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Soterrados pela neve, animais morrem durante nevascas na Patagônia

Divulgação

O inverno mais rigoroso já enfrentado pela Patagônia Argentina tem custado muito caro aos animais, que estão morrendo soterrados na neve.

Tutores de animais se esforçaram para resgatá-los nas províncias de Rio Negro, Chubut e Santa Cruz. Com frio e medo, esses animais costumam se refugiar em arbustos, onde esperam a tempestade passar. No entanto, as nevascas deste ano estão tão intensas que eles não têm conseguido fugir delas.

Além de vacas e ovelhas, os guanacos, animais que vivem nas montanhas da América do Sul e são típicos da Patagônia, também estão morrendo congelados.

Nevascas registradas desde o final de junho já levaram ao acúmulo de 1,5 metro de neve na superfície, com temperaturas de até -20 graus. Uma imagem de satélite da NASA, feita em 26 de junho, mostra uma grande quantidade de neve que vai da Cordilheira dos Andes, no Chile, até a Argentina.

Por conta desse cenário, o governo de Rio Negro declarou estado de emergência em 6 departamentos gravemente afetados pelas tempestades. São eles: Bariloche, 9 de Julho, 25 de Maio, El Cuy, Ñorquinco e Pilcaniyeu.

As Confederações Rurais Argentina (CRA) publicaram nota por meio da qual alertaram que “o retorno dos invernos rigorosos da Patagônia revela as terríveis condições de infraestrutura que dominam na região: rotas, estradas, esgotos, serviços de comunicação telefônica e internet, gás, eletricidade, que desmoronam diante do fenômeno e complicam a tentativa de resgate de moradores, famílias, trabalhadores e produtores, bem como as perdas das propriedades que desencadeará em um processo de deterioração que será agravado nas próximas semanas”.

Moradores da Patagônia Argentina afirmam que esse é o inverno mais rigoroso dos últimos 20 anos.

Confira vídeos que mostram o sofrimento dos animais na neve:


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ONG promove campanha solidária de inverno em prol dos animais em Osasco (SP)

ONG promove campanha solidária de inverno em prol dos animais em Osasco-SP
Foto: Arquivo Pessoal/ Carmem Lúcia

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), há mais de 30 milhões de animais em situação de abandono no Brasil. Apenas no Estado de São Paulo esse número pode chegar a 2 milhões, sem contar a grande quantidade de animais retirados das ruas por ONGs e protetores independentes. A pandemia de Covid-19 agravou ainda mais esse quadro.

Com a chegada do inverno, a época mais fria do ano, essa situação pode piorar. Pensando nisso, duas amigas, fundadoras da ONG Marcha Manchinha, decidiram promover uma campanha solidária de inverno em prol dos animais, buscando arrecadar principalmente ração, e produtos que possam aquecer os animais nesse inverno; como cobertinhas, casinhas, roupinhas, entre outros produtos de uso animal. Ação será realizada na cidade de Osasco, região da Grande SP.

Segundo a fisioterapeuta Lilian Uyema, 35 anos, uma das organizadoras do evento, a campanha será uma parceria entre a ONG Marcha Manchinha e instituições que resgatam cães e gatos em situação de rua na cidade de Osasco, e na capital.

“Além das ONGs parceiras que resgatam os animais em situação de rua, vamos doar os produtos em comunidades aqui da cidade para protetores independentes”, afirmou Lilian em entrevista à ANDA.

Já para a paisagista Carmem lúcia Mariano, 47 anos, que também é uma das organizadoras do evento, a campanha é importante, pois não só os cães de ONGs serão ajudados, mas também os cães em situação de rua serão beneficiados com a ação.

A campanha também contará com parcerias com empresas fabricantes de ração, pet shops, clínicas veterinárias, hospital veterinário 24 horas e os comércios da região. Além da prefeitura de Osasco, que através da Secretaria do Meio Ambiente está apoiando a campanha cedendo o local para realização do evento.

