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Zoológico investiga morte de 30 cobras nos EUA

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Zoo Knoxville

Um zoológico do Tennessee, nos Estados Unidos, iniciou uma investigação sobre a misteriosa morte de 30 cobras, um lagarto e dois outros répteis que mantinha em cativeiro.

Segundo as autoridades, quando os funcionários chegaram ao Zoo Knoxville no período da manhã encontraram os animais inertes. Todos estavam no mesmo edifício, informou o Atlanta Journal-Constitution.

Em um post no Facebook, o zoológico declarou que tirou os animais do edifício, forneceu-lhes oxigênio e realizou ultrassons para detectar possíveis batimentos cardíacos. Dezenove animais sobreviveram.

Foto: Zoo Knoxville

Três das cobras falecidas eram de espécies criticamente ameaçadas, segundo noticiado pelo Huffington Post.

Veterinários do zoo e da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Tennessee estão investigando as mortes e inspetores têm averiguado o edifício onde os animais eram explorados para entretenimento.

O zoo informou que especialistas em répteis e anfíbios têm examinado os corpos dos animais para tentar descobrir a causa das mortes.

Nota da Redação: É lamentável que animais selvagens ainda sejam forçados a viver em cativeiro e explorados como entretenimento. As cobras e o lagarto morreram aprisionados em um estabelecimento preocupado apenas em lucrar em detrimento de sua saúde física e mental. 

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Centro de Zoonoses investiga morte de animais após vacina contra raiva

Campanha de vacinação aconteceu no dia 3 em Teresina (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)
Campanha de vacinação aconteceu no dia 3 em Teresina (Foto: Rede Amazônica/Reprodução)

O Centro de Controle de Zoonoses de Teresina iniciou nesta segunda-feira (5) uma investigação para apurar a morte de quatro animais após tomarem a vacina contra a raiva, durante campanha no sábado (3). Segundo os tutores, os cães tiveram uma reação alérgica e chegaram a ser atendidos em clínica no Monte Castelo, Zona Sul da capital. A gerente de zoonoses da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Oriana Bezerra, disse que aguarda informações da veterinária responsável.

“Nós conversamos com a veterinária e ela ficou de comparecer na gerência de Zoonoses. Estamos aguardando para que seja feita uma investigação no lote da vacina e que seja confirmado ou não se os animais morreram em decorrência dela”, falou.

A gerente ressaltou que infelizmente a morte dos animais está dentro do percentual de reação adversa, prevista em qualquer vacina. Oriana Bezerra acrescentou ainda que o biofísico do animal deve ser avaliado antes de se apresentar um diagnóstico e dependendo do resultado, vai notificar o Ministério da Saúde sobre o caso nos próximos dias.

“Nós lamentamos muito o acontecido, mas queremos esclarecer que está tudo dentro das estimativas de problemas que podem acontecer. Toda vacina pode sim, provocar uma reação adversa, mesmo que trabalhemos com a hipótese de não haver”, disse.

Procurada pela reportagem, a veterinária Agnys Raquel esclareceu que muitos são os motivos para que o animal tenha reações alérgicas. Segundo ela, após tomar a medicação, o sistema imunológico do animal fica sobrecarregado.

“A vacina antirrábica é uma das propensas a causar reação de hipersensibilidade em animais. Mas apenas uma pequena quantidade dos animais podem apresentar reações mais graves. Alguns podem apresentar dor no local na vacina e até febre. Outros animais podem ter reação cutânea com prurido (coceira) que pode evoluir para quadros mais graves: agitação inicial, salivação, vômito e evoluir para depressão respiratória levando o animal à convulsão e morte”, explicou a veterinária.

Ainda conforme Agnys, a intensidade dos sintomas depende de idade, raça, pois cada animal tende a apresentar respostas alérgicas com maior intensidade e frequência . “As reações podem ocorrer de 5 minutos até 6 horas após aplicação da vacina, por isso é recomendado aos tutores que a vacina seja feita no início do dia para que caso ocorra alguma reação eles possam procurar auxílio veterinário”, completou.

Campanha Positiva

Ainda que a campanha de Vacinação Contra a Raiva este ano tenha tido dificuldades, como adiamento por falta de seringas, a gerente de Zoonoses avaliou como positiva toda a ação. Segundo ela, no dia não houve falta de vacinas, apenas problemas em alguns postos.

