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Santuário promove respeito à vida selvagem por meio de sessão de fotos

A instituição convidou Miki Ash, mestre iogue, para fotografar com os animais


Mediadrumimages/JeffreyR.Werner

O Wildlife Learning Center (WLC), localizado na Califórnia (EUA) e considerado um santuário para os animais que não conseguem mais retornar à natureza, convidou a jovem Miki Ash, mestre iogue, para uma sessão de fotos com os animais. O objetivo é que as imagens chamem a atenção das pessoas para o respeito com a vida selvagem e os animais em extinção.

Para as fotos, Ash ficou em posições de yoga com um guaxinim, uma cobra, uma tartaruga, uma coruja, um porco-espinho e outros. Ash explica que muitas asanas (palavra sânscrita para posições) de yoga foram inspiradas em animais e por isso têm seus nomes, como lagartos e cobras. “Gostei de toda a experiência, mas acho que o bicho-preguiça representa melhor o ritmo lento e constante do iogue”, disse.

De acordo com o Daily Mail, o bicho-preguiça foi justamente o animal que inspirou a instituição na criação de um evento de yoga a cada dois meses, o Sloth Yoga. Segundo Paul Hahn, cofundador do WLC, esta é uma “maneira nova e divertida de educar as pessoas e conversar sobre conservação da floresta tropical” e também uma forma de angariar fundos, o principal desafio que enfrentam.

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Para Hahn, os animais possuem uma vantagem sobre os humanos, que é o fato de estarem “constantemente acessando seus arredores sem distrações de planejar o futuro ou de processar o passado e isso é perfeito para a yoga”. O WLC foi fundado há 20 anos por Hahn e seu parceiro, o biólogo David Ryherd. Os animais feridos que chegam até eles são tratados e vivem seus dias de lazer em um ambiente que reflete seu habitat natural.

Mediadrumimages/JeffreyR.Werner

“Os [animais] residentes são uma gangue barulhenta de macacos-esquilo jogando fezes em quem passa por seus galhos e trepadeiras. Há também girafas, corujas, cobras e répteis”, conta Hahn. Ele explica que nem sempre é fácil, por isso é importante que equipe goste e esteja comprometida com o trabalho.


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Líder iogue pede que a estilista Donna Karan pare de usar pele de coelho em suas coleções

Por Carlos A. de Lima (da Redação)

Foto: Reprodução/Care2

B.K.S. Iyengar, o fundador do Iyengar Yoga, escreveu uma carta à estilista Donna Karan pedindo que parem de usar pele de coelho em suas roupas. Iyengar, de noventa e dois anos, disse na carta: “como um praticante de yoga, posso pedir-lhe, em meu nome e de meus amigos da PETA na Índia, para assumir uma posição contra o uso de peles de animais que são extraídas por meio da tortura e do sofrimento dos animais.”

Foto: s/c

A forma de comunicação da PETA sobre o uso da pele de coelho pela Karan tem sido um pouco mais agressiva do que a de Iyengar. Em um protesto na cidade de Nova York, eles usaram os sons de coelhinhos gritando bem alto durante um desfile, e também fizeram uma petição online com o intuito de detê-la.

Coelhos são, aparentemente, em sua maioria silenciosos, exceto quando estão com medo porque desta forma eles podem gritar e não é provável que seja um som agradável.

Sua linha de Outono 2010 usou pele do coelho – pode-se ver um exemplo de um casaco de pele de coelho Donna Karan em seu site. Um desses custa cerca de US$ 5.000. A Animal Change disse que as peles de coelho usadas por Karan são da China, onde os coelhos são tratados de forma brutal.

Às vezes, eles são mantidos em jaulas tão pequenas que sofrem lesões na coluna e este é apenas um exemplo, os outros são terríveis demais para mencionar aqui.

Segundo uma outra ONG de proteção animal, mais de 900 milhões de coelhos são mortos a cada ano por causa da pele. Uma vez que existem muitas alternativas razoáveis ​​para substituir a pele do coelho na confecção de roupas, nenhuma dessas mortes é realmente necessária.

Se você quiser ajudar os coelhos nunca compre roupas feitas com pele de coelho. Se o fizer, ajudará as empresas que usam peles de coelho a acreditar que isto é uma boa maneira de ganhar dinheiro, e continuarão matando um número enorme de coelhos sem razão. Karan não precisa do dinheiro da venda de roupas de pele de coelho afinal uma estimativa apresenta que ela vale mais de duzentos milhões de dólares.

Iyengar tem defendido a dieta vegetariana como uma forma de compaixão e da prática da não-violência para com os animais.

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