venti possam ajudar uma a outra a crescer.

“Sei que elas provavelmente não percebem isso como muito importante, mas estou feliz por ela ter pelo menos uma irmã que possa ver de vez em quando”, concluiu Beccari.

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Gatinho órfão se recusa a sair do lado da irmã doente

Apesar das tentativas de abrigo para ajudá-la, a perna da gata já estava infectada há muito tempo e, infelizmente, ela morreu uma semana depois que seus filhotes nasceram.

Foto: Friendswood Animal Control

Depois do falecimento, Martin e Purrla ficaram incrivelmente próximos. Como tudo o que eles tinham era um ao outro, eles se recusaram a se separar, mesmo que fosse apenas por um segundo.

“Os gatinhos estão mais próximos do que átomos em um pedaço de aço”, frisou Troy, voluntário do Friendswood Animal Control, ao The Dodo.

“Eles vão a todos os lugares quando os deixamos se exercitar / brincar. Se você vir um, o outro está por perto. Temos uma regra. Quando um é retirado da gaiola, o outro também é. Se não, o gatinho deixado faz o máximo para tentar escapar enquanto seu coração chora”, contou.

Quando ocorreu o furacão Harvey, o abrigo começou a ter alguns problemas com o ar condicionado central e estava muito frio na sala dos gatos. A pequena Purrla ficou resfriada por dois dias como resultado e, enquanto estava doente, Martin se recusou a sair de seu lado até mesmo para se alimentar.

Gatos são acariciados
Foto: Friendswood Animal Control

“Após uma reflexão, agora acredito que Martin sabia exatamente o que estava errado com Purrla. Ela estava muito fria. Todos os dias, ele estava sentado em cima dela. Sem mordidas, sem luta livre, sem torção na orelha. Ele nem sequer se levantava para comer. Tivemos que alimentá-lo de colher por que ele não se levantava para tomar água”, explicou Troy.

Todos ficaram chocados quando Martin silvou porque normalmente ele é o gatinho mais amigável e eles sabiam que tinha que ser porque ele estava protegendo a irmã doente. Martin sabia que ela não estava se sentindo bem e estava determinado a protegê-la até que se sentisse melhor, não importa o que fosse preciso.

Felizmente, Purrla teve uma recuperação rápida e completa, e, em pouco tempo, ela e Martin voltaram a brincar e a abraçar todos ao seu redor, especialmente eles mesmos. Eles se amam muito e nunca terão que ficar separados. Loco após a melhora de Purrla, ambos foram adotados por um lar amoroso.

Os gatinhos podem ter tido um duro início de vida, mas agora encontraram uma nova família e, enquanto tiverem um ao outro,  sempre serão felizes.

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Os dois cães ao lado um do outro
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Cãozinho especial ajuda irmã surda a descobrir o mundo

Cães deficientes
Foto: Mr. Bones and Co.

Depois de examinar os cães, o abrigo constatou que eles tinham disfunção vestibular cerebelar, uma condição congênita causada pela falta de oxigênio no útero.

A equipe ainda não tinha certeza de como seus problemas eram graves e tinham medo de não ter recursos para cuidar deles. Porém, rapidamente encontraram pessoas que poderiam fazer isso.

O Sr. Bones and Co., um centro de resgate em Nova York (EUA) aguardava alguns cães que vinham da Carolina do Norte quando, no último minuto, o abrigo perguntou se eles acolheriam os trigêmeos chiweenie (mistura de chihuahua  com dachshund ). O local rapidamente concordou e o trio especial viajou até Nova York.

Depois de chegarem e passarem por uma série de exames médicos, foi descoberto que os problemas dos cães não eram tão ruins como o abrigo acreditou inicialmente. A doença fazia com que fossem um pouco desastrados, mas, com exceção disso, eles pareciam completamente normais e o centro de resgate estava confiante de que eles poderiam ter vidas normais.

Luke sempre foi o mais saudável e confiante dos três e, embora ele tenha sido adotado rapidamente, Bo e Daisy ainda eram rejeitados. Os dois pareciam confiar um no outro e também ter alguns hábitos estranhos e foram necessários meses para descobrir o motivo disso.

Cães dormindo
Foto: Mr. Bones and Co.

Um defeito na orelha esquerda de Bo fez o resgate notar que ele havia perdido a audição. Depois dessa descoberta, observou-se que a razão pela qual Daisy se desenvolveu mais lentamente do que seus irmãos, girava em círculos e detestava  ficar sozinha era sua completa surdez.

Ela conseguiu esconder isso por algum tempo ao imitar tudo o que seus irmãos faziam e ainda depende fortemente de Bo para ajudá-la a conhecer o mundo. Devido às suas necessidades especiais, Bo e Daisy precisam ser adotados juntos. Bo é um pouco mais extrovertido e aventureiro do que Daisy e sua confiança parece ajudá-la a superar seus medos.

Embora às vezes ele tenha dificuldade em saber de onde som está vindo, o cão sempre conseguiu descobrir isso. Daisy observa a movimentação do irmão e usa suas dicas visuais para descobrir o que deve fazer. Ele ajuda a guiá-la e a se sentir segura e os dois raramente ficam separados.

