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Investigadores mostram a vida miserável de milhares de animais explorados pela indústria agropecuária

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto; Getty

Milhares de animais explorados em fazendas foram vítimas de mais de 700 violações de maus-tratos na Escócia em menos de dois anos, segundo relatórios oficiais de inspeção.

Bois, vacas, ovelhas, porcos e galinhas foram encontrados feridos, extremamente magros, doentes ou mortos na chegada a matadouros.

Inúmeras fêmeas foram assassinadas durante o período de gravidez enquanto outros animais tiveram que ser repetidamente atordoados antes de serem mortos.

Foram observados canibalismo entre galinhas desesperadas para sobreviver, vacas obrigadas a suportar uma grande dor e contusões massivas em ovelhas.

Em outros casos, havia sinais de sofrimento, estresse evidente e extensa infestação de vermes, dizem os relatórios. O site investigativo The Ferret juntou-se ao Departamento de Jornalismo Investigativo para documentar a extrema crueldade imposta aos animais.

A agência de controle do governo escocês, Food Standards Scotland (FSS), registrou quebras de regulamentos encontradas por inspetores em 35 matadouros operacionais. Eles reportaram 706 incidentes entre maio de 2015 e janeiro deste ano, muitos envolvendo um grande número de animais.

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Duzentos e cinquenta e sete dos casos, o que equivale a mais de um terço do total, foram classificados como “descumprimentos críticos”, significando que representavam “um risco sério e iminente para o bem-estar animal” ou causavam “dor, angústia ou sofrimento que poderiam ser evitados”.

A maioria dos casos envolvia bois e vacas. Houve também 86 casos de extrema crueldade com ovelhas, 77 com aves e 63 com porcos. Um terço dos incidentes envolvia as péssimas condições dos animais durante o transporte. Já 237 foram atribuídos ao estado deplorável das fazendas.

De acordo com o registro do FSS, houve 130 casos em que fêmeas foram mortas nos últimos estágios da gravidez.
Em 100 casos, os animais foram encontrados com contusões, pernas quebradas ou outros ferimentos e em 92 situações eles estavam com má saúde, muito debilitados ou magros, segundo a reportagem do Daily Record.

Foto; Getty

Em 45 incidentes, o atordoamento dos animais antes de matá-los foi considerado inadequado ou ineficaz e os procedimentos foram descritos como deficientes.Um exemplo é o de uma vaca que foi atordoada seis vezes antes de perder a consciência.

Além de realizar quatro investigações judiciais, o FSS emitiu 14 avisos de execução. Os nomes dos matadouros e fazendas onde as violações foram descobertas foram redigidos, mas os investigadores localizaram sete matadouros que já tinham a excessiva crueldade registrada em auditorias realizadas em 2016.

Entre eles estavam o 2 Sisters Poultry, Scotbeef Inverurie, Shotts Abattoir, Wishaw Abattoir e o Avonvogie Abattoir.

Foto; Getty

Alison Johnstone, vice-presidente do grupo de bem-estar animal do partido escocês Green MSP, disse: “Esses números são absolutamente terríveis. É essencial que os responsáveis recebam penas e sentenças apropriadas”.

“O nível de desumanidade aplicado antes e durante os assassinatos é uma desgraça nacional”, afirmou o oficial nacional britânico Paul Bell.

 

 

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Investigadores portugueses usam alternativas à experimentação animal

Foto: Divulgação/Revista Port
Foto: Divulgação/Revista Port

Segundo a diretora da Sociedade Portuguesa para a Educação Humanitária (SPEDH), as alternativas à experimentação animal nas pesquisas são “mais fidedignas” e, por isso, são cada vez mais utilizadas pelos investigadores portugueses.

Algumas dessas “boas práticas” laboratoriais que são realizadas em Portugal, nomeadamente nas universidades, serão apresentadas na segunda Conferência Internacional de Alternativas à Experimentação Animal, em Lisboa.

Neste encontro, promovido pela SPEDH, participam investigadores internacionais e portugueses que eliminaram os animais da investigação e que hoje usam modelos alternativos.

Mariana Crespo exemplificou com o teste à irritação dos olhos, que consiste na aplicação de produtos nos olhos de animais, nomeadamente coelhos, para testar a sua toxicidade. Apesar de muito frequente – embora atualmente no espaço europeu esteja proibido o teste em animais para cosméticos -, os resultados obtidos nesta experiência nem sempre podiam ser extrapolada para os humanos.