Solidariedade com segurança

Em razão da panemia, a ONG Marcha Manchinha decidiu que as doações serão feitas em sistema de “Drive-Thru” em um espaço totalmente aberto, no qual a pessoa entra com seu carro, entrega a sua doação e vai embora rapidamente.

“O intuito é promover uma ação solidária, mas com todos os cuidados e recomendações da OMS, respeitando o distanciamento social e também atendendo as regras da prefeitura de Osasco para não acontecer aglomerações de pessoas no local”, ressaltou uma das organizadoras.

O evento será realizado neste sábado, dia 18 julho, das 10 as 17 horas, na rua Narciso Sturlini, no estacionamento da Prefeitura de Osasco.

Lilian Uyema, uma das organizadoras do evento ainda ressalta que as empresas que fizerem doações poderão divulgar seu material de trabalho no horário da ação, tendo exposto o seu trabalho em banners, faixas e nas redes sociais da organização.

Legado deixado

A ONG Marcha Manchinha nasceu em novembro de 2018, após um segurança do Hipermercado Carrefour agredir com uma barra de ferro um cachorro. Após ser cruelmente ferido, Manchinha, como foi batizado o pequeno cãozinho, foi levado ao Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) da cidade de Osasco, vindo a óbito poucos dias depois.

O caso demorou três dias para ser denunciado às autoridades. O segurança confessou o crime, declarando-se arrependido. Após a conclusão do inquérito, no dia 18 de dezembro de 2018, o funcionário foi considerado réu pelo crime de abuso e maus-tratos a animais. No entanto, não foi preso imediatamente, respondendo em liberdade.

O caso, divulgado por redes sociais, repercutiu rapidamente, gerando uma onda de protestos pelo Brasil, contra a rede de lojas. Vários famosos, como Tatá Werneck e Luciano Huck, publicaram repúdio ao caso em suas redes sociais. A Polícia Civil de São Paulo instaurou um inquérito para apurar as causas do falecimento animal e vários funcionários do Carrefour tiveram que prestar depoimento.

Manchinha recebeu várias homenagens após sua morte. Em fevereiro de 2019, o caso serviu de justificativa para a proposição de leis mais rigorosas ao crime contra de maus-tratos a animais. O congresso nacional aprovou o aumento da pena e da multa para responsáveis por maltrato a animais, de um ano de detenção para quatro anos, com multa máxima de mil salários mínimos.

A campanha deste sábado não será a primeira ação da ONG Marcha Manchinha. Em novembro de 2019, a organização realizou uma passeata com o objetivo conscientizar as pessoas contra os maus-tratos aos animais, lembrando um ano da morte do pequeno cachorrinho Manchinha.

 

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“Infelizmente não podemos trazer a vida do Manchinha de volta, mas vamos transformar em ações para conscientizar e ajudar a vida dos animais, lutando para que o mesmo não aconteça com os demais animais que vivem em situação de rua”, enfatizou Lilian.

Relembrando que o cachorro Manchinha para sempre deixará seu legado. “Mas que manter o nome do Manchinha é lembrar sempre do legado que esse cachorro nos deixou, que foi cuidar e proteger a todos os animais”, concluiu a organizadora.


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Cães e gatos precisam de cuidados especiais no inverno

Pixabay

Todos sabemos que o inverno é o período mais frio do ano, e dependendo da região, as temperaturas podem chegar a níveis baixíssimos. Mas, além dos seres humanos, os animais também precisam de cuidados extras e especiais. Além dos cuidados básicos que os tutores devem ter com seus animais.

Nessa época, algumas dicas são essenciais para você deixar seu amigo de quatro patas bem protegido e bem aquecido, abaixo listamos algumas:

Local de dormir: alguns animais, como gatos e cachorros, mesmo tendo sua casinha, às vezes preferem ficar ao relento. Nesses casos, a principal dica é que não deixem eles saírem durante a noite. Proteja a caminha do animal do frio colocando alguns revestimentos de borracha ou estrado, evitando o contato do animal com o chão gelado.

Roupinhas: nesse período de inverno, o mais indicado é que seu animal esteja protegido com roupas quentes, como tecido de lã ou soft, são tecidos que esquentam mais que os outros, geralmente.

