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Lobo-guará é resgatado com fraturas expostas em rodovia de SP

Lobo-guará é resgatado com fraturas expostas após sofrer atropelamento em rodovia no interior de São Paulo.
Foto: Policia Ambiental

Um lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) foi encontrado e resgatado pela concessionaria Auto Raposo Tavares (Cart) após sofrer um atropelamento na Rodovia Raposo Tavares (Km 270), em Presidente Epitácio, no interior de São Paulo.

A Polícia Ambiental foi chamada para levar o macho ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS), em Presidente Prudente (SP). O CETAS fica no parque ecológico da cidade. A medica veterinária do local, Erica Pelossi informou em uma entrevista ao G1 que o lobo-guará, que tem por volta de 1 ano de idade, sofreu fratura exposta nas patas.

Segundo os militares que atenderam o ocorrência, o macho está em tratamento e se recuperando. “O animal passará por tratamento e, quando estiver apto, será reintroduzido ao seu habitat natural”, disse a Polícia Ambiental.

Foto: Policia Ambiental

Atropelamentos no Brasil

Segundo dados atualizados do CBEE (Centro Brasileiro em estudos de Ecologia de estradas), apenas esse ano, mais de 225 milhões de animais morrem anualmente em estradas brasileiras por atropelamento.

Dados do CBEE mostram que a cada segundo morre 15 animais atropelados no Brasil. Diariamente, estima-se que deve morrer mais de 1,3 milhões de animais e ao final de cada ano, até 475 milhões de animais são atropelados no país.

Calcula-se que desses 475 milhões de animais atropelados no Brasil, 430 milhões são pequenos animais vertebrados, como sapos, aves, cobras, entre outros. Os outros 45 milhões de mortes por atropelamento são divididos por animais de médio porte (gambás, lebres, macacos) e de grande porte por exemplo; onças-pintadas, antas e capivaras).

O CBBE aponta ainda que os números apresentados são baseados em estudos científicos publicados em diferentes revistas brasileiras. A partir desses estudos, o órgão emissor das pesquisas calcula uma taxa de atropelamento médio no país.

Como a maioria dos trabalhos são realizados em rodovias federais brasileiras, a taxa calculada é usada como referência para este tipo de rodovia. Rodovias municipais e estaduais, assim como estradas de terra tiveram taxas de atropelamento menor, segundo dados do portal do órgão.

Se formos ver em porcentagens, 90% das mortes de animais por atropelamento são de pequenos animais vertebrados, 9% de animais vertebrados de médio porte e 1% de animais vertebrados de grande porte.

Foto: CBEE ( Centro Brasileiro de estudos ecológicos de estradas)

Impacto na diversidade biológica

Tanto a comunidade cientifica internacional quanto os governos e entidades não governamentais vem alertando para a perda da diversidade biológica em todo mundo.  A degradação do meio ambiente está afetando negativamente o planeta e encontra raízes na condição humana contemporânea, agravada pelo crescimento explosivo da população humana e pela desigualdade de renda.

A perda da diversidade biológica envolve aspectos sociais, econômicos, culturais e científicos. O crescimento populacional e o aumento desenfreado das cidades vêm provocando grandes prejuízos aos animais e ao seu habitat natural. Segundo especialistas, a busca por comida, água e espaço para moradias vai provocar uma grande extinção da fauna em 50 anos.

As espécies mais ameaçadas são os mamíferos africanos de grande porte, que vivem na África, Ásia e América do Sul, regiões onde concentram maior índice de biodiversidade no mundo, conforme pesquisas divulgadas pela revista científica Nature Insight.

Para o estudo, uma mudança drástica da escala alimentar humana e a adoção métodos agrícolas sustentáveis podem ser alternativas para fornecer “dietas saudáveis e éticas” para 10 bilhões de pessoas até 2060, e ao mesmo tempo que preservará habitats das espécies mais ameaçadas.

Áreas de preservação ambiental ocupam 14% da superfície terrestre, mas ainda assim a biodiversidade declina mundialmente. Em algumas partes do continente africano, pelo menos 10% da população de leões sofreu declínio em razão da invasão humana e destruição do habitat dos animais.