“Posso garantir que não houve falta de vacina. Tínhamos cerca de 130 mil doses e apenas um pouco mais de 94 mil animais foram vacinados. O que houve é que trabalhamos com voluntários, confiamos que podemos contar com eles, mas nem sempre é assim. Alguns deles não compareceram, o que deixou alguns postos desfalcados e tivemos que remaneja-los”, explicou.

Sobre as filas de espera, a gerente alerta que a vacinação também é um trabalho do tutor do animal. “Acontece muito de ter filas e quando vamos olhar o problema não é com o vacinador, e sim com o animal que esta sendo vacinado. Quem leva o seu animal, deve ter capacidade para contê-lo. Ás vezes, os tutores querem que os vacinadores contenham o animal, ou vacinem mesmo ele estando agitado e isso nós não podemos fazer”, esclareceu.

Fonte: G1

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Polícia investiga morte de cães em São José do Ouro (RS)

Cachorros foram encontrados mortos em São José do Ouro (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental BM)
Cachorros foram encontrados mortos em São José do Ouro (Foto: Divulgação/Batalhão Ambiental BM)

A polícia investiga a morte de oito cães de São José do Ouro, no Norte do Rio Grande do Sul. A suspeita é que os animais tenham sido envenenados com venenos contra rato conhecidos como “chumbinhos”. Os animais foram encontrados mortos na madrugada deste domingo (27).

O caso é apurado pelo Pelotão Ambiental da Brigada Militar. Os animais estavam em duas residências sob os cuidados de uma ex-presidente da ONG SOS Animal. Uma funcionária viu os cães mortos quando foi dar comida a eles e limpar os canis e, de acordo com o relato da atual presidente, Sidely Maria Florentina.

“A funcionária, quando chegou para fazer a limpeza e alimentação, se deparou com três animais mortos no canil. São duas casas, e na outra casa tinha mais quatro mortos. Mais tarde, vimos mais um em convulsão, que faleceu”, disse Sidely.

Uma veterinária constatou vestígios do veneno em um dos cães. O Pelotão Ambiental recolheu uma amostra do alimento que seria dado aos cachorros para análise.

Fonte: G1

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China investiga morte de mais de 200 cisnes

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As autoridades na Região Autônoma da Mongólia Interior da China estão investigando a morte de 233 cisnes e tomaram medidas para melhorar a proteção das aves migratórias.

Os cisnes, junto com 26 patos silvestres, foram descobertos em um lago da liga de Xilingol, de acordo com o departamento local de comunicação. Fotos das aves mortas, que tinham sido removidos das águas por vaqueiros, foram divulgadas nas redes sociais no domingo (23).

Serão realizados exames das aves e testes de amostras das águas no lago, assim como uma revisão ao meio ambiente do lago. A polícia está investigando se as aves foram mortas intencionalmente por seres humanos.

A liga intensificou o número de patrulhas nas áreas frequentadas por aves migratórias e aplicou regras mais rigorosas aos mercados de aves domésticas. A cerca de 300 quilômetros de Beijing, o lago é uma parada para a migração de cisnes.

Fonte: CRI Online

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Peru investiga morte misteriosa de 10 mil rãs gigantes na região do Lago Titicaca

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A agência ambiental do Peru está investigando a morte de 10 mil rãs conhecidas como “gigantes do Titicaca”. Os animais foram encontrados no Rio Coata, que desemboca no famoso lago peruano, na região sul daquele país. O Comitê de Luta Contra a Contaminação do Rio Coata diz que o motivo das mortes é a poluição das águas.

De acordo com a organização, o governo peruano ignorou pedidos pela construção de uma estação de tratamento de esgoto no local e tem falhado em resolver o problema da poluição.

A rã gigante do Titicaca (Telmatobius culeus) é uma espécie considerada em risco de extinção e é encontrada apenas nas águas frescas do lago que fica entre o Peru e a Bolívia, assim como em seus afluentes.

Em protesto, ativistas levaram cerca de cem rãs mortas para a praça central da capital regional, Puno. “Tive que trazer as rãs mortas. As autoridades não sabem como estamos vivendo”, disse a líder do comitê, Maruja Inquilla, à agência de notícias AFP. “Eles não têm ideia de que a poluição é enorme. A situação está fora de controle.”

O Serviço Nacional Florestal e de Fauna Silvestre (Serfor) informou que está investigando o ocorrido. “Com base nas declarações dos moradores e nas amostras retiradas dias depois do incidente, acredita-se que mais de 10 mil rãs foram afetadas ao longo de cerca de 50km”, diz a Serfor em comunicado.