Banhos: no inverno, recomenda-se, que os animais tomem menos banho e de preferência seja com água morna, e principalmente não molhe o animal nos dias mais frios. Seque-o bem após o banho e não o deixe sair para rua.

Vacinas: gripes são normais em cachorros e em gatos nessa época, então sempre deixe seus animais domésticos imunes a qualquer doença que possa afetá-los no inverno.

Escovação: é recomendável que aumente o número de escovação nessa época, devido, principalmente, aos animais se lamberem mais nesse período eles acabam engolindo pelos que formam bolas de pelo no estômago, o que pode acarretar nos animais uma constipação intestinal.

Exercícios: estimule seu animalzinho doméstico a fazer exercícios. Assim como nos seres humanos, o corpo do animal também precisa estar aquecido. Use brinquedos, como bola, elásticos, faça ele se locomover por toda casa, assim ele sempre estará aquecido.

A última dica e não menos importante: com animais muito velhinhos, a partir de sete anos, é importante sempre manter uma atenção redobrada, pois a perda muscular é normal em animais com essa faixa etária e isso faz com que sintam mais frio.


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Campanha de inverno arrecada cobertores para animais resgatados das ruas

Foto: Divulgação/Prefeitura de Guarujá

O Canil Municipal de Guarujá, no litoral de São Paulo, iniciou uma campanha para aquecer os animais mantidos pelo local.

O objetivo da “Cãopanha Inverno Quentinho” é arrecadar mantas, toalhas, lençóis e cobertores para proteger os animais das baixas temperaturas, que já se aproximam e ficarão mais intensas durante o inverno, que se inicia em 20 de junho.

O canil informou ao G1 que, caso as doações extrapolem o necessário para aquecer os animais do local, os itens serão repassados a animais que vivem nas ruas, cuidados pela comunidade ou por pessoas em situação de rua, já que eles ficam muito expostos às baixas temperaturas.

Para beneficiar os cerca de 200 animais mantidos pelo abrigo de Guarujá, a população pode entregar as doações diretamente no Canil Municipal, que está mantendo, inclusive, um cronograma de consultas, castrações e cirurgias durante a pandemia.

O Canil Municipal funciona de segunda a sexta-feira, das 9h às 11h e das 14h às 16h, na rua Profª Maria Lídia Rego Lima, 301, no bairro Jardim Conceiçãozinha. O telefone para contato é o 3387-7197.


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Cadela e filhote são resgatados após se protegerem da neve em buraco

O buraco foi feito pela mãe dos filhotes na intenção de proteger os bebês e a si mesma por conta das baixas temperaturas


Uma cadela e seis filhotes foram resgatados em Minnesota, nos Estados Unidos, após se protegerem da neve em um buraco. Os animais foram levados para o abrigo de uma ONG.

Foto: Facebook / Red Lake Rosie’s Rescue

O buraco foi feito pela cadela, por conta do frio, na intenção de proteger os filhotes e a si mesma.

Através das redes sociais, a ONG Red Lake Rosie’s Rescue explicou que os animais foram resgatados após uma família avistá-los e levá-los para o abrigo da entidade.

Os cães chegaram famintos à sede da instituição. Com cerca de três semanas de vida, os filhotes não estavam se alimentando porque a mãe não tinha leite para oferecer a eles.

Foto: Facebook / Red Lake Rosie’s Rescue

“Depois de alguns dias em um lar quente e boa comida, Snowbelle começou a produzir muito leite para os bebês”, afirmou a entidade no Facebook. Posteriormente, a cadela foi rebatizada como Asha.

Os cães foram levados para um lar temporário e disponibilizados para adoção. Cinco filhotes já encontraram adotantes. Apenas Barry não foi adotado ainda. A mãe, segundo a entidade, tem dois anos de idade e é “um pouco tímida”.