Uma alternativa que, segundo Mariana Crespo, se tem revelado mais eficaz é o teste de determinado composto químico em células humanas, cultivadas in vitro. Através deste meio, adiantou, é possível testar as substâncias em células como as da pele, do fígado ou do estômago, consoante o objetivo da investigação.

A ciência aponta cada vez mais no sentido de que “os modelos alternativos são mais fidedignos e permitem fazer paralelos mais consentâneos com a medicina humana”, conclui Mariana Crespo.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Revista Port

 

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Investigadores do Instituto Gulbenkian preservam espécie em risco de extinção

A perda de habitat e a caça são provavelmente os principais fatores responsáveis pelo declínio desta espécie (Foto: Divulgação)
A perda de habitat e a caça são provavelmente os principais fatores responsáveis pelo declínio desta espécie (Foto: Divulgação)

Dois investigadores do Instituto Gulbenkian de Ciência (IGC) conseguiram fazer uma primeira estimativa da presença de uma espécie de lémures considerada em risco de extinção – o sifaka de Coquerel – no seu último abrigo, o Parque Nacional Ankarafantsika (ANP), localizado em Madagáscar. O trabalho foi recentemente publicado na revista American Journal of Primatology e as informações derivadas da investigação são um apoio para o planeamento de estratégias de conservação.

Em campo, os investigadores Célia Kun-Rodrigues e Jordi Salmona verificaram um grande decréscimo das populações nos últimos 20 a 30 anos, chegando a atingir um declínio de 90%, em pelo menos uma área do parque. Uma estimativa preliminar do tamanho total da população no ANP, realizada pelos investigadores, mostra que existem aproximadamente 47.000 exemplares.

“A perda de habitat e a caça são provavelmente os principais fatores responsáveis pelo declínio desta espécie”, assinala a Fundação Calouste Gulbenkian, em comunicado. Lounès Chikhi diz estarem “convictos de que são necessárias ações de conservação ao nível da comunidade, mas também a uma escala geográfica mais alargada, para reduzir o consumo de carvão nas localidades adjacentes e a desflorestação”.

Célia Kun-Rodrigues foi bolseira Optimus Alive durante o ano que trabalhou sob supervisão de Lounès Chikhi para realizar este projeto. As bolsas Optimus Alive são o resultado de uma parceria estabelecida entre a Everything is New, promotora do festival de música Optimus Alive, e o Instituto Gulbenkian de Ciência. Jordi Salmona é aluno do programa de doutoramento do IGC.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Blog Fátima Missionária

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Expedição à Antártida descobre a maior concentração de baleias dos últimos 20 anos

Há já mais de 20 anos que não se via uma concentração de baleias-de-bossa, espécie ameaçada. Uma expedição de seis semanas descobriu 300 animais alimentando-se nas baías na Península da Antártida, segundo um estudo publicado na revista “PLoS ONE”.
Imagem captada na Baía Wilhelmina. Foto: Ari Friedlaender

“Uma concentração de baleias e de krill (minúsculos crustáceos semelhantes a camarões que se alimentam, principalmente, de fitoplancton e que são a base alimentar de inúmeras espécies marinhas ) incrivelmente densa como esta, nunca foi observada nestsa zona e nem messa época do ano”, comentou Douglas P. Nowacek, da Universidade de Duke. Nas águas havia pouco gelo, cobrindo menos de dez por cento da superfície marinha da baía.

Durante a expedição, realizada em Maio de 2009, a bordo do navio “Lawrence M. Gould” – nas mãos dos Programas Polares da Fundação americana para a Ciência -, Nowacek e os seus colegas observaram 306 baleias-de-bossa – correspondendo a 5,1 baleias por quilômetro quadrado, a maior densidade registada na Baía Wilhelmina. Além disso, os investigadores mediram a biomassa de krill em cerca de dois milhões de toneladas. A equipe voltou ao mesmo local em maio do ano passado e registou números semelhantes.

Os números realçam os impactos rápidos das alterações climáticas na região. Segundo explicam os investigadores, antes, o gelo cobria grande parte da superfície do mar junto à baía, protegendo o krill e forçando as baleias-de-bossa a migrarem para outras regiões à procura de alimento. Mas as rápidas alterações climáticas na região ao longo dos últimos 50 anos reduziram significativamente a área coberta de gelo e atrasaram o seu aparecimento.

