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Novo medicamento contra insuficiência cardíaca em cães chega ao Brasil

A exemplo de nós, os cachorros também vêm ganhando uma expectativa de vida mais longa. A questão é que a idade traz consigo seus efeitos colaterais. E o coração é um dos órgãos que podem sofrer com isso: o envelhecimento é um dos principais fatores de risco para a insuficiência cardíaca, quando esse músculo deixa de trabalhar direito.

(Foto: Divulgação / Imagem Ilustrativa)

Para amparar os animais com o problema, a farmacêutica Boehringer Ingelheim está trazendo ao Brasil um medicamento capaz de postergar o avanço do quadro e os seus efeitos negativos. Ao ajudar o coração a bombear o sangue, o remédio em forma de tabletes mastigáveis prolonga os anos pela frente e melhora a qualidade de vida.

Ainda assim, o diagnóstico precoce faz diferença. “Quanto mais cedo ele acontecer, melhor o resultado do tratamento”, afirma o veterinário Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, em São Paulo. Por isso, o especialista recomenda um check-up cardíaco aos cães a partir do sexto ano de idade.

Insuficiência canina

Da mesma forma que acontece com o coração humano, o dos cães pode se enfraquecer com a idade e em razão de doenças. A insuficiência cardíaca significa que o órgão está perdendo a capacidade de bater e mandar o sangue adequadamente para o organismo, o que acarreta cansaço e falta de ar. Outros sintomas que você pode observar são tosse, membros e barriga inchada e língua arroxeada.

Fonte: Saúde

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Tigre-de-bengala morre após ser explorado por 16 anos em zoológico

Rabisco, como era chamado o tigre-de-bengala explorado durante 16 anos pelo Jardim Zoológico de Brasília, morreu na última sexta-feira (22). Sua morte, no entanto, só foi divulgada ontem (25). De acordo com a fundação que mantém o zoológico, ele morreu em decorrência de insuficiências cardíaca e renal.

Rabisco viveu aprisionado a vida inteira no Jardim Zoológico de Brasília (Foto: Divulgação)

O tigre pertencia a segunda geração de tigres-de-bengala covardemente gerada em cativeiro no Distrito Federal. Ele, que nasceu no parque em 2001, nunca teve a chance de viver em seu habitat e passou a vida aprisionado.

Os tigres-de-bengala são nativos de países do sul da Ásia, como Índia e Bangladesh. A espécie, segundo a União Internacional para Conservação da Natureza, está sob ameaça de extinção. As informações são do Correio Braziliense.

Em junho, a tigresa-de-bengala Laila, que fazia companhia a Rabisco, também morreu. Ela, que também nasceu no local, foi explorada e aprisionada pelo zoológico durante 21 anos. A causa da morte da fêmea também foi falência renal.

Nota da Redação: não há argumentos que defendam a existência dos zoológicos. Qualquer defesa cai por terra quando consideramos que não existe justificativa para aprisionar animais em locais pequenos e totalmente opostos à realidade vivida por eles na natureza. Zoológicos existem com a única finalidade de gerar lucro para seus proprietários. Sendo assim, as necessidades dos animais – que vivem depressivos e estressados, presos à jaulas minúsculas para o tamanho de cada um deles – não são consideradas. É necessário, então, que a consciência humana acerca da importância da preservação da vida selvagem em seu habitat seja ampliada, para que, dessa forma, consigamos aumentar o boicote à lugares que aprisionem animais, diminuindo assim a rentabilidade deles e colaborando para que deixem de existir. 

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População de lontras-do-mar do sul da Califórnia está em perigo

Causa da queda do número de lontras na Califórnia ainda é desconhecida. Foto: Wikipedia

Populações de lontras-do-mar (Enhydra lutris nereis) do sul da Califórnia caíram pelo segundo ano consecutivo, incluindo uma dramática queda nos nascimentos, segundo novos números divulgados pelo U.S. Geological Survey (USGS). Ao mesmo tempo, o dinheiro necessário para estudar e ajudar a salvar essas lontras pode evaporar rapidamente em meio à crise por que o estado passa.

A mais recente contagem de 2010 contabilizou 2.711 indivíduos, queda de 3,6% da média do ano passado. O mais alarmante é que o número de filhotes caiu 11%, aos níveis de 2003. Enquanto isso, o intervalo de lontras ao longo da costa da Califórnia já diminuiu 50 km, por razões ainda não descobertas.

Embora não exista nenhuma razão clara para o declínio, a redução em série é conhecida por possíveis causas: “Os dados sugerem que fêmeas na idade de reprodução estão morrendo em número maior que o habitual por múltiplas causas, incluindo doenças infecciosas, exposição a toxinas, insuficiência cardíaca, desnutrição e ataques de tubarão”, disse Tim Tinker, cientista do projeto de pesquisa da USGS. Tinker é professor-adjunto da ecologia e biologia evolutiva na University of California Santa Cruz (UCSC).

Existem algumas dúvidas sobre a nova conta. O Projeto Lontra – com sede em Monterey, Califórnia – aponta o total de 2.711 lontras, ligeiramente acima do ano passado. Mas os autores do estudo não acreditam ser um sinal de que os animais estejam mais saudáveis: “A contagem é sempre ligeiramente acima, o que é um bom sinal. Mas o número de crias está acentuadamente baixo, o que é um mau sinal. E os encalhes até esta data são muito ruins”, afirmou Steve Shimek, fundador do Projeto Lontra.

Tinker está conduzindo um novo estudo pela UCSC para saber mais sobre os fatores que podem prejudicar a saúde das lontras-do-mar, porém o financiamento poderá em breve deixar de existir. Parte do dinheiro disponível para estudar esses animais e ajudar a salvá-los vem do Fundo de Pesquisa do Mar da Califórnia, que paga grande parte da pesquisa com espécies e é voluntariamente financiado pelas contribuições de empresas e pessoas físicas. As doações deste ano chegaram a apenas US$ 31 mil.

Felizmente esses animais têm sido protegidos pela Lei das Espécies Ameaçadas desde 1977. Eles só podem ser retirados da lista de espécies ameaçadas de extinção se a população for superior a 3.090 indivíduos por três anos consecutivos.

Fonte: Scientific American Brasil

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