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Filhote de foca “acena” para a câmera ao ser flagrado tomando banho de sol

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

Um fotógrafo conseguiu capturar o momento em que um filhote de foca “empolgado” em tirar uma foto sua começou a acenar para a câmera. Johan Siggeson tirou fotos do adorável bebê foca que se exibia na praia de Horsey, em Norfolk, Inglaterra, quando o sol apareceu.

Ele disse: “Foi uma experiência incrível passar tempo com essas focas. Tivemos um clima horrível nos primeiros dias, com muita chuva, granizo e vento”.

Johan, que nasceu na Suécia, mas mora em Malta, passou um tempo com as focas na praia de areias macias na costa leste do Reino Unido, popular entre os turistas pela presença de focas.

Muitas vezes, as focas são vistas repousando na areia durante os meses de inverno, com a foca na foto batida por Johan espreguiçando-se e estendendo a nadadeira “para dizer olá”.

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

“Se você precisa de um pouco de inspiração, há sempre um filhote fofo por perto em alguma cena doce”. Ele disse que tirou a foto usando uma lente de 600 mm a pelo menos 10 metros de distância do animal e ela parecia estar em “plena felicidade”.

As focas comuns vêm para a terra, nas praias, para dar à luz de novembro a janeiro, o que significa que o inverno pode ser um período movimentado para ver as focas.

Foto: Johan Siggeson/Caters News
Foto: Johan Siggeson/Caters News

No norte da praia encontra-se a reserva natural de Blakeney Point, que abriga focas comuns e cinzentas.

No início deste mês, o National Trust afirmou que os números de filhotes de focas cinzentas presentes na reserva em Blakeney Point quebraram todos os recordes anteriores.

Havia 3.068 focas bebês na reserva até 12 de dezembro, em comparação com o total de 3.012 do ano passado e cerca de 2.000 em 2014.

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Filhotes de tigre órfãos são acolhidos em reserva após sua mãe ser morta por caçadores

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

A dedicação ilimitada dos guardas florestais na Índia é demonstrada pela forma como eles lutam para conservar a população de tigres selvagens do país

Um dos cuidadores de animais da Reserva de Tigres de Bandhavgarh, Yogendra Singh, adotou dois jovens filhotes de tigres órfãos abandonados, Bhandhav e Bhandavi, cuja mãe deve ter sido morta por caçadores em busca de sua pele.

Os filhotes tinham apenas 10 dias de idade quando foram encontrados lutando contra o fio do inverno e a beira da morte, quando foram levados para a Reserva de Tigres de Bandhavgarh, no centro da Índia.

Como os filhotes não estão fora de perigo até os 180 dias de idade, Yogendra decidiu assumir o desafio de criá-los manualmente, levantar-se a cada poucas horas para alimentá-los e cuidar deles “como se fossem seus próprios filhos”.

Cenas comoventes mostram Yogendra cuidando dos bebês, brincando com eles e alimentando-os a cada duas horas, como é necessário uma vez que que os jovens tigres ainda estão vulneráveis.

E seus esforços parecem estar valendo a pena, já que uma contagem de números feita por conservacionistas, da população de tigres selvagens realizada a cada quatro anos mostra que eles finalmente subiram – para 700.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

A contagem, realizada pela Autoridade Nacional de Conservação do Tigre da Índia, é a primeira pesquisa totalmente científica da população de tigres indianos já realizada.

Seus resultados mostram que o número de tigres selvagens no país subiu de 2.226 há quatro anos para 2.967 – um aumento de 741. É entendido como o maior aumento no número de tigres na natureza desde que os registros começaram.

Um momento alegre capturado em vídeo mostra o Dr. Yadvendradev Jhala, do Instituto de Vida Selvagem da Índia, e cientista-chefe na contagem oficial de tigres, compartilhando as descobertas.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Ele exclama: “A população subiu! Nós não esperávamos isso, mas aconteceu, e isso é incrível. Eu acho que o aumento está nas áreas onde os números de tigres já eram altos. Isso é algo que é difícil para nós absorvermos”.

“Estávamos pensando que eles haviam atingido a capacidade máxima, mas muitas dessas áreas subiram e é isso que aumentou o número, basicamente.”