“A curto prazo, a falta de gelo no mar é uma boa notícia para as baleias, permitindo-lhes autênticos festins, à medida que o krill se desloca verticalmente para a superfície da baía todas as noites”, comentou Ari S. Friedlaender, um dos dois autores principais do estudo e investigador da Universidade de Duke.

“Mas são más notícias a longo prazo para ambas as espécies e para tudo o resto no oceano Antártico que depende do krill”, alertou. Tudo porque o krill não terá tempo para recuperar as suas próprias populações, de época para época, e, dessa forma, manter as espécies que dele dependem.

Pinguins, focas, aves marinhas e muitas espécies de baleias dependem do krill

Fonte: Ecosfera

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Espécie de búzio dá o “alarme do ladrão” para evitar os predadores

O animal emite uma luz que, para além de assustar o predador, pode colocá-lo em evidência atraindo os seus próprios predadores, o que desencoraja o ataque ao búzio.

Cientistas da Scripps Institution of Oceanography (Califórnia, EUA), publicaram recentemente na revista Proceedings of the Royal Society B. um artigo em que descrevem as propriedades de um pequeno búzio bioluminescente.

Trata-se de um gastrópode designado por Hinea brasiliana, que possuiu uma concha especial que amplifica a luz que o seu corpo emite.

Aparentemente, quando em perigo o animal, retrai-se para o interior da concha e a luz que emite, ao invés de desaparecer”, torna-se mais forte iluminando toda a concha. “A concha amplifica a luz fazendo a sua fonte parecer maior”, explica Dimitri Deheyn, que liderou o estudo.

Para além de assustar o predador, os investigadores sugerem que este comportamento pode ser um exemplo de uma estratégia anti-predatória conhecida em Biologia como “o alarme do ladrão”.

Esta tática passa por colocar em evidência o animal predador,  tornando-o presa fácil, desencorajando o seu próprio comportamento predatório, o que garante a segurança da sua presa.

Fonte: Naturlink

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Nova espécie de morcego encontrada no Equador

Foto: Enric Vives-Rubio

Uma nova espécie de morcego foi identificada nas encostas montanhosas dos Andes, no Noroeste do Equador. O pequeno animal pesa apenas 3,5 gramas, segundo os investigadores responsáveis pela descoberta.

De acordo com o jornal El Informador, o primeiro espécime deste morcego, designado Myotis diminutus, foi recolhido da natureza há mais de 30 anos, mas só agora os pesquisadores confirmaram que trata-se de uma nova espécie distinta, segundo a BBC.

A sua discrição detalhada foi publicada na revista Mammalian Biology. Mas os biólogos salientam que ainda não sabem sobre a história natural deste morcego. “Infelizmente, as perspectivas de saber mais sobre a espécie são fracas”, de acordo com declaração dada à revista, porque o seu habitat tem um “futuro incerto”.

Os pesquisadores lembram que as florestas tropicais da região Oeste do Equador, onde o morcego foi encontrado, estão ameaçadas, principalmente devido à desflorestação para fins agrícolas, principalmente para plantações de óleo de palma e banana. O morcego foi encontrado em uma reserva protegida privada, Rio Palenque Scientific Center, com cerca de 200 hectares. Segundo os autores do artigo, o “Myotis diminutus é a quinta nova espécie de mamífero descrita nesta área nas últimas décadas”.

Das mais de cem espécies de Myotis identificadas no planeta, seis vivem no Equador. Em Portugal existem sete: Morcego de Bechstein (Myotis bechsteinii), Morcego-rato-pequeno (Myotis blythii), Morcego-de-água (Myotis daubentonii), Morcego-lanudo (Myotis emarginatus), Morcego-rato-grande (Myotis myotis), Morcego-de-bigodes (Myotis mystacinus) e Morcego-de-franja (Myotis nattereri).

Neste ano foi descoberta uma nova espécie de morcego na ilha da Nova Guiné, o Syconycteris sp. nov, que se alimenta de néctar das florestas tropicais.

Fonte: Ecosfera

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Gato se recupera bem após sofrer graves queimaduras nos EUA

Por Karina Ramos (da Redação)

Ele ainda não está pronto pra ir pra casa, mas está progredindo.

Semanas atrás, um gato chamado George sofreu uma crueldade terrível nos Estados Unidos.