Os pesquisadores salientam que é fundamental que governantes adotem políticas verdes para mitigar os efeitos da crise climática e da devastação ambiental.


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Cachorro que vivia na rua é adotado após ser agredido no interior de SP

Arquivo Pessoal

Um cachorro que vivia em situação de rua foi agredido por um idoso na cidade de Urupês, no interior do estado de São Paulo. Os maus-tratos foram registrados em um vídeo.

Nas imagens, é possível ver o homem usando um fio de nylon para agredir o animal. Em seguida, ele puxa uma corrente, que está amarrada ao focinho do cão, impossibilitando-o de abrir a boca.

Visivelmente assustado e acuado, o cachorro resiste aos puxões do homem, que persiste, arrastando o animal contra sua vontade.

O caso foi denunciado às autoridades. Em entrevista ao G1, a Polícia Ambiental informou que o cachorro vivia na rua e era alimentado pela vizinhança. Ele foi agredido após latir em frente à casa do idoso.

Uma equipe da polícia esteve no local do crime para averiguar a situação. Após ser feita vistoria, foi contatado que o cachorro passa bem e foi adotado por outro morador da região.

O resultado da vistoria será encaminhado ao Ministério Público, que pode acionar algum familiar do idoso para que informações sobre o crime sejam passadas.


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Grupo que matou mais de mil onças-pintadas é denunciado à Justiça

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou um grupo de caçadores à Justiça Federal. Segundo investigação da Polícia Federal (PF), o mais antigo e ativo membro do grupo, o dentista Temístocles Barbosa Freire, que pratica caça desde 1987, matou mais de mil onças-pintadas ao longo de mais de 30 anos. O grupo atuava no interior do Acre, na região da Fazenda Cacau, zona rural do município Porto Acre.

Temístocles Barbosa Freire carrega uma onça-pintada após uma caçada em 2016 (Foto: Reprodução / O Eco)

Os outros caçadores denunciados são: o médico Dória Lucena Júnior, o servidor do Poder Judiciário Sinézio Adriano de Oliveira, o agricultor Gilvan Souza Nunes, o agente penitenciário Gisleno José Oliveira de Araújo Sá, o eletricista Manoel Alves de Oliveira, além de Sebastião Júnior de Oliveira Costa, Reginaldo Ribeiro da Silva e Gersildo dos Santos Araújo – que não tiveram as profissões divulgadas.

O grupo matou onças-pintadas – que estão ameaçadas de extinção –, capivaras, catetos ou porcos-do-mato e veados-mateiros. As informações são do portal O Eco.

A Justiça Federal aceitou a denúncia e abriu duas ações penais, uma pelo crime ambiental de caça e outra por uso de arma de fogo sem autorização.

Para apurar o caso, a PF se baseou em escutas telefônicas, monitoramento dos celulares dos envolvidos e recolhimento de fotos e vídeos nos quais os acusados registravam as caças, inclusive exibindo animais sendo mortos.

O monitoramento foi realizado durante três meses. Nesse período, a polícia registrou 11 episódios de caça, com oito onças-pintadas, 13 capivaras, 10 catetos e dois veados-mateiros mortos.

Para atrair as onças, segundo a denúncia, os caçadores tocavam cuíca e usavam carniça. Cachorros eram explorados durante a caçada para acuar os animais silvestres – o que, inclusive, colocava a vida e a integridade física dos cães em risco.

Os acusados podem ser punidos com penas de prisão e multa, que podem variar a depender da participação de cada um deles nos crimes.

Maior felino das Américas, a onça-pintada está classificada como vulnerável e corre risco de ser extinta.


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Touros são agredidos e suportam som alto em rodeios no interior de SP

Um touro que se negou a sair do curral onde estava, em um rodeio no município de Santa Gertrudes, no interior de São Paulo, recebeu chutes de dois homens. Em seguida, um deles enrolou o rabo do animal e o puxou.

(Foto: Joel Silva/Folhapress)

Outras situações de maus-tratos foram encontradas ainda em rodeios de Cafelância e Iacanga, também no estado de São Paulo. Os fatos foram registrados pela Folha de S. Paulo.