Martin, que acompanha a contagem, responde à notícia de que os números aumentaram, dizendo: “Eu tenho que dizer que quando cheguei aqui eu estava tão preocupado com o que a contagem iria revelar”.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

“Mas tendo visto o que está acontecendo, vendo os números, eu estou calmo e confiante, apesar de todos os desafios que este animal enfrenta, o tigre vai continuar a sobreviver aqui na Índia. Então eu posso ir para casa tranquilamente feliz”.

Acredita-se que atualmente existam menos de 4.000 tigres selvagens em todo o mundo, e a Índia abriga cerca de 60% dos que restam. Se os números da Índia caíssem este ano, poderia ter soado a sentença de morte para estes felinos que são um dos mais icônicos da natureza.

Caçadores de troféus, caçadores em busca de partes de corpo para tráfico e expansão humana básica devastaram todas as populações de tigres, acabando com os habitats em que eles vivem. Estima-se que o número de tigres no planeta tenha diminuído em mais de 95% no último século.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Atualmente, dois tigres são mortos a cada semana por caçadores, e muitas vezes seus filhotes são deixados órfãos para se defenderem na natureza, com poucos chegando à idade adulta.

Seguindo o trabalho de guardiões e cientistas nas belas paisagens da Índia, a Martin Hughes-Games acompanha a nova contagem do início ao fim, pois usa a mais recente tecnologia para determinar números.

Ele diz: “A Índia é um país que está se industrializando incrivelmente rápido. Existem estradas e linhas ferroviárias e indústrias em todos os lugares que você procura e, é claro, as necessidades humanas sempre virão antes das da vida selvagem. Assim, as populações de tigres estão sendo isoladas cada vez mais. Então está ficando mais difícil para o tigre sobreviver neste país”.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

As armadilhas fotográficas capturam mais de 30 mil imagens de tigres, suas listras, como impressões digitais, são usadas para identificar cada tigre individual, enquanto aplicativos especiais de mapeamento de telefones celulares e análise de DNA também são empregados.

Martin também explora o território dos tigres – e contá-los pode ser um negócio perigoso. Nos manguezais de Sunderbans, os tigres adaptaram-se para tornar-se mais leves e pisar “como se flutuassem”. Os guardas do parque podem facilmente ficar presos nos pântanos lamacentos e se tornarem presas. Mais de 30 pessoas morrem a cada ano como resultado de ataques de tigres de pântano.

Ele descobriu que em pelo menos um dos 50 parques de conservação da Índia, o tigre está tragicamente extinto, e só pode esperar que alguns dos outros parques tenham mostrado um crescimento nos números para compensar essas perdas.

Foto: @ITV documentary Counting Tigers - A Survival Special
Foto: @ITV documentary Counting Tigers – A Survival Special

Os caçadores furtivos geralmente capturam um tigre adulto pela sua pata em uma armadilha com mandíbulas de metal e, enquanto esta incapacitados, o tigre é então espetado pela boca e por trás, para evitar danificar sua valiosa pele. Mas os caçadores não estão apenas atrás da pele – há uma enorme demanda por produtos de tigre na China e no Sudeste Asiático.

Debbie Banks, da Environmental Investigation Agency, explica o apelo por alguns produtos de tigre.

Ela diz: “Quase toda parte do corpo do tigre infelizmente tem valor no mercado. As peles são usadas como decoração de luxo para colocar no chão, na parede, no sofá.

“É um mercado que atende àqueles que querem mostrar seu poder, sua riqueza e seu status. O osso do tigre é usado na medicina chinesa para tratar o reumatismo e a artrite, mas também é usado para fazer um vinho que “funciona” como um tônico de reforço ósseo.

“Muitas vezes o item é comprado como um presente de prestígio, se você quiser subornar um funcionário ou ganhar um contrato, você pode dar de presente uma garrafa de vinho de osso de tigre”.