George foi levado para a Humane Society da Área de Toledo, na época das comemorações do Halloween, com queimaduras graves na cabeça e nas patas. Os investigadores ainda não descobriram o que aconteceu exatamente com George ou quem foi o responsável.

Foto de George quando foi encontrado
Foto de George quando foi encontrado

Mas sua recuperação extraordinária comoveu a comunidade. Patty Gelb, membro da sociedade humanitária, deu a seguinte declaração: “Depois que a história foi ao ar no Canal 13, alimentos, doações, cartões de incentivo e cartões de Natal foram recebidos. Foi reconfortante saber que tantas pessoas se preocupam em ajudar um gato como George.”

George ainda tem algumas semanas de recuperação, mas o veterinário da sociedade disse que suas queimaduras estão cicatrizando muito bem.

Assista aqui ao vídeo da reportagem.

Fonte: Animal Concerns

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Humane Society de Toronto é acusada de maus-tratos a animais e tem suas portas fechadas

Por Karina Ramos (da Redação)

A Humane Society de Toronto, no Canadá, fechou suas portas por tempo indeterminado enquanto as acusações de maus-tratos e malevolência contra o grupo são investigadas.

Estão sendo investigados roubo de funcionários, suborno de diretores e uso indevido dos carros e dos cartões de crédito da sociedade.

Um jornal anunciou que uma fonte de dentro da organização de proteção animal disse que a análise da administração financeira está intimamente ligada às alegações de crueldade animal.

O The Globe afirmou que a fonte forneceu documentos financeiros que revelam que a organização gastou $418.609 em advogados neste ano, em comparação com os $276.248 gastos em cuidados emergenciais com animais.

O National Post publicou que a investigação continuará por tempo indeterminado. Um oficial declarou que pode levar, no mínimo, três semanas. Até lá, o abrigo ficará fechado ao público.

“Não há uma data para terminar. Levará o tempo que for necessário”, disse Kevin Strooband, investigador da Sociedade para a Prevenção de Crueldade contra Animais de Ontario (OSPCA).

O porta-voz da Sociedade Humanitária de Toronto, Ian McConachie, disse que a organização está decepcionada com o fato de ter seu acesso ao abrigo negado.

Os investigadores da OSPCA examiram os cerca de 1.000 animais do abrigo e descobriram que aproximadamente metade dos 800 gatos do local estavam sofrendo de infecções respiratórias.

O Toronto Star declarou que a cidade enviou uma carta aos membros da sociedade dizendo para não usarem o dinheiro de doações para cobrir as despesas legais.

Enquanto isso, quatro centros de Serviços Animais de Toronto estão disponíveis para quem precisar de ajuda com algum animal.

Fonte: Animal Concerns

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Americana se declara culpada por deixar seus três cães sem água e sem comida

Por Karina Ramos (da Redação)

Uma mulher de Ellenville, nos Estados Unidos, que havia sido presa no dia 2 de novembro, se declarou culpada de uma acusação de crueldade contra animais, por não fornecer comida e água a seus três cães por mais de quatro dias.

Tina Brandenburger apareceu no tribunal de Village e recebeu a sentença suspensa de um ano de detenção, com o pagamento pendente de $250 à SPCA (Sociedade para a Prevenção de Crueldade contra Animais). Ela também foi proibida de tutelar animais pelo período da sentença suspensa.

Tina foi presa pela Divisão Legislativa Humanitária da SPCA de Ulster. Ela foi acusada de abandonar três cães em um apartamento sem comida e água por mais de quatro dias.

De acordo com o investigador de Leis Humanitárias, Adam Saunders, o apartamento estava cheio de lixo e dejetos de animais e com um forte cheiro de amônia.

Os cães foram levados para a UCSPCA (uma organização de abrigo temporário e adoção de animais), onde estão recebendo comida, água, carinho e tratamento veterinário. Em breve, estarão disponíveis para adoção.

Fonte: Animal Concerns

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Doze cães vítimas de maus-tratos que haviam sido escondidos por tutora são reencontrados, nos EUA

Por Karina Ramos (da Redação)
Reprodução: Animal Concerns
Reprodução: Animal Concerns

A SPCA (Sociedade para a Prevenção da Crueldade contra Animais) de Tulsa (EUA) divulgou ter finalmente resgatado muitos dos cachorros que haviam desaparecido durante uma investigação criminal, graças às pistas fornecidas por telespectadores do 2News. O caso foi noticiado pela ANDA, nesta segunda-feira (16) (leia aqui).