A rã gigante do Titicaca tem enormes dobras na pele, o que aumenta sua área de superfície e ajuda o anfíbio a absorver mais oxigênio do ar.

A espécie corre sério risco de extinção porque os humanos caçam muitas dessas rãs para comer. Além disso, seu habitat está sendo perdido e espécies invasivas têm dominado o que restou.

Ativistas culpam poluição em um dos afluentes do lago e criticam governo (Foto: BBC)
Ativistas culpam poluição em um dos afluentes do lago e criticam governo (Foto: BBC)

Fonte: G1

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Polícia investiga morte de animais com sinais de degola em Candiota (RS)

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A polícia investiga o crime de maus-tratos contra animais após cães e gatos serem encontrados mortos com sinais de degola em Candiota, cidade distante cerca de 400 quilômetros de Porto Alegre, na Região da Campanha do Rio Grande do Sul. Na última semana, pelo menos quatro animais, entre cães e gatos, foram encontrados degolados. Dois morreram e outros dois sobreviveram aos ataques, mas ficaram gravemente feridos, com cortes profundos no pescoço.

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A delegada Daniela Borba, que investiga o caso, diz que a polícia já tem uma pessoa suspeita dos crimes.

“Iniciamos a investigação e, por enquanto, não é possível adiantar muitas informações para não atrapalhar o andamento da investigação. Colhemos alguns depoimentos e vamos ouvir mais pessoas. Há uma pessoa suspeita, mas vamos em busca de mais informações”, disse a delegada.

Uma manifestação, na tarde da última quinta-feira (6), contou com tutores dos animais agredidos, apoiadores da causa animal e crianças. Os manifestantes caminharam, com cartazes que pediam mais segurança e respeito, até a Delegacia de Polícia de Candiota, onde registraram boletim de ocorrência.

A pena para o crime de maus tratos contra os animais varia de três meses a um ano de prisão, além de multa.

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Gato agredido é adotado
O gato Chico vivia nas ruas de Candiota e era monitorado por instituições de proteção animal. Mesmo assim, foi uma das vítimas de maus-tratos e precisou levar 60 pontos na região do pescoço após ser degolado.

O animal sobreviveu e terá um lar.

“Ele ia todos os dias lá na porta pedir comida, e eu dava para ele. Agora eu vou cuidar dele”, conta a estudante Nilza Machado.

Fonte: G1

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Polícia investiga morte de cão após banho em pet shop em São Manuel (SP)

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Família fez mutirão para encontrar cachorro (Foto: Reprodução/Facebook/Silvia Benato)

A Polícia Civil investiga a morte de um cachorro que estava sob os cuidados de um pet shop em São Manuel (SP). Segundo o boletim de ocorrência registrado pela tutora do animal, o cão, da raça buldogue francês, foi levado ao pet shop para tomar banho na última quinta-feira (22), mas não foi devolvido. Tânia Balsamo contou que o proprietário do local disse, a princípio, que seu cachorro, chamado de Theodoro, tinha fugido pela janela do carro, porém, depois soube que o cão tinha morrido durante o banho.

“Minha indignação é terem escondido a morte. Eu quero justiça, não quero que outra pessoa passe o que estou passando. Essa dor ninguém vai tirar de mim”, afirma.

Polícia aguarda laudo do veterinário (Foto: Tânia Balsamo/Arquivo Pessoal)
Polícia aguarda laudo do veterinário
(Foto: Tânia Balsamo/Arquivo Pessoal)

Em tentativa de falar com o proprietário do pet shop, mas ele não atendeu às ligações. O proprietário do Shopping dos Pássaros, onde funciona o pet shop, informou que não tem relação com o estabelecimento, que possui administração diferente. A Polícia Civil investiga investiga o caso como crueldade contra animais e aguarda o laudo da Unesp.

Segundo a polícia, o proprietário do pet shop foi ouvido na delegacia na sexta-feira (23) e negou ter matado o animal. Em depoimento, ele disse apenas que o cão tinha fugido.

Diante da insistência da tutora em saber o paradeiro do cachorro, no sábado (24) o proprietário da loja ligou dizendo que ele tinha sido encontrado. Quando ela chegou ao local, o animal estava morto. Tânia pegou o corpo e o levou ao centro de veterinário da Unesp de Botucatu, para realizar uma necropsia. Este exame será enviado para a Polícia Civil.