“Ela o segue, acorda quando ele acorda, sabe que é hora de se alimentar quando ele come, o viu aprender a se sentar e depois aprendeu. Ela é treinada observando-o interagir comigo”, disse Elli Frank, fundadora do Mr. Bones and Co. e tutora adotiva dos cães, ao The Dodo.

Bo e Daisy têm cinco meses. Devido às suas estaturas e a seus problemas, eles vão para todos os lugares com a tutora e sempre recebem muita atenção porque são bastante adoráveis e peculiares.

Os dois cães ao lado um do outro
Foto: Mr. Bones and Co.

“Eles são tão pequenos que as pessoas perguntam se são furões. Daisy é muito pequena, até mesmo as coleiras de gato são muito grandes para ela”, afirmou Frank.

Ambos chegaram a ser adotados, mas infelizmente foram devolvidos 10 dias depois, já que o outro cachorro da casa não se deu bem com eles. O centro de resgate gostaria que eles fossem os únicos animais em seu novo lar para que tenham a melhor chance de ter sucesso.

Bo e Daisy podem ter alguns problemas e peculiaridades, mas ficam cada vez mais fortes e corajosos todos os dias e, sem dúvida, serão os melhores cães  para uma família muito sortuda.

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Destaques, Notícias

Ursa fica traumatizada após testemunhar morte de irmã em cativeiro

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: ADI

Uma ursa perdeu quase todos os seus pelos, além de uma parte pequena do cabelo, após a experiência traumática de ser sequestrada da natureza e testemunhar a morte de sua irmã em cativeiro.

Agora, ativistas estão correndo contra o tempo para levá-la a um novo santuário, onde ela poderá viver seus dias com sua espécie.
A Animal Defenders International (ADI) fez um apelo emergencial para obter ajuda para a idosa Dominga e revelou detalhes de sua missão para mudar sua vida.

Dominga e sua irmã foram arrancadas das florestas montanhosas do Peru cerca de oito anos atrás, mas quando foram resgatadas de traficantes de animais selvagens, elas foram mantidas em um pequeno zoológico nos Andes.

Quando sua irmã morreu, o intenso estresse da perda e da solidão fez com que Dominga desenvolvesse alopecia grave e seus pelos caíram.

Foto: ADI

Pela primeira vez em anos, Dominga pode olhar para frente e ver outros indivíduos de sua espécie novamente conforme começa uma viagem de quilômetros através do Peru para a Reserva Ecológica Taricaya. Lá, ela irá encontrar outros três famosos ursos resgatados: Cholita, Lucho e Sabina.

Cholita tinha seus dedos cortados e dentes arrancados durante o período em que passou em um circo antes de finalmente ser resgatado pela ADI. Os outros dois ursos foram salvos de um pequeno zoológico.

Dominga é da mesma espécie que se tornou famosa nos romances de Michael Bond e, embora os animais em perigo tenham o mais alto nível de proteção nos regulamentos de comércio de animais selvagens da CITES, eles continuam sendo perseguidos por traficantes e caçadores.

Na Colômbia, os ursos são deliberadamente atacados porque são vistos como uma ameaça às vacas. Recentemente, um deles teve a pata cortada e ficou preso em um parque nacional.

Foto: ADI

A ADI lançou o Pacto do Urso da América do Sul juntamente com outros grupos de conservação para impedir que esses animais sejam extintos.

Enquanto isso, o presidente da ADI, Jan Creamer, está no Peru preparando-se para a árdua jornada de transportar Dominga por uma estrada e um barco por 13 mil pés de montanhas até seu novo lar na Reserva Ecológica Taricaya.

Ela deve chegar juntamente nesta terça-feira (14), dia em que se celebra o dia dos namorados nos Estados Unidos. “Isso pode não ser um romance tradicional do Dia dos Namorados, mas é a nossa expressão de amor – uma dama solitária, idosa irá finalmente ver sua espécie e ouvir uma voz que pode compreender”, declarou Creamer.

Foto: ADI

“Agora precisamos de dinheiro para cuidar desses ursos por toda a vida, por isso esperamos que as pessoas nos ajudem a dar à pobre Dominga outra chance de felicidade e enviem uma doação para colaborar”.

Quando a ADI transportou Cholita pelos Andes, eles tiveram que colocá-la em uma barraca de oxigênio especialmente construída devido à ameaça à ursa idosa em grandes altitudes.

Este será o último grande resgate feito pela ADI. No verão passado, a organização transportou 33 leões de circos peruanos e colombianos para um santuário na África do Sul, segundo o Express.

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Rapaz assassina dois gatos para comer e obriga irmã a fazer o mesmo

Por Danielle Bohnen (da Redação)

A polícia prendeu um rapaz de 19 anos que matou dois gatos e depois os comeu na frente de sua irmã, em Quilicura, de Santiago do Chile.

Com uma faca de 40 cm, Luís Salamanca Leal,19 anos, matou dois gatinhos e depois os comeu. Após essa atrocidade, ameaçou de morte a sua irmã de 9 anos se ela não fizesse o mesmo.

Segundo o jornal PrensAnimalista, Luís foi solto por determinação judicial para esperar o julgamento em liberdade. A mãe do criminoso pediu ajuda psiquiátrica para seu filho, que há pouco tinha saído da prisão por ter assassinado uma pessoa com 17 punhaladas.


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