Doze cães que os investigadores haviam constatado terem sofrido maus-tratos por parte de sua tutora, perto de Sperry, foram encontrados e agora estão em um abrigo.

Os investigadores acreditam que a tutora pode ter deixado os animais com outras pessoas, em outras localidades, para tentar impedir uma acusação de crueldade contra animais.

“É bom tê-los de volta”, disse Wade Farnan, investigador de crueldades contra animais. Ele e sua equipe vinham fazendo buscas pelos animais em Green Country desde a última quinta-feira (12).

Wade agradeceu aos telespectadores do 2News, que encontraram dez dos cães em três diferentes propriedades perto de Okmulgee e Henryetta. “Começamos a receber ligações de pessoas que decidiram nos contar onde estavam os cachorros”.

Wade disse que a SPCA, no início, pensava em “pegar leve” com a tutora de Sperry, caso ela entregasse os animais. Eles visitaram sua casa quarta-feira passada (11) e registraram as condições em que os animais se encontravam. Mas, quando voltaram na manhã seguinte, os 19 cães haviam desaparecido.

Wade disse: “Voltamos na manhã seguinte para pegá-los e eles haviam sumido. E ela não disse onde estavam”.

Apenas dois dos cães estavam lá. Estes foram levados para a SPCA. Wade agora diz que não tem mais acordo com a tutora. E acrescentou que as pessoas que estavam escondendo os animais também serão acusadas.

Enquanto alguns dos cães que foram regatados terça-feira (17) encontravam-se bem, outros estavam sem pelo e seus ossos podiam ser vistos, de tão magros que estavam.

Sete dos dezenove ainda estão desaparecidos. Wade crê que os suspeitos possam ter levado os animais para outras casas, enquanto outros podem ter morrido.

O fututo dos 12 cães que estão agora na SPCA é mais promissor. Eles receberão tratamento médico e serão enviados a lares adotivos e amorosos. Alguns dos cães mais saudáveis já estarão disponíveis para adoção nesta semama.

Se você estiver nos Estados Unidos e quiser denunciar um caso de maus-tratos ou negligência contra animais, ligue para a SPCA: 428-7722.

Fonte: Animal Concerns

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Você é o Repórter

A terrível realidade das fazendas de extração de pele

Ricardo Alves
ricardo.asilva83@hotmail.com

Ao entrarem disfarçados nas fazendas de peles chinesas, investigadores descobriram que muitos animais ainda estão vivos e lutando desesperadamente enquanto os funcionários os arremessam de costas no chão ou os penduram pelas pernas ou caudas para esfolá-los. Quando os trabalhadores dessas fazendas começam a cortar a pele e os pelos da perna de um animal, este se contorce e chuta com os membros. Os funcionários pisam nos pescoços e cabeças de animais que se debatem fortemente para permitir um corte limpo.

Quando a pele é finalmente arrancada por sobre as cabeças dos animais, seus corpos pelados e ensanguentados são descartados em uma pilha sobre aqueles que vieram antes deles. Alguns ainda estão vivos, respirando em difíceis suspiros e piscando lentamente. Os corações de alguns desses animais ainda batem por cinco a dez minutos depois que sua pele é arrancada. Um dos investigadores gravou, em um monte de carcaças, um guaxinim esfolado que teve força suficiente para erguer sua cabeça ensanguentada e olhar direto para a câmera.

Antes de serem esfolados vivos, os animais são retirados de suas gaiolas e arremessados ao chão; os funcionários os golpeiam com bastões de metal ou os lançam com força em superfícies duras, quebrando ossos e causando convulsões, mas nem sempre sobrevém a morte imediata. Os animais assistem, impotentes, enquanto a fila avança, os funcionários avançando sobre os próximos.

Bastidores

Os investigadores disfarçados da Swiss Animal Protection/EAST International viajaram por fazendas de peles da província chinesa de Hebei e rapidamente ficou claro por que a visita de forasteiros é proibida. Não há legislação regulamentando as fazendas de peles na China – os proprietários podem abrigar e abater tantos animais quantos quiserem. Os investigadores descobriram horrores que ultrapassam seus piores pensamentos, e concluíram: “As condições das fazendas de peles chinesas zombam dos mais elementares padrões de bem-estar animal. Em sua vida e em sua indescritível morte, foram negados até os mais simples atos de bondade a estes animais”.