“Fatalidade acontece, mas eu tinha o direito de saber a verdade. Eu tinha direito de chorar por ele. A delegada mandou chamar o proprietário e ele negou. Eles até nos ligaram perguntando se o Theodoro tinha sido encontrado. Eu implorei pela verdade, mas eles só diziam que ele fugiu”, afirma Tânia.

Mutirão
Tânia conta que Theodoro, de um ano e três meses, já tinha tomado banho outras vezes na loja onde aconteceu o caso. Na quinta-feira o proprietário do estabelecimento buscou o cão, mas, na hora marcada, ele não voltou para entregá-lo. Ela diz que o proprietário foi até sua casa para contar que o cão tinha fugido pela janela do carro quando o veículo parou para entregar um animal em outra casa.

“A funcionária do pet shop me mostrou onde ele tinha fugido, fomos procurar. Ele [proprietário do pet shop] foi até na rádio anunciar o desaparecimento. Fizemos um mutirão atrás dele. Até colocamos uma recompensa para quem devolvesse. Mas, na sexta-feira, fui até a casa onde ele disse que deixou o cachorro e não tinha ninguém morando. Aí eu parei para pensar e liguei para o veterinário, que falou que o Theodoro não teria força para saltar pela janela”, afirma.

Tutora do cachorro registrou boletim de ocorrência (Foto: Tânia Balsamo/Arquivo Pessoal)
Tutora do cachorro registrou boletim de ocorrência (Foto: Tânia Balsamo/Arquivo Pessoal)

Fonte: G1

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Polícia investiga caso de cachorro que morreu após ser espancado pelo tutor, em Goiânia (GO)

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A Delegacia Estadual de Repressão a Crimes contra o Meio Ambiente (Dema) investiga o caso de um cachorro que teria sido espancado pelo próprio tutor e abandonado debaixo de sol forte em Aparecida de Goiânia. Depois de ser resgatado por protetores de animais e ficar dois dias internado, o animal morreu nesta quinta-feira (18).

De acordo com o titular da Dema, Luziano de Carvalho, na denúncia encaminhada pelos protetores que resgataram o animal à delegacia, consta que o tutor do cachorro já havia matado outros dois animais, sendo um espancado e outro queimado. “Vamos até a clínica onde o animal estava internado fazer uma perícia e dar início às investigações. Temos os dados e informações sobre o suspeito, mas só podemos indiciá-lo com provas”, informou o delegado.

Segundo Morgana Fioramonte, que fez o resgate do cachorro, o animal teria sido espancado na última segunda-feira (15) e abandonado ao lado de uma cadela que acabou morrendo após também ser espancada. “No dia seguinte, recebemos o pedido de ajuda de uma mulher que levou o cão para dentro de casa. Ele agonizava e gritava de dor. Pegamos ele e encaminhados para a clínica”, relatou.

Os veterinários constataram que, além das feridas provocadas pelas agressões, o animal estava com cinomose, anemia, desidratação, além de doença do carrapato. “Ele recebeu todos os cuidados e medicamentos durante dois dias, mas não resistiu”, lamentou Morgana, que agora luta para responsabilizar o agressor. “Não podemos cruzar os braços e esperar que esse homem mate mais animais”, enfatizou.

Caso fique comprovado as agressões, o tutor do animal pode ser indiciado por maus-tratos, previsto no artigo 32 da Lei Federal 9.605/1998. A pena é detenção de três meses a um ano, além multa que pode chegar a R$ 3 mil por animal, mas deverá ser aumentada de um sexto a um terço, por conta da morte do animal, conforme explicou o delegado da DEMA.

Fonte: A Redação

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GNR investiga atropelamento de um touro nos Açores após dezenas de denúncias

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O Comando Territorial dos Açores da Guarda Nacional Republicana (GNR) está a investigar o atropelamento de um touro, ocorrido sábado na ilha Terceira, após ter recebido dezenas de alertas de cidadãos e movimentos indignados com o caso.

“Recebemos dezenas de denúncias através do sistema SOS Ambiente e também através dos e-mais da instituição”, disse à agência Lusa o porta-voz da GNR, major Pedro Rosa, acrescentando que, “de imediato, foram mandadas ao local patrulhas do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR”.

A morte do touro, ocorrida no passado sábado, no âmbito de uma tourada à corda na freguesia das Fontinhas, concelho da Praia da Vitória, foi filmada por vídeos amadores e divulgada nas redes sociais, gerando uma onda de contestação dentro e fora do arquipélago.