Som extremamente alto, animais sendo obrigados a esperar por longas horas, currais apertados e ausência de ração e água fazem parte da rotina dos rodeios dos três municípios. Além do sedém, cinta que passa pela virilha do animal, fazendo-o pular, que, segundo entidades de proteção animal, é torturante.

Funcionários do rodeio de Cafelândia revelaram que os touros chegaram ao local às 17h30. O rodeio foi aberto às 21h35 e as montarias acabaram por volta da meia noite. Os animais foram mantidos confinados durante todo o período, sem água e alimento, em pé, apertados, em local sem espaço para locomoção, em situação clara de maus-tratos. Em Santa Gertrudes, também foi constatada a presença de touros mantidos em currais superlotados sem acesso à água e ração.

Um decibelímetro utilizado pela Folha mostrou que o som no evento em Cafelândia alcançava 100 decibéis, o equivalente ao barulho de uma motocicleta. Em Iacanga e Santa Gertrudes, o som era ainda mais alto, atingindo 115 decibéis, semelhante ao barulho feito por um estádio de futebol no momento de um jogo. De acordo com estudos, sons nesses patamares podem causar lesões auditivas graves em humanos.

“É muito alto para um animal. Bois e cavalos, cavalos principalmente, têm o ouvido muito mais sensível que o nosso. É torturante para eles esse barulho, além da confusão com pessoas gritando e fogos”, explica a advogada Renata de Freitas Martins, responsável por cerca de dez ações judiciais contra rodeios.

Em Cafelândia, condutores elétricos, que dão choques, foram utilizados contra os animais para levá-los às montarias. Para a ativista, fundadora e diretora da ONG Amor de Bicho Não Tem Preço, a ação é considerada tortura. “Eles sofrem estresse, pavor. Isso é cultura pré-histórica”, afirma a ativista, que atua contra rodeios na região de Campinas.

(Foto: Joel Silva/Folhapress)

Embora não tenham sido usados condutores elétricos no rodeio de Iacanga, substituídos por varas de bambu, ao menos dois touros receberam tapas antes da montaria.

“Quanto menor [o evento], mais comum é esse trato com o animal. Isso ocorre nos grandes também, mas de forma menos explícita. Se acham tudo normal, basta lembrarmos do sedém”, critica o diretor do PEA (Projeto Esperança Animal), Carlos Rosolen. “Se gera comportamento anormal, está maltratando. Ele pula porque quer tirar aquilo”, completa a advogada Renata Martins ao falar do sedém.

Coleta de sangue de animais explorados por rodeios, que mostraram níveis de hormônios que indicam estresse, e o registro de pupilas dilatadas foram algumas questões utilizadas para embasar as ações judiciais, segundo Renata.

“Tiraram os animais dos circos e eles seguiram existindo. Se colocar um peão fazendo corrida de saco na arena o público vai ser o mesmo, pois as pessoas vão para ver shows, não montarias”, argumenta Rosolen.

A exploração e a crueldade animal promovidas pelos rodeios tem feito com que eles recebam cada vez mais críticas, o que, por consequência, fez com que o número de eventos fosse reduzido, assim como a duração de alguns deles.

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Sangue, correntes e ossos: o interior perturbador de um matadouro abandonado

Redação ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais

Foto: Jim Sullivan

Muitos edifícios abandonados possuem uma atmosfera fantasmagórica – mas poucos são tão inquietantes quanto o matadouro enferrujado, abandonado e esquecido visto nestas imagens.

Capturadas pelo fotógrafo Jim Sullivan, as fotografias mostram os restos da maquinaria utilizadas para assassinar e processar milhares de vacas, da calha da morte que jogava os animais para o chão da matança até as grelhas enferrujadas que antes ficavam escorregadias devido à quantidade de sangue.

Foto: Jim Sullivan

Há ainda os restos secos de cascos cortados no meio da maquinaria silenciosa e decadente. “O matadouro abandonado é um lugar de pesadelo”, disse Sullivan. Ele não está errado.