“Em alguns lugares, é vendido como produto que estimula a virilidade. Já seus dentes e garras, são valorizados como itens de joalheria. Mais uma vez é tudo puro luxo. Não há absolutamente nenhuma razão essencial para que uma parte do corpo do tigre seja comercializada”.

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Crianças reaproveitam caixas de suco para construir casinhas para animais abandonados

Um grupo de crianças se uniu para construir casinhas para cachorros e gatos abandonados no Chile. Entre elas está a idealizadora do projeto, Constanza Osorio Zaldivia.

Foto: Reprodução / Histórias com Valor

Constanza decidiu reaproveitar caixas de suco jogadas no lixo por seus vizinhos para fabricar casinhas. A ideia tem beneficiado não só os animais, mas também o meio ambiente, e surgiu após a garota se informar sobre o efeito devastador do lixo na natureza. As informações são do portal Razoes Para Acreditar.

Dezenas de crianças fazem parte do projeto. Elas juntam as caixas vazias, lavam, recortam e constroem as casinhas. Depois, as colocam em praças e calçadas, além de doar algumas para abrigos de animais.

Para fazer com que as casinhas fiquem impermeáveis à água, as crianças as forram com fita adesiva. Além disso, graças à tecnologia Tetra Pak, as pequenas casas para animais são bastante resistentes.

O projeto teve início há dois meses e, de acordo com Constanza, “está apenas começando”.


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Aprenda a transformar uma blusa velha em uma roupinha para cachorro

Aí chega o frio e você percebe que seu cachorro anda tremendo e procurando abrigo em lugares quentes. Os animais também sentem frio e precisam ser agasalhados!

Antes de partir para uma pet shop para comprar a roupinha animal da moda, dê uma olhada no seu guarda-roupa. Talvez haja ali alguma blusa velha que ninguém usa mais. Essa peça pode ser usada para a confecção de uma roupa para cachorro – especialmente os de pequeno porte. Olha só:

01. Encontre a blusa ideal. A roupa será feita com a manga, então cuide para que seu cão caiba dentro dela.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

02. Corte a ponta da blusa tendo em mente o tamanho do seu cachorro.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

03. Separe a manga do restante da peça. Se o seu cão for um pouco maior, desfaça a costura e refaça-a acrescentando uma tira de tecido.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

04. Costure um acabamento nas duas extremidades da roupinha.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

05. Abra buracos para as patas do cão.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

06. Depois de testar o tamanho das aberturas no seu cachorro, costure um acabamento. Se necessário, aumente os furos antes dessa etapa.

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

07. Está aí o cachorrinho agasalhado, protegido do frio e usando uma roupa feita por você mesmo!

Foto: Reprodução / Blog Babbles By Brook

Fonte: Somente Coisas Legais


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Jornalismo cultural, Notícias

Arraial Vegano da Zona Leste de SP oferece comida de boteco no dia 21

Por David Arioch

No dia 21 (domingo), das 12h às 19h, o Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé, vai ser cenário do Arraial Vegano da Zona Leste, realizado pelo Vegan Club Solidariedade Animal.

Evento vai ser no Sindicato dos Metroviários de São Paulo, no Tatuapé (Fotos: Divulgação)

No arraial os visitantes vão encontrar inúmeras opções de comida de boteco, produtos de higiene pessoal e beleza, moda, acessórios, feirinha de adoção, atrações musicais, espaço para crianças e correio elegante.

“Teremos feijoada, espetinhos, sanduíches, salgados, doces, cervejas, quentão e vinho quente”, informa o Vegan Club, acrescentando que tudo será livre tanto de ingredientes de origem animal quanto de testes com animais.

A organização do evento pede, se possível, que os visitantes levem ração e roupas de inverno para doação. “Vamos distribuir para animais e pessoas em situação de vulnerabilidade. É importante também trazer copo”, informa. A entrada é gratuita.

Endereço

Sindicato dos Metroviários – Serra de Japi, 31, esquina com a Radial Leste – entre as estações de metrô Carrão e Tatuapé.