O major Pedro Rosa adiantou que o proprietário e condutor da carrinha que atropelou o animal “já foi identificado” e estão a decorrer as investigações que, “num curto espaço de tempo, devem estar concluídas para ser levantado o auto”.

Assegurando que a tourada à corda estava licenciada pela Câmara da Praia da Vitória, o porta-voz da GNR admitiu que o atropelamento possa ter ocorrido “por estar em causa um eventual ataque do touro às pessoas que estavam no local”, dado que “já foi apurado que houve dificuldade em colocar a corda no animal”.

O Movimento Cívico Abolicionista da Tauromaquia nos Açores (MCATA) já condenou o “atropelamento intencional” do touro, considerando tratar-se de um ato “revelador de malvadez”.

“Aquele animal foi abalroado sem qualquer tipo de acompanhamento veterinário que impusesse fim ao seu sofrimento, após o embate da carrinha ‘pick up'”, adianta o movimento cívico em comunicado.

De acordo com o MCATA, o vídeo publicado nas redes sociais mostra “a fuga do animal, após a perda de controlo das cordas pelos pastores, bem como a sua desorientação perante os gritos e correria das pessoas”, culminando com um atropelamento “brutal”.

“Esta é mais uma prova do perigo que as touradas à corda, vulgarmente denominadas de brincadeiras com o touro, oferecem para as pessoas e animais sem que as entidades oficiais obriguem os promotores, ganadeiros e restantes interessados economicamente, tenham planos de segurança”, refere o movimento cívico.

A época de touradas à corda na ilha Terceira decorre de maio a outubro, sendo habitual nesse período de tempo ocorrerem entre 230 e 250 touradas todos os anos.

Nestes eventos os touros correm nas ruas, amarrados por uma corda, num percurso delimitado, enquanto a população assiste nas varandas ou no caminho. Estes espetáculos tauromáquicos não são pagos pelo público, mas têm um forte peso na economia da ilha.

Uma vez mais, o MCATA lamentou que a indústria tauromáquica, que pretende elevar a tourada à corda a património imaterial da UNESCO, “continue manchando a imagem dos Açores, despromovendo o Turismo, através da violência gratuita que oferece como postal”.

*Esta notícia foi escrita, originalmente, em português europeu e foi mantida em seus padrões linguísticos e ortográficos, em respeito a nossos leitores.

Fonte: Diário de Notícias

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Polícia investiga morte de gatos por envenenamento em Birigui (SP)

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A Polícia Civil de Birigui (SP) vai investigar a morte de gatos por envenenamento na cidade. Os animais foram encontrados mortos em uma casa abandonada na Vila Brasil, na noite de domingo (10).

Segundo a polícia, no local havia alimentos supostamente envenenados. Uma equipe da Polícia Científica vai ao local nesta segunda-feira (11) para fazer perícia na casa, recolher e analisar os restos de comida encontrados. O laudo com a causa das mortes deve ser emitido em até 30 dias.

A denúncia foi feita pela Organização Não-Governamental (ONG) de Proteção a Animais Balaio de Gatos, que foi ao local para levar os gatos para um abrigo. As protetoras disseram que havia forte cheiro de veneno na casa e não souberam dizer quantos gatos morreram, porque alguns podem ter saído do local e morrido longe da casa.

Fonte: G1

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Cientistas investigam causa da morte do maior jacaré da lagoa de Pampulha, em Belo Horizonte (MG)

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A morte do maior jacaré já visto na Lagoa da Pampulha deixou impressionados funcionários do Parque Ecológico, da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e os cientistas da Escola de Veterinária da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), quando o cadáver do réptil com cerca de 3,2 metros e aproximadamente 100 quilos foi encontrado boiando.

Isso porque, mesmo naquele ambiente poluído há décadas, o réptil, que é da espécie jacaré-de-papo-amarelo (Caiman latirostris) se desenvolveu superando a média máxima de 3 metros de indivíduos encontrados na natureza e se aproximando dos maiores exemplares de cativeiro, que chegaram a 3,5 metros, um desenvolvimento que ainda intriga os estudiosos, que se debruçam também sobre outros mistérios em torno do réptil “gigante”.