A decadência é clara desde a própria entrada para o matadouro, onde um cronômetro permanece desamparado. Um sinal acima dele diz: “se não é seguro, não o faça.”

“Parecia um lugar estressante para trabalhar. Um alerta pendurado no quadro de avisos ao lado do cronômetro, lembrando os funcionários como cuidar de quaisquer questões que pudessem ter”, afirmou Sullivan, de 36 anos.

Rampa usada para conduzir as vacas para a morte/ Foto: Jim Sullivan

As paredes de concreto e tijolo são permeadas por uma rede de tubos, cabos, fios e máquinas mais pesadas, todos cobertos por décadas de poeira, teias de aranha e sujeira.

Uma longa vala de concreto com uma armadilha em uma das extremidades é a última coisa que as vacas levadas ao matadouro teriam visto: a rampa da morte, guiando-as até o chão onde ocorriam os assassinatos. Na sala adjacente à rampa, um sinal em uma porta diz, “SEM SAÍDA”.

As carcaças dos animais foram removidas quando o matadouro foi fechado, mas alguns conjuntos de cascos permaneceram/Foto: Jim Sullivan

Acima de algumas áreas está uma série de engrenagens, roldanas e correntes que teriam içado as carcaças dos animais em torno do edifício conforme eles eram retalhados em bifes, costeletas e detritos.

Os restos são lembranças sombrias do quão turbulento o trabalho era: pias operadas por pedais; uma grelha afundada no chão para permitir que o sangue escorresse.

Perturbador: A grade neste chão teria drenado o sangue das vacas mortas. Os corpos eram então levados por trilhos suspensos/ Foto: Jim Sullivan

Atrás das portas de metal pesado encontra-se o porão, onde tubos – alguns desmoronados, se conectavam a lavatórios e maquinaria enferrujadas de propósito obscuro.

“O antigo matadouro era extremamente escuro na maioria dos lugares e o porão tinha muita água parada”, relatou Sullivan.

Neste local, as carnes dos animais eram pesadas antes de serem empacotadas e distribuídas/ Foto: Jim Sullivan

Segundo o Daily Mail, o fotógrafo sempre procura descobrir o que há por trás das ruínas dos prédios que descobre. “Como cresci em Wisconsin, passei muito tempo caminhando e ocasionalmente acontecia de ver ruínas de fazendas antigas”, disse ele.

“Sabendo que as estruturas antigas serão eventualmente destruídas pelo vandalismo, pelos elementos ou desenvolvedores, eu procuro saber suas histórias e fotografá-las enquanto ainda existem”, acrescentou.

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Número de animais silvestres mortos por atropelamento cresce durante inverno no interior paulista

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O número de animais silvestres que morrem atropelados aumenta na região durante o inverno, principalmente devido às queimadas, segundo a organização-não governamental Corredor de Onças.

O último caso registrado foi o atropelamento de uma onça , na Rodovia Prefeito Aziz Lian, que liga Holambra (SP) a Artur Nogueira (SP). O animal, que tinha 4 anos e 55 quilos, foi atingido por dois carros quando tentava atravessar a via, perto do km 43.

O atropelamento foi na noite de sábado (13). Como as onças têm hábitos noturnos, o animal poderia estar procurando alimento ou demarcando território, por isso, a travessia é comum. No entanto, elas ficam confusas com luzes e faróis e demoram para reagir quando um carro se aproxima.

“A onça tem uma visão excelente sem a luz. Então, o farol do carro faz com que ela perca a noção do espaço”, afirma a coordenadora do instituto Márcia Rodrigues.

Um levantamento feito pela instituição mostra que em 10 anos foram registrados 48.868 atropelamentos de animais silvestres em 1.900 km de rodovias administradas por concessionárias da região. Em média são 25 animais atropelados por quilômetro. O número pode ser bem maior, já que muitos casos não são registrados.