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Shopping abriga cachorros abandonados para protegê-los do frio

Um shopping em Istambul, na Turquia, decidiu abrigar cachorros abandonados para protegê-los do frio. O inverno na cidade é rigoroso e a ajuda do estabelecimento tem sido primordial para esses animais, que correm o risco de morrer de hipotermia na rua.

Foto: ARZU INAN

A cidade é conhecida pelo bom tratamento que dá aos cachorros e gatos abandonados. Os cães que passaram a ficar dentro do shopping conseguiram abrigo após entrarem, por conta própria, no local. Ao invés de serem expulsos do local, eles foram acolhidos e receberam tapetes de papelão e cobertores para dormir em frente às lojas.

Como se não bastasse a acolhida que o shopping deu aos animais, a loja de roupas femininas Penti levou vários cães para dentro de seu estabelecimento, dando-lhes ainda mais conforto. Uma foto que mostra três cães dentro da loja, enquanto um cliente faz compras, viralizou nas redes sociais e comoveu internautas. As informações são do portal Pawpulous.

O gerente da loja Penti, Arzu Inan, e o proprietário de um café, Selçuk Bayal, que deu abrigo a 12 gatos, afirmaram à mídia local que nem a possível desaprovação de alguns clientes os impediu de ajudar os animais.

Foto: ALI ÇELIK
Foto: SELÇUK BAYAL

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Caça a animais silvestres aumenta durante o inverno

Apesar da caça de animais silvestres ser proibida em território brasileiro desde 1967 por meio da Lei de Proteção à Fauna (Lei 5.197/67), a prática ainda é muito comum pelo Brasil e cada bioma e cada espécie revela ter um nível de ameaça diferente. As motivações para realização desta atividade variam desde o consumo humano, em geral quando se tratam de mamíferos ou aves, até capturas para manutenção em cativeiro.

Foto: Pixabay

Em regiões onde o clima é mais frio, a caça de animais silvestres aumenta no inverno. Segundo dados do Batalhão de Polícia Ambiental do Paraná – Força Verde (BP Amb FV), da Polícia Militar do Paraná, o número de apreensões de armadilhas para a fauna em todo o Estado cresceu de 761 entre junho e setembro de 2017 para 1.220 apreendidas no mesmo período de 2018. O aumento representa um crescimento de 60%. Outro indício que comprova que a caça é mais intensa durante os meses mais frios do ano é o número de armas de fogo apreendidas pelo Batalhão. Apenas durante o inverno de 2018, foram mais de 130 armas e 2.344 munições apreendidas.

Alguns fatores contribuem para esse aumento. De acordo com o capitão BP Amb FV, Álvaro Gruntowski, o inverno é uma época em que o alimento é mais escasso na floresta, por isso o animal acaba se expondo mais para conseguir se alimentar e é facilmente atraído pelas “cevas”, alimentos deixados em local estratégico para atrair o animal. A estação também coincide com o período reprodutivo de muitas espécies, deixando-as ainda mais vulneráveis. “Mas o principal fator é a temperatura mais amena e diminuição das chuvas, o que torna o deslocamento do caçador mais fácil e confortável dentro da floresta”, ressalta Gruntowski.

O coordenador das reservas da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), Reginaldo Ferreira, instituição que é proprietária de três Reservas Naturais no litoral do Paraná – das Águas, Guaricica e Papagaio-de-cara-roxa –, conta que algumas armadilhas utilizadas pelos caçadores também podem representar risco para quem transita por estas áreas naturais e para os policiais do BP Amb FV, como é o caso do “trabuco” ou armadilha de carreiro, que consiste em uma arma de fogo instalada com um dispositivo que é acionado quando o animal passa pela trilha.

“Nossas atividades incluem o monitoramento dessas áreas, em parceria com o Batalhão, para prevenir ilícitos ambientais como desmatamentos, a caça ou captura de animais silvestres, corte de palmito nativo ou qualquer outra atividade ilegal dentro dessas áreas. Infelizmente, ainda sofremos muito com a caça na região, o que representa uma ameaça não apenas para os animais, mas para quem anda pela mata também”, explica Reginaldo.

Fonte: Diário dos Campos


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