Inferno em vida

Nessas fazendas, raposas, minks, coelhos e outros animais marcham e tremem em gaiolas, expostos a chuva, noites congelantes e, outras vezes, ao sol abrasador. As mães, que enlouquecem devido ao tratamento brutal e ao confinamento intenso e não têm onde se abrigar ao dar à luz, muitas vezes matam seus filhotes depois de ter suas ninhadas.

Há um esqueleto no seu guarda-roupa?

A globalização do mercado de peles tornou impossível saber de onde vêm produtos feitos com essa matéria-prima. A China provê mais da metade das peças de vestuário prontas feitas de peles que são importadas pelos Estados Unidos. Mesmo se a etiqueta de uma peça de pele informa que esta foi fabricada em um país europeu, os animais foram provavelmente criados e abatidos em outro lugar – possivelmente em uma fazenda de peles irregular na China.

A única maneira de evitar esta inimaginável crueldade é nunca usar pele alguma. Assine hoje o compromisso PETA de ser livre de peles!

NOTA: Nesta postagem faltam links, imagens e o principal, que é o vídeo. Para ter noção, acesse o link a seguir, onde o texto foi publicado:

http://planetavegetariano.blogspot.com/2009/09/uma-visao-chocante-do-interior-das.html

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Sete grandes tipos de pêlo são determinados por variações de apenas três genes

Foto: Diana Chase, University of Utah
Foto: Diana Chase, University of Utah

Investigadores norte-americanos recorreram ao cão-de-água português para identificar o gene que torna o pêlo de alguns cães encaracolado ou longo e ondulado. Num trabalho publicado na revista Science, esta equipa de biólogos da Universidade de Utah mostra que os sete grandes tipos de pêlo dos cães de raças puras são determinados por variações de apenas três genes (RSPO2, FGF5 e KRT71).

“Descobrimos três genes que controlam 90 por cento dos tipos de pêlo que caracterizam as diferentes raças de cães”, explicou Gordon Lark, um dos 20 autores da investigação, integrada num estudo mais vasto dos Institutos Nacionais de Saúde (NIH) dos Estados Unidos. “Ajudámos a identificar o gene que torna o pêlo encaracolado ou ondulado”, precisou Kevin Chase, outro dos autores.

Ao analisarem mais de um milhar de cães de 80 raças domésticas, os investigadores descobriram que o RSPO2 é responsável pelo bigode a as longas sobrancelhas, o FGF5 faz com que o pêlo seja curto ou longo e o KRT71 determina se o pêlo é encaracolado ou ondulado. Segundo Lark e Chase, que há anos estudam o cão-de-água português, o gene KRT71 é portador do código que produz queratina 71, uma proteína estrutural do pêlo.

Embora ambos estudem os efeitos genéticos deste gene, Lark acha que os outros dois genes envolvidos no tipo de pêlo são mais interessantes por produzirem proteínas reguladoras de uma série de processos nos organismos vivos, e não só do tipo de pêlo do cão, o que os torna relevantes para doenças de cães e humanos.

“Os cães partilham muitas doenças e outras características com os humanos”, sendo muito usados há décadas em testes farmacêuticos e médico-fisiológico-bioquímicos, referiu Lark. “Não é por isso surpreendente”, acrescentou, “que partilhem grande parte do seu genoma como o dos humanos”.

Por outro lado, segundo o cientista, a manipulação de um cão para atingir determinado objectivo pode torná-lo mais vulnerável ao cancro, a desordens imunológicas e a outras doenças do envelhecimento, reduzindo-lhe a esperança de vida. Na sua perspectiva, o estudo abre pistas sobre como os principais genes reguladores interagem com outros genes para alterar o funcionamento de um animal, podendo eventualmente comprometer a sua longevidade ou funcionamento à medida que envelhece.

Gordon Lark desenvolve há anos uma investigação a longo prazo sobre genética canina, conhecida como Projecto Georgie, nome de um cão-de-água português abandonado que adoptou em 1986. Georgie morreu dez anos depois e, quando o investigador procurava um substituto, um criador enviou-lhe o Mopsa, agora com 13 anos, que o levou a estudar a genética da raça.

Lark e Chase descobriram que o cão-de-água português é a raça ideal para a investigação genética porque todos estes animais descendem de um pequeno grupo de “fundadores” e podem por isso ajudar a encontrar os genes responsáveis por características complexas, incluindo doenças humanas causadas por interacções múltiplas de genes.

Fonte: Ciênciahoje

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