Soluções
Os dados fizeram o Ministério Público abrir um inquérito e buscar soluções. Segundo a ONG são três alternativas. “A primeira delas é a substituição das aduelas por pontes, porque são passagens naturais de fauna pelo leito dos rios. A segunda seria passagens superiores para fauna, em áreas estratégicas, conectando unidades de conservação e a terceira seria a implantação de redutores de velocidade, para obrigar que os veículos trafeguem dentro dos limites estabelecidos”, comenta a coordenadora.

Queimadas
As queimadas são a principal causa de acidente, especialmente, durante o inverno. No estado de São Paulo, de junho até agora foram registradas 1.244 , 32% a mais que no mesmo período de 2015.

Na região de Campinas (SP), só no Corredor Dom Pedro, o número de queimadas aumentou 119% no primeiro semestre deste ano. Segundo a concessionária Rota das Bandeiras, de janeiro a junho, foram registrados 217 focos de incêndio.

Entre as principais causas do problema estão os restos de cigarros atirados, a queima irregular de terrenos e de lixo, fogueiras, queimadas para fins agrícolas e balões.

Segundo o pesquisador do projeto Corredor das Onças, Sérgio Ferreira, o hábito de limpar terrenos com fogo tem prejudicado a fauna local. “Aumenta a probabilidade deles atravessarem estrada procurando território e fugindo do fogo, que é uma técnica de limpeza que a gente acha bastante estranha, você limpa o terreno, mas polui o ar, então pra fauna isso é péssimo”, explica.

Fonte: G1

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Cachorro é queimado vivo no interior de Ipira (SC)

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Um cachorro foi queimado vivo na manhã desta sexta-feira (12), em Ipira, Santa Catarina. O fato ocorreu na comunidade de Linha Santana, interior do município. Segundo as informações, o animal era tutelado pelo agricultor Severino da Costa. O cão teria fugido pela manhã e, mais tarde, foi encontrado próximo, agonizando, com queimaduras por quase todo o corpo.

O cão foi imediatamente levado a uma clínica veterinária, onde está internado. De acordo com o tutor o animal deverá sobreviver. A família suspeita quem tenha sido o autor do crime. O fato estarreceu o agricultor pela crueldade.

Os crimes de maus-tratos contra animais estão previstos na Lei 9.605/98, em seu artigo 32, onde menciona que a prática de ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos preveem pena de três meses a um ano de detenção e multa.

“Gostaria que você divulgasse isso para não acontecer mais com outros cachorros”, disse a filha de Costa.

Fonte: Au Online

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Onça operada após cair em armadilha é levada para reabilitação no interior de São Paulo

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Uma onça-parda que sobreviveu a uma cirurgia após ser ferida em uma armadilha na zona rural de Cajuru (SP) ganhou um novo lar nesta quinta-feira (23). O animal, um macho de aproximadamente 4 anos, foi levado do zoológico de Ribeirão Preto (SP) para a Associação Mata Ciliar, em Jundiaí (SP). Ele será monitorado e passará por um processo de reabilitação para voltar à natureza.

O felino de quase 40 quilos foi resgatado pela Polícia Militar Ambiental no dia 5 de junho em uma armadilha colocada em uma fazenda, em Cajuru. Segundo o zootecnista e chefe do Bosque de Ribeirão Preto Alexandre Carvalho Gouvêa, ele tinha vários ferimentos pelo corpo e uma grave perfuração no olho direito.

“O policial só falou que pegaram ela presa em uma armadilha. O que chamou a atenção não foram nem as lesões na pele, mas a perfuração no olho. A gente entende que ela pode ter sido vítima de caça, porque uma onça em vida livre não perfura o olho sozinha”, diz Gouvêa.

O animal passou por cirurgia assim que foi examinado no Bosque. O veterinário do zoológico, César Henrique Branco, precisou retirar todo o globo ocular do lado direito, em um procedimento chamado enucleação, que levou cerca de duas horas.

“Ela perdeu o campo de visão. Então, vai prejudicar um pouco sim, por ser um predador. Ela vai para um recinto de readaptação para ver se vai conseguir caçar. Aqui, no zoológico, nós soltamos as presas vivas e ela conseguia pegar, mas era um espaço pequeno. Agora, ela foi para um espaço grande”, afirma Branco.