Ainda não se sabe qual a causa da morte do jacaré nem os impactos que ela pode levar à dinâmica territorial desses répteis que estão no topo da cadeia alimentar do ecossistema do reservatório belo-horizontino, sendo necessários estudos complementares e mais aprofundados, já que não há literatura oficial disponível sobre o tema na capital mineira. As estimativas da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte são de que haja mais de 20 jacarés na Pampulha.

Foi durante uma das corriqueiras manutenções que os funcionários da Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap) fazem numa balsa ao redor da lagoa, no fim de fevereiro, que o corpanzil foi avistado boiando, nas proximidades do parque Ecológico. Os trabalhadores do parque foram chamados e contactaram os especialistas da Fundação Zoo-Botânica para retirar o animal da água. O corpo estava em estado de decomposição e era de um macho. Depois de medido e de amostras terem sido retiradas, esse material foi encaminhado aos departamentos de patologia e toxicologia da Escola de Veterinária para determinar qual a causa da morte do jacaré.

De acordo com Eder Aguiar Faria Júnior, do Departamento de Medicina Preventiva da Faculdade de Veterinária da UFMG, o jacaré é um dos animais mais antigos da Pampulha, uma vez que a espécie pode chegar aos 50 anos, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). “Não foi possível determinar exatamente a idade do animal, mas se trata de um jacaré mais velho. O tamanho também intriga. A Lagoa da Pampulha é um ambiente muito modificado e ainda é preciso determinar se algum fator específico possibilitou o crescimento desse espécime”, disse.

Próximo ao jacaré foram encontrados destroços de uma grande tilápia e o pesquisador da UFMG afirma ter presenciado o grande crocodiliano se alimentando quando ainda estava vivo. “Ele consumia peixes, pequenas aves, pequenos mamíferos, artrópodes e insetos. Muita gente fala das capivaras, mas nunca se viu um jacaré comendo esse roedor na lagoa. Por outro lado, já vi os dois animais coexistindo muito próximos, sem qualquer hostilidade”, observa Eder Júnior.

A área de domínio do jacaré é muito ampla e o grande réptil era mais facilmente avistado no dique que represa o lago na Bairro Copacabana, mas aparições também foram registradas nas proximidades do Parque Ecológico, da Ilha dos Amores e até mesmo da Igrejinha de São Francisco de Assis. “São animais territorialistas. As fêmeas, principalmente, têm a questão de proteção de ninhos muito forte, mas como é um ambiente modificado (a lagoa poluída) não é possível comparar com a dinâmica territorial dos jacarés encontrados na natureza”.

O pesquisador espera que estudos que vêm sendo realizados pela Escola de Veterinária possam futuramente responder a essas perguntas e mostrar como esse animal, que é parte da vida selvagem de Belo Horizonte, vive, se reproduz e sua importância para o ecossistema. “Sabemos que os jacarés escolhem normalmente as melhores áreas possíveis para a postura de ovos e para a captação de energia pelo sol, mas só com mais estudos saberemos essas e outras particularidades, como por exemplo, como a população de jacarés vai reagir agora que o maior deles não está mais presente. Saberemos qual era a sua importância e o seu papel dessa forma”, disse Eder Júnior.

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Fonte: Em

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Polícia investiga caso de agressão contra cão em Bofete (SP)

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A polícia investiga um caso de maus-tratos contra um cachorro em Bofete (SP). O caso aconteceu no dia 5 de maio e o boletim de ocorrência foi registrado no dia 11, mas ganhou repercussão depois que o vídeo que mostram as agressões foi divulgado na internet (clique aqui para assistir).

O vídeo foi enviado na quinta-feira (19) pelo aplicativo TEM Você por um internauta que prefere não se identificar. Nas imagens não é possível identificar com qual objeto o cão é agredido. O boletim de ocorrência foi registrado por uma associação protetora dos animais.

“Nós solicitamos à associação protetora dos animais que o cão fosse levado, mas na ocasião eles disseram que não tinham condições de abrigar o animal. Então nós solicitamos o veterinário da prefeitura para dar assistência e abrigar o cão, que hoje passa bem”, explica o delegado substituto em Bofete, Paulo Buchignani.

Ainda segundo o delegado, um mandado de busca foi expedido para que o cão pudesse ser retirado do local, visto que, depois da repercussão do caso, ninguém foi encontrado no imóvel, mas o suspeito foi identificado. Segundo o delegado, diversos boletins de ocorrência foram feitos contra ele em outras ocasiões, no entanto o suspeito nega a ação.

Fonte: G1

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