A onça foi levada para Jundiaí, onde passará por outro processo de reabilitação antes de ser solta na natureza. “É um recinto grande no meio da reserva florestal, para ver se ela consegue caçar. Essa noção do campo visão agora eles vão fazer para ver se o animal vai conseguir caçar”, explica Branco, que está na torcida pela rápida adaptação do animal.

O zoológico de Ribeirão Preto é referência na região em relação à reabilitação de animais feridos. Segundo Gouvêa, Polícia Ambiental, Ibama, Corpo de Bombeiros e os próprios moradores procuram o local para buscar ajuda. Em média, três animais são deixados por dia. “Nesse período de outono-inverno é comum entrar lobo-guará, cachorro do mato, tamanduá bandeira, tamanduá mirim, jaguatirica e suçuarana”, afirma.

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Fonte: G1

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Polícia Rodoviária Federal flagra casal com mais de 100 aves silvestres em carro no interior do Piauí

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Na manhã desta segunda-feira (16), em Bom Jesus (PI), policiais rodoviários federais abordaram o veículo GM Classic. Durante a vistoria ao interior do carro, os PRFs encontraram 106 aves silvestres em diversas gaiolas (102 canários da terra, 02 trincas de ferro e 02 curiós).

Indagados os dois ocupantes, o passageiro alegou que estava trazendo os pássaros de Brasília para supostamente soltar em uma Fazenda no Piauí. A informação não condiz com a realidade encontrada, uma vez que os animais estavam sendo transportados por uma distância muito longa em pequenas gaiolas e caixas, inclusive algumas envoltas por sacos.

As aves foram resgatadas para encaminhamento ao IBAMA, o homem foi preso e a ocorrência encaminhada à Delegacia local.

Fonte: 180 Graus

Nota da Redação: Como nós, os animais nasceram para viver livremente. Manter um animal engaiolado é um dos crimes mais cruéis do ponto de vista ético. Infelizmente as nossas leis ainda permitem que algumas espécies de aves sejam caçadas, comercializadas e aprisionadas apenas para satisfazer a ganância e os desejos inconscientes e cruéis de algumas pessoas. Não podemos mais aceitar calados este tipo de prática como também todas as outras que tratam os animais apenas como mercadoria ou objeto de decoração. As leis precisam avançar e proibir qualquer forma de manutenção de animais em cativeiroPRF, .

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Cavalo cai em fossa de esgoto e bombeiros levam 1h30 para o resgate, em Junqueirópolis (SP)

Cavalo resgate
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Um cavalo foi retirado de dentro de uma fossa séptica de três metros de profundidade nesta sexta-feira (15), na zona rural de Junqueirópolis.

De acordo com a Base Comunitária de Bombeiros do município, a ocorrência foi por volta das 11h30, em um sítio localizado no bairro Teruel. Ainda conforme a corporação, a operação de retirada demorou cerca de 1h30 e contou também com o apoio dos moradores do sítio para puxar o animal.

Também segundo os bombeiros, após a retirada, o cavalo foi entregue aos cuidados de seu tutor. O equino apresentava ferimento em uma das patas traseiras.

“O equipamento foi montado para que o cavalo fosse retirado da fossa sem mais ferimentos”, explicou a Base do Corpo de Bombeiros.

Cavalo resgate 2
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Fonte: G1

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Direito e proteção animal é tema de palestra em Valinhos (SP)

Por Alex Avancini (da Redação)

VALINHOS1O grupo Adoções Corrente do Bem de Valinhos, no interior de São Paulo, organiza uma palestra sobre direto e proteção animal no dia 24 de abril às 19h na casa do Advogado, com a presença do palestrante convidado Dr. João Rodrigues Filho. O convidado é advogado, ativista, co-fundador e coordenador de estudos sobre direitos animais da Associação Tribolita de Libertação Animal e falará sobre os animais como sujeitos de direitos e sua relação com a lei humana.

Com a chegada da internet e principalmente das redes sociais, a população em geral passou a ter acesso a uma triste realidade antes só percebida pelos protetores e ativistas da causa animal – a exploração e os maus-tratos sofridos por eles. Além disso, tornou mais acessíveis as informações de toda parte do mundo, seja no campo do direito, campanhas, pessoas engajadas e publicações sobre o tema, possibilitando maior esclarecimento sobre a real capacidade e inteligência dos animais, o que sem dúvida influencia e dá força à causa.

Em entrevista à ANDA, Perla Couto, uma das organizadoras do evento, diz reconhecer as conquistas que o movimento de direitos animais tem obtido mas como defensores, protetores ou ativistas, é inquestionável que esses direitos sejam garantidos de fato. Apesar dos avanços, os aspectos legais ainda deixam muito a desejar e a evolução do tema é ainda muito lenta. E acrescenta: “A visão do palestrante sobre a necessidade de atribuir aos animais não humanos direitos semelhantes aos nossos é partilhada pelo nosso grupo. Da mesma forma, temos o entendimento de que muitas vezes a exploração se dá em razão da falta de informação. O direito, como ciência dinâmica, somente será alterado em benefício dos animais, caso a sociedade assim anseie e exija, e para isto a disseminação da informação é muito importante. Com o intuito de levar esta informação e provocar discussão acerca deste tema, resolvemos convidar o Dr. João Rodrigues Filho, que além de colega é ativista e nos apoiou em diversas manifestações na região para compartilhar um pouco da sua visão e das suas experiências como defensor dos animais.”

Convidado para falar sobre direito, no aspecto legal, a linguagem será adaptada de forma simples e não jurídica, afim de que todos os interessados na causa animal possam participar, sem qualquer necessidade de formação em direito para acompanhá-la com facilidade.

“A opção pela realização da palestra na cidade foi em razão dos integrantes de nosso grupo serem, em sua maioria, de Valinhos, bem como o local onde fazemos feiras e outros eventos por nós organizados. Além disso, uma das integrantes é advogada na Comarca, facilitando, assim, a concessão do local e a divulgação. O assunto a ser tratado, por sua vez, é questão não localizada, ou seja, para que as modificações pretendidas ocorram, o debate deve ser promovido por todo o país, portanto o maior objetivo da organização desta palestra é justamente propor a discussão e disseminar a informação”, acrescenta ainda a organizadora.

Serviço:

Palestra: Direito e Proteção Animal
Data: 24/04/15
Local: Casa Advogado – Av. Joaquim Alves Corrêa, 3809 – Nova Suiça – Valinhos-SP
Horário: 19h
Entrada: 1kg de ração para cães ou gatos

 

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Caçapava (SP) terá piquenique vegano neste domingo

Por Alex Avancini (da Redação)

Após a realização do piquenique em outras cidades do Vale do Paraíba, como Taubaté, Pindamonhangaba e São José dos Campos, a quinta edição do Veganique Camaleão será realizada em Caçapava (SP), no Parque Ecológico da Moçota.

O Veganique Camaleão é um piquenique criado para promover um bate-papo descontraído sobre direitos animais e a divulgação do veganismo através da culinária vegetariana. No evento cada participante leva alimentos e sucos que são compartilhados. O evento é gratuito e aberto para todas as pessoas.

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Piquenique vegano de Caçapava-SP acontece neste sábado, a partir das 14h.

O objetivo do veganique é proporcionar principalmente ao público não-vegetariano, um contato saudável e harmonioso com o veganismo através da gastronomia e promover a conscientização. A alimentação dos veganos é 100% vegetariana, ou seja, baseada em vegetais, sem a inclusão de carne, frangos, peixes ou derivados de origem animal.

A organização do evento pede para que todos levem pratos preparados em casa (junto com as receitas) ou produtos veganos. Para facilitar a compreensão do público foi formulada uma lista de 30 receitas.

O Veganique realizado pelo Camaleão conta com o apoio da ONG de Caçapava Ajudantes de São Francisco e do primeiro fast food vegano do Brasil, o Atma Veg.

Serviço:

Local: Parque Moçota – Caçapava (SP)
Data do evento: 09/03/2015
Horário: 14h
Bate-papo Camaleão: 15h30

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